Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
ORAĂĂO DA FĂ
SANTO E ETERNO DEUS, neste momento de fé e de oração, de joelhos aos vossos pés, clamo ao Deus Vivo, pela vida do teu povo. Senhor, assim como o orvalho da madrugada desce das nuvens do céu e rega terra seca, fazendo reviver a relva do campo, derrama sobre nós as tuas bençãos celestiais, fazendo reflorescer em nossos coraçÔes, a fé, o amor, a paz e a esperança. Amém.
Paga-se um preço muito alto por se nascer menina, mas recebe-se de Deus a benção maior, a graça de ser mulher; a missão de ser flor na vida.
Tudo, lĂĄ fora, Ă© difĂcil, mas o ofĂcio da vida Ă© vencer desafios. O vento nĂŁo guia o navio, apenas lança-o em direção ao mar.
â NĂłs devemos muitas coisas Ă s mulheres, como as nossas vidas, por exemplo, mas o mĂnimo que nĂłs devemos a elas Ă© RESPEITO.
MEU NORDESTE
â Eu nasci lĂĄ no nordeste,
poesia Ă© a minha paixĂŁo,
serei sempre nordestino
de corpo, alma e coração.
Trago em minha essĂȘncia,
a dor da minha ausĂȘncia
e a poeira daquele chĂŁo.
â
â â NĂłs, homens, deverĂamos reverenciar as mulheres nas ruas:
- POR SUA GRACIOSIDADE E BELEZA; sĂŁo as flores que dĂŁo vida e beleza ao jardim da nossa existĂȘncia.
- POR SUA IMPORTĂNCIA; sĂŁo as geradoras, guardiĂŁs e cuidadoras das nossas vidas, isto Ă©, sĂŁo as âflores da vidaâ.
- POR SUA DUALIDADE; a sua sensualidade e poder de sedução beiram o sobrenatural, mas seus corpos são sagrados enquanto mães.
- POR SUA FORĂA, CORAGEM E COMPETĂNCIA; sĂŁo mulheres, mĂŁes e excelentes profissionais.
Costumamos chama-las de âo sexo frĂĄgilâ, mas a palavra âfrĂĄgilâ jamais definiria alguĂ©m que suporta a piores dores do mundo, sangra frequentemente e tem uma carga horĂĄria de trabalho ininterrupta. Delicadas, talvez,frĂĄgeis jamais.
Ăs vezes, tentam imitĂĄ-las, mas como elas, lindas, perfeitas, completas e complexas, somente elas conseguem ser, as mais lindas criaturas da criação divina.
Este mundo nĂŁo teria GRAĂA sem a GRAĂA feminina.
â
Sou apenas um poeta, tal qual um jardineiro apaixonado pelas flores que cultiva e que lindamente compÔem o jardim da sua vida, a saber, as mulheres.
â A FLOR DA VIDA
Ainda lĂĄ no jardim do Ăden,
uma semente, Deus semeou.
Fez brotar em nosso jardim,
de todas, a mais bela flor.
Por isso, ela Ă© a flor da vida;
em seu ventre, germina o amor.
A ela, nĂŁo damos o seu valor,
mas o seu poder nos domina,
com a sua beleza de mulher
e os seus encantos de menina.
Devemos a ela, as nossas vidas,
a esta sua centelha divina.
A beleza da alma feminina,
abundante de luz e de bondade,
com as cores da vida e do amor,
colorindo os jardins humanidade,
como foi desde o seu princĂpio,
assim serĂĄ, para a eternidade.
Mas a mulher traz, na verdade,
em seu ventre, um solo fecundo,
para florescer o fruto da vida,
em seu ato mais profundo,
a essĂȘncia do amor de Deus,
que Ă© o amor maior do mundo.
Neste amor, eu me aprofundo,
para descrevĂȘ-lo nestes versos,
mas por mais que eu conheça
do amor e da arte que professo,
ela jĂĄ Ă© o poema mais lindo
do poeta maior do Universo.
â VocĂȘ estĂĄ vendado.
por um dia,
por um ano,
por toda a vida,
vocĂȘ Ă© meu mundo,
pela religiĂŁo,
por um dia,
por um ano,
até mesmo por uma nova vida,
o sangue nĂŁo Ă© compartilhado entre nĂłs.
EU POSSO ESQUECER DO DIA! JAMAIS DO SOL! POSSO TALVEZ ESQUECER DA NOITE! JAMAIS DA LUA! TALVEZ EU ESQUEĂO DA VIDA! MAIS JAMAIS DE VOCE.
"Ă uma saudade tĂŁo minha. TĂŁo
nossa. TĂŁo recheada de histĂłrias. Ă
uma saudade tĂŁo grande, tĂŁo
presente, tĂŁo constante. Ă amor que
se eternizou através de carinho, de
sorriso, de passeios, de histĂłrias na
hora de dormir. Ă amor que ficou
diante do tchau que eu nĂŁo queria
dar, diante do mundo de sonhos que
imaginei. Ă uma saudade cheia de
vida, de bons momentos, de carinho
sincero, de felicidade que impulsiona.
à uma saudade de criança que brilha
nos olhos e aperta o coração. Ă
saudade que nĂŁo tem fim, que nĂŁo
dimensiona, que nĂŁo termina. Ă a
minha saudade cheia de cor. Cheia
de A M O R!!!!"
â VocĂȘ o ama intensamente, e quer receber o mesmo dele, sĂł que ele nĂŁo vai saber ser como vocĂȘ, ou mesmo agir, entĂŁo vocĂȘ tem que esperar e tentar entende-lo pois o ser humano Ă© falho muitas vezes, mais tambĂ©m pode surpreender no momento menos esperado.
Sobrevoou um lindo pombo branco sob o cĂ©u azul. SĂmbolo da paz. De repente, ouviram-se um estampido forte. Viram Ă direção. Um homem em fuga com a arma do crime Ă mĂŁo. As penas se espalharam gravitando ao ar. E, o sangue irrompeu mesclando-se Ă cena de um lindo dia. Aglomerados de gente observavam destroços da ave ao chĂŁo com a alma rasgada de tristeza.
"SĂł o amor pode construir um mundo melhor. Paz!â
â Os avĂłs observando as galerinhas. Disputando espaço para ver a eclipse lunar. Uns falavam mais alto do que outro. Com celular de Ășltima geração para tirar fotos da Lua. Eles estavam esquecidos nos cantos da sala. NinguĂ©m lembrou de levĂĄ-los para participar deste evento. Afinal, eles dĂŁo trabalhos. NĂŁo andam. EstĂŁo velhinhos gagas. E ninguĂ©m se propĂŽs a interagir. Nem celular eles tĂȘm!
- Olha a lua q linda que tĂĄ hoje! Gritava alto uma das adolescentes, para que todos pudessem ouvir. Click. Click. Todos tentando pegar o melhor Ăąngulo da eclipse. - Olha que linda! Esqueceram os idosos sentados e pensativos.
Mas, a lua... Os filhos, os primos e amigos estavam em festas. A Lua!!!!
Desatentaram-se. Ao que estĂĄ tĂŁo raro. O Amor! Quase q extinto. Raro de se ver.AtĂ© existe sim. O "amor" pelo interesse. TĂĄ atĂ© espalhado pelo mundo. Mas, o amor genuĂno. RarĂssimo. TĂŁo extraordinĂĄrio qto a lua distante. O amor. TĂŁo lindo quando hĂĄ entre os irmĂŁos. ImpossĂvel ser registrado pelos melhores celulares.
A Lua passou!!! Os momentos foram registrados. As fotos. As melhores. Foram postadas. Quantas curtiçÔes!!! đđđđđ Ops! Dois Ășltimos nĂŁo.
Quando tudo acabou. Alguém se lembrou de levar, aqueles que tanto deram amor aos filhos e netos, para a cama. Um dos filhos fez q jå não existiam. Impaciente. Tiveram de cuidå-los. Obrigação.
Enfim, muitos perdem tempo com algo tão distante. E que não aquece a alma da humanidade. Sendo objeto de exploração do homem. Enquanto, que o amor transforma o mundo. Combate o ódio, o preconceito, a desunião, a destruição. Inclusive, a ganùncia q estå destruindo o planeta. O AMOR entre os q estão próximos. Que até hå de preservar a lua da destruição humana. Pq a terra jå estå comprometida.
Até a próxima eclipse! O amor estå aà do lado. Aproveite!!
Um dia serei algo
Nem que seja um derrotado
Um homem sozinho, isolado
Astuto, instĂĄvel, inconsolado
Fora de si, louco, transtornado
Um verdadeiro desgraçado
Um dia serei algo
Nem que seja um defunto
Ou ainda um conjunto:
terra, lama, pĂł, rejunto.
As vezes eu até pergunto:
serei eu um consunto?
Um dia serei algo
HĂĄ quem diga um mineral
Absorvido por um animal
Internamente, parte visceral
Terei um destino cru e fecal
Serei um efeito colateral
Um dia serei algo
Nem que seja uma memĂłria
Talvez eu entre para histĂłria
Triunfarei com a minha glĂłria
Ou apenas, terei uma vida ilusĂłria
Um fracasso, azarado, sem vitĂłria
Um dia serei algo
Nem que seja um sonhador
Um memorĂĄvel doutor,
Um senhor sem pudor
Ou apenas um desfavor
Para uma vida sem amor
Um dia serei algo
Nem que seja um destroçado
HĂĄ quem diga um milionĂĄrio
Um grandioso empresĂĄrio
Ou apenas um esfomeado
Em uma rua, desolado
Um dia serei algo
Nem que seja amigaço
Um super-man, homem de aço
Um beberrão, um bagaço.
Ou quem sabe Pablo Picasso
Ou apenas um palhaço
Um dia serei algo
Nem que seja um velho instĂĄvel
HĂĄ quem diga um ditador inigualĂĄvel
Populista, com carĂĄter formidĂĄvel
Ou apenas, um pobre velho deserdado
Sem afeto, simplesmente, abandonado.
Um dia serei algo
E assim, com carĂĄter ferrenho
Com esforço, confiança e empenho
Digo a Ășnica certeza que tenho:
Ă que um dia serei algo.
A tempos me ausentei da sua conquista.
A tempos que, abdiquei da minha alegria.
A tempos que, desisti das palavras bonitas.
A tempos que, gasto tempo com tudo isso e nĂŁo surte efeito.
A tempos que, desejo o calor e o doce do seu beijo.
A tempos que, percebo que de tempos em tempos devo me ausentar.
A tempos que, percebo; a saudade Ă© a unica capaz de fazer vocĂȘ me amar.
E a tempos que, tais verdades, em vĂŁo, tento sufocar...
Eu tento, nĂŁo entendo, teus sinais nĂŁo compreendo.
NĂŁo sei o que quer dizer quando me toca.
NĂŁo sei o que pensa quando me olha.
NĂŁo sei o que sente quando vou embora.
Me perco no tempo e confundo o que se foi com o agora... Foi-se embora?
EstĂĄ de volta?
Saudades te trouxe Ă minha porta?
Na lama me joga e na ausĂȘncia se joga, o que faço?
E agora? Entendo teus sinais, agora, foi-se embora...
Quantos coraçÔes se abriram para mim e para tais coraçÔes eu fechei o meu?
Quantos sonhos foram sonhados em mim e nĂŁo fiz de tais sonhos os meus?
Quantos olhos me olharam com amor e paixĂŁo e em mim, tais olhos, encontraram apenas dor e solidĂŁo?
Quantas lågrimas jå foram derramadas por mim, e eu, por indiferença, não as quis secar?
Quantas me amaram e por amar-te, nĂŁo pude ama-las?
SĂŁo perguntas que atormentam e o medo das respostas aumenta a cada dia que passa...
