Horror
Tenho muito medo da loucura, mas é apenas um lampejo de medo, se comparado ao horror que sinto em me manter careta...
escreves exactamente isto : o horror dos dias
secou contra os dentes- e rouco
dobrado para dentro do teu próprio pensamento ferido.
O direito à vida é tão importante quanto o direito à morte. Entendo o horror que se tem pela morte, em função da obsessão que se tem pela vida. Mas o mais horroroso mesmo, sinto eu, é continuar fazendo do mundo um poluidor até de corações, e não dar o direito de poder morrer em paz.
Quando eu nada mais for;
Se tu em mim se expor!
Com flor, em horror, com a dor do amor...
Seja a nuvem me carregue para longe desse vale....
Não se oponha é a minha hora é a vez do acabou!!!
Escolhi um cantinho só meu,
era escuro, quase breu, um horror,
mas algo de novo aconteceu:
assim como se fosse magia,
de repente alguém pulou o muro,
sozinho já não estou, revivi.
Tudo ficou claro em minha mente,
é que estava morto e não sabia
O que será do futuro?
Um horror!
O pensar tornou-se um martírio,
as atitudes não tem coesão!
E onde fica o aprendizado?
Na alma ou no coração?
Explicações soam vazias,
nas paredes tingidas pela falta de educação.
O verdadeiro "horror" do ciberespaço não é o fato de interagirmos com entes virtuais como se fossem humanos - tratando não pessoas virtuais como pessoas reais -, mas sim o oposto: ao interagirmos com pessoas "reais", que são cada vez mais acessíveis apenas por meio de seus substitutos no ciberespaço, nós a tratamos como entes virtuais que podem ser maltratados e assassinados impunemente, pois interagimos com eles apenas na realidade virtual.
Empós longínquos caminhos cruzar
sobre palha seca e a lã dos merinos
Cedendo a mim o horror do mundo e de todos os pecados de ser contra ciente e consciente para escolher o que você presta atenção e seleciona a construção do significado da sua experiência
À passagem, cheguei
E na ordeira quietação, andei
Pelas sombras até à luz
e andei por entre os uaçás
cursando um rumo abandono
mas o corpo cansado tombou sobre os caxangás que vinham trazer os raios de sol em uma beleza que me atinge os ossos
Com o espírito cheio de árias
quis fugir da perdição dos outros caminhos e vi a sua desagua nos córregos do rio
dias e dias caminhei
me perdi no bronze
no sangue escorrendo pelo Nilo Branco
dias e dias e dias em suor em fronte, ia me sumindo no sol firme de bulir o manadeiro
o sol não ensina a morrer antes da própria morte
passado passados tempo, lembrei-me de beber
mas a terra, o sol brindou e borbulhou cada fibra
e depois de muito tempo
nada havia
em terra
nada
nuvem alguma
havia
Lutei, contra o orgulho, lutei contra a dor, e até mesmo contra o horror, mas ao coração não cheguei.
Recuperar-me-ei de mais uma batalha com esforços em vão, para seguir lutando para conquistar os objetivos e afastar de mim a solidão
Forma
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Gritos de horror sondam minha cabeça
Tiram minha paz
Não a nada que eu consiga fazer
Para que eu esqueça
É um ódio indescritível que me assombra
Uma raiva incontrolável que me consola
Essa fúria que não consigo expor
Trás a máscara um nova forma
Uma nova forma para me recompor
EXAGERO
Que inferno,
Terror, horror.
Estou com medo,
Tenso, suando frio.
Estou aqui a muito tempo,
Ao relento,
Na chuva de dor e ódio.
Não sei ao certo,
Acho que meses já se foram,
Anos já passaram.
Perdido no escuro,
Sozinho,
Sem rumo.
O que fazer?
Como viver?
Como será minha vida,
Neste 1 minuto sem você?
LOUVOR & HORROR
Os dados foram dados...
Mesas postas, apostam com louvor
e na contrafeita, apostas feitas,
agora... Tudo é questão de jogo
de um piscar, de um vacilo...
Eu fico com tudo aquilo que
você nunca falou!
Do que adianta esse amor...
Se o poder por aqui é abrasador...
As orações estão fazendo sucesso
e pela fé, pobres estão enriquecendo.
Vamos para a igreja, vamos orar
a esperança nos espera com show business
os aliados então contracenando
e os nossos pastores...
Estão pregando horrores,
e até chora para enricar.
Antonio Montes
BRILHO DA INOCÊNCIA
Passos dados, dados jogados
a mesa esta coberta de horror
Você aposta eu aposto
esperamos que as ofertas
abra a nossa, trancada porta.
Eu vou sorrir para ludibriar...
Eu vou chorar para você cair,
eu só quero ganhar!
Se possível chorarei por você
farei de tudo para me propagar,
nos degraus do seu tre-le-le.
Vou ofertar p'ra te pegar!
Me fingir de bom...
Assim como doce bombom
o qual, primeiro você sente o gosto...
depois, perderá o brilho do seu batom.
Antonio Montes
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