Inocência
“A inocência se perde com o passar do tempo, seja através da influência da sociedade, seja em função do convívio com outrem e/ou por intermédio de nosso livre-arbítrio.”
É POEMA MEU 2!
Minha Poesia Maluca
Minha Inocência Absurda
Minhas Palavras Confusas
É Poema Meu!
Minha crença estranha
Meu nervosismo sem fim
Minha timidez incontrolável
Que toma conta de mim
É Poema meu!
Minha risada estranha
Minha alegria tamanha
Meu gosto musical apurado
Meu coração petrificado
É POEMA MEU!!!
Acordei da inocência, tomei cuidado pra não cair na demência, por que isso vem na sequência, de quando se perde a própria inocência, essa palavra tem potência, junto com a sua diligência, tenho muito o que aprender naquela agência, incompetência é da nossa natureza vou fazer o bem na sua ausência, e sentir insuficiência respiratória, que destruíra minha glória, nessa hora não vejo como posso ir embora, nada de tempo pra esmola, talvez eu volte pra escola, sem nenhuma demora, perdi meu tempo e agora? Não gosto de você senhora, qual vai ser a penhora? Não entendo disso tá na história? Lembrei daquela joia, que papo de noia, será que você me apoia, como uma tipóia, ou me derrubará na trajetória, o que falo vê se não boia e aquilo crescerá como uma sequoia..
Tenho saudades...
Da criança pequena,
da bela inocência.
Do caminho da roça,
que fez aquela moça.
Da grama molhada,
da poça espelhada.
Do cheiro que vem da cozinha,
das brincadeiras com a vizinha.
Das loucuras de minha tia,
e do carinho que ela me tinha.
Dos abraços calorosos,
que nos deixavam esperançosos.
De correr ao encontro do pai,
para ver o granizo que cai.
De escrever um carta,
de dizer o que "farta",
de ir ao encontro da barca.
De com minha mãe brincar,
e com o futuro sonhar.
De com trilhas me alegrar,
de sorrir ao cantar..
De saber que no pouco eu veria muito,
de saber que tudo tem um intuito...
01/04/19
Inocência não é isso tudo que falam... Garotos inocentes arrancam as asas das moscas, porque não sabem melhor que isso. Isso é inocência.
Do Cristo, presumiu-se logo a inocência; no entanto, em nossos tempos, a um notório homem da lei importa ainda ouvir a turba. Leis e provas às favas! Mãos lavadas.
Inocência
Nas narinas da imaginação...
Ela sente o cheiro da inocência....
O vento vai soprando e rasgando o véu...
Aflorando a inspiração...
Oh inocência perdida....
Viola açoita....
Que ecoa no sertão....
Saudoso é o nacer do dia...
Que mexe com o coração de um peão...
As cordas vão tinindo...
Com a melodia no refrão...
Objeto de pinho...
Envernizado por um chorão...
Ahoooo , trem maluco...
A gaita chia ,no alto do espigão.....
Vai vocalista da garganta afinada...
Desenrola livremente...
No dó-ré-mi....
Sou eu que vou no batente....
Não uso dedeira...
As unhas até se ferem....
Formando a canção...
Na frase ainda virgem...
Flores se desmaiam com seu odor...
Livres , leve e soltas...
Que batem no peito do poeta....
Nas manhãs tropicais...
Que atiçam o cantar dos pardais...
Tico-tico no serrado...
Voa triste e rasteiro no quintal...
Outros pássaros aparecem....
Querendo ouvir a afoita melodia...
O braço do instrumento...
Inverga mais não quebra...
Aperelho bem afinado...
Poesia ilustrada...
Sem intervalo vai gemendo...
Na mente do cantor...
O que não falta...
É um verso que sustenta....
E aqui...
Aguenta só quem pode...
Nesse verso arrumado...
Inocência misturada....
Na orquestra improvisada....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Paraíso dos meus sonhos.
Ah se eu pudesse..
Desfrutar da tua inocência...
Não pra fazer o que você pensa...
Mas sim...
Te cobrir de carinhos meus...
Tirando toda sua carência...
Ah se eu pudesse...
Provar gota a gota do teu néctar..
Ah se eu pudesse....
Causar-te nascentes onde eu posso matar minha sede...
Ah se eu pudesse..
Dar-te um céu lindo e estrelado....
Ah se eu pudesse....
Comer do teu fruto..
E sugar todas as substâncias necessárias que eu preciso...
Ah se eu pudesse....
Caminhar milimetricamente em tua alma...
Nutri-la com gosto do meu céu...
Ah se eu pudesse.....
Provar á ti...
A força do amor que há em mim...
Ah se eu pudesse...
Fazer um mundo....
Diferente de tudo....
E lhe entregar...
O mais lindo paraíso dos sonhos...
Onde abelhas rainhas...
Jamais teria sua vez....
Pois lá...
A Rainha seria tu...
Pois foi por ti....
Que esse Poeta se tornou Rei....
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Sonho
Naquela noite singela
Lembro-me da antiga inocência
Tempos em que
Tudo era perfeito
Do seu jeito
Um simples
Aconchego
Pobre homem,
Cresceu,
Cresceu,
Cresceu,
A pureza já perdeu
O Tempo passou
A maldade contaminou
Já não era o mesmo
Os olhos pesam
Com pouco, era feliz
Memórias passadas
Nunca voltam
Em sonhos
Revive a infância
Boas lembranças
Ao amanhecer
As lágrimas escorrendo
Se tornam o orvalho
De um coração gelado
Criança ser Divino
pura inocência é Deus manifestado
num laço com o humano pra crescer e ser no mundo experienciando-se o criador...
O problema não é o erro nascido da inocência causada pelas contingências da vida. Este é aceitável dentro da razoabilidade. O que devasta, é a falha criada pela obtusidade autoimposta, desejada e calorosamente defendida.
