Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
AMOR LINDO
Seu amor Ă© o meu raio de sol
Que ilumina as minhas manhĂŁs
Seu sorriso Ă© como um
Lindo arco-Ăris que encanta
Embeleza e acaricia
A minha retina
Minha morada
Meu destino
Tu és minha promessa
O meu amor por ti
Ă do tamanho do universo
Ăs minha nuvem permanente
Meu véu de amor
Cobrindo-me de ti
Lindo...
Infindo
A paixĂŁo pode ser o prenĂșncio de um grande amor...
Mas, jamais nutra um sentimento
em que o seu habitat não for o seu coração...
Os meus versos arranham
O céu do meu querer
O mel que escorre
Das minhas palavras
Falam de amor
De sonhos
Salpicado de sedução
Que aos poucos
Ganham vida
Em minha alma
Enfeitiçada
Que deseja
Que guarda um amor
Um bem querer
O amor que guardo
Para lhe dĂĄ
A delicadeza do meu amor por ti é como as pétalas de rosa sob as åguas.
Cuidar pra nĂŁo deixar afundar...
O amor Ă© essa coisa estranha que mesmo depois de vocĂȘ viver ele, ele ainda te surpreende. Eu nĂŁo planejava tremer quando te abraçasse, ou mesmo sonhar acordado contigo, mas aconteceu. Eu nĂŁo imaginava que pudesse em tĂŁo pouco tempo sentir tanto sua falta, ou mesmo sentir tanto o impacto do teu sorriso, mas aconteceu. Palavras nunca foram problema antes de ti, e insegurança nĂŁo fazia parte da minha rotina, mas aconteceu. Eu nĂŁo planejei nada disso, mas vocĂȘ me aconteceu.
Volte pra mim
Volte meu amor para mim,
Venha colorir os meus olhos
Que nĂŁo distinguem mais cores.
Venha replantar meu jardim
Pois nele nĂŁo tem mais flores.
As borboletas partiram.
Ficaram paisagens mortas
Em preto e branco, desnudas
De coloridos e luzes.
Meu coração é deserto
Sem um oĂĄsis sequer
E navega em céu aberto
Sem um abrigo, sem teto.
Meu sonho de bem-querer
Estou sĂł, desamparada.
Necessitando de abraços.
Esperando a tĂŁo sonhada.
Vida vivida em seus braços.
Volte meu amor para mim.
Eu guardei tantos segredos
Que sĂł serĂŁo revelados.
Sem pudor e sem medos
Ardentes, apaixonados.
Delicados, mas atrevidos.
Como um hino aos seus ouvidos.
Juras de morte
O amor bebe em minha taça.
Senta Ă minha mesa.
NĂŁo antes de adocicar minha bebida
Predileta
E temperar minha comida
Com pimenta malagueta.
Que arrebenta em ardor
De fogo que acalora tudo em volta
De mim.
Meu corpo e minha alma
E brinda Ă minha medida
De alegria. Enorme.
Esquenta a minha voz
Quando canto solto fagulhas e
Brasas incandescentes.
E fico nesse ĂȘxtase por que
Não me då trégua.
Refugia-se em meu leito
Refestela-se em minha cesta
Tem nome e sobrenome
Impressos na pĂĄgina da minha vida
Em letras garrafais.
Fiz pacto de sangue
E juras de morte com o amor
Assim:
Ir embora daqui quando ele se for
De mim.
De novo o Amor
Entrou o amor pela janela
Da minha alma.
Como se fora um chuvisco
Fino e leve
Pareceu-me a mim que seria breve.
No entanto, enganou-me e deteve-se
Empacado. Encravado.
Apossou-se de cada canto do meu Eu ingĂȘnuo
E foi tomando conta de tudo que ele Ă©.
Da minha esperança, da minha fé
Dos meus sentidos e razÔes.
Sonhos e ilusÔes.
Assenhoreou-se de tudo
E quando dei por mim
JĂĄ nĂŁo havia mais como retroceder e
Esconder-me dele.
Despencou torrencialmente
Dentro do meu coração.
E, enfim, virou tempestade
E sem piedade
Transformou-se em um calamitoso TufĂŁo.
Tsunami de Amor
Chegou como um riacho sereno
Assim ameno. TranqĂŒilo que corria
Somente por que jĂĄ nascido
Da nascente mĂĄgica que brota do chĂŁo.
Assim mesmo, sem razĂŁo.
Estava ali colocado pelas mĂŁos
Da natureza mĂŁe.
Vagaroso, morno,
Em torno
De mim.
Foi assim
Que o amor chegou
Por um descuido meu
De repente se expandiu
E invadiu todo o meu ser
Virou rio caudaloso
E destruiu
Minhas comportas
Fiquei totalmente exposta
E ele jĂĄ se transformava
Num oceano revoltoso.
E 'experenciei' entĂŁo
Um verdadeiro
E devastador.
Tsunami.
O nascer do sol Ă© para todos ,mas nem todos aproveitam.
O amor estĂĄ em tudo ,mas nem tudo Ă© amor.
A vida Ă© uma dĂĄdiva, mas poucos sabem dar valor.
A morte Ă© o fim da linha, mas quem disse que eu ando na linha?
Amor Ă© uma luz miraculosa, uma aura envolvente de encanto, que nos transporta para um mundo de magia.
"BEIJA FLOR"
Beijos sugados trocados ao luar
Saboreio o teu beijo com o sabor do amor
Espaços da minha alma no ventre de uma rosa
Caminho imaginĂĄrio ao encontro de ti
Entreguei-me a ilusĂŁo em forma de arco Ăris
Ouvi a tua voz nos ventos do deserto
Procurei no teu corpo meu amor
O néctar dos deuses como um beija flor
Aos extremos do amor" somos incapazes de regulamentar, controlar, comandar; - dentro das normalidades humanas - nossas forças endógenas latentes de um sentimento um tão puro em seu derradeiro autocontrole.
Amor
Guardei um luar no meu quintal pra ti
Armazenei na gaveta melodias de amor
Plantei carinho Ă s pencas e depois senti
Necessidade de imprimir maior ardor
Nos versos que eu tecia Ă luz do luar
Pra recitĂĄ-los baixinho e te ver sorrir
Esperei uma vida sĂł pra te encontrar
Numa vida inteira sĂł pra te servir.
Coloquei um trovĂŁo dentro do peito
Só pra ribombar, trovejar minha cobiça
Toda vez que me olhar meio sem jeito
Com esse olhar de menino mais bonito
E em os todos os castelos que eu criei
Existe apenas um soberano, Ășnico rei.
E em total plenitude me ganhas
Sem barganhas.
A Vida Ă© Agora
Acorda amor
Sou eu o teu sonho
Menino risonho
Desperta pra vida
Que acaba tĂŁo logo
Depressa ela passa
E a tua pirraça
Fingindo ter sono
Vai nos separar
Cansei do abandono
Esquece o teu jogo
Abaixe tua guarda.
A vida Ă© agora
NĂŁo vem outra hora
O amanhĂŁ Ă© incerto
Talvez nem exista
Pra um de nĂłs dois
NĂŁo deixa nosso amor pra depois.
Toma jeito
Recoste em meu peito
E segrede entĂŁo
Que Ă© meu, e sĂł meu
O teu coração.
E na tarde de domingo a menina fica sentada na janela, vendo a chuva caindo, e pensando em seu amor.
Quem serĂĄ o seu amor?
De onde virĂĄ o seu amor?
Ela abaixa a cabeça, a lågrima cai e sorri.
E descobre que o amor vem dela prĂłpria.
O amor que ela sente dentro dela, Ă© o amor dela,
o amor que ela quer dividir com alguém, mesmo quando esse alguém não estå disposto a aceitar.
Mas, mesmo assim ela sorri e fica feliz, pois o amor é dela, e ninguém pode tirar.
