Fiz de Mim o que Nao Soube
Se alguém não soube me valorizar quando me teve, por que eu deveria voltar? Escolho me dar a chance de conhecer alguém novo, alguém que enxergue meu valor desde o começo. Meu coração merece recomeços, não retrocessos. Mereço mais do que quem não soube me valorizar.
NÃO SOUBE VALORIZAR O MEU AMOR
É negah!
você simplesmente me abandonou...
Também, culpa minha que não soube valorizar o teu amor...
Mais sei que tua felicidade é uma certeza..
Pena que a minha se acabou em tristeza...
Esse seu amor tão lindo, que eu não soube valorizar...
E eu ainda não intendo, como eu consegui te machucar...
Você sempre bela me ensinando a amar
E eu um idiota como fui te magoar
Talvez faltou mais de mim pra valer
É isso que fez me afastar de você
Meu orgulho falou mais alto que meu coração
Me causando só decepção
Você apenas seguiu o seu caminho
E eu fiquei parado, perdido, sozinho.
Por sentir
Desejei falar-te o meu sentir
E lhe expressa “o meu amor”,
Só não soube o que dizer
Nem mesmo soube como agir.
O amor é mesmo assim,
Não se fala o que se sente
Ele mesmo se expressa
O que se sente por viver...
É como eu fico junto a ti,
Não lhe sei o que dizer
Nem mesmo sei o que fazer...
O meu desejo é simplesmente amar você!
E se me vir comigo estar
Sentir-se-ia esse amor a transbordar,
Pra fazer do teu querer
Em amor por mim se transformar.
Edney Valentim Araújo
"Mudar quem você é só porque uma pessoa não soube valorizar é como mudar de casa só porque uma pessoa que te visitou falou mal de onde você morava. O problema não é a casa, e sim a visita. Mude a visita e mantenha a casa como ela estava, porque uma hora vai ter alguém que vai saber apreciar o seu lar".
Já soube o que é ser amado!
Nem estava preparado, mas soube.
E hoje, já não me sinto...
Não com a mesma intensidade,
Amor de verdade, um dia também acaba
Amor de verdade, tem prazo de validade.
Tudo pareceu um filme
Não tenho o que pensar
Só soube apreciar
Sei que não errei
Meu espírito está leve
Flores sintéticas
Eu não sei cuidar de flores.
Nunca soube a medida certa de água,
o quanto de sol é demais,
o quanto de sombra é abandono.
Mas sempre apreciei as flores plantadas,
raízes firmes,
folhas dançando ao vento,
vivendo no tempo que lhes pertence.
Há quem as queira em vasos,
presas à ilusão de um cuidado constante,
mas eu prefiro não arrancá-las.
Prefiro vê-las ali,
onde escolheram nascer,
onde pertencem sem precisar provar nada a ninguém.
Flores colhidas vivem menos,
morrem lentamente entre dedos ansiosos,
em jarros de vidro,
em promessas que nunca chegam a desabrochar.
E eu, que já vi tantas flores morrerem fora de casa,
prefiro guardar apenas a lembrança
do perfume que nunca precisei roubar.
Se não sei cuidar,
que pelo menos eu saiba admirar.
E deixar que fiquem onde devem estar.
Não ignore o fato entre o que você soube, e o que você sabe: uma coisa é o que te contaram, a outra é o que de fato você compreendeu.
As desventuras podem ou são proporcionais àquilo que você não soube avaliar antes de começar a caminhada.
Sob um estado de desespero, não soube agir - andei gritando e gesticulando; não consegui me valer dos argumentos ditos outrora com muita calma, paciência e serenidade...
Para quem teve a sorte e não soube aproveitar! Que tal um pouco de azar para relembrar da sorte que deixou escapar...(Patife)
Não soube mais
notícias do General,
Só que de saúde ele
ainda deve estar mal.
De susto em susto
não há ombro
que se recupere,
Onde até transformaram
o ar em artigo de luxo.
Um poema ao dia
me diz que faz a cela
menos apertada,
Mesmo que ele, tropa
e você não me leiam.
Não faço ideia de
qual será o final,
Mas aqui há versos
para lembrar
dos 46 membros
da Guarda Nacional.
Sansão foi separado por Deus desde o ventre, mas não soube usar o livre-arbítrio dado por Deus e se perdeu nos desejos do seu coração. Não basta ter um chamado, é preciso ter caráter para sustentá-lo.
O nativo sempre soube que não podia esperar nada do outro lado. O trabalho do colono é tornar impossíveis quaisquer sonhos de liberdade do colonizado. O trabalho do colonizado é
imaginar todas as combinações eventuais para aniquilar o colono. No plano do raciocínio, o maniqueísmo do colono produz o maniqueísmo do colonizado. À teoria do "nativo como mal absoluto" corresponde a teoria do "colono como mal absoluto".
