D.R.L.

Encontrados 5 pensamentos de D.R.L.

É pouquíssimo provável encontrar, pelas matas da sociedade, um elefante perdendo-se nas gargalhadas.

D.R.L.
Inserida por eggon

óh, Preto...
o teu líquido que da arabia fez-se sagrado
E que faz dos Áries da Etiópia mais vívidos
Preto como o povo de vossa origem
És tropical como as Índias da terra nova
Da província francesa até a terra da Árvore Vermelha,
Na terra dos Santos mais diversos,
Que enfim começa na destruição, negra
A cultura desvairada, mas
Derradeira faísca, Amazônia, Deusa grande!
A negritude, como esse fruto de 1727,
preto como o povo:
Convergiria já a vã coincidência?
Cinza Mascavo,
Negro Café
Negro Povo sempre ali,
Negro Carvão vegetal,
Pretos olhos dos Barões.

E quem diria, agora preto óleo?

Mas só no fim se, não, vê cor
és o branco amarelado do globo do Escravo,
sua palma que trabalha também
O branco do açúcar refinado,
que o francês adoçou sem permissão dos donos do Kahwah

D.R.L.
Inserida por eggon

A vida se desvaira nas multidões
O planeta gira em torno do tempo
Os pássaros viajam ao longo do firme vento
As árvores crescem ao tempo sem fim
Os pensamentos se arriscam na natureza selvagem
As montanhas comem o medo do desespero
A vida se consome na chuva que cai, que somente cai

D.R.L.
Inserida por eggon

Os dias passam
voam
gritam por deixar ficar mais um tempo
como crianças que não conhecem da vida
como sábios que demais sabem do mundo

D.R.L.
Inserida por eggon

Eu queria a morte,
num berço de palha receber
construído às minhas mãos
moldado pelo tempo
instaurado ao acaso
cultivado nesse chão.

Por que é que falamos da morte?
como o fim de toda beleza,
como o resto do homem nu
a testar a natureza
Esse homem que come cru,
o prato da finiteza.

Como se a vida tivesse fim,
como o caos instaura a ordem.
Pois, dos Gregos aos Troianos,
Judeus aos Muçulmanos,
Russos, americanos,
nenhum ser chegou olhar
muito menos a dizer
que sua vida assim chegara,
ao fim do próprio ser.

D.R.L.
Inserida por eggon