Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠"Eu vi a paisagem e não resisti, à beira do abismo eu gelei.
Refleti por um momento e por um eterno segundo, eu hesitei.
Não resisti, nas suas lembranças me lancei.
Lembrei-me de quando cada palavra sua, fazia-me dos seus sonhos, o rei.
Nem sobre as nuvens eu me senti tão perto do céu, como nas vezes em que te amei.
Vislumbrei a vastidĂŁo, me encantei com a beleza das coisas que o Deus fez.
Mas sĂł vi perfeição na beleza do mundo, uma Ășnica vez.
Quando fitei os seus olhos e ali mesmo me apaixonei.
Ali, logo ali, eu nĂŁo deveria, eu sei.
Mas nas lembranças, nos sonhos de contigo, uma vida, me lancei.
Eu era feliz, eu sei.
Mas na beleza do oceano, existe o seu eu profundo e aĂ­ existem perigos, eu sei.
O coração parvo, encantado, louco, enganado, não quis me ouvir, mas eu avisei.
Que seu amor era passageiro, como às nuvens aos meus pés, que a pouco narrei.
Ali em cima, eu vi o mundo, eu vi vocĂȘ, quem sabe Deus? Talvez.
Lembrei-me do seu olhar e como naquele dia, nĂŁo resisti, eu gelei..." - EDSON, Wikney

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⁠"Reflexivo, peguei-me a devanear sobre o que é o dia dos namorados.
NĂŁo obstante, em total ausĂȘncia de certeza, nĂŁo obtive em minhas reflexĂ”es um sentido claro.
Para mim, graças a ti, tal dia é dia de ser grato.
Grato por cada beijo, cada toque, cada abraço.
Grato por apaziguar um coração parvo.
Grato por fazer-me amar e ainda mais por me sentir amado.
Sou grato por cada olhar dos seus olhos negros, com brilho de céu estrelado.
Sou grato por ao tentar descrever-lhe, faltar palavras ao dicionĂĄrio.
Pouco importa se o léxico me é algo vasto, ao fitar-lhe desaparece-me o vocabulårio.
Eu, do hoje ao sempre, serei ao Logos totalmente grato.
Por a muito, ter visto-lhe em meus sonhos e como em tela, tĂȘ-la criado.
Sou grato a ti por ter juntado meus pedaços.
Hoje sou grato por ser dono da sua felicidade, dono do seu sono, dos seus cuidados.
Hoje sou grato por ser minha namorada e eu seu namorado.
Hoje sou grato por, ainda reflexivo, nĂŁo conseguir explicar o que Ă©, mas sentir o que Ă© o dia dos namorados..." - EDSON, Wikney

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⁠"A Lua, com sua palidez, me seduz uma vez mais.
Me traz aquelas lembranças, que nem mesmo o tempo desfaz.
Aquelas, ora doces, por vezes amargas, lembranças de anos atrås.
NĂŁo sei o que me fez, ou o que ainda me faz.
A balança do universo é um tanto eficaz.
NĂŁo existiria guerra, se nĂŁo existisse a paz.
Por falar em paz, ela só existe quando em nosso abraço, um só ser se faz.
O que seria de nós se nossos coraçÔes fossem iguais?
Amaria eu, vocĂȘ, ainda mais?
Ou nossa igualdade nos separaria ainda mais?
É certo, vocĂȘ se amaria ainda mais.
Nessa adição de loucura, quanto mais penso em ti, mais e mais suas lembranças, a razão me subtrai.
Bem da verdade, a muito que em solo frio minha razĂŁo jaz.
Nas raras oraçÔes implorei ao Deus que fizesse daquele amor algo fugaz.
Mas coração parvo, para amores infundados é solo feraz.
Lembrei-me de quando, sob a luz da Lua, seu olhar me devorava com apetite voraz.
E como vocĂȘ, ela com sua palidez, me seduz uma vez mais..." - EDSON, Wikney

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⁠"O que me consola, são do mundo, as voltas.
E nessas voltas, uma hora 'cĂȘ volta.
O tempo passa e um dia a saudade te traz de volta.
De volta Ă  minha porta.
Enquanto não me vens, meu coração chora.
Pelo teu abraço implora.
Eu conto os minutos, dias, horas.
Imagino vocĂȘ abdicando de nĂłs e me pergunto: 'E agora?'.
Com o perdĂŁo da palavra, mas sem ti, tĂĄ 'foda'.
Na sua ausĂȘncia nĂŁo me existe luz, foi-se minha aurora.
Não desejo o negro da noite é pelo vermelho coração que minh'alma implora.
A tristeza hoje Ă© minha, mas a felicidade poderia ser nossa.
Mas eu estou tranquilo, a paciĂȘncia Ă© o que importa.
Na solidĂŁo da madrugada, sem seu aconchego, nada me consola.
Na verdade, o que me consola, sĂŁo do mundo, as voltas..." - EDSON, Wikney

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"O que são gotas de chuva, para quem jå esteve no fundo do poço?
Era pintura, meu sentimento por ti, e o seu, mal era um esboço.
E volto eu, mais uma vez, com minhas palavras, um louco.
Que por ti, jå fez de tudo e além do tudo, o mais um pouco.
No teu abraço atĂ© encontrei refĂșgio, mas nĂŁo encontrei socorro.
Abram-se as cortinas da minha solidão, palmas para ele, meu coração, 'O Tolo'.
A peça que, me prega peça, o tempo todo.
Repito tudo isso, com amarguras, de novo.
As lagrimas da chuva, lavam as ĂĄguas do meu rosto.
Eu fecho os olhos e Ă© sĂł vocĂȘ que ouço.
Me implorando mais um abraço, um beijo, um consolo.
E nessa corte, eu Ă© quem sou o bobo.
Por crer que, Ă  mim, voltaria com gosto.
Graças à ti, jå não existe nem brasa, onde era fogo.
JĂĄ abri mĂŁo de nĂłs, jĂĄ nĂŁo caio no seu jogo.
Espero que seja o fim, do nosso ciclo vicioso.
Rogo à Deus, para que, nunca mais me venha a sede, das åguas do seu poço..."

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"Eu me perdia nos seus olhos e na tentação do seu corpo.
Me queimava, cada beijo, e eu desejava outro.
Cada toque da sua boca, me deixava louco.
A sua voz serena acalmava todo pensamento tempestuoso.
Uma mistura de sentimentos, tudo novo.
A chuva leve, era a mĂșsica de um amor fervoroso.
Quanto mais, Ă  ti, me prendia, mais eu me sentia solto.
O nosso jogo Ă© perigoso.
Mas o cheiro e o negro dos cabelos, me faz querer o perigo o tempo todo.
No escuro do meu quarto, quero adorar-te de novo.
Sua companhia se tornou meu berço, meu vício, meu conforto..."

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"Eu era tempestade, vocĂȘ veio, sou calmaria.
E hoje? Sou tempestade.
Eu era frio, vocĂȘ veio, sou calor.
E hoje? Sou frio.
Eu era tristeza, vocĂȘ veio, sou felicidade.
E hoje? Sou tristeza.
Eu era escuridĂŁo, vocĂȘ veio, sou luz.
E hoje? Sou escuridĂŁo.
Eu era solidĂŁo, vocĂȘ veio, minha companhia.
E hoje? Sou solidĂŁo.
Eu era algo sem rima, vocĂȘ veio, sou poesia.
E hoje? NĂŁo tenho mais rima.
A saudade Ă© minha sina.
Ah, aquela menina.
VocĂȘ veio, vocĂȘ se foi.
Hoje só me resta na memória as lembranças do que eu era antes de nós dois..."

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"E existe beleza no sofrimento?
Eu me pergunto a cada verso que escrevo.
Se existe beleza na solidĂŁo, entĂŁo nĂŁo hĂĄ nada mais belo que, o todo que eu vejo.
Se existe, entĂŁo sĂł vejo beleza, quando me olho no espelho.
SolidĂŁo e sofrimento Ă© tudo que eu vejo.
Sofro com o vento, pois, ele me traz seu cheiro.
O cheiro da pele e o macio negro dos seus cabelos.
O casal do desespero.
SolidĂŁo e desejo.
Fecho meus olhos e Ă© sĂł vocĂȘ que eu vejo.
A noite cai e com a penumbra, vem meu desalento.
No escuro do meu quarto me vem o questionamento.
Existe beleza no sofrimento?"

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"E eu sempre achei que, a felicidade, Ă  mim, nunca sorriria.
Mas ali estava ela, nos lĂĄbios dela, a felicidade eu via.
Ela me sorrira.
NĂŁo sei se, era ela ou minha felicidade que, eu vira.
Naquele momento, ambas se unira.
Eu sorria.
Pois minha felicidade, eu via.
Minha felicidade me olhava com olhos perdidos em alegria.
Queimava minh'alma, com um misto de desejo e malĂ­cia.
Quando em meus braços, minha felicidade aguerrida, de muitas decepçÔes, sofrida.
Dos meus olhos e do meu aconchego, minha felicidade, partira.
E partira também, um coração que, jå fora uma tarde quente e hoje é uma noite fria.
NĂŁo existe felicidade, da minha felicidade, a despedida.
Pode ser que, em meio as ilusÔes, mentiras e despedidas, a felicidade, à mim, nunca sorrira..."

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"E do rosto dela, escorreu uma lĂĄgrima.
NĂŁo entendi muito bem o porquĂȘ de, naquele momento, ela voltara.
NĂŁo sabia ao certo por que me chamava.
E do rosto dela, eu sequei uma lĂĄgrima.
Olhava em meus olhos, nĂŁo entendi o porquĂȘ chorava.
Uma vez que, foi ela quem decidiu partir pra longe de mim, nĂŁo quis ser minha morada.
E do rosto dela, escorreu uma lĂĄgrima.
Por perdão ela implorava, me dizia que estava arrependida, até ajoelhara.
Me disse que estava mudada, que sĂł de mais uma chance precisava.
E do rosto dela, eu sequei uma lĂĄgrima.
Talvez ela tenha visto em mim algo divino que, seria capaz de perdoa-la.
NĂŁo consegui abrir mĂŁo das minhas mĂĄgoas, ela estava enganada.
E do rosto dela, escorreu uma lĂĄgrima.
Nessa noite ela partiu aos prantos, jurando que nĂŁo mais voltara.
Rogo para que, ao menos, tais juras nĂŁo sejam falsas, pois minhas verdades, sĂŁo amargas.
E do meu rosto, eu sequei uma lĂĄgrima..."

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"Olhe, veja bem, para vocĂȘ ver.
NĂŁo desvie o olhar de quem desviaria o curso do mundo por vocĂȘ.
Olhe nos olhos do tolo, que blasonava sobre vocĂȘ.
Procuro vocĂȘ no escuro do quarto e cadĂȘ?
Me olhas com desprezo, com aquele seu olhar blasé.
A cada dia mais, tu matas meu querer.
E serei eu o culpado se esse sentimento morrer?
Olhe, veja bem, para vocĂȘ ver.
VocĂȘ drenou toda a essĂȘncia do meu ser.
VocĂȘ, vocĂȘ e novamente, vocĂȘ.
Como sempre, Ă© sempre vocĂȘ.
As vezes, dĂĄ desgosto de ver.
O que se tornou eu e vocĂȘ.
Converteu-se em dor, vocĂȘ, que jĂĄ fora da minha alma, uma fonte de prazer.
Mas olhe, veja bem, para vocĂȘ ver.
Se faz de cega pra uma verdade, que nĂŁo quer ver.
Um dia serĂĄ sĂł eu e vocĂȘ.
Até lå, vou tentando esconder a verdade que só eu não quero ver.
Eu amo vocĂȘ..."

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"Ô moça, 'cĂȘ tĂĄ atĂ© bem, quem nĂŁo tĂĄ bem sou eu.
Como ficar bem, se na madrugada, desperto do pesadelo de vocĂȘ e eu?
Ecoa pelo meu corpo e abala minh'alma, os sonhos que me prometeu.
Ô moça, 'cĂȘ tĂĄ atĂ© bem, quem nĂŁo tĂĄ bem sou eu.
Meu parvo coração, ainda sonha com o seu abraço, meu apogeu.
Ainda tenta se curar das mentiras que o entristeceu.
Ô moça, 'cĂȘ mente atĂ© bem, verdadeiro foi eu.
Quem te olhou nos olhos de lĂĄgrimas, cuja minha mente entorpeceu.
Eu, um ĂĄvido amante da razĂŁo, a loucura da sua ausĂȘncia, minhas palavras enlouqueceu.
A sua doença Ă© a ausĂȘncia da verdade e o meu problema Ă© a ausĂȘncia de um beijo seu.
Ô moça, sua doença atĂ© tem cura, o que nĂŁo tem solução Ă© o meu..."

Inserida por wikney

"Eu protelei minha felicidade em prol do orgulho dela.
Abri mão da minha fé em devoção à ela.
Falando em fé, no fim das contas, minha religião é ela.
O meu templo de adoração é o corpo dela.
Pecador que sou, roguei pelo perdĂŁo dela.
Não obtive resposta, nem do meu sofrimento, uma trégua.
Ela nunca foi-me deusa da paz, do amor; Ela Ă© a deusa do Ăłdio, da guerra.
Vislumbro meu eu, mortal, enganado sobre ela.
Achei meu paraĂ­so e meu inferno nos olhos dela.
Sua ausĂȘncia Ă© sal na ferida aberta.
Novamente, me perco em mazelas.
Me afogo nessa cacimba, que Ă© amar ela.
Tento tornar-me um ateu acerca dela.
Mas o vento, servo fiel da minha algoz, traz-me cheiro dela.
Eu suplico pelos beijos e sĂł recebo o suplĂ­cio dela.
Na noite, eu sou um escravo e novamente, adoro ela..."

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"A saudade Ă© o prelĂșdio da paixĂŁo..."

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"Graças a vocĂȘ eu me tornei um homem invejoso.
Tenho inveja da brisa que lhe beija o rosto.
Invejo o brilho, que ao me olhar, tem em seu olho.
Invejo o vento, que lhe esvoaça os cabelos e a ågua que lhe banha o corpo.
Invejo sua esperteza, por fazer do mais sĂĄbio, um tolo.
Invejo aquele que tem seus beijos, o mais valioso tesouro.
Tenho inveja daquele, que nĂŁo te tem por metade, e sim, por um todo.
Invejo tudo que lhe aquece a tez, quisera eu, ser fogo.
Invejo aquele, que apostando em seu amor, sai vencendo no seu jogo.
Graças a vocĂȘ eu me tornei um homem invejoso.
Eu hoje, invejo todo homem sĂŁo, pois seu amor me tornou um homem louco..."

Inserida por wikney

"Vislumbro o céu e aguardo uma resposta das estrelas.
O seu banquete de falĂĄcias estĂĄ servido Ă  mesa.
Me farto de lamĂșrias e incertezas.
Amar-te Ă© minha Ășnica certeza.
Parvo que sou, confundi sua ignorĂąncia com delicadeza.
Pode ser, que um dia, meu coração te esqueça.
O calor de minh'alma, vocĂȘ retribuiu com frieza.
Quando eu fitar novamente seus olhos, pode ser, que eu não padeça.
Até do seu abraço, eu careça.
Tenho muitas perguntas que me perturbam a cabeça.
Sem vocĂȘ por perto, minha mente, nĂŁo obtĂȘm clareza.
Em meio Ă  tantas perguntas e tristezas.
Eu, vislumbro o céu e aguardo uma resposta das estrelas..."

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"E eu me pego em devaneio, apaixonado.
Imaginando como seria acordar ao seu lado.
Ter meu sonho realizado.
Beijar-lhe a tez morena, que a muito, tem me encantado.
Para vislumbrar-lhe, eu atravessaria o oceano Ă  nado.
Mergulhei na imensidĂŁo do teu olhar e nessa escuridĂŁo estou afogado.
É impressionante, como em nós, tenho pensado.
Sonhos de felicidade, tenho fantasiado.
Quisera eu, poder realizĂĄ-los.
Fazer dos teus beijos, meu doce pecado.
Mas por nĂŁo merecer-lhe, tudo isso sĂŁo devaneios, de um louco apaixonado..."

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"E eu, que nunca fui muito fĂŁ da escuridĂŁo, me encantei pelo negro dos seus olhos.
Eu, que sempre fui um bom jogador, perdi jogando os seus jogos.
Eu, que nunca gostei de excessos afetuosos, me regozijava na dança dos nossos corpos.
Eu, que sempre fiz da tua companhia meu paraĂ­so, hoje faço da sua ausĂȘncia meu purgatĂłrio.
Eu, que de amor, me tornei um ébrio, hoje de solidão meu coração estå sóbrio.
As festas da minha paixão, sua indiferença, apagou os fogos.
Minhas palavras de amor, graças à ti, hoje são um misto de desgosto e ódio.
O teu sorriso Ă© o oceano onde me afogo.
Na madrugada, sonho que estou junto Ă  ti, a manhĂŁ vem e infelizmente, sem vocĂȘ, acordo..."

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"Lembra-me amanhĂŁ, de te esquecer.
Lembra-me pela manhĂŁ, de para sempre, despedir-me de vocĂȘ.
Lembra-me, de pensar mais em mim, que em vocĂȘ.
Eu tĂŽ sempre esquecendo-lhe, mas Ă© meu coração, que me lembra de vocĂȘ.
Ingrato que Ă©, ele deixaria de bater por mim para bater por vocĂȘ.
Parvo que sou, procuro razĂŁo na emoção e cadĂȘ?
Me pergunto, aonde vai vocĂȘ?
LĂĄ fora Ă© sĂł tristeza e solidĂŁo, sĂł vocĂȘ nĂŁo quer ver.
A felicidade veio atĂ© vocĂȘ.
Mas dela, vocĂȘ se despediu, atĂ© tentou esquecer.
Ela tentou afagar-lhe os cabelos, ser a calma do teu ser.
É difícil, em tudo isso crer.
Mas acredite, sua felicidade sou eu e minha tristeza Ă© vocĂȘ.
Sua razĂŁo sou eu, minha emoção Ă© vocĂȘ.
Em meio à um léxico tão vasto, eu me esqueço o que deveria dizer.
Perdoe a minha memĂłria fraca, sĂł tenho mais um pedido Ă  fazer.
Amada minha, por favor, lembra-me amanhĂŁ, de te esquecer..."

Inserida por wikney

"HĂĄ dias que vem e nĂŁo deveriam ficar.
HĂĄ dias que vĂŁo e deveriam, para sempre, continuar.
Quando 'cĂȘ me vem, me sobra nada e atĂ© me falta o ar.
Sua presença me faz sobrar a paixão, só o amar.
Fito seus olhos, me pego com o coração, à palpitar.
Desejo te abraçar.
No teu beijo, me adoçar.
No doce da voz, me deliciar.
Quisera eu, nĂŁo te sonhar.
Nessa paixĂŁo, nĂŁo me aprisionar.
VocĂȘ Ă© o meu Sol, quiçå o meu luar.
És meu rio, o meu mar.
Na imensidĂŁo da tua alma, eu hei de me afogar.
Infelizmente os dias de saudade vem, mas nĂŁo deveriam ficar..."

Inserida por wikney