Eu sou tudo e nada
Amor muitas desculpas pelo que falei, sei que falo besteiras, imagino coisas, sou impulsiva, falo o que sinto sem pensar, reconheço que errei, estou envergonhada, agir de forma infantil e imatura, não era minha intenção, meu dia foi horrível na verdade desdo começo do mês está complicado, mais vai passar só sinto que estou esgotada sabe, e faz falta seu abraço, seus beijos, me sentir segura nos seus braços, não sou perfeita , sou cheia de imperfeição , é essa pessoa que tenho a te oferecer, mais acredite meus sentimentos são sinceros nunca duvide , eu me importo com você!
Sou apaixonado pela natureza, pois é um dos melhores lugares onde vc possa se sentir a vontade, sentir a brisa tocar levemente em seu rosto, ouvir o cantar dos passaros, olhar o mover das águas e se encantar com o contraste da paisagem, momentos assim são bons para o ego e para a alma. D fato se sentimos bem melhor.
SENHORA DA MINHA VIDA
Preciso dormir
Para não esquecer-me de quem sou
Dona do ar......Da escuridão
Da claridade.....Da imensidão
Dona de mim mesma
Do maldito.....Do bendito
A minha cama é a estrada
Que me leva a ti
No caminho do infinito
Onde canta a voz de um luar
Alma de orvalho
Trago-te nos meus braços cansados
Flores sem os galhos
Deixei para trás os espinhos
Os espinhos...Ficaram nos galhos.
Das rosas vermelhas que me deste
A pior dor é a dor da alma
Esmigalha....Ferida
Preciso dormir...
Para não esquecer quem sou
Dona da minha alma orvalhada de mim mesma.
Nessa terra de loucos
Não sei se sou alguém
Amo e não me amam
Esse mundo não me tem
Nessa terra de loucos
A vida é um jogo
E quem quiser vencer
Tem que brincar com fogo
Nessa terra de loucos
Sei que posso ir além
O monopólio é pra poucos
E o sucesso é pra alguém
Nessa terra de loucos
A guerra é fria
Mas é uma guerra,
Um passo é um salto
Nessa terra de loucos
Nessa terra de loucos
Amor é um sentimento porco
Ninguém fala a verdade
Tudo vira falsidade
Nessa terra de loucos
nada é mentira e nada é verdade
nessa terra de loucos brincadeira vira briga
e amigo é coisa rara
amigo é peça cara
REDENTOR
Sou francês de nascimento.
Brasileiro
Já há muito tempo.
Sempre estive recebendo
todos de braços abertos
Dês do tempo
em que os brasileiros
nem eram os espertos.
Antes dos Gersoms.
Aqui do alto vejo a Guanabara
que tem mudado muito
várias pessoas importantes
vieram me conhecer
se apresentando à mim
de uma forma humilde.
Hoje coisa rara.
É verdade a minha posição
é imponente,
mas eu sou simples
e me visto simplesmente.
Ultimamente tem sido difícil.
Permanecer uma estátua
impassível.
diante de tanto sofrimento
desse povo que ganhou
meu coração duro e pedregoso
com seu jeito bondoso
acolhedor.
Nasceram oh nação
sofredores
acreditam em mim,
mas eu não posso intervir,
pois crescimento segue a dor
apesar de poder
sei que é preciso crescer.
Aqui ultimamente
o sofredor realmente
tenho sido eu.
Assisto o indescritível
A esperar do melhor
que parece impossível.
Dante Locateli
http://naquelesegundo.blogspot.com.br/2015/06/redentor-cristo-sofredor.html?m=1
Sou a favor do respeito ao indivíduo, não do individualismo de pensamento como forma de opressão. Quem age de maneira conflituosa não tem compromisso nenhum com a paz, com o bom senso e com a conquista de pensamento (revolucionário) de uma sociedade!
Gentleman não é uma definição mais sim uma maneira de viver.
Sou um livro aberto com páginas à preencher.
Quem sabe novas histórias para mudar o enredo e completar as lacunas.
O que mais valorizo é a fé e o respeito, acredito que assim abro as portas e as mantenho abertas.
Vivo a vida plenamente sempre buscando evoluir pois pretendo deixar um legado por que a vida é feita de atos e atitudes.
Não busco simples aventuras , pois tenho convicção que não importa o número de páginas mas sim o conteúdo das mesmas.
Sou o equilíbrio do desequilíbrio, num constante malabarismo da loucura de ser quem sou e da sanidade que almejo ter.
Sou intensa demais para me satisfazer com pessoas mornas, abraços frouxos, sorrisos amarelos, gente pela metade, sentimentos rasos. Quero o excesso, as paixões arrebatadoras, o ímpeto, o passional. Quero o êxtase que a vida tem para oferecer.
Sou mulher de poucas palavras e sentimentos que transbordam. Quem me conhece, me entende num olhar, pois não sei esconder o que sinto. Não me encaixo em certos lugares e, às vezes, penso que pertenço a uma outra época. Meus pensamentos viajam a mil por hora e, muitas vezes, grito em silêncio. Sou amiga que sabe ouvir e quando falo, procuro falar com cautela. Gosto de gente de sorriso largo e abraço aconchegante. Gente que leva a gente a ser um ser humano melhor. Gosto do cheiro da terra molhada, do barulho da chuva e da brisa do mar. Gosto das coisas simples da vida.
Falo com meus cachorros e acho que eles me respondem. Sonho acordada e durmo pra sonhar...
Ah, quer me conhecer melhor? Permita-me ser sua amiga.
Pelo poeta medíocre que sou, pelo falta de incentivo com o artista nesse país, pela desvalorização dos meus livros e de minha poesia, eu voto NÃO... não a prostituição de ideias e da minha arte.
(Em referência a votação do impeachment da Presidente Dilma na Câmara dos Deputados).
"As pessoas dizem que sou uma pessoa alegre. Não sou de jeito algum. Sou um homem bem sério. Com frequência não sei como devo expressar alguma coisa. Por isso meus filmes são sempre tão longos. E o mais difícil é dar-lhes a aparência de simples."
Não apenas ele me odeia e quer me matar, como também deixou de acreditar que sou humana. Ser estrangulada foi menos doloroso.
Sou o pássaro de Cinna, inflamado, voando freneticamente para escapar de algo inescapável. As penas flamejantes que crescem de meu corpo. O bater das asas apenas faz com que as chamas se movam. Estou me consumindo, porém indefinidamente.
SOU BELA, RECATADA E DO LAR!
SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.
SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).
SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.
Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.
Ass: uma esposa, com orgulho!
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