Histórias de Tragédia
A vida nos ensina mais e alguns poucos mestres nos ensinam um pouco. Seria uma tragédia ignorar ambas as coisas.
A Tragédia do Paquistão
Que sonho foi brutalmente interrompido?
Como Malala o de um ativista destemido?
Como Sharif o de um Primeiro-Ministro?
Ou um cantor como Kamal?
E não há nisso nenhum mal.
Qualquer que seja o sonho
Foi medonho
O interrompimento do desabrochar
De meninas e meninos paquistaneses.
Pelo ataque hediondo.
A poesia estancou nas ruas
Da triste Peshawar
E a dor espalhou-se no ar
E nos corações de pais
Que nunca mais terão de volta
A visão do seu amor
Seu pequerrucho se assomar na porta
E gritar respondendo um “ei”.
Mamãe! Papai! cheguei.
A todo momento vemos pessoas sofrendo
Morte e tragédias são ocorrências diárias
Momentos felizes são quase malárias
Poderiam se espalhar com facilidade
Pena que não é assim
Nosso cotidiano é uma competição
Um querendo vencer o outro
Sem querer ver a felicidade
A todo instante somos forçados a esse tipo de situação
Corrupção gera infelicidade
Dinheiro gera qualidade
Violência gera genocídio
Gentileza gera gentileza
E felicidade gera espiritualidade
MORTE
Alguns acham que traz desespero
Tragédia
Comedia não
Talvez libertação
Passagem de uma vida
Para outra
Com e sem explicação!
O que eu faço é escrever sobre a tragédia que você me provocou, publicar que está fazendo bondade aos que precisam...isso não vai te levar a lugar nenhum.
O problema não são as tragédias, mas a nossa falta de sabedoria para tirar delas os tesouros que existem!
O subjetivo sempre deve seguir-se ao objetivo. A tragédia é que muitas vezes há pessoas que colocam o subjetivo antes do objetivo.
As maiores tragédias "amorosas", se vemos bem pela história, não vem do amor e sim da paixão, quando o cérebro dos envolvidos muda da cabeça para o meio das pernas. Alguns se escapam, pois devagar o cérebro desses vão subindo e se colocando no local correto, sem antes dar uma parada no coração.
Muitos estão assustados diante de tantos acontecimentos no mundo: tragédias, atentados terroristas, impactos na natureza etc., além da perda de valores e princípios entre a maioria dos homens. Estamos vivendo em um mundo cada dia mais egoísta, capitalista, intolerante, onde a falta de amor vai reinando.
O ano de 2015 está nos rodeando de fatos chocantes que nos leva a refletirmos como será o nosso futuro diante de tantos acontecimentos e mudanças de forma crescente. Se observarmos dentro do contexto bíblico é evidente que os fatos narrados sobre o fim dos tempos realmente está acontecendo. Se lermos no evangelho de Mateus Cp. 24, deparamos com a narrativa de fatos que já estão ocorrendo em nossos dias. Nessa diretiva é de grande obviedade que tais fatos venham aumentar com maior intensidade e frequência.
Jesus, o mestre do amor, veio nos ensinar e nos aconselhar para vivermos em plena felicidade nessa sublime passagem terrestre. Nas palavras de Jesus sobre o fim dos tempos, já é perspectivo e assustador à nossa geração está vivenciando grandes tribulações. É nítido aos nossos olhos enxergar que estamos caminhando para o ''princípio das dores'' aqui na Terra. Tudo está concorrendo para que dias de grandes aflições aconteçam.
Que possamos refletirmos sobre a nossa vida, sobre o que estamos semeando e abraçando no nosso dia-a-dia. Que possamos resgatar a nossa fé, o nosso amor por Deus, pelo próximo e semear boas sementes por onde passarmos.
''Não vos conformais com este MUNDO, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.'' Romanos Cp. 12: v2
''Crise, triste, sobre a mira dos rifle, perfeitos pra protagoniza a quinta tragédia de Shakespeare.''
Garçom, fecha a conta, por favor!
Já deu pra mim, já estou satisfeita de tragédias no mundo e de desilusões amorosas.
Estou cheia da hipocrisia e das falsas promessas ditas neste ano, acho que pra mim já deu!
Fecha a conta, garçom.
E se eu tiver que pagar, mesmo insatisfeita, eu pago o preço, afinal, tudo tem um preço, não é?
Na próxima visita, espero analisar direito o cardápio e escolher melhor. Não reclamar de barriga cheia e só pegar o que eu for capaz de carregar (esse é o certo). Na verdade sempre queremos tudo, e isso nunca é bom (nada em excesso é bom).
Talvez mudar de bar seja bom, procurar outros ventos e enxergar tudo diferente pode ser uma ótima escolha.
Mas como saber sem tentar?
Garçom, encerra por hoje, talvez eu tente outros bares por aí.
