Fábulas

Cerca de 117 frases e pensamentos: Fábulas

Em uma aldeia havia um mestre religioso, que falava sobre o propósito das religiões. Um dia uma grande multidão, formada por diversas tradições religiosas, reuniu-se para escutá-lo. Então um homem na multidão lhe perguntou. “Mestre, qual é o objetivo de todas as religiões?” O mestre lhe respondeu: “como a água tem sua fonte no topo da montanha e ela transforma-se em diversos rios fluindo até ao mar, da mesma forma o único Deus é visto por diversos ângulos pelas pessoas diferentes. Assim as diversas religiões são criadas ou fundadas pelos seres humanos, mas cada religião tem um propósito de chegar a um único Deus. Somente as regras é que são diferentes"


Mitos e Ladrões

Essa fábula que vou descrever, aconteceu em um reino distante.
Onde o rei sucessor ,era chamado de mito.
Ao suceder o trono o atual rei, que no passado já tinha ocupado o trono, trono esse retirado, por justa causa.
Mais o súditos que aprenderam a conhecer o rei sucedente, começaram a ver que ele não era tão confiável assim.
Um rei de Fala mansa, olhar matreiro e jeito de malandro.
Mas como nesse reino tudo acaba em pizza ou carnaval, o tal rei volta e conquista de novo alguns dos seus subordinados.
E agora ao assumir seu trono, pasmem vocês ! o tal rei, começa a ajudar outros reinos distantes, mais muito distantes.
Deixando os seus súditos sem eira nem beira, mas como em todos os reinos sempre surge uns ou vários justiceiros eis que surge eles para por ordem no reinado.
E os súditos, começam a apoiar estes justiceiros, seguindo eles, começando assim uma revolução, que que não tem hora para acabar.

UMA FÁBULA DO QUOTIDIANO

No prédio que estou a morar,
Lá no alto, escuto as aves a falar:
Vamos alegrar a ele com meu cantar,
Em troca, a nossa sujeira irá limpar,
E a nós sempre irá alimentar!
Não existe presente falava um sabiá,a voar
Se não houver em troca, nada a dar,
Não é interesse que estão a demonstrar,
Mas consideração a alegria que estão a dar
No seu canto belo, e ímpar
Que escuto, todo dia ao acordar
Com isso vi o que poucos vão acreditar
O elogio à natureza está no dela tratar,
Se bem, colhes a mais bela vida que há!

Fábula da Fábula

Era uma vez
Uma fábula famosa,
Alimentícia
E moralizadora,
Que, em verso e prosa,
Toda a gente
Inteligente,
Prudente
E sabedora
Repetia
Aos filhos,
Aos netos
E aos bisnetos,
À base duns insectos,
De que não vale a pena fixar o nome.
A fábula garantia
Que quem cantava morria
De fome.
E, realmente...
Simplesmente,
Enquanto a fábula contava,
Um demónio secreto segredava
Ao ouvido secreto
De cada criatura
Que quem não cantava
Morria de fartura.

Miguel Torga
TORGA, M., Antologia Poética

Uma fábula sobre diferentes maneiras de ser estudante

Essa é uma história que se passa em qualquer canto do Brasil, em qualquer escola, qualquer aluno, comigo, com você.

Eram quatro rapazes que estudavam numa escola em uma mesma classe: Arrependido, falso, mínimo e quero-tentar

Arrependido, era um aluno desanimado com os estudos, não fazia nada na sala de aula, e muito menos os deveres de casa.
Não pensava no seu futuro, vivia achando que estava perdendo tempo em sala de aula e por isso arrependia-se de não ficar nas ruas com
seus colegas. Por não gostar de estudar, vivia tirando notas baixas.

Falso, era um cara mentiroso e pouco preguiçoso com os estudos. Ou copiava de alguém, ou falsificava o que fazia. Na realidade, não fazia nada e era tão falso quanto a sua própria nota - apesar de ser razoável, pois tudo que precisava era colar ou confiar no amigo na hora da avaliação. Raramente isso falhava.

Mínimo, um rapaz que não pensava em ir muito longe, para este o que importava era uma nota que o aprovasse. Portanto, estudava pouco, mas não “colava” nas avaliações e não passava disso: 60% era o bastante. Contentava-se com esse mínimo. Sempre tinha um pensamento “tenho boas notas por que não perdi nenhuma”

Quero-tentar, gostava do que fazia. Quando lhe apresentavam algo novo, um problema que ele não soubesse, dizia “vou tentar resolvê-lo” e sempre conseguia. Não estudava para tirar boas notas e sim aprender. Este era aluno todos os dias e sua persistência o ajudava vencer.

Assim Quero-tentar era o primeiro da classe em termos de aprendizagem. Mínimo era o penúltimo. Falso era o último, pois só tinha nota e não sabia de nada e Arrependido, abandonou a escola.

Hoje são homens feitos e cada um tem o seu destino:
Arrependido, mora numa grande favela chamada Tarde-demais.
Falso queria ser político, mas foi condenado por um juiz chamado Verdade.
Mínimo, com seu conhecimento mínimo, é soldado mínimo das Forças armadas, ganha um salário mínimo, com um comandante muito exigente chamado Máximo que lhe cobra 100%.

Quero Tentar se saiu melhor e hoje é presidente de um país chamado "Republica democrática dos sucessos".

Fábula dos dois leões

Diz que eram dois leões que fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões de todo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nem o leite.

Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas da Tijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele no Jardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessa colocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.

Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava do leão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, o bruto foi recapturado. Voltou para o Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde. Apresentava aquele ar próspero do Augusto Frederico Schmidt que, para certas coisas, também é leão.

Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para as florestas da Tijuca disse pro coleguinha: – Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arreglo, porque quase não encontrava o que comer, como é então que você… vá, diz como foi.

O outro leão então explicou: – Eu meti os peitos e fui me esconder numa repartição pública. Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.

– E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?

– Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionário público. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor, idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém dava por falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho… me apanharam.

A fábula do Fumante, do Sábio e do Tolo

Certa vez, três homens se encontraram em uma praça: o Fumante, o Sábio e o Tolo.
O Fumante, com um cigarro entre os dedos e a voz rouca pelo vício, disse:
— Me escutem: não fumem. Esse hábito corrói os pulmões, enfraquece o corpo e mata devagar, de forma cruel e dolorosa.
O Tolo franziu a testa, riu por dentro e pensou:
— Que hipocrisia! Ele prega contra o cigarro, mas não tira um da boca.
Já o Sábio permaneceu em silêncio e refletiu:
— Justamente por sentir na pele as consequências, ele é a pessoa mais indicada a me alertar. Quem melhor para avisar sobre a dor, do que aquele que já sofre com ela?

🌱 Moral da história:
Nem sempre o valor de um conselho está no exemplo de quem o dá, mas sim na verdade que ele carrega.
Até mesmo alguém que não consegue vencer seus próprios erros pode ser o melhor a te aconselhar, porque já provou do amargo fruto das escolhas erradas.

"Morrer não é tão doloroso ou ruim como muitos pensam,entre livros,histórias,fábulas não há um se quer que tenha vivido tais acontecimentos como eu vivi...
E ainda vivo em outro lugar ou talvez no mesmo plano...
Em outra dimensão de espaço e tempo...
É um mundo que esta diante de você atrás de cada parede atrás
do som audivel em uma outra dimensão"

Inserida por autordacriacao

A cidadania deveria espelhar-se na fábula do cavalo e do lobo.
O cavalo e o lobo
Um lobo faminto vagava pelo campo, quando avistou um belo cavalo.
E pensou em devorá-lo; mas o cavalo era forte, e ele...fraquinho... pois quinze dias de jejum dão cabo do mais valente.
Recorreu, pois, à astúcia.
Aproximou-se, e ofereceu os seus serviços, dizendo que, como médico que era, estudara botânica, e podia mostrar-lhe das ervas da campina em que pastava quais as boas, quais as que lhe podiam fazer mal.
Ah meu amigo, disse-lhe o cavalo, chegaste bem a tempo; não preciso conselho a respeito de plantas porque só como capim, porém para curar-me de grave incômodo; há dias machuquei uma pata, a traseira e parece que está formando um tumor; dá para você examinar?
Então levantou a pata, e assentou-lhe um formidável coice que lhe quebrou o queixo.
MORAL: Se todos os lobos charlatães encontrassem cavalos como o desta fábula, não veríamos o triunfo de tanta impostura.
Se todos os cidadãos escoiceassem os políticos corruptos nós teríamos muito mais progresso.

Inserida por marinhoguzman


Pra sempre plebeu
.
O meu conto de fada
É uma fábula do amor
Que a vida negou a mim...
.
Árdua batalha é essa
Travada no campo do amor
Capaz de fender o coração do valente.
.
Ela vem de cavalo branco
Com outro príncipe que agora é seu rei,
E meu coração é pra sempre vassalo seu.
.
E a liberdade que outrora eu tinha
Me prendeu no amor que de nós se perdeu...
Sem ela o cavaleiro é pra sempre um plebeu.
.
Edney Valentim Araújo
1994...

Inserida por edney_valentim_araujo

⁠As fábulas pagãs

Ao contrário, os que ensinam os mitos inventados pelos poetas não podem oferecer nenhuma prova aos jovens que os aprendem de cor. E nós demonstramos que foram ditos por obra dos
demônios perversos, para enganar e extraviar o gênero humano.
Com efeito, ouvindo os profetas
anunciarem que Cristo viria e que os homens ímpios seriam castigados através do fogo, colocaram na
frente muitos que se disseram filhos de Zeus, crendo que assim conseguiriam que os homens
considerassem as coisas a respeito de Cristo como um conto de fada, semelhante aos contados pelos
poetas.
Tudo se propagou principalmente entre os gregos e outras nações, onde mais os demônios
tinham ouvido, pelo anúncio dos profetas, que se deveria crer em Cristo.
Nós colocaremos às claras
que, embora ouvindo o que dizem os profetas, não o entenderam exatamente, mas parodiaram como
charlatães aquilo que se refere a Cristo.
Como já dissemos, o profeta Moisés é mais antigo do que
todos os escritores e por ele, como já indicamos, foi feita esta profecia: “Não faltará príncipe de
Judá, nem chefe de seus músculos, até que venha aquele a quem está reservado, e ele será a
esperança das nações, amarrando seu jumentinho na sua videira e lavando sua roupa no sangue da
uva” (Gn 49,10-11).
Ouvindo essas palavras proféticas, os demônios disseram que Dioniso tinha sido filho de
Zeus, ensinaram que ele tinha inventado a vinha, introduziram o asno em seus mistérios e propagaram
que ele, depois de ter sido esquartejado, subiu ao céu.
Acontece, porém, que na profecia de Moisés
não aparecia com clareza se aquele que devia nascer seria Filho de Deus, nem se aquele que deveria
montar o jumentinho permaneceria na terra ou subiria ao céu. Por outro lado, o nome de jumentinho,
originariamente pode tanto significar a cria do asno como do cavalo. Assim, não sabendo se a
profecia deveria ser tomada como símbolo de sua vinda montado num jumentinho de asno ou num
potro de cavalo, nem se seria filho de Deus, como dis-semos, ou de homem, os demônios inventaram
que, Belerofonte, homem nascido de homens, subiu ao céu montado no cavalo Pégaso.
Como também
ouviram por outro profeta, Isaías, que haveria de nascer de uma virgem e que por sua própria virtude
subiria ao céu, adiantaram-se com a lenda de Perseu.
Pela mesma razão, conhecendo o que fora dito
dele nas profecias anteriormente citadas: “Forte como um gigante para percorrer seu caminho”,
inventaram um Hércules forte, que andava peregrinando por toda a terra.
Por fim, ao inteirarem-se
que estava profetizado que ele curaria todas as enfermidades e ressuscitaria mortos, nos trouxeram a
fábula de Asclépio.

Justino de Roma (Mártir) - I Ap. 54, 1- 10

Inserida por samuel_roberto_1

⁠"Como na fábula das pérolas lançadas aos porcos ", sempre é bom reconhecermos que o nosso melhor nem sempre é visto como tal. Algumas vezes espera-se de nós apenas milho e nossas melhores pérolas são completamente inúteis ao que não as aprecia. MORAL DE HISTÓRIA: Proteja suas preciosas pérolas, não as distribua a quem não conhece o valor que elas têm.
Cika Parolin 20.09.2020

Inserida por CikaParolin


Fábula da liberdade

O pássaro livre, em um alvorecer de primavera, pousa sobre a gaiola do impetuoso canário da terra , que canta com intensidade. Quando seus olhares se cruzam, o dedicado cantor, repete aquela e outras melodias para aquela plateia única, singular, movimentando com orgulho a sua plumagem amarela. O jovem pássaro paralisa, deslumbrado com a beleza do cantor e com seu repertório encantado. Decide que precisa libertá-lo imediatamente, mas quando inicia sua tentativa, ouve o outro interromper o canto de forma brusca e gritar: - Pare! O que pensa que está fazendo? Não pode invadir meus aposentos só porque permiti que me assistisse cantar! Vai embora, pardalzinho feio e atrevido!
E o pardalzinho voou rápido para longe, entendendo que o conceito de felicidade é diferente e que a liberdade não interessa a todos. Naquele instante seu voo foi tão reflexivo, leve, alegre que nem deu tempo de ouvir o canário da Terra entoar uma melodia triste e desafinada, ao vê-lo partir.

Inserida por RosalbaSaraiva

⁠⁠Ninguém foi feito para ser uma fábula vazia e sem significado no cosmo. Algo parecido para ser apenas uma promessa, tampouco para ver a vida passar num recanto triste do seu coração.
Ninguém foi feito para a mentira e perambular em dias sem propósitos.
E tudo porque cada pessoa é um exemplar raro, tão singular que nunca é substituído.
Assim, tudo está permitido, se for para escolher, para definir-se na morada das virtudes.

Inserida por Paulocannizzaro

⁠Primeiros Batimentos
de um Corpo sem Vida

a fábula do sonâmbulo
desperto, pode significar
o que você quiser.

mas há uma questão,
que nunca é relativa:

existem sempre
duas versões
da história.

a primeira
é aquela que
o opressor conta

e a segunda
é a que ele oculta.

10/10/23

Inserida por michelfm

Um chamado João

João era fabulista?
fabuloso?
fábula?
Sertão místico disparando
no exílio da linguagem comum?
Projetava na gravatinha
a quinta face das coisas,
inenarrável narrada?
Um estranho chamado João
para disfarçar, para farçar
o que não ousamos compreender?
Tinha pastos, buritis plantados
no apartamento?
no peito?
Vegetal ele era ou passarinho
sob a robusta ossatura com pinta
de boi risonho?
Era um teatro
e todos os artistas
no mesmo papel,
ciranda multívoca?
João era tudo?
tudo escondido, florindo
como flor é flor, mesmo não semeada?
Mapa com acidentes
deslizando para fora, falando?
Guardava rios no bolso,
cada qual com a cor de suas águas?
sem misturar, sem conflitar?
E de cada gota redigia nome,
curva, fim,
e no destinado geral
seu fado era saber
para contar sem desnudar
o que não deve ser desnudado
e por isso se veste de véus novos?
Mágico sem apetrechos,
civilmente mágico, apelador
de precípites prodígios acudindo
a chamado geral?
Embaixador do reino
que há por trás dos reinos,
dos poderes, das
supostas fórmulas
de abracadabra, sésamo?
Reino cercado
não de muros, chaves, códigos,
mas o reino-reino?
Por que João sorria
se lhe perguntavam
que mistério é esse?
E propondo desenhos figurava
menos a resposta que
outra questão ao perguntante?
Tinha parte com... (não sei
o nome) ou ele mesmo era
a parte de gente
servindo de ponte
entre o sub e o sobre
que se arcabuzeiam
de antes do princípio,
que se entrelaçam
para melhor guerra,
para maior festa?
Ficamos sem saber o que era João
e se João existiu
de se pegar.

Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã, 22 nov. 1967 (homenagem póstuma a João Guimarães Rosa).
Inserida por marcosarmuzel

⁠"A GRANDE FÁBULA: A RAPOSA E A UVA", que se aplica ao nosso cotidiano e diz respeito ao nosso sofrimento em querer uma coisa que não está ao nosso alcance --- A RAPOSA, bicho esperto, passando embaixo de uma parreira de uva, olhou para cima e avistou muitos cachos ao ponto de DEGUSTA-LOS, deu o 1°, 2°,3°,4°....no 9° pulo, já exausta, olhou pra cima e disse; NÃO VALE A PENA, ESTÃO VERDES.
Quantas vezes insistimos com uma coisa que não é para nós. A melhor solução é DESISTIR E DIZER,-- NÃO VALE A PENA.

Inserida por Ademarborba46

⁠"Contos e fábulas"
A lagarta
Historia infantil

Essa é uma historia doce e encantadora de uma lagarta chamada Margarida. Margarida morava em uma casinha debaixo do solo, ela usava raízes e folhinhas coloridas para enfeitar a sua casinha sempre que saia para passear.
A largarta Margarida gostava muito de descobrir terras fofas e explorar túneis.
Certo dia Margarida estava cavando o chão achou uma pedrinha de brilhante, ela resolveu adornar sua casinha, deixando-a mais bonita.
Margarida cresceu e sua casa se modificou tambem com muitos delicados detalhes. Margarida era muito exigente e inteligente, ela construiu uma biblioteca para conhecer culturas e histórias do mundo de fora. A lagarta passava a noite lendo aventuras de outras lagartas e assim ela pensava o que ela iria fazer quando se tornar uma linda e bela borboleta.

Um dia uma enchente inundou toda a casinha dela mas não demorou muito para a lagarta pensar em uma solução,ela pegou uma folhinha para fazer uma ponte pequena que ajudou a escorrer toda a agua para fora ... e horas depois sua casinha ficou seca.

Margarida ja estava cansada de ver sonhos se realizarem nos livros, colocou em pratica o plano de uma vida fora de sua casinha. A lagarta Margarida com muito entusiasmo cavou uma entrada mais espaçosa e cada vez mais ela sentia o calor do sol no solo, até que ela sentiu um vento e avistou um lindo e florido jardim.

Margarida se enrolou em uma folha e dormiu ,sonhou com o seu futuro feliz e grandes asas coloridas que voavam pelo céu . Quando ela acordou se viu em um casulo , e as poucos ela ia se desprendendo do casulo até que formou asas e ela finalmente se transformou em uma borboleta .

Margarida estava livre e voando no céu e do alto ela podia ver todos os insetos e assim Borboleta se tornou um simbolo de coragem para todos os outros insetos .

Autor: Fatima Gomes Cardoso De Andrade

Inserida por Artfati

As fabulas de areia o meu grito aqui suou
Na mais pura alegria assim ficou vem comigo
A buscar com certeza no caminhar de que
Logo vou alcançar.

Busco nas minhas calmarias o poder para
Meditar nas palavras que não se ver no
Falar que não as ouso vem logo pra
Fraquejá no compasso de meu caminhar.

Vim buscar o que perdi no dia que aqui
Cai pois agora quero encontrar logo o meu
Caminho na alegria de te ouvir te dou logo

Esperança de falar e de ouvir as fabula da
Vida grita o meu sofre não escuto o teu cantar
Vem pra mim falar sei que meu grito é caminhar.

Inserida por fatimaaraujo

Fábula Antiga

No princípio do mundo o Amor não era cego;
Via mesmo através da escuridão cerrada
Com pupilas de Lince em olhos de Morcego.

Mas um dia, brincando, a Demência, irritada,
Num ímpeto de fúria os seus olhos vazou;
Foi a Demência logo às feras condenada,

Mas Júpiter, sorrindo, a pena comutou.
A Demência ficou apenas obrigada
A acompanhar o Amor, visto que ela o cegou,

Como um pobre que leva um cego pela estrada.
Unidos desde então por invisíveis laços
Quando a Amor empreende a mais simples jornada,
Vai a Demência adiante a conduzir-lhe os passos

Inserida por julimaer

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