Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠"Se vocĂȘ Ă© um homem decente e exige a mudança de uma mulher, ela vai te largar e rebaixar o nĂ­vel dela pra algo compatĂ­vel, o problema nĂŁo Ă© vocĂȘ..." -EDSON, Wikney - ReflexĂ”es

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⁠"Todas as vezes, em que me vi refletido nos olhos daquela mulher, eu fui perfeito..." - EDSON, Wikney

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⁠"VocĂȘ quer se dividir entre o seu ego e a razĂŁo.
Infelizmente, vocĂȘ nĂŁo acresceu o mais importante, nessa equação.
O coração.
Quer viver uma vida de aparĂȘncias, uma vida de solidĂŁo.
Uma vida de amores rasos, criou para si, a prĂłpria ilusĂŁo.
VerĂĄs que nĂŁo se pode confundir amor, com uma simples paixĂŁo.
Toda face que vocĂȘ olhar, lĂĄ estarei, jamais escaparĂĄ, desse grilhĂŁo.
Se tivesse pedido, haveria perdĂŁo.
Se torço por sua felicidade? Óbvio que não.
Primeiro, deves pagar a sua penitĂȘncia, a sua expiação.
Depois que sua alma sangrar como a minha, cogitarei tal questĂŁo.
No jogo do amor saí e sempre sairei derrotado; no jogo da indiferença, sagrei-me campeão.
VocĂȘ se afogou no seu ego, o que poderia te salvar, vocĂȘ abriu mĂŁo.
De mim? NĂŁo.
No pecado, não existe salvação.
Abriu mĂŁo de nĂłs, da nossa felicidade, da sua prĂłpria razĂŁo..." - EDSON, Wikney

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⁠"Eu nĂŁo tenho problema em conviver com as escolhas que fiz, o que me mata, Ă© ter que conviver, dia apĂłs dia, com escolhas sobre mim, que sĂł vocĂȘ fez..." - EDSON, Wikney - ReflexĂ”es

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⁠"Ela quer saber o que eu sei.
Ela quer ser eu, e eu sĂł quero ser nĂłs, outra vez.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber se a odeio, ou se de todas, fora a que mais amei.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber se sou escravo, o bobo ou rei.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber, se o que Ă  ela narro Ă© sĂł mais uma do Famigerado, ou sentimentos do gris Wikney.
Ela quer saber o que eu sei.
Se foi? Talvez.
Real? NĂŁo sei.
Ela quer saber o que eu sei.
As vezes que cedi, as vezes que roguei.
Ela sabe que tentei.
Ela quer saber o que eu sei.
Não eram difíceis as mudanças que implorei.
Ela quer saber o que eu sei.
E eu quero saber o que de ruim lhe fiz, onde eu errei?
Cuidado, as mentiras que eles lhe contam, foi eu que ensinei.
A Ășnica coisa que eu soube fazer foi ama-lĂĄ, nesse momento o castelo dela se desfez.
Agora, tenta aprender em outros braços, o que sempre eu soube, o que só eu sei..." - EDSON, Wikney

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⁠Hoje, eu a vi na fila da lotação, fiz questão de passar ao largo.
Nunca se sabe, se me aproximasse mais, eu poderia sentir o perfume, que me deixa embriagado.
E se ela me olhasse? Estaria eu, novamente aprisionado.
Nessas idas e vindas, nessas filas de ĂŽnibus lotado.
Tenho medo de nĂŁo percebĂȘ-la e acabar com a minha vida, em um simples esbarro.
Caso aconteça, eu sei, meu corpo pedirå um abraço.
Minha boca gritarĂĄ por seus lĂĄbios.
Só mais um beijo, só mais uma migalha daquele nosso sonho, despedaçado.
Hoje, me viram totalmente embriagado.
Tiveram dĂł, ojeriza, do tal Famigerado.
NĂŁo fora o ĂĄlcool, foram sĂł tormentos, de uma cela, que chamo de passado.
Me peguei parado, fitando-a, estagnado.
Despertei daquele pesadelo acordado.
NĂŁo arrisquei, vislumbrei-a, desejei nĂŁo tĂȘ-la amado.
Suspirei, passei ao largo..." - EDSON, Wikney

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⁠"Sobre a sua beleza; eu nunca tive dĂșvidas, sempre soube o quĂŁo linda vocĂȘ era; mas sĂł percebi a letalidade dela, quando vocĂȘ se foi e tudo ao meu redor, que eu achava belo, perdera a cor..." - EDSON, Wikney - ReflexĂ”es

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⁠"Certo dia, ela pediu-me, que eu escrevesse sobre ela.
Pensou que eu fosse um pintor da solidĂŁo, que escreve palavras, como pinceladas em tela.
Um trovador da dor, que entoa cançÔes, ao lembrar dela.
Mal sabe ela.
O perigo dos meus escritos, sempre envolto em dor, uma pitada de amor e um todo de trevas.
Cada vez que escrevo, cada palavra escrita, cada maldição proferida, é uma cicatriz, que novamente tornou-se, uma ferida aberta.
Tentei escrever sobre a moça; não consegui, também, não consegui amar ela.
Meus escritos sĂŁo minha prisĂŁo, onde vislumbro as grades, e a dona das chaves Ă© Ela.
O que me mantém me vivo é lembrar Ela.
A minha tortura Ă© lembrĂĄ-la e escrever, acerca dela.
Se as palavras sĂŁo vento, entĂŁo, por quĂȘ os meus escritos, como ventania, nĂŁo me levaram para junto dela?
O que Ă© a dor pr'um poeta?
Perguntas confusas, respostas incompletas.
Mente turva, escrevo-lhe mais uma, tomando mais um trago, sob a luz de velas.
No velĂłrio do nosso amor, Ă©ramos os Ășnicos presentes; minhas lĂĄgrimas eram de pranto, as suas, de festa.
Inamåvel, desarrazoada, sem coração, megera.
Ofensas escusas, minhas escusas, por favor, releva.
Isso tudo nĂŁo era sobre vocĂȘ, tentei falar da moça que me pedira uma homenagem singela.
Daquela, que certo dia pediu-me, para escrever sobre ela..." - EDSON, Wikney

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⁠"Me indagaram, se quando vocĂȘ se foi, eu chorei; chorei, Ă© claro, mas o choro do homem Ă© pra dentro.
Poupei as lĂĄgrimas, mas quando vocĂȘ as evita, aumenta o sofrimento.
Toda vez que o vento me trazia o seu cheiro, reavivava o sentimento.
Seu amor, da minh'alma, o alento.
Coração ferido, triste, jogado, lançado ao relento.
Esquecer-lhe? Tentei, tentarei, tento.
A indiferença é seu maior talento.
Perdido na madruga, digladiando com meus pensamentos.
Paro e reflito, talvez o pranto, transborde minha dor e dĂȘ Ă  minha existĂȘncia, um tempo.
Um descanso; venha lågrima, escorra por minha depressiva face e faça do meu peito, um lugar sereno.
Olho pela janela, vejo as lågrimas do céu, no vidro, escorrendo.
Invejo-o por conseguir desabar, como eu queria estar fazendo.
Infelizmente sou incapaz, pois a lågrima do homem, envenena o coração, quando escorre pra dentro..." - EDSON, Wikney

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⁠⁠"VocĂȘ nĂŁo me ama.
VocĂȘ ama o meu corpo suado, a respiração ofegante e o ranger da cama.
VocĂȘ nĂŁo me ama.
VocĂȘ ama o beijo forçado, seu cabelo puxado e aquele tapa, que deixa uma marca profana.
VocĂȘ nĂŁo me ama.
VocĂȘ ama os gemidos, seu nome ao pĂ© do ouvido, e minha boca dizendo que te ama.
VocĂȘ nĂŁo me ama.
VocĂȘ ama meus lĂĄbios, quando em seus lĂĄbios, sua perna estremece e fica completamente bamba.
VocĂȘ nĂŁo me ama.
VocĂȘ ama a nossa luta, a guerra de prazer travada, a serenata que nosso amor canta.
VocĂȘ nĂŁo me ama.
VocĂȘ ama o perigo, o prazer desmedido, quando nossa tez se inflama.
VocĂȘ nĂŁo me ama.
VocĂȘ ama, dos meus olhos o brilho e perceber que sĂł comigo, o seu corpo tem gana.
VocĂȘ, meu amor, nĂŁo me ama..." - EDSON, Wikney

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⁠"Ontem, foi quando a sua ausĂȘncia mais doeu.
Certeza, que foi por conta daquela chuva, que levou tudo, mas nĂŁo levou vocĂȘ d'eu.
Ver vocĂȘ passando ao longe, fingindo que nĂŁo me conheceu.
Como posso ignorar um corpo, que conheço até mais que o meu?
O coração acelerou, queria ter arrancado-o do meu peito, estrangular meu próprio eu.
No momento em que olhei pela janela daquele Înibus e vi as lågrimas do céu, minha chuva escorreu.
A tarde que estava clara, as nuvens carregadas, me lembraram a sua ausĂȘncia, quando tudo escureceu.
Vislumbrei por milésimos, meu próprio reflexo, e vi um homem moribundo, com a vida estraçalhada, mas que ainda é seu.
AmanhĂŁ, o hoje serĂĄ igual ontem, eu jĂĄ pedi perdĂŁo a Deus.
Roguei a Cristo, para que na prĂłxima chuva, leve tudo, leve minh'alma, e principalmente, leve vocĂȘ d'eu.
Parece-me, que agora todo dia Ă© como o ontem, quando sua ausĂȘncia, mais doeu..." - EDSON, Wikney

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⁠"VocĂȘ, sacra demais, sempre que ora a Deus, pedindo pra lhe afastar todo o mau, eu me afasto mais.
Pois, eu nĂŁo sou um homem que se desfaz do pecado, eu sou aquele tipo, onde o pecado se faz.
Triste demais.
Imploro a Deus, peço um momento contigo para o Pai.
Seu olhar sereno, seu sorriso tĂ­mido, sempre que nos entreolhavamos, vocĂȘ me ganhava mais.
Minha alma perturbada, em seu olhar, encontrou paz.
NĂŁo sei o que me fez, tampouco, o que me faz.
Realmente eu nĂŁo queria, mas toda vez que roga, eu me afasto mais..." - EDSON, Wikney

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⁠"Meu Deus, perdĂŁo, pequei tentando esquecĂȘ-la.
Imagina-lĂĄ comigo, por toda eternidade, sei, Ă© besteira.
Logo eu, o prĂłprio pecado, poderia merecĂȘ-la?
Estranho sentir isso de novo, por uma mulher, que eu julgaria mais santa que freira.
NĂŁo sei o que farĂĄ na segunda feira.
NĂŁo sei o que serĂĄ de mim, se eu nĂŁo sair contigo daquela igreja.
EntĂŁo, perdĂŁo meu Deus, por nĂŁo me esforçar, por nĂŁo fazer por onde, merecĂȘ-la..." - EDSON, Wikney

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⁠"A próxima vez que nos encontrarmos, tentarei não te olhar.
Tentarei nĂŁo te amar.
Tentarei nĂŁo perder o meu ar.
Olhos de mel, quando fitei-lhe, desaprendi a respirar.
Imaginei eu vislumbrando a leveza dos seus passos, naquele doce bailar.
Quando nĂłs trocamos olhares, mal sabia eu, que fitava o abismo e ele me olhava de volta.
VocĂȘ nĂŁo hesitou, mas eu pisquei, condenei minha'alma ao GĂłlgota.
Mas eu estarei lĂĄ.
Sonhando-nos, como em prosa.
Tracei um objetivo, que me causarĂĄ tremenda alegria em falhar.
Tentarei, da prĂłxima vez que nos encontrarmos, nĂŁo te olhar..." - EDSON, Wikney

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⁠"Falhei.
NĂŁo consegui, eu sei.
Tentei.
Te olhei.
Sua beleza, vislumbrei.
Mas tentei.
Ao te ver, fraco fui; fraco serei.
Mas tentei.
Ser escravo dos seus olhos, Ă© capaz de fazer qualquer homem, um rei.
NĂŁo deveria ter te olhado, mas eu queria, eu sei.
Tirou-me o ar, ofeguei.
No seu olhar, me afoguei.
Tentei.
Tentando nĂŁo lhe amar, amei.
PerdĂŁo Pai, pois pequei.
Me apeguei.
Na chance de mais um segundo no olhar, na chance de sentir o calor da branca tez.
PerdĂŁo, tentei.
NĂŁo te olhar? Falhei..." - EDSON, Wikney

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⁠"O céu urgia em maltratar-me, nas primeiras horas da manhã, daquele dia chuvoso de inverno.
Dormira muito mal naquela noite; durante a madrugada, nos raros momentos em que a atroz tempestade, deu-me uma trégua, eu sonhei com ela.
Quando os trovÔes, rugiam sobre mim, eu despertava ao gritos, atÎnito, desesperado, procurando por ela, em meio a lençóis vazios.
Completamente encharcado, eu nĂŁo sabia diferir, o que era chuva, o que era suor e o que era lĂĄgrima.
Mas em minha prĂłpria cama, eu me afogava.
Quisera eu, que meu afogamento, se desse pelas ĂĄguas.
As lembranças, foram o que me afogara.
Cada beijo, cada toque, cada palavra.
Eu lembrava e mais, eu afundava.
Cada gota, que pingava do telhado do meu velho casebre, parecia, em demasia, com minhas lĂĄgrimas.
Lembravam a ampulheta da minha vida.
Cada gota, que no meu chĂŁo de madeirite se desfazia, a minha vontade de viver, com ela ia.
Perdão Deus, por não conseguir enfrentar as intempéries da minha vida.
Deverei ceifå-la, talvez seja essa minha missão, quiçå, minha sina.
Tentei o velho pescador, nem ele, såbio como és, conseguira desviar a minha finda.
Talvez, o melhor que posso deixar para esse mundo Ă© minha morte, o amor que sinto por ela e minhas palavras vazias.
Logo hoje meu Pai, eu nĂŁo merecia.
Mas a madrugada me maltratou tanto, e o céu urgia.
NĂŁo sou capaz de viver sentindo o cheiro dela, em cada flor, em cada perfume, em cada brisa.
JĂĄ me chamam, O Velho do Casebre, jĂĄ deram sentido, Ă  uma existĂȘncia vazia.
Fui obrigado a abrir mĂŁo dela, entĂŁo de bom grado, hoje, abro mĂŁo da minha vida.
PerdĂŁo Cristo, mas essa Ă© a minha sina.
Espero que a corda, que agora amarro em meu teto, consiga suportar o peso, das minhas feridas..." - EDSON, Wikney - MemĂłrias de Um Pescador - A Carta de Despedida

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⁠"Lembro-me, como se fosse ontem, o dia em que morri.
Era uma tarde quente de Outubro, sentado em um vasto gramado, olhando ao longe, de repente, eu te vi.
Lembro-me bem, daquele tal Campori.
Se eu soubesse, eu teria me enterrado ali.
Mas ali, ali mesmo, foi onde morri.
Foi o momento exato, onde nossos olhares se entrelaçam, e minh'alma, que eu lutava para pertencer a Cristo, passou a pertencer a ti.
NĂŁo sei porquĂȘ te olhei, nĂŁo sei porquĂȘ sorri.
Mas foi ali.
Em segundos, vislumbrei cada detalhe do seu corpo, e por milésimos, fantasiei uma vida com ti.
Falei com os amigos que estavam ali.
Riram de mim, eu também riria; fazer o que? A piado do amor é assim.
Minha alma, apaixonada por vocĂȘ, abdicou-se de mim
Hoje, meu corpo, sem alma e sem ela, perambula por aĂ­.
Sem vida, sem um motivo pra sorrir.
Recordando sempre e desejando que a cada batida, do morto coração, me leve para o dia, em que eu morri..." - EDSON, Wikney - Memorias de Um Pescador - O Dia Em Que eu Morri

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⁠"Possuo alguns amores de veraneio.
Uns, vieram pra ficar; outros, nĂŁo sabem a que veio.
Lembro-me sempre, do desenho da boca, o olhar taciturno e o esvoaçar do cabelo.
Lembro-me da maciez da pele e o doce do cheiro.
Possuo sim, alguns amores de veraneio.
Amores que vem e vĂŁo, que sĂł se despertam, quando hĂĄ uma ausĂȘncia; quando hĂĄ, do coração, uma carĂȘncia, um desejo.
Mas ela nĂŁo, eu queria que esse amor, nĂŁo fosse passageiro.
Quisera eu que fosse eterno, duradouro, que sobrevivesse às estaçÔes, de Janeiro a Janeiro.
Das poucas vezes em que a vi, sinto que nĂŁo a vi direito.
NĂŁo admirei-a como mereces, nĂŁo prostei-me de joelhos.
Deveria ter lhe fitado pela eternidade, garantindo a certeza que Ă© vocĂȘ, que tatuo agora em minh'alma, em meu peito.
Ah moça! O que eu não faria por um beijo.
Um mundo por seus segredos.
Ela ainda não sabe, mas por ela, eu faria dos meus escritos, um cemitério perfeito.
Enterraria em meus versos, todos os meus amores, de veraneio..." - EDSON, Wikney

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⁠"Hoje, a chuva molha meu corpo e jå não me importo mais.
JĂĄ nĂŁo sinto frio mais.
Hoje é só indiferença, onde jå fora amor por demais.
JĂĄ nĂŁo te amo mais.
Sentir sua falta? Nunca mais.
É triste demais.
JĂĄ nĂŁo choro mais.
Inté, nunca mais.
O que um dia fomos, em solo frio jaz.
Hoje, a chuva dos meus olhos, nĂŁo inundou meu rosto, bom sinal, jĂĄ nĂŁo me importo mais..." - EDSON, Wikney

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⁠"Eu adoro quando meu corpo cansa sob ti, e minha boca repousa sobre vocĂȘ.
A geometria que nos une, faz a lĂłgica do universo tremer.
Quando nĂłs dois, somos um sĂł ser.
NĂŁo quero ser mais eu, quero ser nĂłs, quero ser vocĂȘ.
Minha religiĂŁo morena, o doce dos teus lĂĄbios Ă© o Ășnico Deus que eu quero crer.
O que posso fazer?
JĂĄ nĂŁo vislumbro um futuro, pois minha vida Ă© contigo, sĂł isso que posso ver.
O cansaço que me abate, revigora minh'alma, naquela noite de prazer.
A minha realidade, se torna lampejos desse querer.
ResquĂ­cios de vocĂȘ.
Deusa do meu ser.
Meu corpo fatigado, descansa sobre ti; enquanto minha boca, repousa sobre vocĂȘ..."

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