Humanidade
As grandes verdades da humanidade são reveladas por indivíduos, nunca pelo coletivo. O verdadeiro conhecimento reside na mente do indivíduo, pois a massa jamais alcança o pensamento profundo.
A única forma de anular o sofrimento extremo da humanidade seria apagando suas memórias; ou seja, o mal nunca poderá ter um propósito redentor.
O propósito da humanidade é buscar conhecimento; se você não o busca, ou não apoia aqueles que o fazem, então não está cumprindo sua verdadeira essência como ser humano.
Haja Humanidade para ter empatia com os cegos — Haja Idiotice para passar pano para os que acham que enxergam.
É preciso muita humanidade para estender a mão aos que não enxergam — não apenas aos cegos dos olhos, mas aos que a vida cegou por dentro: pela dor, pela falta de oportunidade, pelo medo e pela ignorância involuntária.
Ter empatia é reconhecer que ninguém escolhe tropeçar na própria escuridão.
É compreender que há sombras que não são opções, mas circunstâncias.
Outra coisa, bem diferente, é passar pano para quem acha que enxerga tudo com nitidez absoluta.
Há uma cegueira mais perigosa do que a ausência de visão: a arrogância de quem acredita possuir toda a luz.
Esses não tropeçam por falta de claridade, mas por excesso de soberba.
Não precisam de compaixão indulgente, precisam de confronto honesto — porque a falsa lucidez costuma ferir mais do que a própria escuridão.
Ser humano é saber distinguir fragilidade de presunção.
É acolher o erro de quem tenta aprender e questionar a postura de quem recusa aprendizado.
Empatia não é cumplicidade com o engano deliberado; é solidariedade com a limitação sincera.
No fim, a maturidade moral talvez esteja nisso: abraçar os que caminham no escuro sem escolha e desafiar os que, mesmo sob o sol, insistem em fechar os olhos — mas juram, com convicção quase agressiva, que são os únicos capazes de ver qualquer coisa.
... os que,
presunçosos, afirmam
aos quatro cantos da vida que,
nossa humanidade trata-se de um
caso perdido - são os mesmos que,
juram de pé junto não
fazerem parte
da lista!
"Acredito, sinceramente, que fiz a maior descoberta da Humanidade, desde a 'invenção' do Inconformismo. É o seguinte: descobri que eleição se vence com voto. Descobri, também, que milhares de pessoas insistem em não aceitar essa minha sincera descoberta. Poizé!"
Texto Meu 0976, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
1665
"Como dizem que disse Dostoievski: 'O Homem (a Humanidade) a tudo se acostuma'. Trouxe para mostrar Minha Concordancia!"
1667
" 'O Homem (a Humanidade) acaba não quando morre, mas quando desiste!' Descobri que essa não é de Minha Autoria, mas poderia ser. Essa é atribuída ao Meu Admirador, o Senhor Oscar Wilde!"
Por mais duro e insensato que possa parecer, dentro da historia da humanidade, amamos e cuidamos de nossas crianças, como iguais a nos, um pouquinho mais de 220 anos. Antes as crianças da população em geral, eram do mundo, invisíveis nas sociedades, só fonte fidedigna de problemas por isto, e por conta deste errôneo conceito, o abandono. A pediatria moderna surgiu no final do século XVIII e início do XIX, evoluindo da visão da criança como "pequeno adulto" para um ser com necessidades biológicas e sociais próprias. O marco inicial da especialidade foi a fundação do Hôpital des Enfants Malades, em Paris, em 1802. Mais só se consolidou em 1880.
Infelizmente na contemporaneidade, a humanidade regrediu para dentro de si mesma, sendo assim, precisamos de uma boa parcela de egoísmo, para termos alguma chance, de alcançarmos a tão sonhada felicidade.
Quando a luz aprendeu a se teletransportar, a humanidade deu seu primeiro passo rumo à verdadeira conexão: a da mente com o infinito.
O grande medo da humanidade não deveria ser o medo de morrer.
O grande medo da humanidade deveria ser o de não sermos lembrados.
Não vou esperar a humanidade evoluir pra que me aceite, isso vai levar muito tempo, eu tenho pressa de ser feliz!
Queria que toda humanidade ficasse cega por um único dia.. Assim todos veriam que o valor das pessoas estão no seu interior e não especificamente naquilo que os olhos podem ver.
