Humanidade
“A fé não elimina a humanidade; ela impede que o desespero receba a palavra final.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Ser pobre não impede o amor.
Quem acolhe um animal só precisa de humanidade.
Status não aquece, não cuida, não ama.
A tolerância muitas vezes é tão ou mais perigosa que a intolerância! Trump ameaça a humanidade e o mundo assiste com naturalidade!
Numa sociedade na qual a inteligência artificial é exaltada e a natural é rebaixada, a humanidade é erradicada!
No que concerne à vida posso dizer que o propósito da humanidade é ser feliz nessa terra, se assim se deixa transparecer na beleza da natureza. E de todas as vidas, temos somente esta vida, pois quem não vê o reino dos céus nesta vida, nunca o verá na próxima e os segredos se escondem dentro de nós mesmos, no olhar sensível que compreende o indizível. O belo está no passado, no presente, no futuro, e em todas as nossas existências, já que é um elo entre este mundo e o vindouro a preecher a face do céu, vestido de simplicidade e bondade. Quem planta a beleza é um semeador de novas riquezas, que se multiplicam na altura do agora nas alegorias do afeto e pede à humanidade nada mais que um sorriso a colorir a cidade. Mas tantos desconhecem se estão cegos no afazeres diários e os raios de sol perguntam por quanto tempo vão ignorar a natureza que permite ver a beleza de seu espírito, símbolo do amor? E o tempo se pergunta até quando os seres humanos honrarão os mortos e esquecerão os vivos? Essa pergunta é um louvor ao presente, às pessoas presentes, que trabalham palavras para levar adiante um pouco do seu olhar que busca e leva a paz, como alimento da alma e harmonia com tudo que nos cerca no caminho da luz. Claramente vejo no meu terceiro olho a melodia que abraça o meu entendimento. Minha tentativa de tecer versos é uma canção de liberdade, que não se faz sozinha, mas com plenitude de coração. O poema tem pressa e não pode esperar a perfeição, pois somente as canções que morrem jovens em meus lábios viverão no coração humano.
A educação é a luz que ilumina o caminho da humanidade, mas enquanto o preconceito obscurecer os corações e a beligerância guiar as ações, o mundo continuará distante da paz que o conhecimento sozinho não pode alcançar.
Sem humanidade, a gestão perde sentido. Sem estrutura, a intenção perde força e sem consciência, o controle tenta substituir a liderança.
Quando liderança, processo e humanidade caminham juntos, algo muda. A gestão deixa de controlar e passa a desenvolver.
Quem sou eu como psicóloga se, antes de tudo, não reconheço minha própria humanidade diante da humanidade do outro? É no encontro de humano para humano que os sentimentos encontram espaço para existir, ser acolhidos e compartilhados. Sem essa conexão genuína, o que realmente conseguimos dizer sobre aquilo que sentimos?
Apesar dos percalços provocados pela falta de humanidade ou senso de alguns, ainda permaneço com a bondade e o desejo eterno de ajudar ao próximo. Acredito que isto me permite ver a tristeza que algumas pessoas carregam nos olhos e o quanto de maldade que proferem de suas bocas, como um veneno que tentam expelir de si mesmo. Ser forte e ter força significa usar o coração. #liçãododia
A humanidade — não toda — sente-se vazia por negar a si mesma aquilo que lhe é fonte de prazer e realização. A abstenção do Entregacionismo obscurece a esperança e enfraquece o impulso vital. Entregar-se à existência é participar do movimento inevitável da roda da vida.
Nada há de divino nisso. Nada de místico. Sem rezas, penitências ou promessas de absolvição: apenas o indivíduo diante das próprias vontades.
O desejo foi transformado em pecado por aqueles que temem as consequências da vida — embora, inevitavelmente, também vivam, desejem e se entreguem. O medo jamais extinguiu a vontade; apenas ensinou muitos a escondê-la.
Aquilo que nasce com o ser humano e o acompanha até o último instante não é a razão, nem a moral, nem a identidade social: é a vontade. Boa ou má segundo a óptica da ética, elevada ou condenável segundo o julgamento dos homens — ainda assim, vontade.
Entregar-se não significa abandonar o social, tampouco romper com o outro. Mesmo cercados por multidões, cada existência permanece singular. Toda entrega é íntima antes de tornar-se coletiva.
Não é o nome que torna alguém humano. Não é a pátria. Não são os sentimentos — os animais também conhecem pertencimento, afeto, perda e impulso.
Ser humano é reconhecer e nomear as próprias vontades.
Ser vivo é escolher sem colocar cada impulso na balança do medo.
Ser livre é entregar-se a si mesmo.
E existir é aceitar o movimento.
A maior deficiência do mundo não é física, é a falta de humanidade de quem olha, mas prefere não enxergar a dor do próximo.
“A história registra alguns heróis. A humanidade foi construída por milhões deles.” — Leonardo Azevedo.
A inteligência da humanidade não foi feita só pela curiosidade. Mas, também foi feita pelo medo.
O medo do mistério e das profundezas do universo.
Criam teoria do que e certo e errado.
Falam o que acontece depois da morte. Teorizam o futuro e o passado.
A humanidade ganha mais aceitando que cada um viva como bem lhe parecer do que obrigando-o a viver como bem parecer aos outros.
