Humanidade

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“Há generosidade em dar o que sobra; há humanidade em repartir o que também nos custa.” — Leonardo Azevedo.

Quem criou a humanidade?


Em certo sentido, a própria humanidade.


Foi a ciência que nos afastou da simples condição de sobrevivência e nos conduziu à civilização.


Sem conhecimento, seríamos apenas criaturas guiadas pelo instinto.


Talvez a maior criação do ser humano tenha sido justamente a capacidade de compreender a si mesmo e transformar o mundo ao seu redor.


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🌙 O Ato de Humanidade


Às vezes, nos perdemos em nossas próprias dores,
sem saber pra onde correr,
sem perceber que o amor também se mostra
no simples gesto de ficar.
Quem não larga tua mão
é parte do milagre.
E quando quem caminha contigo
precisa de ajuda,
tua dor encolhe,
e por um instante
teu olhar se volta pro outro.
Fechei os olhos e me vi sozinha.
Abri... e o coração ainda batia.
Estou só,
mas dentro do peito
existe um universo inteiro.


Às vezes, a maior força está em sentir o outro.. Mesmo quando o mundo inteiro parece distante. 🌌

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

Enquanto os EUA ameaçam a humanidade, os noticiários exaltam a volta dos americanos à Lua! Lunáticos aplaudem o show!

QUANDO A RIQUEZA ENCONTRA A HUMANIDADE


O homem pode possuir muitas coisas e, ainda assim, ser pobre de espírito.


Pode encher sua casa de riquezas e deixar vazia a morada do coração.


Por isso, quando Jesus disse ao homem rico que vendesse seus bens e os repartisse com os pobres, talvez não estivesse apenas falando sobre aquilo que ele possuía.


Estava revelando aquilo que o possuía.


Pois não é a riqueza que prende o homem, mas o apego àquilo que ele chama de seu.


Aquele que possui e não reparte torna-se servo daquilo que acumulou.


Aquele que possui e sabe repartir transforma a posse em serviço.


Que valor tem o ouro diante da fome de uma criança?


Que valor tem uma grande casa quando alguém dorme sem abrigo?


Que valor tem a abundância daquele que passa diante da necessidade e fecha os olhos?


O verdadeiro tesouro não é aquilo que permanece em nossas mãos.


É aquilo que, passando por nossas mãos, devolve dignidade à vida de outro.


O homem busca a grandeza acumulando.


O sábio encontra a grandeza servindo.


Não basta conhecer a verdade.


É preciso tornar-se verdadeiro diante dela.


Não basta falar de compaixão.


É preciso agir quando a compaixão exige alguma coisa de nós.


Porque toda riqueza traz consigo uma responsabilidade.


Toda força traz um dever.


Toda vida que recebe muito é chamada a perguntar:
“Para quem será aquilo que me foi confiado?”


Talvez o ensinamento de Jesus não fosse simplesmente:
“Abandone suas riquezas.”


Talvez fosse:


Liberte-se daquilo que impede você de enxergar o outro.”


Pois quando o coração aprende a repartir, a riqueza deixa de ser senhor e torna-se instrumento.


E quando o homem deixa de viver somente para si, começa a compreender algo que os sábios de todas as eras conheceram:


A vida que não serve à vida perde o sentido de ter sido vivida.


O homem rico possuía muito.


Mas naquele encontro, Jesus mostrou que ainda lhe faltava aquilo que nenhuma riqueza poderia comprar:


um coração livre para amar.

⁠Apenas se importe – III
Você não é nada disso.
Você é humano.

A humanidade não tem limites.

A consciência não tem fronteiras. E você é isso.

Como parte dos padrões e processos atemporais que compõem a saga humana em cada instante precioso, o que você faria hoje para mudar o comprimento de onda do coletivo?
O que você faria para reconciliar a perspectiva binária que impusemos à nossa existência unitária
O que você faria para sonhar um sonho coletivo melhor?
O que você faria?
****************Simplesmente se importe.******************
E se o fizer, importe-se um pouco mais.
E se você deixou de se importar, se preocupe em saber o porquê.
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Quando você começou a ensaiar a couraça preventiva de não se importar o suficiente - para evitar dor e danos emocionais?
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Cuide porque cada parte verdadeira de sua humanidade anseia por cuidar.
Porque você foi feito para cuidar.
Eu me importo.
“Não voltarei a um universo
de objetos que não se conhecem,
como se as ilhas não fossem as crianças perdidas
de um grande continente.” _Monet_
E só para ser ácido: crer, ter fé, não tem nada a ver com cristianismo, islamismo, judaísmo ou qualquer outro “ismo” que por ventura alguém professe.
Paulo H Salah Din

⁠Para todos aqueles que estão comemorando comigo hoje à noite, vamos celebrar a humanidade que permanece viva em nossos corações.

Estou celebrando os ativistas. Os empáticos. Os corajosos. Do tipo. Os guerreiros. Os rebeldes desimpedidos pelo espectro desta tragédia.

Aqueles que têm pés no chão.

Mãos sujas.

Aqueles com corações segurando as alturas de uma visão imaculada para esta existência.

Esta celebração é uma homenagem para você.

Às histórias não contadas no meio dos escombros.

Às vozes não ouvidas.

Às almas perdidas entrelaçadas nesta catástrofe humana que despertaram muitos de nós.

A HUMANIDADE MORRE EM SILÊNCIO: A INDIFERENÇA TEM MÃOS LIMPAS
A cidade fede.
Não por causa do esgoto.
É o cheiro da consciência apodrecendo devagar.
Você aprende isso quando passa dos sessenta.
Os anos deixam marcas onde antes havia certezas. O espelho passa a contar verdades que ninguém pediu para ouvir. Alguns amigos viram fotografias, outros apenas silêncio. Os cães que juravam amor eterno descansam sob a terra. Os balcões onde você gastou madrugadas cedem lugar a farmácias e franquias. Algumas mulheres levam consigo os planos que um dia pareciam indestrutíveis. E a vida, insolente, sequer diminui o passo. Amanhece do mesmo jeito, como se nenhuma ausência merecesse um minuto de luto.
O problema nunca foram os assassinos.
Eles são poucos.
O problema sempre foi essa multidão de gente decente.
Os que dizem:
"Não é comigo."
Essa frase matou mais gente do que qualquer exército.
Todo império foi construído sobre ela.
Toda cruz.
Toda bomba.
Toda criança enterrada antes do tempo.
Você quer encontrar o diabo?
Não procure chifres.
Procure conforto.
Ele mora ali.
Na poltrona.
No controle remoto.
No dedo que desliza pela tela para não olhar uma fotografia de guerra por mais de três segundos.
A alma não morre de uma vez.
Ela enferruja.
Primeiro deixa de sentir o mendigo.
Depois deixa de sentir o velho.
Depois a mulher espancada.
Depois a criança.
Quando percebe, já não sente nem a própria dor.
Só o vazio.
E chama isso de maturidade.
Que piada.
Passei tempo demais em bares para acreditar em gente iluminada.
Conheci bêbados mais honestos que muitos santos.
Pelo menos eles admitiam que estavam quebrados.
Os outros escondem a podridão atrás de sorrisos bem escovados e frases motivacionais.
A espiritualidade, se existe alguma, nunca esteve nos altares.
Ela aparece quando a dor de um desconhecido estraga o seu sono.
Quando você não consegue terminar o café porque uma notícia ficou presa na garganta.
Quando percebe que nenhuma fronteira impede um coração de reconhecer outro coração.
Nesse instante você entende uma coisa terrível.
Nunca existiram "eles".
Sempre fomos "nós".
E essa é a pior notícia que alguém pode receber.
Porque acaba a desculpa.
Acaba Deus levando a culpa.
Acaba o governo.
Acaba o destino.
Sobra você.
Você e a escolha ridiculamente simples que a maioria evita fazer.
Importar-se.
Não para parecer bom.
Não para ganhar o céu.
Nem para aliviar a consciência.
Importar-se porque, no dia em que a dor do outro deixar de atravessar o seu peito, você continuará andando, falando e pagando contas...
...mas a única coisa realmente viva dentro de você já terá ido embora.

O problema da humanidade é sempre o mesmo:


gente que sabe pouco, fala demais, faz quase nada e quando faz, faz muita merda.

Essa Copa é um atestado de indiferença, idolatrismo e permissividade que a humanidade dá a si! Nada é proibido, tudo é permitido!

A HUMANIDADE VIVE NO DESESPERO DE UM SALVADOR. AGORA, SE SALVAR DE QUÊ?

"Traído por um homem, Jesus não desistiu da missão de salvar a humanidade."

Qual será o futuro da humanidade ao depositar suas esperanças numa geração movida a fast-food, videogame e meme? Minha alma treme!

Atrevo-me a contradizer Al Gore. A trajetória da humanidade nos conduz a práticas sustentáveis. É verdade que esse movimento é impulsionado por interesses econômicos, mas ele está acontecendo. Veículos elétricos estão aparecendo, purificando o ar e as cidades. Al Gore, você errou feio nas previsões!

Para não anular a espiritualidade, é indispensável enxergar a realidade da humanidade.

A fome é realidade neste mundão, porque a humanidade compartilha quase tudo, mas não partilha o pão.

No mínimo devemos a existência da humanidade ao sim da mulher, e isso pra mim já é um máximo!

A humanidade está falida e não deveria se perguntar por que nós, seus produtos, estamos às moscas.

O grande problema da humanidade não são os desajustados, mas sim aqueles que trazem tudo para si como se fossem o padrão para a humanidade