Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Borboleta errante.
Eu vi borboletas voando em duplas.
Depois de um tempo, só uma voltou.
Bem-vinda, borboletinha, ao meu mundo.
De possuir o céu,
de voar sem rumo,
de amar o prumo torto da vida,
de ter a esperança, perdida,
de encontrar nesse quintal mundano,
a outra borboleta que errando,
foi com o vento, passear.
Voltando ao passado, me pego pensando em como eu queria voltar no tempo e tentar fazer um jogo diferente... Hoje você está com seu caso aparentemente feliz e eu... eu... eu to vivendo ou tendo viver cada dia como se fosse o ultimo, como eu queria que esse ultimo dia fosse com você.
E hoje? hoje... hoje você me odeia e nem se quer olhar na minha cara você tem coragem. isso me quebra e me desaba em vários sentidos, saber isso automaticamente acaba comigo.
Mais saiba que foi você minha onira...eu nunca vô esquecer
E perdão por não te proporcionar uma vida feliz.
Te amo eternamente simplesmente por você ser o que é!
Queria tanto te ver, quem sabe um dia.
Eu sou aquela mulher que sonha além do tempo ! Que vive o riso, que sente a alma. Eu sou aquela mulher que se mostra, se desnuda...arranca as vestes e se joga !
28/06/2017
Eu jogo fora uma hora por dia pelo menos deitado na cama. Depois eu
desperdiço tempo brisando. Desperdiço tempo pensando. Desperdiço tempo
ficando quieto e sem falar nada, por medo de gaguejar.
Eu queria a morte,
num berço de palha receber
construído às minhas mãos
moldado pelo tempo
instaurado ao acaso
cultivado nesse chão.
Por que é que falamos da morte?
como o fim de toda beleza,
como o resto do homem nu
a testar a natureza
Esse homem que come cru,
o prato da finiteza.
Como se a vida tivesse fim,
como o caos instaura a ordem.
Pois, dos Gregos aos Troianos,
Judeus aos Muçulmanos,
Russos, americanos,
nenhum ser chegou olhar
muito menos a dizer
que sua vida assim chegara,
ao fim do próprio ser.
Sabe o que eu queria de verdade? Poder voltar no tempo. Fazer muita coisa diferente. Mas será que eu saberia fazer diferente? Ou cometeria os mesmo erros?
Janaina Caetano
Os dias nos quais eu passei foram felizes e de repente, em minutos, segundos se apagaram no tempo.
Não perdi nada, só pensei que o tempo era eterno e era sempre meu...
Você pode dizer, eu odeio Deus e ao mesmo tempo sentir o amor dEle, lá no fundo do seu coração. Deus é isso, amor incondicional, Ele não tem inimigos, pois criou tudo o que existe, e tudo o que Deus criou, Ele criou com amor.
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
Eu me vicio em pessoas.Quero ficar perto o tempo todo, sentir o cheiro, apertar a mão, abraçar, beijar, lamber,chupar. Mas quando não estou bem ou sinto que não serei uma boa companhia, não quero ninguém perto de mim.
lua eu te peço ilumina essa noite
pois carrego a tanta saudade
pra pouco tempo vivido
ilumina nossos caminhos
Ilumina o amanhã
mais não deixa se quer
eu parar por aqui
Teu orgulho serei
o que vos não pode eu farei
Com o passar do tempo, esse mesmo que é contado em horas, eu senti uma enorme necessidade em me isolar. Me isolei para preservar o pouco sentimento bom que ainda habita em mim. Eu era um ser bom, era um ser que agradava aos olhos do encantamento, roubaram de mim e me fizeram crescer... Como dói ser gente grande, nessa terra de Gigantes indomáveis.
Eu gosto de sonhar..
de dia,
de noite,
sonho sempre..
o tempo todo..
a qualquer hora.
E gosto de sonhar mais o futuro do que as histórias do passado!!
..
Eu Me Arrisco, Corro Traz, Até Dedico boa parte de meu tempo tentando conhecer novas pessoas poque as vezes me bate essa vontade.mais é só conhecer, e elas Levam Apenas um minuto pra me decepcionar.
Trago comigo a lembrança
Do tem que eu era criança
Do tempo que o povo tinha esperança
A palavra tinha valor
Tudo tinha outro sabor
O mundo chorava menos de dor
Naquele tempo tinha mais amor
Hoje está tudo diferente
É só dor e sofrimento
É só pranto e lamento
Mas um dia espero tudo mudar
Que as pessoas de novo possa se alegrar.
