Exploração
A conquista de uma nação está pautada na exploração das diversidades presentes na população e no ato de exacerbar as diferenças sociais.
É cada vez mais comum ouvir que os muçulmanos reagem a exploração do ocidente em seus territórios. Nada mais equivocado. O conceito de Jihad (que é mais amplo, mas vamos resumir em guerra santa) não se baseia no clássico "oprimidos x opressores" como quer fazer crer ideólogos hediondos, e sim, em interpretações do corão que ignoram o que é alheio às questões de fé, como é o caso da "luta de classes" marxista.
A "islamofobia", ou o fato deles viverem em guetos e serem "discriminados" em centros europeus não influi em nada. É bom lembrar que Bin Laden era de uma familia saudita bilionária.
As intervenções americanas e européias, tampouco. Eles próprios, baseados no corão, depõem governos que não seguem o extremismo da sharia, vide o estado islâmico (califado) paralelo.
O que eles defendem é simples: Ou o mundo se converte ao islã, ou morre. Não há tolerância religiosa. Os próprios muçulmanos contrários ao extremismo são chamados de traidores, covardes e infiéis por não consentirem com a vontade de Allah.
E por que a França se tornou o centro islâmico na Europa? Justamente por ser o país do velho continente que mais permitiu a degradação da milenar cultura ocidental em seu próprio território, processo que começou na revolução francesa, passou pelo Iluminismo, e chega ao relativismo geral dos dias atuais.
A cultura ocidental não se sobressaiu ao longo dos séculos através da opressão, como mentem os mesmos ideólogos hediondos de antes, e sim por sua superioridade cristalina e absoluta. Adotamos os números arábicos por serem superiores aos romanos. Não há problema. Todo o mais se manteve, desde nossa concepção de arte e música até o valor democrático, simplesmente por ser melhor, mais justo e mais ajustado ao âmago e anseios do homem.
Ainda que a sociedade ocidental não seja mais majoritariamente cristã, é fundamental manter e valorizar a cultura que nasceu na Igreja e no cristianismo - até mesmo os ateus precisam fazê-lo. Se retirássemos a cultura judaico-cristã ocidental, o que restaria das geniais obras de Bach, Mozart, Michelangelo, Da Vinci, Rodin, Shakespeare, Camões etc etc?
Se o ocidente permanecer negando sua própria história, valores e raízes - conforme deseja os desconstrucionistas e revisionistas da esquerda - terá por consequência o avanço islâmico com sua tirania, cerceadora do valor mais fundamental que o ocidente já criou através da sociedade mercantilista e industrial: a liberdade.
O capitalismo do século XIX era realmente uma coisa abominável, com um nível de exploração inaceitável. As pessoas com espírito de solidariedade e com sentimento de justiça se revoltaram contra aquilo. O Manifesto Comunista, de Marx, em 1848, e o movimento que se seguiu tiveram um papel importante para mudar a sociedade. A luta dos trabalhadores, o movimento sindical, a tomada de consciência dos direitos, tudo isso fez melhorar a relação capital-trabalho. O que está errado é achar, como Marx diz, que quem produz a riqueza é o trabalhador e o capitalista só o explora. É bobagem. Sem a empresa, não existe riqueza. Um depende do outro. O empresário é um intelectual que, em vez de escrever poesias, monta empresas. É um criador, um indivíduo que faz coisas novas. A visão de que só um lado produz riqueza e o outro só explora é radical, sectária, primária. A partir dessa miopia, tudo o mais deu errado para o campo socialista. Mas é um equívoco concluir que a derrocada do socialismo seja a prova de que o capitalismo é inteiramente bom. O capitalismo é a expressão do egoísmo, da voracidade humana, da ganância. O ser humano é isso, com raras exceções. O capitalismo é forte porque é instintivo. O socialismo foi um sonho maravilhoso, uma realidade inventada que tinha como objetivo criar uma sociedade melhor. O capitalismo não é uma teoria. Ele nasceu da necessidade real da sociedade e dos instintos do ser humano. Por isso ele é invencível. A força que torna o capitalismo invencível vem dessa origem natural indiscutível. Agora mesmo, enquanto falamos, há milhões de pessoas inventando maneiras novas de ganhar dinheiro. É óbvio que um governo central com seis burocratas dirigindo um país não vai ter a capacidade de ditar rumos a esses milhões de pessoas. Não tem cabimento.
Não é preciso pensar mais de um minuto para chegar a quatro conclusões: (1) A exploração da mais-valia existe em todos os modos de produção e não só no capitalista. (2) Sem ela nenhuma atividade econômica é possível em escala social. (3) O socialismo não vai acabar com ela NUNCA. (4) Proletários do mundo todo, fodam-se.
A produção exagerada de objetos, apoiando-se na exploração de pessoas que habitam nas margens do capitalismo, aliado a destruição dos recursos naturais, tem provocado um desequilíbrio exacerbado que leva-nos ao limite do suspiro humano.
RECORDAÇÕES
O som do vento e das folhas secas caindo ao chão
A exploração sonora da alma
Burburinho de quem ama em silencio
Meus passos na tua saudade, pensamentos aleatórios.
Brincar de se esconder dentro das emoções de alguém
E por descuido revelar um mundo cheio de paixões
Palavras que nos levam a reflexão
Da consciência de espaço e tempo, e seus elementos a sua volta.
Poesia que se declama em todo lugar
Fracos ou fortes, longos ou curtos, graves e agudos
Os gritos de alerta do tempo
A sonoridade diversificada dos pássaros
Que não permitem te esquecer.
Por quer enquanto existir saudade
Haverá recordações, e recordações muitas vezes,
Fazem o coração sangrar e reviver.
Poema ao Dia da Poesia - Sydenilson Santos / MAR 2014.
O conhecimento, além de nos livrar da alienação, da exploração de outros, não é passível de roubo...
PREFIX-AÇÃO
DETON-AÇÃO!
DA ESCRAVIZ-AÇÃO,
DA EXPLOR-AÇÃO,
DA DESUMANIZ-AÇÃO
DA POPUL-AÇÃO.
INDAG-AÇÃO!
A SUPER-AÇÃO
DA ALIEN-AÇÃO.
A APLIC-AÇÃO
DA ARGUMENT-AÇÃO.
POETIZ-AÇÃO!
CONOT-AÇÃO
E DENOT-AÇÃO.
A ATIV-AÇÃO
DA IMAGIN-AÇÃO.
DEMOCRATIZ-AÇÃO!
A TRANSFORM-AÇÃO
DA ORGANIZ-AÇÃO.
A INDIGN-AÇÃO
PERANTE A REPRESENT-AÇÃO.
COMUNIC-AÇÃO!
A PROPAG-AÇÃO
DE INFORM-AÇÃO,
CONTRA A MANIPUL-AÇÃO
E MONOPOLIZ-AÇÃO.
OCUP-AÇÃO!
DOS EDIFÍCIOS SEM UTILIZ-AÇÃO,
TRANSFORMÁ-LOS EM HABIT-AÇÃO
E LUTAR CONTRA A ESPECUL-AÇÃO.
POLITIZ-AÇÃO!
INTER-AÇÃO
E ORGANIZ-AÇÃO.
A VALORIZ-AÇÃO
DA SOCIALIZ-AÇÃO.
INSUBORDIN-AÇÃO!
NA APLIC-AÇÃO
DA PREFIX-AÇÃO.
A MINHA GER-AÇÃO
GERA A AÇÃO.
Enquanto Estados são independentes mas, a exploração continua.
Exploração cultural, económica e financeira.
Inseriu-se no pensamento deles a auto-negação, o pessimismo, a intriga, a inveja, a divisão e a incapacidade de pensar nas gerações futuras.
Se a cobrança inadvertida de alguns desavisados, a exploração sensacionalista da mídia e a falta de apoio do Estado continuarem a coibir o trabalho das forças de segurança nacional, o Brasil não terá mais uma Força Armada, e sim uma fraqueza desarmada.
O ímpeto da exploração capitalista é tão agressiva e violenta que cegam os homens e os induzem a competir feito animais inescrupulosos.
Em pouco tempo a terra vai expurgar o seres humanos, ela não aguenta mais tanta exploração e maltrato. Quando tudo acabar o dinheiro será apenas papel, sem nenhum valor comercial, e os que aqui restarem se matarão pelo pedaço de papel.
Resta-nos viver com o que somos e com o que temos para sempre criar e combater a exploração, a dominação e a mistificação. Vivemos pra inventar algo que nem podemos dizer que falta, pois nem sabemos de que consiste. Quando aparece, também teremos de inventar-lhe um nome. Para desenvolvermos nossa potência de pensar, de sentir, de agir.
