Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

O Sol vai surgindo risonho

Igualzinho ao Sol dos teus sonhos,

Entre bons e pequenos morros

Existe um lugar feito ouro,

E mais valioso do que um tesouro,

Ele Ă© simplesmente maravilhoso!



Quem nasce morretense,

Assim vive para sempre,

Quem mora por lĂĄ,

- vira morreteano

Dono de um doce endereço

De beleza e de uma paz

- sem engano -

O Sol aconchegantemente

- Repousa

Dando espaço para uma Lua

Que nenhuma outra sequer ousa.



Ao carinhoso beijo da brisa,

A memĂłria nĂŁo virou pĂł,

Em Morretes ainda Ă© lembrado

O bravo povo carijĂł;

E a sua glĂłria pela Cananeia

Ficou para sempre escrita.

Inserida por anna_flavia_schmitt

VocĂȘ nĂŁo

se deu conta

Eu sou o que sou,

- autĂȘntica

Escrevo por escrever,

E nem um pouco

oculta,

- sou a letra

depravada

Eu sou a boa

literatura,

Correndo nua

pela rua,

Escrevo o quĂȘ sinto,

Tudo o quĂȘ penso,

Até registros,

Faço arte pela arte,

Filha da criatividade,

Um tanto santa,

Porém, satùnica confessa.



Podes ir, mas sei

que volta,

Vais com todos

os meus versos,

- na ponta da lĂ­ngua -

Silabando cada um,

Como o mel

que escorre,

Do meu estuĂĄrio,

Para a tua boca,

e nĂŁo te basta,

Além das orbes

celestes,

LĂĄ estĂŁo

escritos os poemĂĄrios

- todos registrados -

Em linhas intimistas

e bacantes,

Para embalar

poetas e amantes.



VocĂȘ nĂŁo

se deu conta,

NĂŁo escrevo

para vocĂȘ,

Escrevo para

celebrar a vida,

Brindar o amor

E cantar a paixĂŁo,

Para esperar

o amor que virĂĄ,

Lindo e ardente

como um verĂŁo,

Com dias de Sol

e noites

estreladas.

Cada linha

desse poema,

É confissão

plena,

sem confusĂŁo,

Liberta

de qualquer

conflito,

Que segue

a vida serena,

Portanto,

siga e voe

para longe,

Em cada asa

sua haverĂĄ

o meu rimĂĄrio

Desse amor

resguardado

num sacrĂĄrio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um poema estĂĄ escrito

Nas estradas do ParanĂĄ,

Alegria doce e caminheira

Um dia para vocĂȘ voltarĂĄ.



Um Sol que ninguém esquece,

Uma Lua que sempre enternece,

Pelas estrelas do teu firmamento,

O ParanĂĄ estĂĄ no meu pensamento.



Um destino traçado pela glória,

Pelo braço forte da sua gente,

Ainda se escreve a sua histĂłria,

Para ser lembrada para sempre,

Uma poesia serena relembra,

- a sua histĂłria de valentia

Na ousadia da tropa,

- no trote do cavalo

Na cantoria e no acorde

- violado -

O paranaense serĂĄ eternamente

- um verdadeiro -

Poeta apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fazes-me bailar

na noite de cristal,

Sou o teu beijo imortal,

a tua poesia,

Talvez a mais fatal:

a tua profecia.

Harpa celestial

afinada na tua mĂŁo,

A mulher nascida

para viver de paixĂŁo.



Uma crĂŽnica, um verso,

um soneto total,

Nascidos em uma noite

de cristal,

Escritos nos passos

da cortesĂŁ,

TĂ­picos do baixo

meretrĂ­cio,

Ufano-me disto

e daquilo sensual...



Oculta, louca e

indescritĂ­vel fantasia

Que galopa

cuidadosamente...,

Toco sem perdĂŁo,

em carinhos

- repletos e libertos

Além de morar no coração,

Ocupei toda a tua mente,

inteiramente.



Doçura, leveza

e espiritual alegria

Que canta

simplesmente...,

A canção que sai

da mente

Para os lĂĄbios

docemente,

E que encanta

o meu coração

Pela sinceridade

evidente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Filho da casualidade,

Nasceu soneto,

Sobre os mares,

Sonhando, desbravando,

- e cantando

E a sua rota traçando,

Flutua a caravela,

Procurando aportar

Em terra firme;

O amor nĂŁo tem limite.



Prosseguindo a embarcação,

Desenhando espumas,

E tatuando o coração,

- a saudade

Nem o vento a tomba,

As brumas nĂŁo a amedronta.



Herdeiro da verdade,

Eu te escuto,

No tilintar das estrelas,

No beijar dos cometas,

No dobrar das forças,

Eu te pertenço,

E para sempre irei ser tua

Por toda a eternidade...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Batendo

as minhas asas

Tenho direção

E tenho uma

vida toda

Para seguir rumo

E sem temer nada

A rota do sol

para ser alcançada

Tenho coração

BĂșssola e uma poesia

Para transformar

a vida em canção

Em mĂșsica solar

Bem no meio das montanhas

E proteger o nosso

amor do mundo

E de todas

mil artimanhas.



Batendo as minhas asas

Tenho direção

Tenho leveza

E tenho ternura

suficiente

Para ganhar

o seu coração

E sem temer a vida

A rota do sol

Ă© a saĂ­da

Mais do que

o meu coração

BĂșssola e poesia

Para transformĂĄ-la

em emoção

E numa loucura

de paixĂŁo

E toda a oração

em poesia solar

No topo das montanhas

E enlevar o nosso

amor para o mundo

Para que ninguém

desista de carregar

E se orgulhar

que carrega o amor

mais profundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fiz o voto

de perder-me

imensamente

Somente em vocĂȘ,

exclusivamente;

Estranho destino

Ă© o meu de tĂȘ-lo

Abrigado em meu

coração silente.



Como se diz

poeticamente:

Chegaste como

um amanhecer

- lindamente -

Dominaste-me

carinhosamente.



Fiz o voto

mesmo distante

De somente

te pertencer,

E resistir Ă  tudo

Que me empurre

para longe

De vocĂȘ.



A minha confissĂŁo

Ă© clara

- fiel -

E plĂĄcida como

os bordados

Feitos com os

fios coloridos

Da vida,

Que nos afastou

e nos brinda,

Por ainda crermos

nesse amor,

Abençoado pelos deuses,

Pelas ninfas

Recebendo a coroa

de trigo

Pelas mĂŁos

campesinas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu nĂŁo respondo por mim

diante de ti,

Diante das [delĂ­cias

Dos teus beijos indecentes,

Dos teus beijos molhados,

Dos teus beijos imprudentes,

E daqueles mais rasgados...



Eu nĂŁo respondo por ti,

Diante das [loucuras

Da perdição da tua pele,

Da fragrĂąncia masculina,

Da sedução do teu regaço,

Do aconchego do teu abraço.



Eu nĂŁo respondo por mim

diante de ti,

Diante do que sei

que és [capaz

De fazer,

De me ter,

De me possuir,

De me mimar,

e me dominar...



Eu nĂŁo respondo por mim,

Porque me fizeste

a tua primavera

Cultivando em mim um jardim

- imenso -

Eu nĂŁo respondo por mim,

Porque em ti

JĂĄ encontrei todas

as respostas...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Coração é solo

que se pisa,

Coração é solo que

se deixa rastro,

Coração é solo

que se planta,

Coração é solo

que se cresce,

Coração é solo

que se floresce,

Coração é solo

que se colhe,

E nele também

se padece...



O mundo gira,

As areias do tempo

- seguem -

A ampulheta

percorre,

Entenda, o amor

tem um tempo

Que sĂł os doidos

de amor

- compreendem -

Passam frio, fome

e até dor:

Abrindo mĂŁo

da prĂłpria vida

Em nome do amor.



Ter coração é

possuir o mundo,

É perder-se

e encontrar-se,

A vida toda

num segundo,

Ter coração é

remir o defeito,

É ver no outro

o ser perfeito,

Para quem tem coração

tudo tem jeito,

Desde que o amor nĂŁo

seja desfeito.



Em nome do amor,

Em nome dos amores,

Tenha fé,

NĂŁo importando

Para onde fores,

Semeie flores

no caminho,

Quem ama jamais

estarĂĄ sozinho,

EstĂĄ sempre muito

bem acompanhado

Da melhor companhia

do mundo

Que responde por

um Ășnico nome: amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As nuvens dissipadas no céu,

O sol bondoso fazendo brotar...,

NĂŁo sĂł os beijos das sereias

Pelas areias,

Mas também pelo mar;

Das gaivotas eu escuto,

- o cantar

Embalando o festejar.





As delicadas borboletas,

Obras primas da Natureza,

Sobrevoando as gentis dunas,

Enfeitando a poesia praiana,

Descrita na Praia de Salinas,

Eternizada como um doce beijar.





As dunas sĂŁo como a vida,

Ambas mudam de lugar;

NĂŁo deixe nunca de amar...,

E no teu coração o amor bailar,

Siga como o barquinho

Pelas ondas do mar;

Permita-se ser levado pelo flutuar

De tanto me adorar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo tenha receio

- do destino

E nem de escrevĂȘ-lo,

Observe o caminho,

Este Ă© o meu pedido!



Celebram e revoam,

Sob o céu colorido,

E sobre o mar de chumbo,

Assim sĂŁo os pĂĄssaros,

Livres como o teu amor,

Que Ă© o maior do mundo.



Os teus dedos tocam

A Lua e a estrela;

PaciĂȘncia de esteta,

Que ama com beleza,

E refinada cadĂȘncia.



As areias seguem o curso,

Somos como elas,

Temos leveza, e pertença

O receio nĂŁo nos pertence;

SĂł exclusivamente o perene.



Os teus lĂĄbios macios,

Intensos e atrevidos,

Doces e quentes,

NĂŁo meteĂłricos,

Etéreos e atraentes.



Esbanjando essa fascinação,

Airosa sideração,

NĂŁo menos dispersa,

Encantamento de quem guarda

Para dois amantes:

o cĂĄlice da paixĂŁo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu tenho muito

a te oferecer,

É verdade,

eu sou um oceano

Do amanhecer

até ao entardecer.



Um fenĂŽmeno anĂŽnimo,

Um impulso discreto,

Um amor doce e secreto.


Inteiramente

deslumbrante,

As minhas tonalidades

ousadas,

E as entonaçÔes abusadas...



Para te endoidecer,

Para te embalar,

E fazer a tua pele ferver.



Eu tenho virtudes,

É verdade, eu sou

o desencontro,

O encontro com a cabeça

recostada

Sobre a tua vontade,

o teu ombro.



Suplicante, pedinte,

- insistente

Assumida,

e sempre carente.



Sou a encarnação

da rebeldia,

O amor cheio

de revolução,

A canção repleta

de emoção,

A luz dos teus olhos,

A habitante

do teu coração,

A verdade cantada

em canção,

A tua loucura

cheia de paixĂŁo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

VocĂȘ que saiu em busca da poesia,

Ela surpreendeu te dando uma

rasteira,

E agora? Como encontrĂĄ-la?

Ela entrou e passou pelos teus poros,

Sobrevoando as

(dunas),

E agora, estĂĄ escondida atrĂĄs dos cactus,

E bem agasalhada no ninho das

(corujas).



VocĂȘ que nĂŁo sabia nada sobre poesia,

Ela descoberta por meus pequenos versos,

Te seduziu com todas as plumas...,

Com o voo

(silencioso),

Macio e

(carinhoso),

A poesia entrou e passou,

Deixando a saudade inteira em vocĂȘ.



Sendo notada ou nĂŁo,

Voa poesia voa,

Escreve até sobre a garoa,

Mas voa porque a vida Ă© boa,

NĂŁo desista de mim nĂŁo,

Não saia desse meu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A paciĂȘncia supera o tempo,

- contempla -

Se contenta até com o vento,

- se experimenta -

Se alimenta com a serenidade,

NĂŁo abre a mĂŁo da bondade.



Caminho de reerguimento

Busca a luz, a corrigenda,

Procura o devotamento,

E a dedicação ao dever,

Busca além dos sonhos

E daquilo que se pode ler.



Ter valor moral Ă© real resistĂȘncia

Ante a dolĂȘncia provocada pela violĂȘncia,

Devemos pedir a Deus:

clemĂȘncia.

NĂŁo ter vergonha de sermos bondosos,

- e generosos -

Sempre a favor de todos.



É fundamental, buscar o amor

E a harmonia no silĂȘncio completo,

- reflexĂŁo -

Para adoçar o coração,

Que seja o teu combustível a oração,

Elevada ao Bom Deus e Nosso Senhor,

NĂŁo tenha vergonha de espalhar

E de plantar harmonia e amor.



ReflexÔes,

InspiraçÔes,

IntuiçÔes,

Boas açÔes,

PremoniçÔes

Com Meimei.



Ao mar,

Ao vento,

Ao solo,

Ao firmamento

EstĂŁo firmados:

O firme pensamento

E o bom sentimento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A neve como um véu,

Recobrindo a cidade,

Parece até um veludo,

DĂĄ uma grande vontade

De se refugiar do mundo.



Desceu sobre a neve

A estrela matutina,

Parecendo os teus olhos

Que a todos ilumina,

Linda como nos meus sonhos.



O que sinto nĂŁo se traduz,

Brilha igual Ă  ele,

Além de seduzir - reluz;

Sinal da minha sede,

Nada apaga essa luz.



A neve veludo sobre a cidade,

Que cativa de verdade,

Quero conhecer Moscow,

Ver de perto as origens,

Que me ensinaram a paz e o bem;

E o meu compromisso com a verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Deveria ser a nossa liturgia divina,

Respeitar a cidadania

E o verbo na plenitude;

O ser humano Ă© infinitude,

Ele vai muito além do dia-a-dia...



O conhecimento Ă© a garantia,

Da boa convivĂȘncia

E da imortalidade do pensamento,

É livre toda a manifestação de [pensamento

Que conduza a Humanidade ao [acolhimento.



Ah, tanta coisa deveria [ser

- e [acontecer!

Deveríamos ao menos ter fé

um no [outro;

E a boa convivĂȘncia ser a lei,

- tratada como um [tesouro!

Enquanto existirem os poetas,

E quem os aprecie:

o mundo terå sempre alguém

que sonhe com a beleza e harmonia.

A poesia não espera nada além de

reconhecimento e fé na vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo hĂĄ alegria

mais encantadora,

De encontrar a

linda surpresa,

- as mais belas flores -

Que deixaste sobre

a minha mesa.



Um gesto tĂŁo simples,

tĂŁo suave,

Manifestação

de amor,

- cavalheirismo

embelezador

Carinhoso e provocador.



Desses meus

versos femininos,

Que clamam

pela tua presença,

Eternizam-na

com a crença

De ser amada

por vocĂȘ.



A tua alegria

Ă© a minha,

PrĂłxima

e distante,

Mas sempre

prĂłximos

Com a mesma

alegria...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não hå força diante da democracia,

E nada que a supere;

É força magna, Ă© energia,

Voz que nĂŁo se cala,

- mesmo sob mordaça

A força da democracia é a própria,

EstĂĄ sacramentada na histĂłria.



Sem o povo nĂŁo estĂĄ escrita a glĂłria,

Com a alma Ă© que se afugenta,

- espanta

Toda a insana covardia,

Através do sonho de democracia,

Arrebentando toda a mordaça,

Atirando-se os grilhÔes ao vento,

A democracia virĂĄ, Ă© sĂł questĂŁo de tempo.



Abro o destino para o deboche

Cair no precipĂ­cio,

Com a minha poesia respondo o riso

Do totalitarismo,

Rui Barbosa sentou praça

Na democracia,

E dela ninguém me divorcia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Outonal presença que me inspira,

Brisa que cobiça com [requinte,

De tĂȘ-lo alĂ©m de todo o limite,

As Ăąnsias jĂĄ foram [inflamadas,

Agora, elas sĂŁo urgentes,

As nossas almas almejam

- insurgentes com o mundo -

O desejo de serem [libertadas.



Na verdade, és uma linda estação

- permanente -

NĂŁo me privo, e nĂŁo me [sacio,

O teu cheiro provoca todo o cio;

Com o teu perfume escrevo,

Desenho, pinto e celebro,

CompĂŽnho o mais belo hino,

Celebrando os amantes, eu te [alucino.



Escrevo correndo todo o risco,

De ter cada texto [incompreendido],

O futuro Ă© incerto,

O importante Ă© plantar o amor,

Com firmeza, fé e ardor,

Corro o risco da transfiguração,

O amor nĂŁo Ă© metĂĄfora,

O amor Ă© concreto,

- mesmo que ninguém o enxergue

O amor existe, ele nĂŁo tem limite;

É arco-íris, poesia e borboleta,

NĂŁo lĂȘ o exagero,

E o rejeita totalmente...,

NĂŁo mede o tamanho do [oceano],

O amor nunca vem acompanhado do engano.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O mar tem a cor do pacĂ­fico,

De um jeito magnĂ­fico,

Sob o comando do céu,

Ora calmo, e ora bravio,

Beleza igual ninguém viu.





A Praia de Salinas,

É casa de artistas,

Abrigo das sereias,

Berço das poetisas.





TĂŁo elegantes dunas,

Inspiram tantas doçuras,

O mar sempre abraça,

- nĂŁo economiza -

Com quem aqui visita.





Fascinado fica,

NĂŁo se redime,

Por essa beleza brotada,

Primavera marinha contundente,

Por essa filha de Santa Catarina

- valente

De ĂĄguas tĂŁo leves e suaves,

- atlĂąnticas

Que marejam e inspiram

Poesias tĂŁo romĂąnticas...

Inserida por anna_flavia_schmitt