Fale de sua Aldeia

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Eu preferiria ser o primeiro numa pequena aldeia da Gália do que o segundo no comando em Roma.

Ainda não sei onde vivo

É uma aldeia, uma metrópole, uma cabana, meus passos, meu galope, uma verdadeira tripartição, paraíso, inferno, podridão, uma vida de rei, uma vida de cão, que descansa nos lenços sujos e na malvada azaração, um jardim florido, nesse sonho consumido pelo destino dizendo não, a enfermidade perversa, o milagre sem pressa, meu mundo é violento, mente acelerada, emoção roubada, personalidade trêmula, sensatez apurada, deveras não, por ocasião sou danado malicioso, pelo prazer gostoso, muito ansioso, bom, deixa o caldeirão ferver, vou tentando viver, descalço ou com vestes honrosas, na tentativa das prosas, aflito, aliviado, achei, não, ainda perdido, não sei onde vivo.

Giovane Silva Santos

Eu nasci em um campo de batalha. Minha aldeia inteira foi queimada. Mas ainda assim meu pai e minha mãe reagiram! Até eles desmoronarem... eles nunca desistiram.

Tal como uma grande enchente leva de enxurrada uma aldeia que dorme, também a morte apanha e leva de enxurrada o homem de mente apegada, delirando pelos seus filhos e gado.

Em uma aldeia havia um mestre religioso, que falava sobre o propósito das religiões. Um dia uma grande multidão, formada por diversas tradições religiosas, reuniu-se para escutá-lo. Então um homem na multidão lhe perguntou. “Mestre, qual é o objetivo de todas as religiões?” O mestre lhe respondeu: “como a água tem sua fonte no topo da montanha e ela transforma-se em diversos rios fluindo até ao mar, da mesma forma o único Deus é visto por diversos ângulos pelas pessoas diferentes. Assim as diversas religiões são criadas ou fundadas pelos seres humanos, mas cada religião tem um propósito de chegar a um único Deus. Somente as regras é que são diferentes"

Longe de minha aldeia,sintome deslocado do chão que me acolhe, portanto reconhecimento de nossa aldeia, é básico para firmamento de nossa alma e pixão.

Inserida por joaquimgoulart

Por isso mesmo, me olhe com esses olhos. Não me olhe como as pessoas daquela aldeia, com nojo de mim. Não me olhe como aquele velho, com olhos cheios de luxúria. Com aqueles olhos naquele dia… Com aqueles olhos que olhavam somente para mim… Claude.

Inserida por Asunaa-chan

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Alberto Caeiro
O Guardador de Rebanhos
Inserida por gtrevisol

Poeira, sereia, castelo de areia
O rastro de um cometa numa aldeia...

Inserida por alinediedrich

Mais vale uma aldeia em paz e sem militares do que cem militares numa aldeia sem paz.

Inserida por ze_vilela

Uma vez por mês, bem longe da aldeia,
No meio da floresta, ele amava a lua cheia.

Inserida por michelfm

A falta da imparcialidade intelectual, torna inúmeros caciques, numa única aldeia (...).

Inserida por MayconHalss

Vamos brindar
com vinho verde que é do meu Portugal
e o vinho verde me fará recordar
A aldeia branca que deixei
atrás do mar

Inserida por pensador

Era uma vez um garoto. Vivia numa aldeia que já não existe, numa casa que já não existe, na orla de um campo que já não existe, lugar de todas as descobertas e onde tudo era possível. Um pedaço de madeira podia ser uma espada. Uma pedra podia ser um diamante. Uma árvore um castelo.
Era uma vez um garoto que vivia numa casa do outro lado do campo onde vivia uma garota que já não existe. Inventavam mil jogos. Ela era a Rainha e ele o Rei. Na luz do Outono, o cabelo dela brilhava como uma coroa. Bebiam o mundo em pequenas mãos-cheias. Quando o céu escurecia, se separavam com folhas nos cabelos.

Inserida por pensador

Ânima...


Vera Cruz tem um horizonte singular
Aldeia de gente que sai a semear
Que canta, que planta flor na janela
De fuxicos em finais de tarde


Vera Cruz é terra fincada no norte
Tem parques, tem donzelas tímidas
A espera de um amor de contos
Que olham estrelas e fazem pedidos


Vera Cruz é um tesouro, brilho de ouro
Riqueza de sentimentos refletidos
Nos olhos de Veras, Marília’s, Glaucia’s
De Geralda’s e tantas outras mil almas


Vera Cruz é onde tudo se inicia e se dá
Passam estradas de terra, rios e sonhos
Viajam bois, peixes, amados, amantes
Seres simples, amiga, gente diamante


Vera Cruz é o berço do bom da vida
É a inspiração dos contistas e dos poetas
É um celeiro a céu aberto nas Gerais
Onde cabe o mundo e muito mais

Inserida por mucio_bruck

Minha casa era feita de palha,
Simples, na aldeia cresci
Na lembrança que trago agora,
De um lugar que eu nunca esqueci.

Meu canto era bem diferente,
Cantava na língua Tupi,
Hoje, meu canto guerreiro,
Se une aos Kambeba, aos Tembé, aos Guarani.

Hoje, no mundo em que vivo,
Minha selva, em pedra se tornou,
Não tenho a calma de outrora,
Minha rotina também já mudou.

Em convívio com a sociedade,
Minha cara de “índia” não se transformou,
Posso ser quem tu és,
Sem perder a essência que sou,

Mantenho meu ser indígena,
Na minha Identidade,
Falando da importância do meu povo,
Mesmo vivendo na cidade.

Inserida por pensador

É preciso uma aldeia para educar uma criança.

Inserida por lubaffa

Cada ilusão é única na candura de quem sonha.
É aldeia, porto e estação da solidão.
Em muitos sonhos dormem os vulcões em erupção que minam e sublimam vez ou outra pelo esconderijo inseguro da inquietação.
Não se concebe a fraqueza pela incerteza que trás um coração, nem um ato é pensado quando há o mover de uma paixão.
Nenhum amor é seguro, nem é tecido de certezas é escravo das lonjuras, das inconstâncias que o permeiam.
É a ausência que sonha, é a falta que inspira, é a tragédia grega do amor que norteia a vida!

Inserida por KatianaSantiago

"UIVAM NA ALDEIA"

Uivam os lobos, na serra, no monte,
Comem as ovelhas com, que matam a fome
Caçados sem dó nem piedade, abafados, fechados
No silencio da noite, ninguém sabe, ninguém viu
Uivam os lobos na serra, no monte, canta o galo
Em cima do telhado, maldito azarado, que chamou o dia
Frio e fresco, das aldeias perdidas com gente, saudade perdida
Morte sem vida, noites acordadas, noites mal dormidas
Casa velha de tábuas corridas, a cair aos pedaços
Com história, com alma, com sentimentos, com vida
Onde moram dois velhinhos queridos, amorosos
Que vivem em conjunto a mais de uma vida os meus queridos pais.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

"SOMOS SOMOS"

Vagueio pelas ruas, nas noites desertas
Da aldeia, o silêncio é total
Sinto-me como um lobo, uma sombra
À procura da presa, sozinha e indefesa
Vejo-te ao longe e começo a cercar-te
Sinto as tuas mãos quentes, no meu rosto
O teu corpo que arde nesta madrugada fresca
Como o orvalho que refresca os nossos corpos
Que ardem no fogo da paixão, somos amigos
Somos amantes, cúmplices na vida e no amor
Vagueamos pelas ruas, desertas, vazias, agarrados à vida
À família, andamos à noite de mãos dadas
A ver as estrelas a lua, sentimos a liberdade da noite
Das ruas desertas na aldeia.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca