Filha mais Velha
Não se trata de subir, velho ídolo mental desmentido pela história, velha cenoura que já não engana o burro. Não se trata de aperfeiçoar, de decantar, de resgatar, de escolher, de livre-abitrar, de ir do alfa ao ômega. Já se está. Qualquer um já está. O disparo está na pistola; mas é preciso apertar o gatilho, e o dedo está fazendo sinais para fazer parar o ônibus ou qualquer coisa assim.
A poesia e minha velha amiga
Sempre nos encontramos na hora do café
Senta comigo , me diz coisas sobre a vida
Reflexivas, quem ouve todo dia
sabe que ela tem muito a contar
As vezes me faz rir
As vezes me faz chorar
As vezes me faz amar
Só nao tem o dom para me fazer odiar
Observo ela, a descrever tudo que cabe em seu olhar
O gosto doce do café, brinca e descreve lentamente de acordo com o vivenciar
Do açúcar a água
Da água ao pó
Me faz entorpecer de café
Igual me faz escutar
mais do que posso falar
Autor: Kleyton Souza
(...) Soledade, pode ou não ser uma conseqüência de uma grande e velha decepção, ou opção, senão um estado de crise existencial...
Sentido pra quê?
Estava eu caminhando em minha bicicleta quando avistou uma velha surda de quinze anos com seus fones de ouvido gritando muito baixinho para um cadeirante correr atrás de seu cachorrinho de madeira enferrujado, pensei: Sentido pra quê?
Achei engraçado e continuei pedalando o meu patinete, passei próximo a praia e percebi que o rio estava bem limpinho e até bonito com aquela cor verde cintilante, os peixes boiavam de alegria, fiquei contente e segui meu caminho dirigindo, cheguei em um aeroporto e avisto um trem no trem de pouso e percebi que um maquinista cego contava muito dinheiro, eu achei engraçado, me perguntei: Sentido pra quê?
Seguindo meu caminho cheguei no cais, pensei em pegar um ônibus para ir em um show de rock ouvir um pouco de MC Livinho, por que adoro rap, então peguei o avião para São Paulo, achei o sotaque dos cariocas engraçado, fui direto para o show de rock, e olha só, tocou rock, e nada de funk, pensei sentido pra quê?
Preferi ir pra casa, era pertinho a uns cem quilômetros, chegando em casa deitei para comer e logo depois, sentei para dormir, e nesse momento eu acordo desse sonho caindo da cama, achei engraçado e pensei: Haha, agora entendi.
Moral da história: Procurar sentido em tudo ou na vida, vai tornar a sua vida monótona e sem graça e apenas no momento certo você vai entender o que está acontecendo.
Confiar em Deus é ter uma fé que não se cansa! Pelo mérito de sabedoria adquirida, pra cada velha cicatriz uma nova esperança.
Nosso destino é assim, perdemos para ganhar... Perdi você, irmã mais velha, mas ganhei um anjo novo...
Velha poesia em novos poemas
Passamos o tempo curvados
Um olhar fechado
Nossos caminhos despercebidos
Olhar focado
Pequenas telas são o mundo
Nelas estão todos
Eu vejo e sou visto
Estamos cheios de tudo
Conectados a todos
E vazios
Ansiosos, distantes do importante
Somos crianças em um mundo novo
Aprendendo um novo caminhar
E de fato, nossos joelhos estão meio ralados.
Se nesse novo mundo existem dores
Vez ou outra ha amores
Amizades distantes, tão perto no tocar da tela
O mundo vasto e menor que uma janela ou uma gaiola
Um incompreensível novo mundo
Emaranhado de hiperlinks, hipertextos, tags, cálculos binários
Tão atraente espaço inexplorado
Onde muitos amores morrem
Outros amores nascem.
“Recordações”
Acende em minha memória...a velha roda d'agua girando, aquela luz quase apagando e o velho balanço que ainda pende, naquela àrvore frondosa em frente ao alpendre. Uma menina magra e traquina correndo pelos campos entre flores pequeninas e seu canto.Só não me recordo de tristezas , nem de prantos, que agora dos meus olhos sinto escorrer, de saudades das tardes de verão e de seu encanto.
"Novos habitantes"
Uma nova vida se juntará,os antigos habitantes desta velha terra receberá em seus colos mas uma nova vida
A estrela cadente será contemplada por mais um olhar,a neblina deixará mais uma visão embaçada,novas palavras serão escritas sobre as areias das praias
Depois das várias repetições das quatros estações,em fim o restante do mundo tirará sua próprias conclusões sobre cada um de nós
Antes de acreditar mais uma vez no amor ou agora preferir duvidar que realmente existe sentimentos verdadeiros,o rapaz já teve certeza que foi amado por alguém ,a menina já teve uma doce sensação de ser única quando suas leis foram obedecidas por alguém
Um dia ainda saberemos quem errou menos,quem foi julgado por sempre escolher dizer a verdade ou quem jamais será apagado da memória por preferir se esconder atrás de todas as suas mentiras
Cada um construirá seu castelo de areia,alguns perecerão pela ventania de fim de tarde,outros ainda permanecerão de pé,os quatros ventos não será capaz de derrubar a sua luz
Pregam que somos os filhos do amanhã,mas sempre dizem que estamos colocando as nossas vidas em perigo á todo instante
Sabemos que todos os erros que cometemos serão esquecidos apenas por um momento,na noite seguinte eles serão lembrados
Sabemos que todos os erros que cometemos serão esquecidos apenas por um momento,na manhã seguinte eles serão lembrados
-Eu sou ateu.
Por conta dessa frase a velha, que o garoto ajudou a carregar as compras, jogou uma pedra nele, o seu pai virou a cara, seus amigos o chamavam de satânico e o mendico, que ele sempre levava comida, o deu um soco na cara e um chute na barriga
Será que Deus quer isso?
Usando a razão amo a solidão...
Inerte atrás de minhas muralhas de Pedras com minha velha amiga solidão,lembranças se misturando entre os livros e falsos sorrisos ... aprendendo a cada segundo que nunca esquecemos apenas nos damos o privilégio de nós calarmos...
entre um cigarro e outro me perco no labirinto da lembranças contidas escondidas e embriagadas pela razão de um tolo homem que um dia já amou e deixou se afogar...
A palavra de ordem é:
Reconstrução
Satanás destruiu a velha criatura através do pecado. Mas, o projeto de Deus é reconstruír a nova criatura em Cristo Jesus. Creia!
Pense nisso...
Pr. Valdemar Fontoura
Quando a poesia habitava em mim > Eu, o rouxinol e a velha laranjeira
(...) Foi quando morei na casa do pé de laranjeira.
Onde em seus galhos um rouxinol cantava tímido e melancólico
À noite, a lua entrava lenta e cuidadosamente através da janela de ferro,
E como se compadecesse de mim, acariciava minha face com o seu brilho prateado.
Compartilhando um pouco da luz do sol que dele recebera
Ouvia - se musica no ar da noite,
Eu agarrava - me as suas notas,
E com um pouco te tinta num papel às materializava em poesia,
Uma sinfonia que só a laranjeira e eu podíamos ouvir... Ela dançava e eu voava.
Nesse momento já não era mais o rouxinol que cantava, mas acredito que repousado a cochilar nos galhos daquela velha laranjeira, ele também podia ouvir aquela música no ar.
A mídia está agindo tal qual velha coroca, fofoqueira de janela, que incentiva briga entre amigos, parentes e conhecidos.
