Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Quisera sorrir assim. Do começo ao fim.

Inserida por risomarsilva

'Suga-me como um livro de romance e re/façamo-los diariamente a Ășltima pĂĄgina. AtĂ© que o 'sempre' permaneça, rodopiando duas vidas em uma.'

[Fgmts Poema 'PROCURA']

Inserida por risomarsilva

Palavras nĂŁo dizem absolutamente nada. Poucas as pessoas que se tornam grandes com gestos tĂŁo pequenos e nobres.

Inserida por risomarsilva

'FALTA'

Do cheiro das escolhas que brotavam nossos sonhos. Das bocas
mesclando a vereda dos passos. Dos sorrisos abrasivos que queimavam serenamente os dias sedentos, mãos entrelaçadas, corpos misturados...

Das estradas que se encontravam na neblina, com suas curvas
interminåveis e longas. Da contaminação dos dias afortunados, Dos olhares que se consumiam colados, noites quentes e febris...

Do quarto que gritava. Da chama nos 'eus' que queimava. Das
almas que se faziam recíprocas dissipando palavras, atiçando a
paixĂŁo. Dos tijolos estĂĄveis levantados um a um, paredes sĂłlidas...

Agora cinzas, os discursos empoeirados falam do tempo, promovendo falta/geada/calafrio. Tudo tĂłxico! Inflama o presente, nĂŁo cicatriza o grito. Vai queimando a pele, transformando-se em ritos...

Inserida por risomarsilva

'COGITO, ERGO SUM'

Levanto os olhos ao alto
e só me vem lembranças.

o que vejo nĂŁo estĂĄ lĂĄ fora!

O que vejo Ă© 'puro
antagĂŽnico'.

Das pedras, das brumas,
esperanças.

EstĂĄ aqui! Vivo na mente,
solto no ar!

||||||||||||| Frases escritas por Daniel da Silva, Carlos Paiva e Risomar Silva. Publicado no Clube Asas da Leitura no dia 05/09/2015. |||||||||||||

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'MORFOLOGIA''

Olhar perfurante,
Cabelos negros,
Rio escaldante.
Aproxima essas linhas...

Nesse luar...
Quero vocĂȘ,
Baralhando paisagens,
Misturando essas frases...

Abraça-me com palavras,
Letras dos meus dias,
Metamorfose de magma.
Cria expressÔes...

Converte o presente:
Dor ausente!
Vem ser: vocabulĂĄrio,
Meu dicionĂĄrio de dados!

Inserida por risomarsilva

Tem dias em que, pingos d'ĂĄguas viram tempestades, silĂȘncio/pesadelo, e a vontade de te ver/redemoinhos.

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'CONTINGÊNCIA'

Apreciamos ventos,
Mudanças.
A veemĂȘncia dos mares,
RaĂ­zes,
Esperanças.
O brotar da vida,
Gritos,
Reciprocidades.
O trovoar dos pĂĄssaros,
Melopeias,
Possibilidades...

Seguramos estrelas,
Estrelas do Mar,
Quebrando sombras,
Correntezas.
CançÔes no ar,
Arremessando ilhas,
Pedras vulcĂąnicas,
Mordaz.
Belas cançÔes,
Sutis,
Temporais...

Admiramos sonhos,
Dor diluĂ­da!
Coração filete,
Amordaçado,
Papéis em tiras!
Delidos,
Torcemos o presente,
Loucuras,
Criança no asfalto,
Aqui dentro...
Alaridos de ruas!

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'AUSÊNCIA'

No terreiro: palmeiras sem ventos, galhos amarelos. Plantas sem
ĂĄguas, folhas sem elos. Muro caĂ­do e o cachorro, fiel e amigo,
resiste na escuridĂŁo. HĂĄ um letreiro de nuvens discursando a
falta de chuvas ...

Na cozinha, hĂĄ muito a cadeira estĂĄ vazia, anĂĄlogo, o armĂĄrio
triste lamenta tuas mãos. Uma artilharia de traças ainda
corrĂłi o velho violĂŁo solitĂĄrio, acorrentado, soando inexistĂȘncia, inutilidade de cheiros ...

No quarto, a cama solitĂĄria insiste no silĂȘncio que congela. As dobradiças, as dobradiças resignadas estĂŁo emudecidas. As luzes pediram descanso, falta biografia, estĂŁo empoeiradas, sem vida, morosas no remanso, mero utensĂ­lio, pairando insuficiĂȘncia, ausĂȘncia ...

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'NASCER'

Chegamos tĂŁo frĂĄgeis e a alma tĂŁo pequenina. Surgimos vibrando no trapĂ©zio. É a velha vida que brota do espanto e vem aos poucos, despercebido, nos cantos/melodias...

NĂŁo se demora e o 'tempo' torna-se declinante, com seus batimentos cansados impedindo o contemplar das imagens que criamos. Almejamos obstinados os dias que sugamos, imperceptĂ­veis, se espairecem nas varandas, estafados, avistando paisagens Ă­ngremes, com seus ciclos e fim definidos...

Para onde foram os sonhos/invençÔes? Asfixiados, estĂŁo vagando nos tĂșmulos. Expirando-se no tempo que resta. Poema desbotado, patĂ©ticos na gaveta adormecida. E os cĂ­rculos sem impressĂ”es ofuscam o azul dos horizontes. O azul que sonhara-se de inĂ­cio, nas montanhas, sentado sob o luar maravilhoso, estarrecedor...

Novos nascimentos quebram o silĂȘncio inesperado. Relatando-nos que ainda resta esperança no choro. No afago materno. Na alegria que inflama a alma quando da primeira respiração. Quando abraçamos o mundo minĂșsculo e tĂŁo vasto. Quando apertamos as primeiras mĂŁos e dizemos: estou 'pronto' para exalar a vida que dar sonhos e para os sentimentos que encapsulam os dias no frio...

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'EU AMO ITA'

Eu amo 'Ita'
Calor intenso
Calor pegajoso
Calor que orbita
Inclinada nas praias
Fazendo castelos
Mirando horizontes
Suspiros singelos

Eu amo 'Ita'
IncĂłgnita nos ares
IncĂłgnita nos cheiros
IncĂłgnita 'Levita'
Reclinando travessias
Ascendendo paralelos
Bafo de nuvens
Resvalando no belo

Eu amo 'Ita'
Cidade de 'Pedras'
Cidade 'Fumaça'
Cidade 'Pepita'
Sonhada nas praças
JĂĄ foste bonita
Minando progressos
Poetizando as escritas

Inserida por risomarsilva

Quiséramos a paz plantada por crianças, dócil e verídica, permanecendo sem perguntas/respostas, sem transgressão e fé, sem paz e ruído, sem sol e escuridão, sem o profano e o divino...

Inserida por risomarsilva

'FACETAS'

Verdades sobrepujadas e as milhares de faces pairando nas noites sem Luar,
Poesia retangular,
QuadrĂĄtica.
Maquilagens nos 'sofås disfarçados'.
Quadros 'seminus' nas 'salas mascaradas'.
Vitalidade invejĂĄvel,
Por trĂĄs das sombras:
Tudo impecĂĄvel/relevĂąncias...

Na capa dos diĂĄrios,
Frases de um violino apontando corpos celestes,
Mas o teor dos poréns,
Sucumbiram-se nos våcuos/matérias.
Escorregadia nas mĂŁos sem melodias.
SĂŁo as Montanhas,
Geradoras VĂŁs de alegrias,
Gladiando e hostilizando o 'eu',
Criando estigmas,
Ar rarefeito,
Apagando as estrelas...

Portas cilĂ­ndricas,
Quebradas,
Se perdem por trĂĄs das cortinas,
Estilhaçando as facetas em construçÔes.
ClarĂŁo e sons emblemĂĄticos corrompem as mesclas inexpressivas dos olhos.
A assimetria da vida pede novas jornadas,
Seguindo resiliĂȘncias insĂ­pidas,
Abraços.
E os dias brilhantes/patĂ©ticos transmudam-se em dormĂȘncias,
Sem figuras titĂŁs,
Espaços...

Inserida por risomarsilva

'O MUNDO QUE SONHAMOS'

É antiletárgico.
Circunflexo em tonalidades.
Infinito nos olhos,
Nas mĂŁos,
No tempo/rio que corre.
Paira janelas infinitas de possibilidades.
Ar puro mesclando vida tenra e longĂ­nqua...

Tem quadros atenuados que aquece/arrefece o coração nas noites frias e Incandescentes.
Pontes flamejando paz e tranquilidade.
Acolhedor,
Abrasador nas suas inquietudes e harmonias...

Suspiros vigorosos brotam flores nos seus jardins aromĂĄticos,
JesuĂ­ticos.
CĂłrregos reluzentes em algodĂŁo-doce espalham reflexos criando sombras nos dias de sol...

HĂĄ pĂĄssaros,
Animais silvestres.
SĂł nĂŁo hĂĄ Ăłrbita do 'tirano bicho-homem',
Trancafiando-se no inumano.
Na predisposição de autodestruir-se.
Furiosos e alheios ao mundo que se fantasia no travesseiro,
Desarmonizando a neblina dos dias sutis e pungentes...

Inserida por risomarsilva

'CIRANDA'

Pequenas sonatas,
Nas ruas que brilham,
Claves entreabertas,
Assimetria isolada.
Fogueiras - calçadas -,
Atravessando cançÔes,
Estrelas desnudas,
Nas noites rajadas.

Ritmos pousadas,
Ciranda rodando,
Melodia sem cheiros,
Criança - na estrada -.
Bailando camadas,
A alma em cançÔes,
Compassos desvairados,
Dobradiças quebradas.

Borboletas nas casas,
Metamorfose sem sedas,
Voos febris,
Saudade cascata.
No peito de magma,
Procura-se poemas,
Rodas de Tremas,
Cirandas sem asas.

Inserida por risomarsilva

'QUE HORAS!'

'O dia a dia varanda'.
Que horas lagartas!
Vozes de rios,
ilusĂłrios.
Lembrança insistente.
PrenĂșncios torpentes.
AnĂșncios nas chuvas.
Montanha enseada...

Pedras corredeiras.
Que horas crivadas!
InvisĂ­veis tragando nuvens.
Folhas no rosto,
cheiro de frio,
jornada acrobata.
AlucinĂłgenos devorando o tempo.
Que horas traçadas!
Bordas/granizos.
Quadros irretorquĂ­veis.
Suspiros sĂłlidos.
Linhas pontuadas...

Retinas figurando horizontes.
Que horas ardentes!
O mundo nos olhos.
Trilha de matas.
Renascimento recente.
Reluzentes no hoje que brilha.
Sentimentos passados.
Grito potente,
urgente na vida pacata.
O que vale sĂŁo sementes.
Jorradas em qualquer estação.
Milagres nas mĂŁos.
Que horas,
que nada!

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'TECNOLOGIA'

- DĂȘ-me um GigaByte Amortizador para o ego dividido em Envelopes Virtuais de 512 KiloBytes por gentilza! Ah!!! E que cada pacote contenha uma ação de pelo menos dois minutos no mĂ­nimo de um mundo utĂłpico, metafĂ­sico, mestiço, desamorĂĄvel...

- Escaneei sua íris no nosso Eyelock Myris por favor! A entrega serå feita usando nosso System Cloud Computing e pagamento PagSeguro Online. Nosso link dinùmico com proxy é um dos melhores e nosso Firewall, como sempre, é 100% livre de Malwares e outras tantas intercepçÔes que atingem a alma. Mas, porque tantos KiloBytes fragmentados?

- Meu holograma estå sem sincronismo com o Server Core Advanced. E meu coração, meu coração estå sem conexão com o Tegra K3, Xbox One Five, Horizon 6, smartwatches. Agora imagine dormir sem um Sleep Number X15 ao lado? Um Velho Programador sem seu Google Glass e seus míseros 3.000 Coins, sem um amor, violador dos anos 90. Fitando 20 horas por dia excessivos monitores. Respirando tecnologias, perceptíveis datagramas, morfologias. Tantas outras dores...

- 2.048 KiloBytes por conta da casa. Tenha uma boa sorte!

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'NĂŁo dependa de 'terceiros' para ser feliz. Foque a felicidade em vocĂȘ mesmo(a). Trilhe novos caminhos. Galgue novos horizontes. Se fite em novas escaladas. Com o tempo descobrirĂĄ os que circundaram tentando embaraçar a tua felicidade, foram apenas detalhes, minuciosos peçonhentos...

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'LIBERDADE'

Bicicleta nas manhĂŁs de inverno.
Tarefa ĂĄrdua sob o sol de tempestades.
Rabisquei os pulsos na neblina sob a brisa fosca.
FĂŽlego estreito nas estradas ensopadas.
Trilho autĂŽnomo sem folhas.
Rosto embebido nos zigue zagues.
Pedalo/descalços provocando itinerårios sem horizontes...

Nos montes, respiro asas.
Poderio de ventos, cheiro ludibriador nas saudades que abatem os tecidos transitĂłrios.
Permutei o adeus das razÔes.
O amplexo das ĂĄrvores mĂłrbidas persistem.
Fraquezas nos vestĂ­gios abstraĂ­ram caminhos tortuosos.
Onde estão meus 'abraços Titãs'?

Desisti do passado.
Sou mais reflexo costurando a alma.
Castiguei a fraqueza do adeus.
Sem chuvas, sobreviverei na insistĂȘncias das palavras opacas.
Tenho o fulgor das turbulĂȘncia nas veias.
Pedras? Deixei-as nas veredas.
Tenho a engenharia dos novos horizontes vasculares conquistados...

Sou granizo arremessando dor.
Tenho 'balanços' palmilhando liberdade, quebrando ventos.
A escalada das novas estradas que virĂŁo, nĂŁo mais serĂŁo ilusĂłrios.
Sou påssaro nos dias sedentos por emancipação.
Voarei atĂ© as montanhas e avistarei a imensidĂŁo da nova liberdade que grita, essa que a vida um dia transformarĂĄ em FĂȘnix...

Inserida por risomarsilva

'RELATIVIDADE'

No espaço curvado, qual o sentido das rugas? E o silĂȘncio dos artigos escritos, da relatividade aparente? Cabelos grisalhos esplainando as linhas dos dias distorcidos, veemente. Tempo branco como neves derretidas, neĂłfitos por descobertas, curas, contrapartidas...

Retina encoberta, reflexão da visão nas novas originalidades criadas. Noites no sótão à procura de respostas. Talvez a fórmula da vida escritas em funçÔes matemåticas. Das deflexÔes tão sonhadas que chegara nas pernas, nas falas, nas relaçÔes 'bestiadas'...

Dos eclipses cobertos de nuvens, surgiram as verdadeiras vertigens. No cålido clarão opaco das lentes ficara o cientista, filósofo, químico, físico, matemåtico. Sedentos por novas saídas. Extraordinårios heróis fungicidas. Perdidos nas erudiçÔes do ontem, do hoje, do amanhã, das causalidades não ditas...

Inserida por risomarsilva