Existencial

Cerca de 671 frases e pensamentos: Existencial

⁠Quando formos glorificados, todo apetite insaciável e todo vazio existencial do ser humano será satisfeito e preenchido.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A santificação não é abstrata, mas existencial. Não é um esforço por pureza, mas é um relacionamento em que a pureza é experimentada.

Teologia Metodista

Inserida por VerbosdoVerbo

"Tem gente que não é gente deste planeta.
Gente de feiura existencial que não é humana.
À essa gente os mais sinceros desejos de uma feliz volta, ao seu planeta de origem!"
Boa viagem!
Haredita Angel,
do planeta Terra.

Inserida por HareditaAngel

⁠Apesar de constantemente
reprovados nas aulas de matemática
existencial; ainda assim,
insistem os céusem nos enviar
equações, por nós,a serem
resolvidas...
E a vida como uma amável
e dedicada mestra
24 horas!

Inserida por maurotoledo

O lucro da vida reside na despesa da simplicidade existencial. O prejuízo é tudo o que a fortuna não soube vivenciar. Conclusão: a simplicidade e a fortuna, ambas são tesouros. Uma está repleta de sentimento, a outra apenas contém algarismos.

Inserida por JoniBaltar

A Vida é um sonho dividido entre a indefinida loucura e a limitação existencial.

Inserida por JoniBaltar

Vir ao mundo é incorporar uma entidade existencial, compactada com voos alternativos por paraísos e infernos.

Inserida por JoniBaltar

A dependência virtual provoca miséria à essência existencial. A existência dos adictos virtuais ocorre somente em teoria.

Inserida por JoniBaltar

⁠A essência da desorientação existencial…

Na tessitura da existência humana, emerge um fenômeno inquietante: a tendência contemporânea de conferir ao comum a roupagem de doença. Aquilo que outrora seria compreendido como parte intrínseca da travessia existencial, ou mesmo como fruto de uma desorientação passageira, transfigura-se, em nosso tempo, em patologia psíquica. Não se trata, na maioria das ocorrências, de uma verdadeira fissura no ânimo, tampouco de uma suspensão irrevogável da vontade ou de um abismo ontológico que reclame intervenção urgente. O que se descortina, em sua essência, é a ausência de um eixo, uma errância sem método, desprovida de norte e rigor.

Contudo, ao elevar essa desorientação ao estatuto de desordem, instaura-se, de forma paradoxal, o privilégio de abdicar da responsabilidade sobre si mesmo. Ao invés de confrontar a inércia, acolhe-se a segurança ilusória do diagnóstico, que não apenas nomeia, mas legitima a fuga do peso da autodeterminação. O desconforto, que é parte inalienável da condição humana, dissolve-se em uma nomenclatura clínica que o aliena de sua substância vivida. O medo converte-se em exaustão, a dúvida em labirinto identitário, enquanto a linguagem da morbidez substitui a sinceridade da reflexão. Vemo-nos, assim, diante de vidas que, mais do que padecimentos genuínos, carecem de direção e disciplina.

É incontestável que os sofrimentos psíquicos reais exigem cuidado, compaixão e tratamento. No entanto, o uso indiscriminado da linguagem diagnóstica banalizou o peso do sofrimento autêntico, fazendo do efêmero uma entidade nosológica. O que antes demandava esforço e perseverança tornou-se um apelo por amparo irrestrito, descuidando-se da relevância da autonomia e da ação consciente. "Trauma" converte-se em álibi para a ausência de responsabilidade; "ansiedade" transforma-se em desculpa para a procrastinação; "crise existencial" reduz-se a uma caricatura de profundidade, um verniz filosófico para esconder a renúncia ao movimento. É mais fácil declarar-se enfermo do que admitir o temor de agir.

Dizer "não consigo" tornou-se mais aceitável do que confessar "não quero". A exigência foi reclassificada como violência, o desafio como um gatilho intolerável. A cultura da fragilidade e da aversão ao desconforto parece esquecer que é justamente no embate com o incômodo que o indivíduo se forja. Não se trata aqui de repudiar a empatia, mas de reivindicar uma lucidez que diferencie a dor legítima da abdicação disfarçada. A verdadeira patologia clama por cura; a indolência, por superação; a ausência de disciplina, por aprendizado. Esquivar-se do esforço não é um destino inexorável do humano, mas uma escolha – uma escolha que, em última instância, revela não o peso da condição, mas a recusa de enfrentá-la.

Inserida por mauriciojr

⁠ Pensamentos, palavras e atos de brandura constroem a sua bravura existencial num mundo fragilizado por tantos episódios de radicalismo e agressão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Naquela cidadezinha


Nas vielas desta cidadezinha
Todos tem tanto a dizer
Sob o sol deste verão
Todos sabem quem querem ser

Nas praças desta cidadezinha
Jovens sonham com um futuro
Eles tem a influência de seus pais
Por isso estabelecem um plano seguro

Mas no lado frio daquela cidadezinha
Outros apenas querem se encaixar
Eles são obrigados a seguir o fluxo
Por isso seu eu são obrigados a encontrar

Então Finjo saber quem sou
Porque não quero fazer parte dos jovens perdidos
Ignoro a imagem no espelho
E contorno meus problemas esquecidos

Um homem só deve perturbar uma mulher, se for para abrandar sua ira, acalmar seu furor, preencher seus vazios e, depois, deixá-la dormir.

O impossível é tudo que existe. O possível que não vi até hoje...

Tudo é lícito até que se prove ao contrário...

Aquilo que você considera realidade não tem relação nenhuma com a realidade objetiva. Nossa vida se passa conforme um modelo de pensamento criado por nós, no qual se manifestam as nossas realizações ou experiências aprendidas.

Em regra, soluções geniais seduzem pela sua simplicidade.

No sentido mais profundo, Wu Wei quer dizer que em nossas decisões não devemos fazer nada contra nossa autoridade interior, o Tao.

Discurso em crise


Letras voam,
Aéreas no ar.
Consoantes, antes
Levadas a sério,
Hoje despencam
Em queda livre.


Vogais se chocam
Silabas abaixo.
Palavras já não existem mais.


Sons ecoam em dissonâncias,
Nada parece ressonante.


O que antes teria relevância,
Hoje já não encontro mais.


Há mais linguagem desabando
Do que ação se concretizando.


Estamos capotando em discurso.

Acredito que em matéria de amor somos todos medíocres.

A busca de um sentido para viver, é uma busca sem fim, que adentra os abismos mais profundo do espírito humano.