Humanidade
"A humanidade inteira não viu 1% do que nos vimos, e mesmo assim creram, nos vimos 99% e ainda sim perguntamos se existe um Deus, sua fé é morta?Ou você é cego?"
Ou você acorda pra vida hoje!
Ou amanhã faltará oportunidade!
Com Deus não se brinca, Ele vive!
*Teatro da humanidade *
E me sento na poltrona,
quieta e isolada,
num cantinho da plateia
distraída e rumorosa...
enquanto assisto, atenta,
à encenação no palco
desse teatro humano...
os atos se intercalam,
sem intervalos,
em roteiros dramáticos e cômicos,
numa contundente confusão
de total irracionalidade...
a hilaridade excessiva
revela-se um enfado que se esquiva ...
enquanto os olhos do meu ser
se detêm no palco da humanidade,
onde cada gesto é um eco,
cada fala, um disfarce...
os atos fluem sem pausas,
misturando mágicas sem magias,
lágrimas sem choros
e sorrisos sem alegria
num enredo que me fascina e entristece ,
como se a humanidade fosse uma peça
sem ensaio e sem fim...
observo, com o silêncio que me resta,
a encenação grotesca desse teatro humano,
onde a dor e o riso
se misturam num mesmo espasmo...
permaneço afastada,
num canto qualquer da plateia,
onde o burburinho abafa o sentido,
e a distração se confunde com existência...
os atos se atropelam, sem respiro,
entre tragédias e farsas,
num caos tão real
que já perdeu o nome de realidade...
✍©️@MiriamDaCosta
Sou poetisa do tudo
e pensadora do nada
neste mundo de excessos
de uma humanidade em carências.
✍©️@MiriamDaCosta
A herança da humanidade
é a loucura.
O deus da humanidade
é a ignorância.
A religião da humanidade
é a hipocrisia.
A política da humanidade
é a indiferença.
A essência da humanidade
é a solidão.
✍©️@MiriamDaCosta
A humanidade sucumbe à si mesma
Gritam o amor
Proclamam Deus
Mas se sangra um dos seus
jogam sal no corte
e chupam a ferida.
Hipócritas
Doentios
Pior que os gentios
Não sejam fingidos
Abafem seus gemidos poéticos
Cadáveres fétidos!
... Fingir poesia
Vós não fingis!
Vós a mentem!
AS CHAGAS DA HUMANIDADE.
Meus queridos amigos e irmãos,
Quando a ingratidão dos sentimentos se revela em disparates com nível desleal para com Deus,em suas Leis providenciais e análogas por natureza,evolam-se de nós,vibrações negativas sem ter por fito,o desprendimento e o melhoramento de tamanha imperfeição,que se obscura por entre sentidos perdidos que escapam de uma profunda análise de consciência...
Na desfavorável forma,para que em meio as desilusões ou ainda mais preocupante ilusão das desigualdades,se resultar em regeneradora oficina,aonde de fato,se nos interliga o cadinho de cada instante,para promoção do bem comum!
Preocupamo-nos com os poderosos defeitos,que arrastam-se nos comprimindo no lamaçal do chão interior,onde nos detemos em debates em lamúrias e zizânias,que não acrescentam degraus em direção à liberdade feliz verdadeiramente.
Jesus,que é o "retrato de Deus",quando na terra,abrira os meigos e suaves lábios,sempre espalhando o perfume transcendental da Boa Nova,para nos acordar,no túmulo de nosso cerne,numa proposta vindouras que só mais tarde iríamos de fato compreender,afirmando:
- Só um coisa te é necessária,que busques primeiro o Reino dos Céus...
E coordenadas a isto,almas sem lucidez e mergulhadas num tom de busca da perfeição,sem ouvidos de ouvir,entregam-se em Homéricas batalha contra imperfeições pungentes,dentro que de mesmas...
Mas ainda só uma coisa é primordial,combater a causa das causas!
Encarando no deserto interior,porém debalde,incontroláveis inimigos em suas paixões principescas.
Mergulhadas em campo,determinadas a expurgar esses inimigos,ferozes e vorazes,que só sobrevivem porque nós os alimentamos,dando pérolas aos porcos nessas batalhas em que deveras vezes são desditosas e malogradas,se agigantam ante os sentimentos que se fazem jus,por desejarem a vitória,mas invariavelmente ainda perdemos por momentos a luta,poi não buscamos nas Santas palavras do Cristo,"Que só uma coisa nos basta..."
E com devaneios espartanos,pretensiosos levantamos espadas contra os moradores do nosso interior que são filhos da imperfeição de um casal cumpliciados um no outro,formando um só corpo em chagas a apodrecer a humanidade,conforme está muito bem elucidado pelas entidades de alta luz com o bom senso fidedigno do codificador Allan Kardec,nas páginas abençoadas no Evangelho Segundo Espiritismo no capítulo Vll...
Onde se ressaltam os pobres de espírito,esclarecendo que para objetivarmos com louvor o nosso ideal,em detrimento da humanidade em nome da paz e do amor,fazem-nos um alerta,que não combatamos os "filhos" do Orgulho e da Vaidade,pois que,são nestes que erradicam-se todas as nuances para conosco e para com as Leis Divinas!
Elejamos dentre tantas imperfeições que nos chafundam a que mais nos incomoda,façamos uma profunda viagem em nós mesmos e como cada um sabe de si,saberá que chaga maior está aberta dando vazão a tantas outras,então é nesta que concentraremos os nossos esforços para domá-la e as outras são apenas filhas deseducadas por esta.
Não nos percamos em campo bélico,levantando espadas,esquecendo que a força tenaz e aguda dos espartanos se encontrava nos escudos...
Por este prisma,damo-nos com convicção de que a matriz imperial dos defeitos,pede a espada e as filiais o escudo!
Travemos lutas com aquele que nos assola devastadamente levando-nos as tristezas...
concentremo-nos no orgulho e na vaidade,que são a ponta do iceberg e que causam mais danos às embarcações mais que o próprio corpo do iceberg que viaja silencioso e submerso.
Em buscando o reino dos Céus por primeiro,a alma já é iluminada,mas ao dar-se em sereno controle,apagando aos poucos estes dois inimigos que se apresentam,ela encontrará o reino prometido e de lá,não será mais iluminada,mas sim,astro luminoso a iluminar de si a humanidade.
Muita Paz!
Pelo espírito:José Maria.
"Queira você goste ou não, a ignorância prevalece sobre a humanidade; você é abto a prevalecer sobre ela?
a humanidade não consegue perceber que o seu sistema na teoria não envolve só lógica ou só emoção, deveriam ser os dois, é uma pena isso não ser possível na prática.
OS HERÓIS ANÔNIMOS DA HUMANIDADE: RAOUL FOLLEREAU - ALMAS QUE SERVEM SEM SEREM RECONHECIDAS.
Marcelo Caetano Monteiro.
A história da humanidade não é construída apenas pelos nomes gravados em monumentos, pelos grandes líderes ou pelas figuras que recebem homenagens públicas. Existem almas silenciosas, verdadeiros benfeitores do mundo, que caminham entre nós sem buscar reconhecimento, movidas apenas pelo ideal de servir.
Entre esses espíritos de dedicação incomum encontra-se o médico francês Raoul Follereau, cuja trajetória representa um dos mais profundos testemunhos de compaixão, perseverança e amor ao próximo. Sua vida tornou-se um símbolo de luta contra uma das enfermidades mais estigmatizadas da história: a lepra.
A obra “Cinquenta Anos Entre os Leprosos”, de Raoul Follereau, apresenta uma narrativa marcada pela emoção e pela força moral de um homem que dedicou décadas de sua existência à defesa dos doentes marginalizados. Embora não seja uma obra espírita, possui um profundo conteúdo ético e humano, revelando valores universais como caridade, renúncia, fraternidade e respeito pela dignidade humana.
Follereau não enxergava apenas a doença física; enxergava o sofrimento moral daqueles que eram abandonados pela sociedade. Sua missão ultrapassava os limites da medicina: ele desejava despertar a consciência dos governos e das nações para que a lepra deixasse de ser uma sentença de exclusão e sofrimento.
Seu grande ideal era erradicar esse mal da face da Terra. Contudo, apesar de seus incansáveis esforços, suas advertências e seus apelos encontraram muitas vezes a indiferença das estruturas humanas. O mundo possuía recursos, conhecimento e possibilidades, mas frequentemente faltava aquilo que é essencial para transformar a realidade: vontade, solidariedade e compromisso moral.
A trajetória desse médico missionário revela uma das maiores enfermidades da humanidade: não aquela que atinge o corpo, mas a que endurece os sentimentos. A verdadeira doença que mata é a indiferença; é o egoísmo que impede o ser humano de enxergar a dor do semelhante.
Os chamados “heróis anônimos” são aqueles que dedicam suas vidas às causas que talvez nunca lhes tragam fama ou riqueza. São pessoas que plantam sementes de esperança sem esperar colher aplausos. Seu valor não está no reconhecimento público, mas no bem que deixam espalhado pelo caminho.
Sob uma perspectiva espiritual, exemplos como o de Follereau recordam a importância da lei de amor e da fraternidade universal. Independentemente de crenças religiosas, sua vida demonstra que a grandeza humana se manifesta quando o indivíduo supera o próprio conforto e transforma sua existência em instrumento de auxílio.
A humanidade necessita menos de discursos e mais de testemunhos. Homens e mulheres como Raoul Follereau mostram que uma única consciência iluminada pelo amor pode desafiar o abandono, combater preconceitos e revelar que a compaixão ainda é uma das maiores forças de transformação do mundo.
Fontes:
FOLLEREAU, Raoul. Cinquenta Anos Entre os Leprosos.
Registros históricos sobre a atuação humanitária de Raoul Follereau no combate à hanseníase e na defesa dos doentes marginalizados.
Reflexões éticas sobre solidariedade, caridade e responsabilidade humana universal.
ANTES DO CRISTO:
A ÉTICA COMO SEMENTE NA ALMA HUMANA.
Desde os primórdios da humanidade, muito antes do nascimento de Jesus, o ser humano já buscava compreender o que era o bem, o justo, o nobre. A ética, nesse sentido, não nasceu com o Cristo — ela foi por Ele aperfeiçoada. Antes d’Ele, pensadores, mestres e sábios já se debruçavam sobre os dilemas morais da existência e sobre os valores que dignificam a alma humana. Um desses nomes fundamentais foi Sócrates (470–399 a.C.), o filósofo ateniense que não escreveu uma única linha, mas cujos pensamentos ecoam há mais de dois milênios.
A Ética em Sócrates: O Conhece-te a Ti Mesmo.
Sócrates não pregava dogmas. Ele inquietava. A ética para ele era vivida no dia a dia, na praça pública, nos diálogos francos. Sua máxima “Conhece-te a ti mesmo” não era apenas um convite introspectivo, mas um imperativo moral: só pode agir corretamente aquele que se conhece, que reflete, que examina suas intenções e desejos.
Para Sócrates, a virtude era conhecimento. Ninguém faz o mal deliberadamente — faz-se o mal por ignorância do bem. Seu método dialético buscava, então, a verdade através do diálogo, da humildade intelectual e da coragem de reconhecer os próprios erros. Essa ética racional, baseada na busca do bem por meio da sabedoria, marcou um divisor de águas no pensamento ocidental.
Mesmo condenado à morte por desafiar os costumes da época, Sócrates não fugiu de sua responsabilidade moral. Recusou escapar da prisão, afirmando que uma vida sem exame não vale a pena ser vivida. Morreu fiel à sua consciência, e por isso seu legado ético transcende os séculos.
A Semente Ética no Mundo Antigo.
Antes dele, porém, outras civilizações já refletiam sobre condutas e valores. Os egípcios falavam da Maat, a deusa da verdade e da justiça, representando equilíbrio, ordem e retidão. Os hindus, com o conceito de Dharma, ensinavam que cada um possui deveres éticos a cumprir, ligados à harmonia universal. Os chineses, sob a influência de Confúcio, estabeleceram princípios como respeito aos anciãos, retidão, fidelidade e benevolência, pilares de uma convivência civilizada.
Esses ensinamentos, mesmo que culturalmente distintos, carregam uma matriz comum: a ética como ponte entre o indivíduo e o coletivo, entre o íntimo e o social, entre o dever e o querer.
Conclusão: A Ética que Nos Habita.
A ética não é propriedade de nenhuma época, religião ou povo. Ela é a linguagem silenciosa da alma madura, que reconhece no outro a dignidade de si mesmo. Sócrates não nos deu regras prontas, mas um modelo de pensamento: questionar, refletir, aprimorar-se continuamente.
Em tempos em que a velocidade dos acontecimentos ameaça atropelar a profundidade das decisões, resgatar essa ética socrática — racional, dialogal e interiorizada — é um ato de resistência humana.
Seja no silêncio das decisões solitárias, seja no barulho dos dilemas coletivos, permanece viva a pergunta socrática: “O que é o bem?”
E ao buscá-la, o ser humano educa sua consciência, amadurece sua liberdade e dignifica sua jornada.
A ética não é um mandamento que vem de fora, mas uma luz que nasce do coração lúcido, que pensa, sente e se responsabiliza.
O progresso da humanidade é o resultado da soma das realizações daqueles que acreditaram em seus sonhos.
A ignonarância da humanidade me desprende, quando vejo que vemos mais barato os caixões e caros os remédios
Penso muito na humanidade e suas evoluções, pois, dependem muito da Mídiea por consciência e decisões, e o pior de tudo pode vir de crianças ou pior ainda, de inisperientes.
A humanidade precisa de alguém que faz muito mais do que corrigir verbalmente, poder nunca é substituível, enquanto haver forças opostas haverá correções na ética.
