Histórias com Moral da História

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⁠..."Os nossos amigos são documentos vivo de nossa história. O amigo é um cúmplice de qualquer história e em muitas vezes, o ator principal dela. Se você não teve um amigo, você apenas existiu, mas se teve acredite, você viveu." ... Ricardo Fischer.

Inserida por RICARDOFISCHER2013

⁠Donos da história

Alegoria, vidas de tempos.
Vidas de eras, vidas de outrora.
São tantos que se intitulam donos.
Ciúmes, crivo de cobiça.
O que diz a história.

Oh, quão lindo e puro.
Majestoso, pleno e seguro.
Que o arcaico construiu.
O paraíso, a criação, beleza milenar.
Sim, o que o homem não entendeu.
Cobiçou, padeceu.
Do paraíso saiu.

Não, não.
Sinceramente, o éden surgiu.
O éden reagiu.
Jesus, o paraíso que sempre existiu.
Digo sim, eu esse pequeninho.
Dores, prantos, sangramentos.
Vejam, deixa eu dizer.
Deixa eu testemunhar.
Todos os dias.
Do amanhecer, entardecer, adormecer.
Vem, rugindo a mim açoitar.
São tantas chicotadas.
Meus lombos, pesados troncos.
Ferido, acuado, coagido.
Sim, assim sou.
Fortemente perseguido.

Contudo, tens entrado no meu coração.
O que é perdoar, o que é perdão.
Quão tanta dor.
Ainda assim.
Não desisti.
Porque sinto, um fôlego diferente em mim.
Como se muitos estão desde criança.
Nas alças do meu caixão.
Tripudiando, alaridos sarcásticos.
Mas o meu coração pula.
Os leões, presas a gula.
Não sabem, que estou no trono.
Minha alma, meu coração tem possuidor.
O dono do amor.
Jesus é dono.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠RIVALIDADE EM MIRÍADE
Agora vou contar pra vocês, a história de um quarteto de três:
João nascido em Guaianases e Abel, filho do japonês.
Conheceram-se na adolescência, João com 37 anos e o nissei, cuja idade não sei.
Um tocava gaita, o outro dirigia ambulância.
O mais alto tomava cerveja, o mais novo gostava de melancia (que por causa do acento, não deu rima com ambulância).
Ensaiavam de madrugada, logo após o almoço.
O que chegava mais tarde ia embora mais cedo; e o mais velho da dupla (que ninguém sabe quem é), saía após o café.
Abel ganhou o nome do tio, e João levou o “til” no nome - ambos com quatro letras, mas João levava vantagem por ter duas vogais e um diacrítico, que indicava a nasalização. Ele costumava repetir isso, mas ninguém entendia a explicação.
Já, na numerologia, Abel era o mais importante, uma vez que o “B” significa 1 e o “L” representa o 8, e assim se forma o dezoito, que no jogo do bicho dá porco.
Suíno simboliza o Palmeiras, que empatou com o Ituano em 1998, o ano em que o Titanic ganhou 11 Oscar; daí a vantagem de Abel, que tem um primo chamado Oscar, que foi candidato a vereador em Itaquaquecetuba e teve 11 votos nas urnas.
Ainda com todas essas evidências, cientificamente comprovadas, João não se dá por vencido, e julga ser ele o mais importante, uma vez que casou-se na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no estado de Mato Grosso.
Cidade com 28 letras, se multiplicado por 3, dá 84, e 1984 foi imortalizado por George Orwell com um clássico da literatura mundial.
E ainda tem o fato de que João tem um primo chamado George, que trabalha como assessor parlamentar em Brasília (mas isso não conta, porque ele não deu conta de passar em concurso e foi nomeado em cargo comissionado).
Adriano Peralta – Escritor Latino-americano.

Inserida por Peralta71

⁠Houve um tempo onde os joelhos marcados contaram a história de um povo peregrino e confiante.

Inserida por JoaoCarlosTeixeira

⁠Uma vez na memória, sempre na história.

Inserida por LeviRamos

⁠Cada cicatriz uma história,a pele acaba sendo um livro,que esfoliando e folheando, contos serão contados.

Inserida por BrioneCapri

⁠Se você em algum momento tiver uma ideia, saiba que em outro lugar na história foi de um insight que não se perdeu na memória, que recebeu sopro e luz que deu origem a todas as maravilhas criadas pelo bicho humano.

Inserida por paulo_brasil

O amor e o medo,são sentimentos diferentes,mas ambos com o mesmo poder de mudar sua história⁠

Inserida por erick_fortinite

⁠Mesmo que ainda eternamente estejamos em construção, compreender a nossa história e a nossa missão até este momento nos possibilita a serenidade do pertencimento.

Inserida por diegoferrariterapia

⁠Escreva sua própria
história, deixa de ser
vítima, e seja muito feliz.

Inserida por amiga100juizo

⁠Todos nós morreremos um dia,a única diferença e que eu morrerei fazendo história.e vc?

Inserida por Humanbeing

⁠O problema, é que a maioria já olha pra pessoa com preconceitos, sem conhecer sua história, seu jeito e seu coração.

Inserida por evandro_zan

⁠O justo ouve os dois lados da história.
O tolo compra a primeira informação .

Inserida por ruth_melo

⁠Cada um no seu caminho, construindo sua história, aderindo valor ao que faz sentido em sua trajetória.
O respeito deve sempre existir pelas pessoas... não há nenhum dono da razão, tudo é questão de opinião. A sua forma autêntica de viver é inerente a você; o modo de como as pessoas vivem, diz respeito ao conceito delas; aprenda a lidar com as diferenças, viva a sua crença sem menosprezar as convicções alheias. Conquiste as pessoas com testemunho de vida, sem acusá-las em nada. Seja luz que reluz Cristo na sociedade. Faça a diferença onde você estiver.

Inserida por rogeriomacenaa

⁠Cada um de nós tem sua história, sua origem e circunstâncias. Cada um enfrenta suas dificuldades e vive suas vitórias. A vida é ilimitada em possibilidades e dimensões da conquista, da realização pessoal. Alguns chegam rápido em seus objetivos, caminham por estradas amplas, retas, sem a necessidade de se preocuparem e investirem tempo em outra coisa além da própria formação, aproveitam a estrutura oferecida e realizam seus ideais. Benditos sejam! Que sua estrela brilhe e seu mérito seja considerado, respeitado, são espelhos na sociedade. Outros caminham por trilhas mais distantes, às vezes precisam desviar o rumo almejado para atender outras demandas, ciclos que surgem fora dos planos e exigem renúncias, mas que felizmente findam. O tempo passa, porém, por deveras, um caminhante ainda está sujeito ao engano, achando que finalmente é chegado o momento de retornar ao centro da própria estrada, quando descobre que de uma demanda sanada outras se desdobram... Haja mais força, calma e resiliência para seguir caminhando. Por bem, a história da humanidade guarda exemplos de superação que inspiram a um cristão que ainda almeja seu lugar ao sol, homens comuns também conjugam o verbo vencer.
Quando penso nas voltas que a vida nos leva a dar, me vejo sorrindo, pois sei que um dia todos vamos lá chegar. Entre alguns tropeços, passos curtos e largos, entre aparentes desvios, trechos sinuosos e chão firme, vejo um fio que conduz à retidão e me convenço de que quem tem a dignidade como aliada está sempre caminhando no centro da própria história.

Inserida por bonazoni

⁠A pessoa legal com quem você vai viver uma linda história de amor pode estar no lugar que você acha que não tem o direito de estar.
Quantas vezes sua autoestima já te boicotou?
Já te impediu de ir a lugares e corresponder sorrisos?
Tem alguém especial a tua procura. Se permita.

Inserida por felippepimenta

⁠PARA MANTER VIVA A HISTÓRIA

SAUDADES DO MEU CABOCLO DOS OLHOS AZUIS!
E daqui a pouco será 6 de janeiro! Era no início de janeiro que os moradores de Olivença mantinham a tradição de ir à mata, escolher a árvore que seria derrubada para no dia 06 de janeiro serem dois mastros, arrastados por cordas, pelos índios e moradores (adultos e crianças) do lugar que foi integrado ao município de Ilhéus em 1912 (Aldeia dos índios dos padres) e que é Distrito Rural de Ilhéus.
Já morando no Pontal desde os sete anos de idade, vindo do Acuípe, meu pai em nenhum ano deixou de cumprir o seu dever, participando da “Puxada do mastro de São Sebastião”.
Nas noites dos dias anteriores, ele sempre saía embaixo do “Boi estrela” como chamávamos o bumba meu boi, acompanhado pelos zabumbeiros, os quais tocavam tambor, flauta, pandeiro e zabumba, indo de casa em casa. Era momento de arrecadar alimentos ou outra ajuda para o alimento e bebida a ser consumido na cepa(derrubada da árvore) que era recheada de mosquitos. Ir para a cepa era uma aventura. A hora que a árvore caía era de festejo.
Hoje, me lembro e sinto uma grande honra de lembrar do meu “caboclo dos olhos azuis” e sua fidelidade à essa festa, que infelizmente foi institucionalizada. Era tão natural!
Alteraram o dia, a nossa Olivença é invadida e a festa desrespeitada. Graças aos Machadeiros, a tradição não foi totalmente descaracterizada. VIDA LONGA AOS MACHADEIROS!
E lá vinha ele tocando o sino para anunciar a chegada do mastro. Atrás vinham os valorosos e corajosos homens, enfrentando a areia mole e desatolando o mastro, ao longo da jornada de 3km aproximadamente, que ficavam mais longos, pois tomados pelo cansaço paravam. Aos gritos de incentivo, retomavam a lida e avançavam. E todos cantavam alegremente
“Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão, puxa puxa leva leva o mastro de São Sebastião. Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão, Ajuê Dan Dão virou e Ajuê Dan Dão virá Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão...”
O “Ajuê” tem a pronúncia de “Arruê”
Entre um e outro refrão, Neguinha de Geísa e outras mulheres, tiravam os versos.
Os homens levavam o mastro até a porta da Igreja de N.Sra. da Escada e avançavam com as cordas até o altar. Essa prática deixou de existir quando foi iniciada a institucionalização por causa do desrespeito daqueles que vinham de fora e transformaram a festa religiosa em profana.
Lembro do meu pai, Everaldo Mendonça, indignado com essa alteração da tradição, relembrava o quanto antigamente era diferente, que a Praça era livre e só tinha os caboclos. Acrescentava dizendo que depois vinha muita gente fazer bagunça e fazer paródias desrespeitosas.
Agora, a festa acontece todo segundo domingo do mês de janeiro e este ano, será no dia 14 de janeiro de 2018.

AVANTE MACHADEIROS! Vamos manter vivas nossas tradições

Inserida por solilheus

Riscamos ⁠passos, cosendo nas linhas do mundo, a nossa história!
Convenhamos que muitos registros destoam no descompasso do que queremos apresentar como se não tivéssemos arriscado nada!

Inserida por BALSAMELO


O CONTO QUE NÃO SE CONTA
Cada história possui o lado que contamos e, aquele que ela por si só vai dizer.
Não seria diferente nesta que vamos agora prosear!
Em fins dos anos de 1960, surgia aqui no Brasil um sujeito que doravante vai figurar como protagonista de nossa narrativa.
Aqui, porque lá fora ele já dava o ar da graça, não sei se com o mesmo rosto. E, só agora, meio século de seu nascimento é que passei a conhecê-lo e ter meus primeiros contatos, afetivo e efetivo com ele, e tudo aconteceu, Plá, assim. Como um estalo. E me apaixonei. Claro, não sei se foi recíproco o sentimento. Mas foi amor, e amor à primeira vista. Quando ele me foi apresentado, logo chegou de mansinho, ali, tímido, conciso e integro. Pequenino porem forte, sua suposta timidez paradoxalmente trazia consigo muita definição.
Eu, que sempre fui amante da arte, alguma coisa mais, digamos romântica ou prosaica por assim dizer.
Fiquei embasbacado com a beleza e sutileza daquela persona.
A cautela me faz não querer contar nada a principio.
À medida que nossa relação se consolidava comecei a tornar pública minha admiração àquele jovem, de gênero ainda não bem definido aos olhos da crítica literária que ainda, salvo as exceções, permite-se negar sua identidade e seu lugar de pertença.
Digamos a pequena cidade de Guaxupé – MG. Onde nascera e, antes de demandar pânico à sociedade feminina Curitibana como O vampiro de Curitiba... Aquele jovem já se apresentava incorporado em Amanhã, Camila, A mal amada, o sabor do humano e outros. Todos, filhos dos pioneiros do grupo de Guaxupé.
Em 1969, enquanto eu dava meus primeiros passos à adolescência, o nosso personagem já estreava como protagonista e estrela de capa da Plaquete “Cadernos-20” publicada pela imprensa oficial de BH. E hoje somos efetivamente casados e com uma proposta de afetividade em construção.
Sobretudo esse moço que teve sua identidade havia anos, velada, possui nome, e é filho de Francisca Villas Boas e seus contemporâneos. Atendendo pela graça de Miniconto. Apesar de sua grandiosidade. Sendo assim, é, sim, um conto que se conta.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Na intensidadeda da loucura

Percebi meu jeito de ser

Como um livro

Uma história mal contada

Com rascunhos

E com páginas rasgadas

Inserida por Bode_Pecador