Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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As vezes o único desejo é viver sem esperanças, mas há sempre uma imaginação e desejo de que seja real.
Ser amado e amar, encontrado e encontrar, viver e descobrir, partir sem saber se vai voltar, escolher sem saber as consequências. A ambição do futuro, e o sentimento do passado, o sofrimento do presente e a solidão do agora, sucumbindo aos desejos vazios, e preenchendo o que era pra ter amor, com uma dopamina barata, amor vagabundos , e sentimentos falsos enquanto se banha na luxúria no ego e no egoismo.

⁠O Deus da "Graça" é o mesmo da "Lei". Se no velho testamento, há uma ideia que Deus é mau e que no novo testamento é bom, isso não é bem assim. Deus é o mesmo sempre. Deus de modo nenhum tolera o pecado. O salvo tem que morrer para o pecado. Depois que a pessoa é salva, não pode haver uma relação com o pecado.

Deus não tolera o pecado. Portanto muito cuidado. Temos que morrer, pela fé em Jesus Cristo, para o pecado. Se o "grão de trigo, não morrer, não dá fruto". Cristo morreu, pelo pecado humano, nós morremos com ele. Cristo ressuscitou, para nossa justificação, nós ressuscitamos com ele, pela fé.

A única diferença que há entre a "Graça" e a "Lei", é que na primeira alguém morreu em lugar do homem, na segunda o pecador morria logo se viesse a pecar. Mas em ambos os casos, sempre houve a Graça de Deus manifestada. No velho testamento os que foram salvos, foram salvos pela fé em Deus que justifica o homem. O fim da lei é Cristo. Sempre há uma morte. Que no velho testamento era a de um animal que simbolizava, a morte de Cristo. A realidade porém, encontra-se em Jesus Cristo.

Portanto não pensemos que Deus tolera o pecado. Muito cuidado, pois pode acontecer que alguém se queira arrepender e já não consiga ter arrependimento por causa do coração endurecido.

Quando você for destratado com atitudes e palavras, só há uma saída:
sair em silêncio e nunca mais voltar.

Há uma distância incomensurável, entre o que você pensa e o que você faz.

Há que seguir sempre ligeiro, que os paralelepípedos são uma constante da vida.

Quanto tempo dura um amor?
Talvez um dia, uma semana, um mês, anos, séculos?
Há quem diga que ele seja eterno
mas, somente enquanto dure
Eu acredito em todas as possibilidades
mas, há aqueles amores que duram uma vida inteira dentro da gente
Mesmo havendo outros "amores"
São aqueles, os quais vão nos acompanhar para sempre
E mesmo tudo der errado, vamos nos lembrar dele dando certo, mesmo q assim não tenha sido
São os nossos amores de alma
Amores os quais nos fazem melhores
Amores que nos deixam muito de si e que também levam muito de nós
Amores que nos modificam como seres humanos
Amores aos quais não sabemos viver sem, mesmo que seja só em lembrança
Amores esses nos quais nos encontramos em verdade
Eu o amei
Foi um amor daquele que nos bambeiam
Que nos fazem satisfeitos em nós mesmos
Eu o amei
E o amando pude sentir meu coração se expandir
Haviam momentos que até doía e parecia querer explodir
Eu o amei
E o amando vou carregar te comigo
Pq já não sou mais minha e sendo assim dou me o direito de ter um pouco de você também para mim
Por favor se cuide, e sendo assim também cuide de nós pois, a muito que deixei de mim aí em você.

A Urna Veio?

Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”

À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.

Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.

A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.

Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.

Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.

A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.

No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).

Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.

A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.

Há cada dia tenta fazer uma reforma intima na tua vida,floresce de sentimentos elevantes e arranca cada espinho que ferem a tua alma,pois somente o amor constrói,seja doce ,pois a doçura é próprio de almas elevadas que não se deixa contaminar-se pelos azedumes que a vida tem,seja luz e verás como serás feliz.

A busca

Há uma procura incessante na vida humana.
Um desejo de encontrar o inexistente,
para preencher o inexplicável.

Uma busca de se ter o que não se pode comprar,
para suprir o que não se sabe explicar.

Trabalha se muito para poder descansar,
num futuro distante,
que não se sabe se chegará.

Eu prefiro viver o presente,
este sabor diferente de se provar.
E já me dou por contente,
se amanhã ao sol nascente eu puder despertar.

Autor Cícero Marcos

Observe uma gota de chuva no vidro do carro.
Há apenas uma.
Veja-a com atenção.
Tente entendê-la não apenas pela sua visão, de dentro do carro,
mas também pela perspectiva dela —
que te observa estando dentro, e não fora.
Talvez ela esteja vivendo um momento difícil,
sabendo que, quando o carro seguir viagem,
precisará seguir o seu próprio caminho.
Ou talvez compreenda que, se o carro seguir,
ela já terá cumprido a sua missão.
A gota não controla o movimento do carro,
assim como nós não controlamos tudo o que passa por nós.
Ela apenas existe enquanto está ali,
fazendo o que pode.
Cumprir a missão não é permanecer,
mas saber a hora de seguir —
ou de deixar seguir.
Nem toda despedida é fracasso.
Algumas são apenas consciência.
A gota não é fraca por cair.
Ela é inteira por entender o seu tempo.
Porque nem tudo que vai ficar precisa ficar para sempre,
e nem tudo que vai embora perdeu o seu valor.

Se há uma palavra que exemplifica bem como podemos exercer o pilar dos mandamentos Daquele que veio como o Filho de Deus, essa palavra é fraternidade. Antes Dele era a essência em ser irmão, mas depois, o real exercício do "Amar ao próximo como à ti mesmo". Que este Natal nos transborde do espírito que leva consigo a arte deste amor.

Há uma linha tênue entre perseverar e teimar, entre delicadeza e simplicidade, entre doar e ofertar.
Quando soltamos a teimosia, o caminho abre; quando agimos com delicadeza, a mente descansa.
Doando amor, ofertamos acolhimento e compaixão por onde passamos.
Que hoje seja um recomeço leve e verdadeiro.

Uma gota, uma diferença
Na abundância, sem importância
Na seca, há esperança.


Elenir Cruz

⁠Há um ditado antigo que diz que "uma boa ovelha nunca berra", mas o pastor berra muito, e alto.

⁠Se há necessidade de uma guerra, que seja unicamente de legítima defesa, com o fim de salvar a própria vida, se não houver um outro jeito, civilizado, de se proteger. Fora isso, uma guerra, nesta altura da vida, é estupidez ou capricho pessoal de certos governantes.

Quando há corrupção na educação, o futuro de uma nação é comprometido. A corrupção desvia recursos que deveriam ser usados para melhorar a qualidade do ensino, infraestrutura e apoio aos estudantes.

Em você há uma áurea
de encanto e paixão,
ternura, inspiração,
desejo,atração, enfim...
Você é muito inteligente.
Eu, pobre poeta somente,
desejo seu abraço quente.
Mas você não é pra mim.
Você é linda e tem sonhos,
sonhos grandes, uma meta.
Você tem grandes ambições.
Eu quero apenas ser poeta.

Há uma revolução astronômica em mim, uma vontade louca de acordar todos que ainda dormem, de aprender, de seguir, de sorrir, de viver, de ensinar mais e mais. Sou o deserto fértil, o silêncio empolgado e calmo, sou o amanhecer e o entardecer! Sou o frio da mata, o calor dos ventos! Sou o sol, a lua, as estrelas, sou o Uno, e sou o todo! Sinto que me fundi na beleza do meu jardim 🔥 É... sei! Parece loucura, mas há uma revolução astronômica em mim 🔥 poucos saberão o que significa, mas aqueles que compreendem não só se despertarão na revolução, mas na rotação e translação! Assim é 🦋

Há uma sabedoria antiga escondida no silêncio. Quando começamos a colocar a vida em ordem, estamos realizando um movimento sagrado: estamos reorganizando não apenas tarefas e compromissos, mas emoções, escolhas, prioridades e até a própria identidade. Esse processo é íntimo. Ele acontece primeiro dentro, no território invisível da consciência. Torná-lo espetáculo pode enfraquecer sua força.

O silêncio não é medo; é maturidade. Ele protege o que ainda está germinando. Assim como a semente cresce debaixo da terra antes de romper o solo, nossos projetos e transformações precisam de recolhimento. Quando falamos demais sobre o que ainda está em construção, abrimos espaço para opiniões, invejas e energias desalinhadas que podem nos desestabilizar. Nem todos torcem por nós — e isso não é motivo de ressentimento, mas de lucidez.

Existe também uma dimensão espiritual nesse recolhimento. O silêncio nos conecta com a disciplina interior. Ele nos ensina a agir mais e anunciar menos. Quem verdadeiramente evolui não precisa provar nada; os frutos falarão por si. O barulho costuma ser a necessidade do ego de validação; o silêncio é a confiança da alma em seu próprio caminho.

Além disso, quando guardamos nossos processos, aprendemos a depender menos da aprovação externa. Crescer em silêncio fortalece a autonomia emocional. A proteção não está apenas em esconder planos, mas em preservar energia. Cada palavra dita é energia dispersa; cada silêncio consciente é energia concentrada.

Portanto, colocar a vida em ordem em silêncio é um ato de estratégia e também de sabedoria espiritual. É compreender que o verdadeiro reconhecimento não vem do anúncio, mas da transformação real. Quando os resultados aparecerem, não precisarão de explicação — serão evidentes. E quem torce por você continuará ao seu lado, mesmo sem ter sido informado de cada passo do caminho.

Há sempre um novo caminho, uma nova ideia, um novo olhar.