Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â "E eu fitei-a.
Fitei-a nĂŁo porque queria fitar.
Mas porque em seus olhos, achei que poderia encontrar um lar.
Encontrei no seu negro olhar muitas coisas, mas perdi o ar.
Desaprendi o significado da razĂŁo e aprendi o significado do amar.
Mesmo sem um sorriso, ela sabe me alegrar.
Mesmo sem um toque, ela sabe me ganhar.
Mesmo em ausĂȘncia, ao seu lado, eu queria estar.
Ă impossĂvel esquecer e mais ainda, me controlar.
O abandono, por vezes Ă© fĂĄcil perdoar.
Te vejo ao longe, me falta chĂŁo e falta Ă minha noite, um luar.
Me falta também um coração, pois o meu eu lhe dei, para amar.
Naquela noite eu fitei-a, mas nĂŁo porque queria fitar.
Eu fitei-a, porque em seus olhos, descobri o que Ă© amar..."
â "As luzes da cidade, ofuscam as luzes das estrelas.
A sua presença, de felicidade, inunda o meu eu, que é só tristeza.
Abro mĂŁo de tudo, por ti, larguei minha avareza.
SĂł no castanho dos seus olhos, fui capaz de descobrir a real beleza.
Só o seu toque drena minha força, sua pele, o seu cheiro, são minhas fraquezas.
VocĂȘ faz com que, nem meu prĂłprio coração, me obedeça.
VocĂȘ ofusca minha sanidade, turva por completo, minha clareza.
VocĂȘ Ă© para mim como as luzes da cidade, que ofuscam as luzes das estrelas..."
â "Ela se foi e levou nossos sonhos por inteiro.
Se foi e sĂł me deixou a saudade do beijo.
Sua felicidade se foi, quando vocĂȘ me deixou escapar, por entre seus dedos.
Na sua ausĂȘncia, me falta a razĂŁo e me sobra o desejo.
As vezes me falta o ar, quando lembro do seu aconchego.
Falta a beleza no horizonte, pois em admiração ao por do Sol Ă© vocĂȘ que eu vejo.
Sem sua metade, o que restou de mim Ă© pesadelo.
Em mim jĂĄ nĂŁo existem sonhos, pois ela se foi e os levou, por inteiro..."
à um misto de emoçÔes que me consomem por inteiro.
Nesse oceano de sentimentos, me afogo, nĂŁo tem jeito.
A cada maré, algo de ti me domina, com total efeito.
Maré vem, amor. Se vai, ódio.
Maré vai, desprezo. Vem, desejo.
O todo me confunde, mar Ă© rio.
JĂĄ nĂŁo sorrio.
Rio profundo, que me inunda de saudade, solidĂŁo.
Rio se torna um ofurĂŽ, onde me banho no fervor da sua paixĂŁo.
Companhia minha, em sua ausĂȘncia, se tornou a solidĂŁo.
O meu sonho, mesmo sem erro, Ă© o frescor do seu perdĂŁo.
Sinto o toque frio do vento, infelizmente, nĂŁo Ă© sua mĂŁo.
E novamente, por inteiro, me consome, a emoção.
Emoção é o amor, amor é perdão.
PerdĂŁo Ă© desejo e desejo Ă© paixĂŁo.
PaixĂŁo de um sĂł, infelizmente, Ă© solidĂŁo.
â "Talvez tenha sido o sorriso ou negro dos cabelos.
Talvez tenha sido o abraço ou doce do beijo.
Talvez tenha sido a calmaria na voz ou o olhar de desejo.
Talvez foi o tudo ou quem sabe o nada, que me fez seu por inteiro.
Eu te olho e quase me explode o peito.
O coração não aguenta e me pede arrego.
Se eu tivesse dois coraçÔes, pergunto eu, também implorariam pelo seu aconchego?
O perfume cria um ébrio, ébrio de ti, meu sonho perfeito.
Me perco na noite, tentando entender de onde vem tal sentimento, tenho receio.
TerĂĄ sido o cheiro?
O doce do beijo?
Nunca se sabe, talvez tenha sido o sorriso ou o negro dos cabelos..."
â "Quisera eu, despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa.
Queria nĂŁo perder meus sentidos, quando vocĂȘ me implora mais, com a voz rouca.
Saturno me invejava, por nĂŁo conseguir beijar a Lua como eu a beijava, minha deusa louca.
Quando em meus braços, vocĂȘ, meu mundo, drena toda a minha força.
Quando distante do doce dos seus låbios, meu coração é só pranto, a noite toda.
Quando deitada com seus cabelos, espalhados sobre meu peito, fazia com que a eternidade, fosse coisa pouca.
NĂŁo sei se Ă© paixĂŁo, amor, jĂĄ cansei de tentar por razĂŁo nesse tipo de coisa.
A Ășnica coisa que sei? Queria eu despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa..."
â "Eu sempre pensei que o paraĂso fosse restrito aos pecadores e ali estava eu, com um pedaço dele, em meu braços.
A perfeição, com seus cabelos negros, me pedia mais um beijo, mais um abraço.
O olhar dela, me prendia cada vez mais, da minh'alma, o laço.
Quando ela sorri, a felicidade inunda meu eu, como que escapo?
Bem da verdade, por que eu escaparia? Sendo que, foi ela quem uniu meu coração, que estava em pedaços.
Ela renovou minhas esperanças no amor, um sentimento que eu jå tinha abdicado.
Adocicou a amargura da minha vida com seus beijos, perdoou meus pecados.
Eu jĂĄ nĂŁo preciso vislumbrar os cĂ©us, pois o melhor pedaço do paraĂso estĂĄ sempre ali, em meus braços..."
â "NĂŁo resisti, entĂŁo cedi aos teus encantos.
SerĂĄ pecado, meu eu, mortal, descobrir o sabor do amor, nos lĂĄbios de um anjo?
O meu eu, que hoje de alegria, graças a ti, jå não é mais pranto.
Amo-te hoje mais que ontem e amanhĂŁ, amarei mais um tanto.
Trouxe clareza e luz; santidade e paz, a um homem, que nĂŁo Ă© santo.
Em teu corpo divino, eu sinto o doce e o prazer do pecado.
Teu olhar de desejo, pra mim, Ă© vislumbrar o sagrado.
Meu coração, parvo, fragmentado.
Fragmentos, mil pedaços, desolado.
Se cada pedaço fosse um só coração, os mil, ao fitar-lhe, teriam lhe amado.
Por sua existĂȘncia, aos cĂ©us, sou grato.
Por amar a quem acreditava, nĂŁo merecer ser amado.
Por com seus abraços, ter absolvido o pecador de seus pecados..."
â "Venho tentando.
As amarguras, desilusĂ”es, esquecĂȘ-las venho tentando.
Tento falar do bom da vida, sobre o amor, do seu sorriso, venho tentando.
Sua beleza, seu sorriso, que me ilumina, sem ti nĂŁo estou aguentando.
FazĂȘ-la feliz, venho tentando.
Mesmo falho, as vezes sem a atenção e o carinho que mereces, venho tentando.
Tento uma e duas, mais de mil, mas continuo tentando.
Todo esforço é vålido por quem venho amando.
Meus medos, vocĂȘ afastou com seu beijo, meu doce anjo.
Acordei de um pesadelo, onde o meu eu nĂŁo tinha mais vocĂȘ, alegrando-o.
Em 'sonho' me perguntou se poderia eu, viver sem vocĂȘ, que da minha existĂȘncia, era o acanto.
Com meus olhos de tristeza e lĂĄgrimas, com minha'alma tomada por completo, em pranto.
Respondi com a voz de um coração ferido: - Amada minha, ainda não. Mas venho tentando..."
â "NĂŁo vai adiantar.
Pelas madrugadas, mergulhar de copo em copo, tentando me encontrar.
Diz beber para afogar as mĂĄgoas, mas ao meu ver, sĂŁo as mĂĄgoas que estĂŁo a lhe afogar.
Afoga-se em mĂĄgoas, pois na noite solitĂĄria, nĂŁo estou eu lĂĄ, para os cabelos lhe afagar.
Tentando aos gritos de silĂȘncio, um coração parvo, apaziguar.
A mente, jĂĄ embriagada, sofre cada vez mais, ao em mim pensar.
Arrependimentos, desculpas, lĂĄgrimas, dessa vez irĂŁo adiantar?
As promessas de mudanças mudam tudo, só não te fazem, mudar.
Estou em todo canto, em cada rosto, em cada toque, em cada olhar.
Por mais próxima que de mim esteja, jamais poderå me alcançar.
Quem sabe, no fundo de um copo, ao mergulhar, talvez possa me encontrar.
JĂĄ tentei uma vez, te advirto, nĂŁo vai adiantar..."
â "Era mais uma daquelas chuvas de verĂŁo.
Eu sabia que viria.
Eu sabia que a veria.
Eu sabia que ainda residia em meu coração.
Eu sabia que tinha sua indiferença, mas precisava era do seu perdão.
Eu sabia, que nĂŁo sabia nada e quem nada sou eu, no seu mar de paixĂŁo.
Afoguei-me nas åguas das lembranças e não existem palavras capazes de dar a esse sentimento, uma vazão.
Por vezes, a distĂąncia que nos separou, levou pra longe minha felicidade, sem porquĂȘ, sem razĂŁo.
Como uma enxurrada de amarguras, descontentamentos, solidĂŁo.
Hoje, o céu em um completo de trevas, me aterroriza com sua escuridão.
Me traz o medo em cada relampejar, em cada trovĂŁo.
Mas o meu maior temor Ă© o porvir ser mais uma daquelas suas chuvas, de verĂŁo..."
â "O meu eu, ateu, fez de ti um templo de adoração.
Eu que nĂŁo tinha divindade, faço de ti hoje, meu Ășnico motivo de oração.
O meu eu, inexorĂĄvel, frio, por vocĂȘ, abriu alas ao diĂĄlogo e ao perdĂŁo.
Fez-me sentir o calor e o aconchego da paixĂŁo.
O vazio que trazia eu no peito, quando sinto seu beijo, se preenche com chamas, meu coração.
As noites, com seus ventos gélidos, jå não me causam o apavoro de outra ocasião.
Hoje tenho seus suspiros e abraços para afastar de mim a solidão.
As palavras nĂŁo foram em vĂŁo.
Quando se trata das palavras, o meu eu, ateu, agora só lembra daquela nossa oração.
Quando a cada beijo e abraço, aquele "Eu te amo" se traduzia em uma forma redimir-me junto à minha religião.
Fiz de ti muitas coisas; o meu eu pecador fez de ti perdĂŁo.
O meu eu, ateu, fez de ti minha religiĂŁo.
Fiz do teu corpo, na noite, meu templo de adoração..."
â "Se tivesse ousado, eu teria tentado.
Se ouvisse as musicas que ouço, saberia o que eu teria lhe falado.
Se tivesse ficado, saberia eu, o que Ă© ser amado.
Se olhasse em meus olhos, meu coração teria palpitado.
Se pudesse eu, pedir lhe algo, eu pediria para ter ficado.
Se amasse-me, nĂŁo teria fugido, estaria ao meu lado.
Se fosse hoje minha força, o seu olhar seria o meu ponto fraco.
Se vocĂȘ ainda tem o beijo doce, sĂł me deixou, da saudade, o gosto amargo.
Se pedisse-me o mundo, eu teria lhe dado.
Se nĂŁo pudesse, nosso mundo eu teria inventado.
No fim, se tivesse ousado, eu teria tentado..."
â "A noite vem e com ela me torno um poço de indagação.
O que seria dos céus, se os homens fossem capazes do perdão?
O que seria dos poetas, se nĂŁo existisse a solidĂŁo?
Serå que por ti, palpitaria, se eu tivesse, mais um coração?
Existe, mesmo que Ănfima, na loucura, um pouco da razĂŁo?
E a loucura, quanto existe dessa, na emoção?
O que Ă© mais assustador, o silĂȘncio da indiferença ou o estrondo de um trovĂŁo?
O que me cega mais, o brilho dos seus olhos na escuridĂŁo ou da manhĂŁ, o primeiro clarĂŁo?
Ă possĂvel ser grato pela ingratidĂŁo?
Por quem bate seu coração?
A noite vem e aflora em campo fértil, minha imaginação.
Eu que era poço, na madrugada, sou um oceano, de indagação..."
â "A vida, por vezes, turva por completo o que eu sei.
O que Ă© mais danoso Ă uma existĂȘncia? A arma nas mĂŁos de um homem ou uma coroa sobre a cabeça de um tirano rei?
Desdenhar do amor por essas terras, parece-me, tornou-se lei.
Como chuva, o viver vem e turva por completo o que eu sei.
Jamais confunda a posição de um consorte, com a grandeza de um rei.
A amargura Ă© lei.
A indiferença eu conheço, eu sei.
E entĂŁo diz-me: 'NĂŁo posso amar-te, pois isso eu nĂŁo sei.'.
Se não sabes, então até hoje, o que eu lhe ensinei?
Eu que pouco ou nada sei.
Ensinei.
Suas palavras sĂŁo uma arma e eu da solidĂŁo, sou rei.
Sua indiferença é minha coroa, com orgulho e tristeza, a ostentei.
A vida Ă© uma piada, que por vezes, turva por completo, o pouco que eu sei.
O que eu sei? A ti, amei.
Amo-te? Hoje, nĂŁo sei..."
â "Eu, um todo de defeitos, pintei algo perfeito.
Como em tela, pintei-lhe com um beijo.
Cada imperfeição, era pra mim, o despertar de um devaneio.
Lembro-me do encanto, ao desenhar-lhe o cabelo.
Quando em arte, cada fio negro, deslizava por entre meus dedos.
Moldei-lhe um coração, com toques, carĂcias e aconchego.
Minha vida, que era um total gris, como aquarela, foi ganhando cor a cada detalhe refeito.
Busquei inspiração no céu, para fazer a calma e a beleza do seu sorriso.
Nesse sonho de artista, pintei para sempre, vocĂȘ comigo.
Busquei nas estrelas, do seu olhar, o brilho.
Invejou-me o prĂłprio Deus, ao ver-te, minha criação, em total ausĂȘncia de defeito.
Nem mesmo ele imaginara, que era possĂvel tal feito.
Eu, um todo de defeitos, superĂĄ-lo ao pintar-te, algo perfeito..."
â "Claro que errei.
O porquĂȘ nĂŁo sei.
Mas errei.
Tens na memĂłria os meus erros, mas e as vezes que acertei?
Mereço eu o julgamento pelos erros, mesmo sabendo as coisas que eu sei?
Errar Ă© humano e humano pela eternidade serei.
Se o erro me faz mais um humano, entĂŁo digo-lhes, sou mais humano que todos vocĂȘs.
NĂŁo o sou pela humanidade em si, mas sim, pelas vezes em que errei.
Sem errar fiz-me Deus e no erro fiz-me rei.
Turva-me a memĂłria as vezes em que, no seu mar de mentiras eu mergulhei.
Suas falĂĄcias sĂŁo ĂĄguas de um mar revolto e nelas me afoguei.
E enquanto as inverdades afogavam-me o coração, por sua salvação eu aguardei.
Naquele momento eu sabia, que nĂŁo existiria vida em seu amor, eu errei.
As vezes em que mais errei, foram as vezes em que te amei.
Errando sou humano, sem teu amor o que serei?
Um poeta, um demĂŽnio, um louco? NĂŁo sei.
Do seu amor jĂĄ fui escravo, um servo, mas nunca um rei.
Na sua ausĂȘncia jĂĄ fui boĂȘmio, Ă©brio, juiz e atĂ© rĂ©u das coisas que eu sei.
O que eu sei?
Continuo refém das vezes em que te amei.
Quanto mais for escura a noite, mais fica claro o que eu sei.
NĂŁo sei o porquĂȘ.
Mas Ă© claro como a noite, eu errei..."
â "A cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai.
A cada abraço, a cada toque, a tristeza, da minh'alma se esvai.
Eu nĂŁo sei o que fazer, tĂŁo pouco sei, o que ela faz.
O que eu sei? Ela Ă© demais.
As palavras, que a pouco, eram-me coisas das mais vazias, hoje me completam mais.
Minha força, quando em seu abraço, por completo se vai.
Ela por completo, quando em meu amor, a ternura se faz.
O que eu sei? Ela Ă© demais.
Juntou-me os pedaços, colou-os com carinho, hoje um novo eu se faz.
Hoje, das aguas da decepção, jå não bebo mais.
Amo quando o vento da madrugada, o seu cheiro doce, me traz.
O que eu sei? Ela Ă© demais.
Também sei, que a cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai.
E a cada pedaço do meu eu, pra ela perdido, eu me completo mais..."
â "O tempo nos faz esquecer, mas ele nĂŁo se esquece.
Inexoråvel tempo, levou-me as boas lembranças, mas não as mås, as quais o meu coração padece.
Quando em seu abraço, o tempo nĂŁo passa, sua existĂȘncia nĂŁo se percebe.
Mas ele estĂĄ sempre lĂĄ, nos fazendo esquecer as juras e pela nossa uniĂŁo, as preces.
O tempo nĂŁo precisa da razĂŁo, como minha boca, de ti carece.
Lembro-me daquele tempo, em que cada beijo, queimava-nos a alma, ao corpo causava febre.
Acariciava-me os lĂĄbios, sua aveludada pele.
Sua mente, um labirinto para o seu coração, fez da minha vida um circo, onde sĂł vocĂȘ se entrete.
Construiria uma realidade para nĂłs, mas vocĂȘ prefere uma vida de maquete.
O tempo passa, as lembranças se vão e como em campo, um novo amor floresce.
O que era bom morre e o que sobrou de ruim, nĂŁo perece.
O tempo até me fez esquecer, mas o atemporal coração, não esquece..."
â "Se sua beleza matasse, eu seria apenas um cadĂĄver, por admirar algo que eu nunca poderia alcançar.
Tento respirar ao vislumbrar sua beleza e me falta o ar.
Aos homens Ă© tĂŁo fĂĄcil o Ăłdio, o difĂcil Ă© o amar.
O coração, arrebenta-me o peito, a cada olhar.
Quando por seu amor, ressurrecto, eu faria-lhe a cada respirar, uma prece.
Quando nossas lembranças, inundam meus pensamentos, meus olhos inundam minha pele.
Eu tento esquecer de ti, mas o coração não esquece.
Suas juras, que eram minha fortaleza, hoje me enfraquecem.
Me enfraquecem as palavras que eu deveria ter dito e nĂŁo pude falar.
Cega-me o Sol, ofusca-me os olhos o brilhar.
Como o Sol, a felicidade em ti é algo que vislumbro ao longe, só faço admirar.
Sua beleza de por do Sol, feita para ser admirada ao longe, é algo que nunca poderei alcançar..."
