Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Querer é bom
Mas nada é
Pois no querer só há vontade
Como uma faísca da ação
Porém o querer
Acompanhado com a ação
De fato é
Pois te tira dos bastidores
Te empurra dos mundos dos sonhos
E te leva aos métodos
Para a sua concretização.
"Há aniversários que celebram apenas a passagem dos anos. Outros celebram a presença de uma pessoa cuja existência se converteu em bênção para os que a cercam. Nesses casos, não é o tempo que está sendo homenageado, mas a vida bem vivida. E uma vida bem vivida é aquela que, ao passar, deixa mais luz do que encontrou."
“Há momentos em que a maior sensatez da vida é permitir-se uma pequena e necessária insensatez.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há mais beleza em existir sem filtros do que em posar para uma perfeição que ninguém sustenta.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há uma crueldade social em chamar de força aquilo que, muitas vezes, é abandono institucional.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando há uma vítima vulnerável, a compaixão pelo cuidador jamais pode ser maior que a urgência de proteção da criança.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há silêncios que protegem a alma de transformar uma dor momentânea em decreto permanente.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Retrato Interior
Há em mim duas presenças que caminham lado a lado.
Uma ri, conversa, faz graça com o mundo, como quem dança leve sobre os dias.
A outra observa em silêncio, como quem escuta o eco das próprias emoções dentro do peito.
Eu aprendi cedo que sentir é também um tipo de linguagem.
Há sentimentos que não cabem em conversa comum,
então eu os transformo em silêncio, em pensamento, em palavra escrita.
Carrego dentro de mim uma casa feita de memórias,
onde vivem os afetos, as saudades e as perguntas que o tempo ainda não respondeu.
Às vezes me aproximo das pessoas com o coração aberto,
outras vezes recuo um pouco, não por frieza,
mas porque o cuidado também sabe ser discreto.
Sou alguém que observa antes de julgar,
que sente antes de reagir,
e que muitas vezes prefere compreender do que vencer.
Alguns verão em mim apenas leveza.
Outros perceberão que, por trás do sorriso tranquilo,
existe um universo inteiro de reflexões silenciosas.
Porque eu sou feito de duas partes:
a que vive a vida...
e a que também a contempla.
— Sariel Oliveira
A cada novo dia é sempre uma nova oportunidade de viver e conviver, há os que tirarão proveito e outros apenas passarão.
Existe uma diferença entre persistir e se desgastar insistindo. Persistência constrói quando há sentido.
SER PAI...
Há uma enorme diferença
entre "ter um filho" e "ser PAI" .
Ser pai, não é só dar comida,
roupas e moradia.
Ser pai não é morar junto ,pagar pensão
Ou ver os filhos todos os dias.
Ser pai não é só dar presentes,
levar pra passear , tirar fotos juntos
Ser pai é saber se fazer presente ,
é fazer de tua presença
o melhor presente para seus filhos.
Ser pai é ensinar a ser forte ,
Mas também a ser cuidadoso,
Ser pai é educar com exemplo
não só com palavras e punições .
Ser pai é ser herói, é ser ídolo ,
ser melhor amigo, ser professor ,
ser mestre e ser educador .
Ser pai é ser firme porém compreensivo,
é ser duro mas também ser amigo
Ser pai é fingir que perdeu
Só pra ver teu pequeno feliz,
más é também ensinar
que na vida nem sempre se ganha
Ser pai é voltar a ser criança
para se divertir com seus filhos
sendo adulto para garantir
o bem estar deles .
"PAI" não e um titulo,
não é um nome,
ser pai e um dadiva,
um presente ,uma benção
Que só os pais de verdade
sabem valorizar
O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos
Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.
Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.
O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.
O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"
A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"
São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.
Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.
A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.
Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.
Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.
O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.
Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.
É aqui que ocorre a confusão.
Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.
Pertencem ao campo da propriedade.
Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.
Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.
A propriedade não é um salário. É um direito.
O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.
A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.
A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.
Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.
Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.
Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.
A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.
Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.
Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.
Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.
As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.
Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.
Pelo contrário.
Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.
O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.
O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.
O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.
O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.
E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.
Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.
E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.
Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.
A propriedade privada é legítima?
Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.
Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.
Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.
Torna-se moral.
E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.
Há uma dor que é pleonasmo,
intangível, impalpável.
Uma dor que dilacera, que usurpa, plorifera.
Há uma dor invisível, indivisível.
Que subtrai, subtrai, traindo.
Amor pequeno
No nosso pequeno momento há uma perfeita sintonia
Busquei respostas em seus olhos e fui me perdendo
As vezes me distraio num tímido e contagiante sorriso
E não sei negar o quanto te desejo(é mais que desejos)
Com lábios doces e provocantes num belo tom vermelho
Olhar instigante e penetrante como se naquele momento
você me invadisse todo o meu corpo ao seu.
Em minha mente...
Fica provocando minhas mais profundas sensações
Nas suas carícias me perco e me entrego lentamente
Deixando seu calor me aquecendo toda
Sem deixar um rastro de dúvidas dos seus desejos
Acendendo dentro de mim aquele esquecido sentimento
Com o despertar do dia seguinte fica tão indiferente,mais fria,e foge de mim.
Como se pudesse fugir de tudo o que eu sinto ou de todo que você ousa sentir
E depois de partir eu já não sou a mesma,eu sei
Volta em mim todas as tristezas que por entre nossos momentos eu simplesmente esqueço
“Há uma diferença entre pensar e compreender. Quem sofre pensa na dor; quem compreende começa a atravessá-la.” — Os`Cálmi
"Há uma diferença fundamental entre compreender uma virtude e vivenciá-la ao longo da existência. Conhecer a virtude ilumina a mente, mas somente sua prática constante tem o poder de transformar a vida."
Em toda mulher há uma beleza
E esta beleza, quando reconhecida
Se torna a anarquia de muitos homens.
Há uma riqueza infinitamente maior do que a fortuna roubada dos políticos: é a integridade e a paz de espírito dos justos. 08/11/2025
Quando há uma dinâmica de guerra entre o casal, o clima pode se intensificar e ter um final trágico.
