Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Diante dos meus olhos
Há uma ideia
É aquela antiga
A qual a um ano
E uns meses atrás tinha
E agora ela voltou
E nisto está o meu coração
Que bate por apenas
Uma única emoção
“O sermão há de ser duma só cor, há de ter um só objeto, um só assunto, uma só matéria. Há de tomar o pregador uma só matéria, há de defini la para que se conheça, há de dividi-la para que se distinga, há de prová-la com a Escritura, há de declará-la com a razão, há de confirmá la com o exemplo, há de ampliá la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências que se hão de seguir, com os inconvenientes que se devem evitar, há de responder às dúvidas, há de satisfazer as dificuldades, há de impugnar e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários, e depois disso há de colher, há de apertar, há de concluir, há de persuadir, há de acabar. Isto é sermão, isto é pregar, e o que não é isto, é falar de mais alto. Não nego nem quero dizer que o sermão não haja de ter variedade de discursos, mas esses devem nascer todos da mesma matéria, e continuar e acabar nela.”
(VIEIRA, Padre Antônio. Sermão da Sexagésima. In: Os sermões. São Paulo: Difel, 1968, v.VI)
Depois de um tempo percebi que há pessoas que são como uma brisa, passam por nós durante breve momentos e nossas dores ameniza. Outras são como tempestade, destroem tudo o que temos por não aceitarem nossa felicidade. E outras como o mar, trazem boas energias através do amor para nos salvar!
Há uma parte disso que dói. A parte despreocupada, normal. A parte de mim que se perdeu quando nos mudamos pela primeira vez e que nunca mais recuperei.
Ainda que exista uma flor, ainda há esperança. Olhe através de sua beleza, de seus pigmentos coloridos, do cheiro do aroma de seu perfume. E com isso abra o seu coração. Existe importância no amor, no amor único. Único, por quê só existe uma flor, e essa flor pode ser você!
Nitidamente há uma separação entre a velha sociedade que beira o abismo e a nova sociedade que busca incessantemente a luz. Enquanto numa deve-se ter curso de grosseria, falsidade e pilantragem para se adaptar às regras de um jogo sórdido, na outra, deve-se viver com empatia, entusiasmo e amor para manter o bem-estar de todos.
"Há duas coisas importantes para a construção de uma ideia: o silêncio e a fala, pois com o silêncio você desenvolve seu pensamento, e com a fala você dissemina sua ideia"
Você enche um copo com há água de uma garrafa, e ainda sobra água na garrafa, agora se você tentar encher vários copos, nenhum deles irá ficar cheio. Isso vale para o seu tempo, quando você tenta fazer várias coisas ao mesmo tempo, no fim, você não termina nenhuma delas.
Priorize o que é importante, há ponto de sobrar tempo para o que não for importante.
Há séculos a humanidade perdeu seu valor, o que vem à tona na internet nos dias atuais é só uma amostra da verdadeira realidade de quando a tecnologia não era de fácil acesso. O ser humano é cruel e perverso, a bondade e a pureza nunca foi para todos.
"Há um paraíso esquecido dentro de ti.
Busque-o! A felicidade é uma questão de persistência!
Há essência sagrada em teu coração.
Encontre-a! É a força divina que faz sua morada!
Há um Deus que te abençoa e ilumina.
Siga-O! É a luz e o caminho para ser feliz!
Ubiratan Oliveira de Souza.
O Meu Redentor Vive
Independente da Opressão, Frustração, Perda, só ha uma razão para se firmar, O Redentor vive e a ELE tudo é patente e nú e nada oculto aos seus olhos. Ele e a própria justiça. Advogado Fiel´. Jesus!
Tempos de Guerra
Vivenciamos uma guerra social. Há muitas maneiras de guerrear,,,
ALGUNS DE FRENTE, outros de JOELHOS em oração.
DEUS CONHECE NOSSOS ESFORÇOS, CAPACITAÇÃO E DELIMITAÇÃO, FOI ELE QUEM NOS PREPAROU e nos deu ousadia e coragem. É ELE quem nos garante a vitória, sempre.
Há viagens que são feitas com
uma única bagagem
O coração.Vem viajar comigo.
Te empresto o meu amor pra
você colocar em teu coração.
Ana.M
Há uma grande diferença entre ser o PRIMEIRO e ser o NÚMERO UM.
E uma diferença ainda maior entre ser o NÚMERO UM e ser o ÚNICO.
Quando o fim chega
Você tenta convencer a si mesmo que ainda há uma saída, que de algum modo tudo vai ficar bem.
As memorias felizes se tornam mais presentes, você lembra daqueles tempos querendo voltar.
você se esforça para sorrir e fingir que esta tudo bem. você diz para si mesmo...
Um belo dia...
Um belo dia...
Há alguns tempos atrás....
Já faz quase 20 anos...
Uma semente foi plantada...
Dois corpos se estremeceu
Os passarinhos...
Faziam parte da orquestra...
Gorjearam com alegria...
Anunciava ali...
Um amor de vendaval...
Após o mês de Carnaval...
O ato aconteceu
As nuvens se armaram nos céus...
Cobria o telhado de um encontro...
O céu se abriu....
Os pássaros cantavam na colina...
No geral....
Ninguém nessa época sofreu....
O sol que cobria de amor....
O nosso passado morreu
Ainda me recordo....
Daquela grande decisão....
Eu não queria mais ser....
O Mestre da ilusão....
Ser chefe pra mim....
É ancorar nos braços da minha amada...
Mas o que faltou....
Algo me desiludiu....
Os anos se passaram....
Deus me chamava...
"Vem cumprir sua missão"...
Foi por vontade própria....
Deixei a morte de lado....
Me fiz de homem da paz...
E esqueci toda perturbação...
Com essa atitude....
As trevas ficou abalada....
Todo lamento esqueci....
Agora...
Me vejo no destino certo...
Por ser assim....
Não roubei meu tempo perdido....
Sou de fato brasileiro....
Saudades foi um tom...
Colorido e em minha alma hospitaleira...
Não sei se meu nome ficará na história...
Se ficar...
Que seja então uma recordação
Seu sorriso me cativou....
Essa vitória não é só sua....
Ela é também minha...
Aos teus beijos me entreguei....
Não paguei aluguel....
E muito menos deixei um calção...
Com sabedoria estamos aqui...
Seremos agora a revolução...
Depois disso tudo...
Somos a própria dominação....
Pegue também aqui...
Segure firme em minhas mãos....
O teu doutor voltou....
Dois corações unidos....
Deus por sua caridade...
Amparou esse casal....
Somos nós...
Eu e tu....
Nossos braços são fortes...
Vamos viver em paz...
E pra toda nossa eternidade
Autor Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
