Humanidade

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A humanidade é mestre em desperdiçar o essencial para manter o supérfluo.

A maior falta de virtude da humanidade hoje é a paciência para construir; todos querem o topo, mas ninguém quer carregar a pedra.

Pensar com crescimento financeiro exige uma disciplina que a humanidade, viciada em prazeres imediatos, já perdeu.

"Não use as dificuldades financeiras como desculpa para perder a sua humanidade. A crise passa, mas a sua conduta fica gravada."

"O silêncio de quem você zomba não é aceitação, é o luto pela falta de humanidade que você está demonstrando."

"Respeita-se o trilhão quando ele se torna o escudo da humanidade contra crises que nenhum governo consegue prever ou pagar."

Quando todos reclamam, já tô um trilhão de anos a frente da humanidade.

"Grandes fortunas constroem impérios; grandes valores constroem humanidade."

Não existe na História da Humanidade sequer uma intervenção militar unilateral que tenha alcançado o êxito de solucionar um problema político ou de ordem humanitária.

Quando a Lua de Sangue
cruzasse o Sarv já era
a promessa da última
guerra da Humanidade,
O final desta guerra
nem eu nem ninguém sabe,
Matar um povo desarmado
é coisa de gente covarde.


Não posso fingir que nada
está acontecendo ---
Daqui a pouco será espalhada,
e levará muito tempo:
Não diga que não foi avisada.


Quero que entenda que
toda guerra é anunciada,
Ela chega quebrando tudo
dentro como prelúdio
da aberrante entrada,
Não quero jamais que abra
refúgio para a ideia de guerra
fazer a tua essência capturada.

Eu vi galinhas no telhado!


A Humanidade sabe o caminho
de volta para a Lua,
Só ainda não aprendeu a parar
de usar o nome de Cristo
para justificar guerras.


Eu juro que vi galinhas no telhado!


Um Tribunal de Direitos Humanos
confundir suicídio com cuidado,
Vejo defensores de Direitos Humanos
olhando para o próprio lado,
Não queria nada disso ter enxergado.


Eu vi galinhas no telhado!


Na terra que dizem ser Terra Santa
o corredor da morte foi legalizado!

Toda omissão diante do erro é uma compra parcelada, com juros, lançada na conta da humanidade. O vencimento vem para todos.

... os que,
presunçosos, afirmam
aos quatro cantos da vida que,
nossa humanidade trata-se de um
caso perdido - são os mesmos que,
juram de pé junto não
fazerem parte
da lista!

CULTURA

Cultura é o pano com que a humanidade cobre a sua nudez e borda nela os seus sonhos.

Também se poderia dizer que cultura é fruto da inocência perdida.A cultura é o véu que o homem tece para esconder e revelar a sua nudez.

CULTURA

Cultura é o pano com que a humanidade cobre a sua nudez e borda nela os seus sonhos.

ANTES DO CRISTO:
A ÉTICA COMO SEMENTE NA ALMA HUMANA.

Desde os primórdios da humanidade, muito antes do nascimento de Jesus, o ser humano já buscava compreender o que era o bem, o justo, o nobre. A ética, nesse sentido, não nasceu com o Cristo — ela foi por Ele aperfeiçoada. Antes d’Ele, pensadores, mestres e sábios já se debruçavam sobre os dilemas morais da existência e sobre os valores que dignificam a alma humana. Um desses nomes fundamentais foi Sócrates (470–399 a.C.), o filósofo ateniense que não escreveu uma única linha, mas cujos pensamentos ecoam há mais de dois milênios.

A Ética em Sócrates: O Conhece-te a Ti Mesmo.

Sócrates não pregava dogmas. Ele inquietava. A ética para ele era vivida no dia a dia, na praça pública, nos diálogos francos. Sua máxima “Conhece-te a ti mesmo” não era apenas um convite introspectivo, mas um imperativo moral: só pode agir corretamente aquele que se conhece, que reflete, que examina suas intenções e desejos.

Para Sócrates, a virtude era conhecimento. Ninguém faz o mal deliberadamente — faz-se o mal por ignorância do bem. Seu método dialético buscava, então, a verdade através do diálogo, da humildade intelectual e da coragem de reconhecer os próprios erros. Essa ética racional, baseada na busca do bem por meio da sabedoria, marcou um divisor de águas no pensamento ocidental.

Mesmo condenado à morte por desafiar os costumes da época, Sócrates não fugiu de sua responsabilidade moral. Recusou escapar da prisão, afirmando que uma vida sem exame não vale a pena ser vivida. Morreu fiel à sua consciência, e por isso seu legado ético transcende os séculos.

A Semente Ética no Mundo Antigo.

Antes dele, porém, outras civilizações já refletiam sobre condutas e valores. Os egípcios falavam da Maat, a deusa da verdade e da justiça, representando equilíbrio, ordem e retidão. Os hindus, com o conceito de Dharma, ensinavam que cada um possui deveres éticos a cumprir, ligados à harmonia universal. Os chineses, sob a influência de Confúcio, estabeleceram princípios como respeito aos anciãos, retidão, fidelidade e benevolência, pilares de uma convivência civilizada.

Esses ensinamentos, mesmo que culturalmente distintos, carregam uma matriz comum: a ética como ponte entre o indivíduo e o coletivo, entre o íntimo e o social, entre o dever e o querer.

Conclusão: A Ética que Nos Habita.

A ética não é propriedade de nenhuma época, religião ou povo. Ela é a linguagem silenciosa da alma madura, que reconhece no outro a dignidade de si mesmo. Sócrates não nos deu regras prontas, mas um modelo de pensamento: questionar, refletir, aprimorar-se continuamente.

Em tempos em que a velocidade dos acontecimentos ameaça atropelar a profundidade das decisões, resgatar essa ética socrática — racional, dialogal e interiorizada — é um ato de resistência humana.

Seja no silêncio das decisões solitárias, seja no barulho dos dilemas coletivos, permanece viva a pergunta socrática: “O que é o bem?”
E ao buscá-la, o ser humano educa sua consciência, amadurece sua liberdade e dignifica sua jornada.

A ética não é um mandamento que vem de fora, mas uma luz que nasce do coração lúcido, que pensa, sente e se responsabiliza.

A humanidade começa quando a ilusão termina; é nesse instante que deixamos de buscar deuses e começamos a construir justiça.

A história da humanidade é o relato de como trocamos a liberdade pela segurança de sermos escravos bem alimentados.

A humanidade é o único vírus que desenvolveu a capacidade de escrever poemas sobre a própria febre.

A humanidade é a única espécie capaz de amar e destruir o que ama, e ainda chamar isso de progresso.