Hoje me Vi Sozinho
Com você partirei
Países que nunca
Vi e vivi com você
Agora sim os viverei
Com você partirei
Em navios por mares
Que, eu sei
Não, não existem mais
Com você eu os reviverei
Com você partirei
Em navios por mares
Que, eu sei
Não, não existem mais
Com você eu os reviverei
Com você partirei
Eu com você
O verdadeiro marchand não vive pelos altos lucros e muito menos pelos grandes ganhos financeiros. Vive sim, pelo amor a arte, pela importância da educação de um povo, pelo fortalecimento da soberania e da liberdade de uma nação pela cultura.
Só melancolia
Quando lhe via
Sorria e sentia
Tristeza havia
Pois ja sabia
Depressa te vi
As seis tu parta.
Minha mãe: me trouxe ao mundo, me apresentou um lindo e vasto jardim e abriu portas e janelas da vida para mim!
Meus filhos: são a mola mestra da vida, as flores do meu jardim!
10/05/2018
Até quando vamos necessitar de datas pra nós lembrar daquilo que é realmente importante em nossas vidas? Será que um dia teremos o dia do ser humano, para talvez lembrarmos de ser um.
na esquina do cerrado
com a sequidão
me perdi calado
me vi na imensidão
me tornei alado
na abstração
na poesia
na imaginação
da noite vazia...
Virei um sobrevivente
me vesti de fantasia
a lua tornou-se confidente
enquanto ruminava ousadia
de uma solidão presente.
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Maio, 2016
Cerrado goiano
MINHA TERRA
Quão triste a minha sina gaúcha
com relação a existência,
quando me vi obrigado
a abandonar a querência.
Fui em busca da sorte,
me jogando ao vento,
não foi motivo de orgulho
foi buscando o sustento.
Que bom seria se desse,
pra em minha terra ficar,
que eu não precisasse ir embora
morar em outro lugar.
As coisas quando acontecem
sem dar direito a opção,
apertam sempre o peito
e inundam o coração.
Mas o tempo é Senhor,
e leva com ele os lamentos,
ficam as coisas mais lindas
e os novos sentimentos.
E que o resultado das lutas,
das peleias da caminhada,
seja saúde e sucesso
na minha nova morada,
agradecendo a Deus
por esta terra amada.
Sim cai, vi seu amor e não resisti,
E daí ? Se eu não soube fingir; mais uma vez fui atrás e parei quando te vi, me desculpa se eu não soube esquecer, foi por que, por ti eu conheci o amor, e dele nunca desisti.
Conheci o amor como criança que conhece a chuva pela primeira vez e já nem dorme mais pensando nela. O amor é inevitável, é mágico, é deslumbrante e as vezes dolorido; mas acima de tudo o amor é eterno.
Ao Amanhecer, olhei para o horizonte e vi tudo que o tempo me fez esquecer e Admirei o quanto ele foi Eficiente em realizar tantas coisas no meu coração no espaço de uma vida inteira.
A Tristeza
Vi uma tristeza tão alta,
Vi uma tristeza tão fria,
Vi uma morte luzindo
Na minha vida vazia
Era uma tristeza tão alta!
Era uma tristeza tão fria!
Era uma alma sozinha
Com a morte no fim do seu dia.
Por que da sua distância
Para minha companhia
Não baixava aquela tristeza ?
Por que tão alta luzia ?
E a morte com o queixo em meu ombro,
Todos os dias uma pergunta a minha mente fazia,
Como ainda aguenta está tortura ?
Como ainda escolhe a vida ?
Para acabar com este poema a morte respondo,
A resposta de uma alma caída,
Só ainda consigo andar nesta trilha,
Pelo sorriso de minha família.
Gregory Ryan 23/05/2018
Obra inspirada no Poema A Estrela de Manuel Bandeira.
Valorizar e desenvolver com o que VI, selecionar e monitorar o que vou VER. Essa é a essência de VIVER.
Por onde andas Princesinha?
Lembro de ti como da primeira vez que a vi...
Por que não vem me ver?
Será que lembras de mim?
Preciso saber...
Estou jogado num sofá velho,
Apoiando a cabeça entre as mãos.
Ela me respondendo que não.
Mas meu coração.
Ah! Meu coração precipitado diz que sim.
Que te quer.
Como quando tu estavas por perto... Tão perto.
Algo especial que não poderia explicar.
Me iluminava...
A vida é engraçada.
Você corre pelo jardim do castelo
E eu?
Ainda estou aqui,
Jogado num sofá velho,
Apoiando a cabeça entre as mãos.
Eu ja estive na praia ao amanhecer.
Já vi o sol se pôr e também nascer.
Já vi os dias de chuva, mas não por que peguei ela no caminho para casa, mas sim por que realmente estive nela!!
As gotas caindo sobre o chão, e no momento percebi o quão é lindo o brilho das gotas vindo ao meu encontro.
Em seguida o cheiro de terra molhada...mas não por que era apenas o efeito da chuva sobre ela, mas sim uma forma da terra agradecer a chuva por ter vindo.
A terra exala seu perfume para comemorar esse belo momento e novamente eu tive sorte, eu estava ali!!
o verdadeiro sofrimento ou a verdadeira Paz Começa depois da morte preste bem atenção o que você, vive fazendo nesse mundo e tenha paciência com as pessoas tolas Não fique com raiva dessas pessoas seja forte de espírito porque vontade da Carne e colocar você no caminho que ela possa te controlar seja forte de espírito porque a carne é fraca tanto que aprodece .
BEM -TE -VI
Quando o visualizei em voos mirabolantes, coletavas insetos no ar. Vivia bastante saudável na comunidade dos pássaros.
Depois de degustar o besouro,posado, num fio de luz, cantava louvores; feliz da vida. Que, apesar de repetir o mesmo cântico e gesto, não cansavam seus ouvintes.
Em seu cantar, me transmitia uma mensagem de paz,esperança fé e crença; quando na letra de uma canção repetia o refrão, dizendo que “bem me via”; quando eu não estava bem. E vivíamos bem, naquela doce ilusão.
Quisera eu ti ouvi-lo novamente!...Por muito tempo; ainda que seu repertório fosse o mesmo: Bem -te –vi. Pois do “bem”, não hei de me cansar.
Mas na fúria louca que se vive... Uma vida sem rumo e sem coração, ceifou-lhe à vida. Precocemente.
Hoje,quando ti vi caído e já aderido no asfalto quente,pelos pneus dos veículos; doeu em mim. Logo, interroguei-me: pode haver poesia num pássaro que já morreu? Pode. A poesia não morre com um ente; nem vive sem ele, ainda que morra.
Por isso, é que não devemos nunca, deixar de dizer: Bem- te- vi. Mesmo que o momento seja de lamento e dor.
O que me acalenta um pouco mais é saber que teus remanescentes ainda falam a tua língua e cantam a tua música. O representando na terra dos viventes. Desejam o bem a ti, na eternidade das aves, e a mim nesta vida efêmera; o mesmo que você desejava a todos nós em vida aqui na Terra: bem- te- vi.
(29.05.18)
A carta de Eloá.
Mamãe!!!
Não vi o arroz brotar na terra.
Mas vi a luta pela terra!!!
Não estive na luta pela terra.
Mas nasci da luta pela terra.
Não vi as casas de alvenaria serem erguidas,
Não vi a água e a luz chegar!!!
Vi a distribuição de cestas básicas para o povão, que luta todo dia por um pedaço de chão!!!
Não vi as escolas abrirem suas portas, mas vi crianças com fome de educação.
Não vi a terra ser desapropriada, para ser a casa do povo sem terra...
Não vi a mística, mas tornei - me a mística...
Em meu nome, escolas serão abertas, crianças serão educadas.
A luta será mais forte!!!
Em meu nome, o povo camponês seguirá de bandeira em punho, em busca de reforma agrária!!!
Não vi a reforma agrária acontecer, mas vejo que a luta vai continuar e que o povo tem a esperança no triunfo que virás...
Poema em homenagem a Eloá Vitória de Sousa Soares e em solidariedade aos acampados do acampamento 8 de Março - Piauí...
Sem mais nem menos, quando finalmente tomou a decisão de mudar. Quando ela finalmente se tirou de vítima e de coitadinha da cena, e se colocou como protagonista da nova história que iria escrever de novo ela superou. Agora ela sente um desejo enorme de coisas novas, de colocar em pratica tudo o que aprendeo com os erros passados. Ansiedade e ao mesmo tempo um pouco de medo, pra saber o que está por vir. E hoje eu só sente uma enorme gratidão por tudo que viveu, pois não foram só momentos ruins. Mas é que agora ela anseia por mais! Pois eu sabe que mereçe mais do que muitos estão dispostos a dar. Mas e daí, ela sempre supera! Como sempre, ta linda
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