Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

"JĂĄ nĂŁo sei porquĂȘ ainda recorro Ă  ti.
Reflito sobre nĂłs e me pego envolto em 'por ques' e 'ses'.
Nem eu sei o que eu fiz.
O que eu sei? SĂł quero vocĂȘ aqui.
SerĂĄ que um dia voltarĂĄ pra mim?
Uma hora vou abdicar das verdades e começar a mentir.
As mentiras que contarei? JĂĄ te esqueci.
Posso viver sem ti.
JĂĄ nĂŁo me preocupo tanto assim.
Mentiras que, importam menos pra vocĂȘ do que pra mim.
Mentiras que, nĂŁo conto pra vocĂȘ mas conto pra mim.
Infelizmente Ă© assim.
Abro mĂŁo de todos os inĂ­cios para nĂŁo ver o inĂ­cio do nosso fim.
ApĂłs todas as tempestades, como calmaria, estarei aqui.
Por ti.
Por nĂłs, por mim.
Infelizmente, para o meu desgosto, Ă© assim..."

Inserida por wikney

"As minhas palavras me parecem vazias.
Suas atitudes, como sempre, evasivas.
Tento com todo esforço, aproximar-me, mas vocĂȘ se esquiva.
O que me tortura são as lembranças e as palavras não ditas.
Palavras que, por mais que eu tente, nĂŁo podem ser escritas.
Sua frieza Ă© minha cripta.
Onde jazem as lembranças da nossa despedida.
Talvez uma palavra a mais, poderia tĂȘ-la feito minha.
O meu pecado foi, ter feito do teu beijo, minha religiĂŁo, menina.
O meu erro foi, ter feito do seu abraço, o meu abrigo naquela noite fria.
Amar-te daquele dia atĂ© o Ășltimo dos meus dias, serĂĄ a minha sina.
Espero que volte, algum dia, pra minha vida.
E transforme toda a tristeza em alegria.
E faça que eu não mais apenas sobreviva, mas viva..."

Inserida por wikney

"És me chuva, tempestade, trovoada.
És me amargura e paixão desenfreada.
És me luz na escuridão de uma noite gelada.
És me voz no silĂȘncio da madrugada.
És me as cores do arco-íris, em uma tarde pálida.
És das minhas ilusĂ”es, a Ășnica que, eu queria realizada.
És no fim de tudo minha deusa.
És minha amada..."

Inserida por wikney

"NĂŁo existe veneno mais doce e letal para a alma de um homem, que as lagrimas de uma mulher..."

Inserida por wikney

"Agora estou eu, desamparado.
Meus pensamentos, aos poucos, me tornam um homem perturbado.
Me estrangulam os sentimentos que eu deveria ter estrangulado.
Lembro do teu sorriso, sinto o gosto do beijo, fico desesperado.
Eu devaneio e torturo-me com as memĂłrias de momentos que, se eu pudesse, teria eternizado.
Agora, suas doces lembranças, me trazem um gosto amargo.
No fim, minha Ășnica certeza Ă©; Eu sou o Ășnico culpado.
Por ter um coração parvo.
Por, com excesso de covardia, ter lhe abandonado.
Por com nĂłs, um dia, ter sonhado.
Por com ĂĄvida intensidade, ter lhe amado.
E no fim, por nas juras de amor, ter acreditado.
Hoje mais do que nunca é certo; Meu coração é um lacaio..."

Inserida por wikney

"Me sinto perdido.
É quando o mundo já não tem mais graça que mora o perigo.
Eu sĂł sobrevivo.
Pois meu viver vocĂȘ levou para longe, com o seu sorriso.
NĂŁo entendo nada disso.
Como posso ser feliz se sĂł o sou quando estĂĄ comigo?
E as juras de amor, era verdade tudo aquilo?
Sua indiferença é o meu martírio.
O que lhe digo sĂŁo coisas do amor mas serĂĄ que sabes o que Ă© isso?
Em algum momento foi capaz de senti-lo?
E minha vida perdeu o sentido.
Pois perdi os teus abraços, que eram o meu abrigo.
Comigo eu brigo.
Por nĂŁo compreender o que me foi acometido.
Da solidĂŁo, tento me esquivar, com afinco.
E nessas lutas pelas madrugadas a fio.
Me sinto perdido..."

Inserida por wikney

"E hoje eu jĂĄ nĂŁo sei se Ă© realidade ou uma ilusĂŁo.
Sei as verdades do meu mas, não sei as verdades do seu coração.
Existe amor longe dos seus olhos, do teu abraço, dos teus beijos ou do teu cheiro, minha paixão?
O que eu sei; longe de vocĂȘ sĂł me existe solidĂŁo.
Creio eu que, nĂŁo pode tudo ter sido em vĂŁo.
Foi o teu olhar que me tirou a razĂŁo.
É só no seu beijo que encontro minha calma e perco o meu chão.
Eu tento resistir mas, fraco que sou, caio na sua tentação.
No fim, se errei, o que me resta Ă© pedir-lhe perdĂŁo..."

Inserida por wikney

⁠"Eu era o que ela queria.
Era o que ela queria, mas ela nĂŁo sabia.
O que ela sabia, era mentira.
Ela nĂŁo sabia o que queria.
Mentir era tudo o que ela sabia.
A mim, muito bem, ela mentira.
Tal mentira, era meu mal e eu nĂŁo sabia.
E eu também não sabia, que era mentira.
Eu sĂł sabia, que ela era o que eu queria..."

Inserida por wikney

⁠"Se eu pudesse eu estaria em todos os lugares que eu tivesse sua presença.
Em sua ausĂȘncia se faz presente, da sua companhia, minha abstinĂȘncia.
Eu abstive da sua companhia, abri mĂŁo da minha insistĂȘncia.
O coração implora suas carĂ­cias, a razĂŁo pede clemĂȘncia.
Sua companhia sempre me fora um presente, agora sua ausĂȘncia marca presença.
É frequente lembrar-lhe e o sofrimento tem constante frequĂȘncia.
Esse sentimento tem elevado nĂ­vel de indecĂȘncia.
Ao meu coração, o comandante do meu sofrimento, presto as minhas condolĂȘncias.
Quando repouso sobre ele, e escrevo a mais doce das palavras, presto a minha mais singela continĂȘncia.
Eu jĂĄ perdi muito no campo minado da 'sofrĂȘncia'.
O coração e a razão, não importa quem vencer, eu sairei perdendo nessa guerra serena.
Ao lembrar-lhe, por vezes, perco minha eloquĂȘncia.
Eu perdi muita coisa, sĂł nĂŁo perdi, minha paciĂȘncia.
Eu estou em todos os lugares, só não estou onde tenho sua presença..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Talvez eu seja louco por sentir o teu cheiro no ar.
Talvez eu seja culpado, por nĂŁo encontrar a quem culpar.
O coração bate, o corpo cansa, a alma sofre mas a vida parece não estar lå.
Se existe-me a vida apenas ao seu lado, entĂŁo sou apenas um morto, Ă  perambular.
A solidĂŁo e a noite igualam-se em escuridĂŁo, mas pela manhĂŁ apenas uma parece-me abandonar.
Sonho contigo e o meu viver mora no sonhar.
Um pesadelo ilusĂłrio, onde ainda estou preso naquele olhar.
Eu nĂŁo sei de quem Ă© a culpa, talvez seja sua por me fitar.
Talvez seja minha por me entregar.
Nesse tipo de coisa a mente jĂĄ cansou de pensar.
Talvez eu seja um louco, sei lĂĄ.
Mas Ă© certo que sou o culpado, por nĂŁo encontrar a quem culpar..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"E eu, nessa brincadeira de dar-lhe corda, em minha inocĂȘncia me enforquei.
Eu achava que sabia, mas descobri que, de ti, nada eu sei.
O que parecer ser nĂŁo Ă©, e o que achei era, errei.
Talvez eu tente mais uma, duas ou até outra vez.
O abandono assola minh'alma e fere o peito do escravo que achou-se rei.
As mazelas da vida jĂĄ aceito, mas nĂŁo me acostumei.
Ébrio de ti, perco-me em devaneios, imaginando onde errei.
VocĂȘ, fria, insolente, insensĂ­vel Ă  minha dor, nĂŁo me diz as vezes em que acertei.
As vezes que errei, eu sei.
Talvez eu nĂŁo saiba, talvez eu nem errei.
Talvez eu acho que errei.
Em campo de incerteza, aflora a flor do "talvez".
A flor que aflorou em tal campo, pra minha infelicidade, eu mesmo semeie.
Essa flor virou uma ĂĄrvore de incertezas, onde dando-lhe corda, com minha inocĂȘncia, me enforquei..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Nas vezes em que me lembro, eu só queria esquecer.
Esquecer de tudo, esquecer de mim, esquecer vocĂȘ.
Esquecer o que foi dito e esquecer o que ficou por dizer.
Esquecer as vezes em que lhe tive em minhas mĂŁos e a vi, do meu eu, correr.
Esquecer a dor, a tristeza e as lembranças, que me traz cada entardecer.
Esquecer as vezes em que fiquei em apuros e corri para te socorrer.
Esquecer que um dia vocĂȘ fora o meu viver.
Esquecer que o tempo passa, e sem vocĂȘ, mais que o normal, estou a morrer.
Esquecer o seu olhar, que fizera de ti, dona do meu eu, rainha do meu algoz, deusa do meu ser.
Esquecer as feridas da alma, que se abrem sempre, ao experimentar o seu eu, blasé.
Eu esqueci muitas coisas, sĂł nĂŁo me esqueci das juras, dos sonhos, do meu querer.
No fim, sĂł nĂŁo me esqueci de te esquecer.
E nas vezes em que me lembro, rogo ao Deus: 'Eu sĂł queria esquecer.'... - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Solitude não é solidão.
MĂĄgoa nĂŁo Ă© raiva, esquecer nĂŁo Ă© perdĂŁo.
Solitude nĂŁo Ă© solidĂŁo.
PaixĂŁo nĂŁo Ă© amor, amor nĂŁo Ă© paixĂŁo.
Solitude nĂŁo Ă© solidĂŁo.
O ódio é o veneno da alma, a indiferença o veneno do coração.
Solitude nĂŁo Ă© solidĂŁo.
Afoguei-me em seus olhos, vi um pouco de tudo, só não vi minha salvação.
Solitude nĂŁo Ă© solidĂŁo.
Eu aprendi muito contigo, mas em sua ausĂȘncia, aprendi coisas que nĂŁo tem explicação.
Solitude nĂŁo Ă© solidĂŁo.
Aprendi, que no seu abraço existe aconchego, sem ele existe amargura, decepção.
Solitude nĂŁo Ă© solidĂŁo.
Sem ti, experimentei a solitude e vivi o pesar da solidĂŁo.
Solitude Ă© liberdade, nos faz prisioneiros a solidĂŁo.
No Ăąmago do meu ser, descobri que: Solitude nĂŁo Ă© solidĂŁo..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Se não nos merecemos, então quem nos merece?
VocĂȘ foi o melhor sonho nĂŁo realizado, aquele que o peito nĂŁo esquece.
É perigoso falar de amor, quando o amor nos queima a pele.
Sentimento louco, não tenho seu abrigo, a vida é uma intempérie.
Cada palavra escrita, cada palavra não dita, corta a årvore da esperança e a saudade cresce.
Por ti, em silĂȘncio roguei, implorei, fiz aos cĂ©us minha prece.
Em desespero, quando nĂŁo atendido, entreguei-lhe a minha alma, rasguei minhas vestes.
Fria como gelo, bela como neve.
Talvez meu coração não seja digno e nesse jogo, só o meu não percebe.
Talvez, de mim, também não seja, por entristecer, quem lhe faz o coração alegre.
Mas se nĂŁo nos merecemos, entĂŁo, quem nos merece?" - EDSON, Wikney

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⁠"Eu, que a muito não lembrava, hoje a Lua recordou-me de ti mais uma vez.
E nas lembranças, esqueci-me das certezas e lembrei-me daquele nosso 'talvez'.
Aos poucos, o olfato esquece o doce do cheiro e o tato, olvida o macio da tez.
Antes era tudo por ela, e no futuro, seria tudo por ela outra vez.
Muita coisa mudou e ainda nĂŁo sei o que vocĂȘ me fez.
O que eu sei; Ă© acerca de ti, minha avidez.
Quando fitava teus olhos, minh'alma desarmada, encontrava-se em total desnudez.
NĂŁo vejo razĂŁo em minhas palavras, perco minha sensatez.
Sobre ti, até hoje, não perdi minha cupidez.
E agora, eu que hĂĄ muito nĂŁo lembrava, hoje a Lua, recordou-me de ti, outra e mais uma vez..." - EDSON, Wikney

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⁠"Preso em um devaneio, percebi que até hoje, eu não posso ver o rosto dela.
Cada traço daquela face, cada esboço de sorriso, meu coração acelera.
O mundo gira, o tempo passa, somos escravos deste e eu sou escravo do que sinto por ela.
A carne tem seus prazeres, a vida suas mazelas.
A paixĂŁo nos torna livres, aquele amor, ao meu eu, Ă© uma cela.
Penso e repenso, reflito, imploro, rogo por ela.
Tudo por ela, acerca dela.
Se existe tristeza em minha vida, se transforma em alegria, na felicidade dela.
Perto ou longe, aquele nome, pra minha alma Ă© festa.
Culpo o maldito cupido, por nĂŁo ter errado aquela flecha.
Minhas palavras sĂŁo ĂĄguas turvas, minha mente um misto de cores, aquarela.
Preso em um devaneio, percebi que hoje, eu sĂł queria ver o rosto dela..." - EDSON, Wikney

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⁠"Eu preferi me abster ao lhe admirar.
Poupei as palavras, pois ao vislumbrar-lhe, faltou-me o ar.
Ah mulher! Cada batida do meu parvo coração, obriga-me te amar.
Eu olho-te com olhos de tolo e vocĂȘ com os seus Ăłculos, olha-me com os olhos do, 'serĂĄ'?
Eu sou o que sou, mas para seu agrado, tento em outro eu, me transformar.
Pergunto-me, irĂĄ te agradar?
NĂŁo sei, mas posso tentar.
És tu minha ĂĄgua, Ă©s tu meu ar.
ApĂłs tantos anos, estou eu a lhe respirar.
Ah mulher! És teu o meu amar.
Olhei tua foto, vislumbrei teu sorriso e preferi me abster, ao lhe admirar..."

Inserida por wikney

⁠"Muito se fala, pouco se ouve e nada se sabe.
Seu perfume na minha roupa, ainda Ă© algo sufocante.
As marcas na pele, também marcam a alma, o seu eu me invade.
Eu achei que tudo seria mais fĂĄcil, ou menos complicado que antes.
Eu sou muitas coisas, aos seus olhos negros, tenho muitas fases.
Aos homens, poeta; a nobre mĂŁe, orgulho; Ă s mulheres, tratante.
Percebi que agora, muito se fala, pouco se ouve e nada se sabe..."

Inserida por wikney

⁠"Todo lugar em que os céus é coberto de estrelas, é minha casa.
Foi no brilho dos seus olhos, em que fiz minha morada.
Era meu lar o seu abraço, o meu abrigo, na madrugada.
O teu inebriante perfume, deixou minha pele tatuada.
Cada lembrança, enevoa minha mente e o coração dispara.
Eu era o que era, era seu, era nĂłs e hoje sou nada.
A mente pode até esquecer o que fora dito, mas a boca, não esquece a pele aveludada.
Tentar encontrar-nos em outros corpos, Ă© como tentar transformar vinho em ĂĄgua.
NĂŁo sĂŁo as atitudes, mas sim, os detalhes desta, que nos marca.
Quando se foi, abandonara-me, eu fiquei ao relento, desabrigado e minha vivenda, despedaçada.
Minh'alma, do meu ser, fora despejada.
E de uma forma desesperada, para não viver ao léu, sem morada.
Eu fiz de todo lugar, em que os céus é coberto de estrelas, minha casa..."

Inserida por wikney

⁠"Enquanto eu dispo suas vestes, eu te cubro com meu beijos.
Uma miríade de sensaçÔes, eu, um todo de desejos.
Cego por esse sentimento, Ă© sĂł vocĂȘ que eu vejo.
No escuro do quarto, as lembranças de nós, são só lampejos.
Tenho vårios desejos, paz, paixão, amor, quiçå dinheiro, mas é por nós, que eu anseio.
Ainda me lembro, quando nossa era a rua sob o luar e nosso era o aconchego.
Lembro-me, que a calmaria repousava sobre o teu eu, somente quando teu rosto, descansava sobre o meu peito.
O que nos acometeu? VocĂȘ se foi, busco respostas, mas nĂŁo tem jeito.
Eu me desnudo da razĂŁo e a loucura cobre o o meu Ăąmago, imperfeito.
Tornei-me um herege, pois o macio da sua tez, Ă© o Ășnico Deus em que eu creio.
E é por tal divindade, na expiação da madrugada, que eu rogo, de joelhos.
Pecador que sou, em minha parva mente, nĂŁo existe castigo, somente desejo.
E enquanto isso, lembro-me, que era meu sonho despir tuas vestes, cobrindo lhe com meus beijos..."

Inserida por wikney