Existencial
Prove sua tese existencial com imensas possibilidades paradoxais, sendo tudo possível em "variadas" vertentes de sentido.
Nada é plenamente real, tudo é completamente do imaginário existencial, exprimindo nossas inesgotáveis emoções por meio de uma racionalidade peculiar
Dormência existencial
O corpo nega
E à alma sobrecarrega,
A indiferença da percepção:
realidade sombria e fria,
Que torna gelo o coração!
Mas é como em uma anestesia,
A carne sendo poupada da extrema dor.
Pena que para a alma não existe dormência!
E mais cedo ou mais tarde, o corpo acorda,
Assim esta trata de seu sofrimento, à ele então impor!
"Ao menos sigo na relação". Esta "imitação existencial", esse nivelamento por baixo, mesmo que não seja total, cedo ou tarde produzirá uma alteração psicológica. Ninguém aguenta tanto. //Livro: Amores de Alto Risco.
Autonomia de Kant
A angústia é uma "azia existencial" percebida pelo nosso inconsciente quando ele conclui que a existência é comportamental.
Ninguém consegue viver kantianamente, tem dia que tomo uma xícara de angustia enquanto converso com o café,se você achar que tudo tem de ter um propósito, já é sinal de que você precisa de medicação.
PERCEPÇÃO
SOLIPSISMO: CRISE EXISTENCIAL
Alguém:
-Mestre, e o solipsismo, que vem a ser?
Filósofo:
- Nada sei, mas se eu pudesse estar fora do meu EU e das minhas sensações, poderia afirmar que sim ou que não, se a doutrina segundo a qual só existem, efetivamente, o eu e suas sensações, os outros entes, seres e objetos, como partes de um unico pensante, seriam meras impressões sem existência própria. Daí, a filosofia perguntar: se sou, por quê sou? por quê não sou? por quê eu e outros e não outros e não eu? Por quê não somente EU?
Alguém:
- Filosofo, me deixa confuso.
Filósofo:
- Dúvida e confusão da alma, tem origem nas impressões mais fortes percepcionadas, não transformadas em ideias, que acúmulam muitas tensões: é o princípio da Crise Existencial
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Autor: Alfredo Soares Moreira Filho
Data: 13/08/2021
12:37h
O vazio existencial tornou-se, nos nossos dias, um desafio para a humanidade. E na ânsia de não senti-lo, o ser humano busca no consumismo, no individualismo e na falta de limites, a resposta para seu vazio.
Não existe erro, nem acerto do ponto de vista existencial.
Não há razão alguma para julgamentos, ou apedrejamentos. Muito menos razão para nos sentirmos envergonhados (seja pelo que for).
Todos nós estamos apenas experenciando situações que nos tornam cada vez vez mais conscientes de quem realmente somos.
Assim, cada um oferece aquilo que pode oferecer no momento ...
PADRÃO EXISTENCIAL
Seguir um determinado padrão
Visando o bem-estar existencial
Faz-se tal conceito
Demais essencial.
Mesmo que seja
Em diversas situações
Quando estas também
Adaptam-se em determinadas adequações.
A vida segue em frente
Estável ou tumultuada
Toda e qualquer ação
Tem de ser efetuada.
Com sabedoria
Com versatilidade
Contando sempre
Com uma nata habilidade.
De pôr em ação
A voz da razão
Quando for necessário
Que esta esteja em atuação.
O que descansa a gente é estar com quem nos ama. Porque aí cessa a nossa busca existencial. Fora disso, continuamos buscando amor, incansáveis, ainda que deitados numa rede à beira mar.
Nesse sentido, nada descansa mais o ser humano do que estar com Deus. E Jesus, sem abrir mão das orações coletivas, nos indica a ir ao nosso quarto, fechar a porta, e encontrarmos o Pai em secreto. Isso nos coloca nos eixos, nos devolve ao propósito para o qual fomos feitos, e nos descansa para que continuemos trabalhando sem parar de amar.
Poetizar a vida
De um ângulo existencial
Seria como fazer algo
Que seja demais especial.
Retratando
Com total fidelidade
Cada passagem
Vivida na realidade.
Em uma expressão
Que faz vibrar em alto som
Uma alta vibração
Manifestada por um belo dom.
Cuja sensibilidade
Quando demonstrada espontaneamente
Faz brotar intimamente
Uma pura semente.
Da que se manifeste
Em perfeita atuação
Da mente para com a alma
Mutuamente com o coração.
Ouvi dizer, uma vez, no sentido existencial enquanto realidade vivida, que a finalidade da vida é a morte, pois se vive para encerrar-se. Mas, aventurando-me pelo emaranhado da filosofia, aprendi que esse fim seria a própria vida. Explico: Não temos consciência plena do que seja a morte, pressupondo estarmos vivos; a morte é, pois, algo que não provamos apesar de termos em mente a sua existência. Não sabemos o que vem, o que acontece quando ela chega, morte é morte, e pronto! Mas da vida... ahhh!... dela sim podemos falar, pois provamos. Experienciamos seu doce e amargo sabor, suas intempéries, sua bonança, alegrias e tristezas, doença e conforto. Dela sim podemos falar, pois experimentamos. A morte, ah, a morte!.. disso não temos qualquer sabor. Por essa razão, digo: A finalidade da vida é a própria vida! Viver Para Viver, e PRONTO!
