Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"NĂŁo teve inĂcio o começo mas jĂĄ testemunho o inĂcio do fim.
Sem ti estou sempre sĂł, sem ti estou sem mim.
Infelizmente Ă© assim.
Sua ausĂȘncia, dĂłi em mim.
Ă ĂĄrduo sobreviver assim.
Se eu jĂĄ desisti?
Pode se dizer que sim.
Mas desistir de ti Ă© desistir de mim.
Esse sofrimento nĂŁo tem fim.
Mas minha'alegria, na sua ausĂȘncia, fim..."
"O inferno e o paraĂso estĂŁo aqui mesmo; o inferno Ă© a distĂąncia que nos separa e o paraĂso Ă© o aconchego do teu abraço..."
"Eu venho e lhe escrevo.
Nessas linhas te vejo.
Em minhas palavras me perco.
Fito seus lĂĄbios, fantasio um beijo.
Peço-lhe uma chance, minha felicidade eu vejo.
Tua negação me veio.
A tristeza me pegou de um jeito.
A solidão é me um berço.
Me deito.
E na escuridĂŁo, perdido, sĂł teu brilho eu vejo.
Sua alegria Ă© meu desejo.
Por ti, grita meu peito.
E para tentar amenizar minha dor.
Eu venho e lhe escrevo..."
"Quando o vento frio bate no meu rosto, sinto que tenho vocĂȘ para me aquecer
Quando tenho medo da mais feroz das tempestades, sinto que tenho vocĂȘ para me guardar.
Quando me sinto solitĂĄrio sĂł tenho vocĂȘ para pensar.
E por mais que eu tente jamais poderia parar de te amar..."
"Um é o coração que bate por ti.
Um foi o olhar que me ganhou pra si.
Uma Ă© a alma que vive por ti.
Uma Ă© o nĂșmero de vidas que preciso com ti.
Uma Ă© a chance que preciso pra te fazer feliz..."
"E vocĂȘ me vem e diz que sente a minha falta.
O que falta Ă© verdade no que diz agora.
Não falo sobre as verdades das palavras, mas sim, das verdades do coração.
Pra todo aquele que sente falta, qualquer suspiro Ă© solidĂŁo.
E as noites na escuridĂŁo?
Onde, no rosto, cada lågrima, regava a dor de um solitårio coração.
Ah! Como faz falta aquela doce ilusĂŁo.
Onde, por instantes, éramos um só ser de puro amor e paixão.
As palavras foram em vĂŁo.
Diz que sente minha falta mas o que nos falta Ă© o perdĂŁo.
Sonho e penso em nĂłs e o que me falta?
Respiração..."
"Se errar Ă© humano e amar-te for um erro, entĂŁo digo-lhe que, erro por demais.
Pois na vida nĂŁo existe acerto que me faz tĂŁo bem, o quanto esse erro me faz..."
"Vislumbro-te minha deusa das perdiçÔes.
Olhar-te é perigo, é se lançar aos leÔes.
E teus olhos me prendem em doces sonhos e alucinaçÔes.
Aquele que, por milésimos te vislumbra, é certo, fica preso em seus grilhÔes.
Ah mulher!
Se tu fosses mĂșsica, Ă© certo, seria a mais doce das cançÔes.
Encanta-me teu corpo, a mais bela das tentaçÔes.
Coleciona em tuas mãos, daqueles que te admiram, os coraçÔes.
Poço profundo, onde afogo falsos amores e antigas paixÔes.
As mais belas palavras, tornam-se vazias, ao tentar narrar as inenarråveis sensaçÔes.
Ăs dos erros os perdĂ”es.
Ăs me luz nas escuridĂ”es.
Ăs me companhia nas solidĂ”es.
Se fosses uma flor, seria a mais bela dos vales, das campinas e dos sertÔes.
Ter-lhe em minha vida é a mais doce das ilusÔes.
Liberte-me desta prisão, traga-me emoçÔes.
Peço por favor, liberte-me dos seus grilhÔes..."
"Antes eu nĂŁo sabia o que sei agora.
NĂŁo sabia, que os seus olhos, me perseguiam a toda hora.
A surpresa veio e bateu na minha porta.
Claro como o dia, o teu olhar me devora.
Linda como uma doce manhĂŁ Ă© vocĂȘ agora.
Ainda mais quando sorri e ilumina tudo Ă sua volta.
Raio de luz, estou aqui, por vocĂȘ agora.
Apaixonante, perfeita, da minha felicidade és a porta..."
"Eu sou escravo das suas mentiras.
Que jĂĄ se tornaram minhas verdades.
Sou vĂtima das suas malĂcias.
Que me traziam bondades.
Eu sou refĂ©m das suas carĂcias.
Que me traziam felicidade.
Eu abdiquei das minhas alegrias.
Para viver suas vaidades.
Eu hoje vivo um todo de tristezas.
Pois me afoguei nas suas palavras de serenidade.
Eu escolhi me enganar com as suas fantasias.
Que viver minha vĂŁ realidade.
Quisera eu que, minhas palavras fossem mentiras.
Mas para o meu desalento, sĂŁo todas verdades..."
"O meu coração é um lacaio.
Fito seus lĂĄbios, te olho de soslaio.
Me acho esperto mas em suas armadilhas de amor eu sempre caio.
Um tolo amante e na paixĂŁo, um lobo solitĂĄrio.
Seu sentimento nĂŁo me Ă© solidĂĄrio.
Uma relação onde tudo nos é demasiadamente precårio.
Os beijos, as carĂcias, as palavras, os abraços.
Me assemelho a um tipo de pirata, quiçå um corsårio.
Que veleja nas ĂĄguas profundas do seu olhar, totalmente despreparado.
Em busca de um tesouro imensurĂĄvel, impossĂvel de ser encontrado.
Velejaria os 7 mares para encontrĂĄ-lo.
Uma vida ao seu lado.
E em mais uma noite chuvosa, acordo decepcionado.
Os ventos e as enxurradas, mais uma vez, não me levaram esse sentimento despedaçado.
Eu sou um pobre coitado.
Dos males, o maior, foi um dia ter lhe amado.
E apĂłs horas Ănfimas de reflexĂŁo, desamparado.
Sussurro sĂł, pela madrugada, com o peito acelerado.
- Mais uma do Famigerado..."
"Naquele estranho fim de tarde, o céu sangrava.
A Lua, a pouco, jĂĄ brilhava com sua timidez pĂĄlida.
O vento quente, me trazia lembranças de ti e me gelavam a alma.
Aquele abraço levou-me a calma.
O tudo, sem vocĂȘ Ă© nada.
Quisera eu, ter controle das rédeas dessa paixão desenfreada.
Viver, morrer, sorrir, chorar, amar, odiar, se o faço, faço por ela.
Meu maior sonho, se tornou um dia, nĂŁo ser capaz de encontrar a paz e a felicidade nos olhos dela.
Aquele sorriso me atropela.
O teu amor, Ă© me uma cela.
Encontro-me em uma prisão perpétua.
Mais uma vez, nĂŁo evito, tais mazelas.
Tento, aos poucos, matar um amor que, quanto mais se fere, mais rĂĄpido se recupera.
Quisera eu, ter sobriedade sobre minha alma ébria.
E enquanto o céu sangrava, mais uma vez eu sussurrava: 'Tudo por ela'..."
E naquele quarto era sĂł suor e paixĂŁo.
Mistura ardente que matava nossa solidĂŁo.
A cada beijo palpitava mais forte meu coração.
Seus doces suspiros me traziam à tona todo tipo de emoção.
"Ăs minha", sussurrava eu, em vĂŁo.
Acordo desolado desse sonho, vĂŁ ilusĂŁo.
Tentando encontrar vocĂȘ nos lençóis frios da minha imaginação.
A cama vazia, infelizmente, não se iguala ao coração.
As lĂĄgrimas, na madrugada, afogam aquela paixĂŁo.
E eu, mais uma vez, durmo nos braços da solidão...
"E eu, em vĂŁo, tento estrangular meus sentimentos.
Sufoco, a mim mesmo, mas nĂŁo mato o que mora aqui dentro.
Meu coração, a esmo, acelera seus batimentos.
E a cada batida do meu algoz, aumenta o meu sofrimento.
Sofrimento lento, que me lembra dos meus vazios juramentos.
Juras que fiz a mim mesmo: Esquecer-lhe e matar a ti, aqui dentro.
Ăs covarde ti, Ă©s covarde meu desalento.
Por voltar, quando jĂĄ morria, o que respirava aqui dentro.
Uma hora vais embora e me deixarĂĄ jogado ao vento.
E com afinco, pelas madrugadas, tentarei em vĂŁo; estrangular meus sentimentos..."
"Sempre que a luz da Lua recai sobre meu corpo, também recai escuridão sobre minh'alma.
A luz me faz lembrar teu brilho, me faz lembrar tua calma.
Quisera eu que, fosse tudo apenas uma coisa de corpo e nĂŁo de alma.
O que fazer para nĂŁo viver todo esse drama?
Como sair limpo de tudo isso, sendo que, vocĂȘ me joga na lama?
Na madrugada, a solidĂŁo, esfria a minha cama.
E tuas lembranças, meu peito, inflama.
Quisera eu, com palavras vazias, apagar essa chama.
Quanto mais eu tento te afastar da mente, mais minha mente, por ti, clama.
Tenho medo por nós, pois em algum momento, o coração, dessas batalhas, se cansa.
E o que poderia ter sido uma doce vida, se tornarå apenas, uma amarga lembrança..."
"Pra vocĂȘ nĂŁo importa se choro ou se sorrio.
Pouco importa se, em minha face rola apenas uma gota de lĂĄgrima, ou de lĂĄgrimas, um rio.
Sua indiferença se tornou meu martĂrio.
Meu refĂșgio, atĂ© minha calma e acima de tudo, meu delĂrio.
Por quĂȘ tudo isso, logo comigo?
Logo para com aquele que, ofereceu-lhe amor e abrigo.
Ă estranho, Ă© esquisito.
NĂŁo entendo nada disso.
E mesmo ébrio, eu não sou capaz de fugir de tudo isso.
Quanto mais me bate a embriaguez, mais vontade sinto de estar contigo.
Nada me deixa mais bĂȘbado, que a falta do seu beijo, onde eu encontrei um refĂșgio, um abrigo.
Ăs covarde comigo.
Arriscaria eu dizer que, tal covardia, cometes também consigo, por não estar comigo, sendo feliz, sorrindo.
Eu corro e corro mais uma vez e ainda sim, nĂŁo sou capaz de fugir de tudo isso.
As decepçÔes jĂĄ se tornaram um vĂcio.
E quando as lembranças de ti, jå não me causarem um aperto no peito, ai correra perigo.
Pois jĂĄ nĂŁo desejarei estar contigo.
O jogo de amarguras Ă© um ciclo.
EntĂŁo nesse dia farei com vocĂȘ, tudo aquilo que fez comigo..."
"E sabe qual me é o preço da saudade?
Ă lembrar-te, a cada fim de tarde.
Ă tentar apaziguar-me com as mentiras e engasgar-me com as verdades.
Ă sempre me perder em devaneios, imaginando vocĂȘ e eu, plenos de felicidade.
Ă ter na mente somente leviandades.
Pagaria qualquer preço, seja lĂĄ o mais caro, para nĂŁo pagar o Ănfimo da saudade.
No fim, minhas amargas e sinceras palavras, nĂŁo tem nada de novidade.
No fim da noite, reside nas palavras, apenas um tolo apaixonado, tentando apaziguar as suas desilusÔes com palavras de serenidade.
Ainda sim, o faço com total esforço, como se funcionasse.
Como se tudo que eu lhe dissesse, de alguma forma te mudasse.
Tudo isso? Uma ilusĂŁo, nada de verdade.
O real? A ausĂȘncia total de felicidade..."
