Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Como deixar de incomodar,?
Xavier desculpava - se a cada palavra proferida,
Sentia - se o incomodo encarnado.
Era louco ou terrívelmente lúcido?
Hoje sei que o pouco que sei faz de mim um alguém...
contudo, ontem me sentia um ninguém...
independente de "quem seja quem"...{é FODA!!}...
Coisas da vida
Ana namorava Paulo desde os seus treze anos, agora com quinze, sentia que seu namoro não ia muito bem. Era difícil conciliar namoro com estudo, principalmente às vésperas do vestibular. Ana quer o curso de design de moda, porém quem olha suas vestimentas: uma blusa folgada, que parece ter vindo dos anos de sua avó, um jeans rasgado e uma bota surrada, imagina que esse mundo fashion é totalmente desconhecido para ela.
Paulo não se apaixonou por Ana, por causa de sua aparência, mas sim pelo seu bom humor e sua alegria pela vida. Mas agora, parecia que essas qualidades já não eram suficientes para ele. Sendo um rapaz bonito era constantemente assediado por outras garotas, porém nunca chegou a trair Ana. Contudo, depois que a namorada se afastou, devido aos estudos, Paulo tem se sentido atraído por uma menina nova que chegou a cidade e ela, por sua vez, também demonstrava interesse por ele.
Essa menina se chama Marta. Ela havia se mudado para a cidade porque o seu pai fora transferido da empresa onde trabalhava para uma de suas filiais. Não se sabia muita coisa ao seu respeito, apenas que era desejada pelos rapazes da escola e odiada pelas meninas. Não se pode negar que ela é uma garota de atitude, sabia o que queria e fazia o possível para conseguir e neste momento ela desejava o Paulo.
Ana marcou um encontro com seu namorado em uma pracinha perto de sua casa onde eles costumavam se encontrar. Esperou durante uma hora, mas ele não apareceu. Ela ficou intrigada, Paulo nunca havia faltado a um encontro, apreensiva foi em direção a casa dele, pensando que talvez tivesse acontecido algum acidente. Porém logo que chegou seu susto foi ainda maior.
Paulo estava aos beijos com Marta. Ana sentiu um misto de raiva e dor como nunca sentira antes. Rubra de ódio bramou:
- Paulo como pode fazer isso comigo?
- Não é nada disso que você está pensando, deixe-me explicar.
- Não é necessário. Minha visão é perfeita. Não quero ver você nunca mais na minha vida.
Com isso, Ana foi embora aos prantos. Chegando a sua casa subiu para o quarto e chorou a noite toda. Não frequentou o colégio durante uma semana. Pouco tempo depois, Ana ficou sabendo de um curso de design de moda em Paris. Ela se inscreveu e ganhou meia-bolsa. Após concluir o ensino médio, foi estudar em Paris.
Estudou durante quatro anos, tornou-se uma design famosa, tornando-se uma mulher madura muito diferente da adolescente que fora um dia. Sua vida agora era em Paris. Um belo dia recebeu um telefonema de seu pai dizendo que sua mãe estava muito doente. Desesperada, Ana pegou o primeiro avião que iria para a sua cidade natal. Quando chegou encarregou-se de providenciar o tratamento no melhor hospital da região e aos poucos sua mãe foi se recuperando.
Depois de passado o susto, Ana aproveitou para dar uma volta na cidade e acabou reencontrando Paulo, seu amor de adolescência. Paulo ficou encantado com a nova Ana, estava mais bonita do que se lembrava. Ficaram conversando na cafeteria da esquina, relembraram o passado com muita alegria. Ao se despedirem Paulo não se conteve e perguntou:
- Se eu te dissesse que nunca deveria ter lhe deixado o que você me diria?
Com uma sonora risada ela respondeu:
- O problema não foi você ter me deixado partir, seu erro foi nunca ter ido atrás de mim.
Com isso, Ana foi embora, enquanto ele a observava partir, arrependido de ter magoado a única mulher que verdadeiramente amou na vida.
Hoje começo o dia já me emocionando.
hoje antes de acordar já sentia o cheiro do cuscuz no fogo, também sentia preguiça.
E hoje mais uma vez, senti a coisa mais fantástica que alguém pode sentir.
Receber um abraço pela manhã de sua mãe, acompanhado um beijo no pescoço, e de um Eu te amo.
Não que ela nunca tenha me dito isso...Não que ela nunca tenha deixado duvidas disso...
Mas por também ama-la, e muitas vezes não conseguir demonstrar com tanta facilidade.
TE AMO MÃE, PRA TODO SEMPRE!
Ela que se dizia esperta, cheia de planos e conceitos, na verdade sentia um vazio enorme dentro de si. Então se olhou no espelho e viu a criança boba com laço amarelo na cabeça que nada sabia da vida e tanto queria explorar. Ela era tão pura quanto os olhos amendoados. Olhou-se no espelho e enxergou exatamente o que queria ver: O começo. Ela queria ser aquela menina boba que desenhava balão no caderno da escola, que decalcava coração grande e o pintava de vermelho sem pensar nas cicatrizes.
Ela sabia que seria a melhor noite de toda sua vida. Naquele momento, ela sentia algo que nunca tinha sentido antes. Por ninguém.
E ao descobrir isso, tão claramente, ela colocou suas mãos sobre os cabelos daquela mulher, num gesto de sim. Mas quem disse que aquela mulher a queria? “Era apenas uma aposta, lembra?”.
Minha alma estava leve,sentia como se estivesse flutuando pelo espaço,pensando em como o amor nos fazia ficar bobos,e em algumas coisas mais que existiam além do meu pequeno mundinho.Coisas que ainda estavam por vir,em quantas pessoas conheceria,quanto lugares viajaria,e tudo,tudo isso me iluminava a alma de um jeito inexplicável,radiante,misterioso…Sorri e fui correndo ao meu destino.
Ele ouvia...
Chuva cair sobre o telhado
Ele sentia...
O vendo leve, gelado
Ele queria...
Ver a neve pintando de branco, o verde gramado
Ele sabia...
E como, sonhar acordado
Sentia-se soterrada, como se houvesse quilos de concreto em cima dela, gritava, mas absolutamente ninguém a ouvia. Naquele momento de solidão lembrou-se de que construiu sua vida em cima de um terreno ruim, e agora só lhe restava chorar por seu severo e infortuno desabamento.
" A mulher acreditava-se feliz, sentia-se bem vida e consigo mesma.
Senti-se importante, imprescindível e indispensável.
era orgulhosa, e sentia orgulho dos elogios que rece
bia. quanto egoísmo mas á vida ensina."n
E o amor que a gente sentia um pelo outro se foi, junto com o café frio que escorre pela pia suja ao encontro de outros cafés frios de outras pessoas que perderam o amor da sua vida, como eu, num dia tão triste que se chamou desamor.
Há tempos atrás alguém me disse que sentia muita falta de A, B, C e etc. Percebendo que xx mal se escutava, tamanha a sua angústia, respondi-lhe brevemente, a fim de que, ao menos algumas poucas palavras lhe devolvessem um mínimo de calma. Falei-lhe que aquilo era apenas um momento e que tudo melhoraria. Pudesse ver xx novamente, dir-lhe-ia que ninguém constrói castelos no ar ou sobre a areia movediça. E que, por mais doloroso que seja e quando não há alternativas, melhor do que se agarrar a falsas presenças é agradecer pelas ausências sinceras. Nem sei se me entenderia, mas lhe lembro os olhos e o olhar, jovens represados não a pedidos. E represas humanas entre imberbes limites sociais é um dos principais ingredientes para geografias e histórias onde as pessoas são muito mais julgadas do que os seus próprios atos; talvez fatos...
Num cubículo grande
que virava a esquina
se sentia pequena, claustrofóbica
novamente... sozinha
Se esforçava para entender o problema
ainda era ingênua, com tantos porquês
apontando para sí, errava a direção
passar em branco, não iria resolver
Quem sabe permitindo-se sentir
um novo começo cruzaria finalmente
algumas experiências, outras escolhas
ter atitudes condizentes
Quer tentar mudar
mas não sai da cômoda escuridão
o agora está aí, e ela se assusta
o tempo passa, as horas se vão
Cerca-se de estranhos
porque cansou de ser única
sente o peso de uma decisão
não admite ser mais uma miúda
Saindo das sombras
tão serena e firme
todos os olhos conversam entre eles
Não a julge, não a subestime!
Sua boca era minha confusão. Em seus lábios me sentia em uma intensa rebelião, de sentidos, de sorrisos e de verdades. Tudo o que eu tinha como concreto, perto de ti se desfazia, e se transmutava em perguntas. E as poucas respostas que possuía, você as consumia, com apenas o roçar de sua língua em minhas vontades.
Mas me sentia tão vazia e solitária. Triste e solitária e todas as outras emoções que se enquadram no gênero “Perda”, subespécie “Rejeição”.
Hoje sei como se sentia Albert Einstein, sei como se sentia Galileu, sei como se sentia Leonardo da Vinci, sei como se sentia Sócrates, sei como se sentiam todos os grandes pensadores, tão tolos para a época, mas tão inteligentes hoje para nós, tão eternos. Hoje sabemos que estavam a frente de seu tempo. Eu me sinto assim, exatamente como eles. Podem me chamar de louco, pode me chamar de burro de tudo aquilo que quiserem. A Diferença do ignorante é que ele fica preso em seu tempo, a nossa diferença é a liberdade. Podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo, no passado e no futuro, podemos brincar com o tempo, alterar a história, somos autônomos, somos livres, viajantes do tempo. Nós temos o poder de modificar a matéria, temos o poder de modificar o espaço-tempo. E se você não acredita eu só consigo ter mais certeza disso.
Sabia da necessidade de mudar, sentia seu comportamento alterado, sua aparência feia, seus tremores e seu julgamento rolando.
[...] Aquele momento em que sentia-se livre, andando com a tristeza vaga. Iluminada pelos raios de sol, guiava-se pelo caminho dos pobres apaixonados. Fazia uma reciprocidade de tudo que a levava para os mais sutis sentimentos. Apenas autônoma. Seguindo seu próprio caminho, construindo suas veredas. Atraiu-se novamente pelo mais belo sorriso evidente nos lábios de um caro senhor sentado no banco da praça, esperando um distraído aceno, um leve piscar de olhos, ou quem sabe um toque nos lábios, um afago nos cabelos. [...] E pediu-lhe então, companhia até sua casa na segunda esquina à direita, e ele a levou com as mãos delicadamente entrelaçadas. Perdendo-se no barulho do silêncio, pensando em como não se sentir vazio ao guardar aqueles segredos. Segredos que desde sempre a ela pertenceu.
Então, desmerecido me sentia, tudo a minha volta se tornou nulo e mentiroso. Mas nas palavras doces que você me dirigia, eu pude sentir o quão doce pode ser um beijo de uma madame.
