Eu Quisera
MEU AMOR
Quisera ser o amor de tua vida
compartilhar contigo o meu caminho
Acalmar meu coração ter teu carinho
A cada minuto te chamar querida
Quisera que o destino, te trouxesse ainda
E para sempre, construir meu ninho
Bem próximos, igual a um passarinho
E desfrutar, a primavera vinda.
Quisera que o futuro te encontrasse
E em meus braços te agasalhasse
Como do sândalo, o mais puro odor
E assim todos os dias que passasse
Fôssemos apenas um, e a vida suportasse
Os lindos momentos desse nosso amor!
NÃO É AMOR POR SER PASSAGEIRO!
QUISERA EU PUDESSE AMAR...
É AMOR QUANDO VERDADEIRO
É VERDADEIRO QUANDO SINGULAR.
Kito
Um dia, Um velho foi visitar mestre
Ryokan e disse-lhe:
- Eu quisera pedir-vos que fizésseis
um kito [Cerimonia para cumprimento
de uma promessa] em minha
intenção. Assisti à morte de muita
gente ao meu redor. E também
deverei morrer um dia. Portanto, por
favor, fazei um kito para eu viver por
muito tempo.
- De acordo. Fazer um kito para viver
muito tempo não é difícil. Quantos
anos tendes?
- Apenas oitenta.
- Ainda sois jovem. Diz um provérbio
japonês que até os cinqüenta anos
somos como crianças e que, entre os
setenta e os oitenta, precisamos amar.
- Concordo, fazei-me então um bom
kito!
- Até que idade quereis viver?
- Para mim, acho que basta-me viver
até os cem.
- Vosso desejo, na verdade, não é
muito grande. Para chegar aos cem
anos, só vos resta viver mais vinte.
Não é um período tão longo assim. E
sendo o meu kito muito exato,
morrereis exatamente aos cem anos.
O velho ficou com medo:
- Não, não! Fazei que eu viva cento e
cinqüenta anos!
- Atualmente, tendo atingido os
oitenta, já viveste mais da metade do
prazo que desejais. A escalada de uma
montanha exige grande soma de
esforços e tempo, mas a descida é
rápida. A partir de agora, vossos
derradeiros setenta anos passarão
como um sonho.
- Nesse caso, dai-me até trezentos
anos!
Ryokan respondeu:
- Como o vosso desejo é pequeno!
Somente trezentos anos! Diz um
provérbio antigo que os grous vivem
mais de mil anos e as tartarugas dez
mil. Se animais podem viver tanto
assim, como é que vós, um homem ,
desejais viver apenas trezentos anos!
- Tudo isso é muito difícil...- tornou o
velho, confuso. - Para quantos anos
de vida podeis fazer-me um kito?
- Quer dizer, então, que não quereis
morrer! Eis aí uma atitude de todo em
todo egoísta... - replicou o mestre.
- Bem, tem razão....- respondeu o
ancião, constrangido.
- Assim sendo, o melhor é fazer um
kito para não morrer.
- Sim, é claro! E pode ser? Esse é o
kito que eu quero! - o velho animou-
se bastante.
- É muito caro, muito, muito caro, e
leva muito tempo...
- Não faz mal. - concordou o velho.
Ajuntou, então, Ryokan:
- Começaremos hoje cantando apenas
o Makka Hannya Shingyo; a seguir,
todos os dias, vireis fazer zazen no
templo. Pronunciarei, então,
conferências em vossa intenção.
Dessa maneira, de uma forma suave e
indireta, Ryokan fez o velho homem
deixar de se preocupar com o dia de
sua morte e o conduziu ao Dharma.
Eu quisera teu amor
Como nunca quis nenhum
Eu dissera: amo-te tantas vezes
Em meus sonhos ou fora deles
Eu fora teu, somente teu
Agora na mais absoluta solidão
Sou um vaso quebrado
Onde não mais vicejam flores,
Uma alma vazia,
Uma razão desmesurada,
Qualquer fragmento inócuo
De uma vida desatinada.
Quisera
"Quisera eu sentir o toque de tuas maos a me acareciar...
Sentir o calor dos teus labios nos meus ".
Sao apenas devaneios... pensamentos e sonhos, que so o tempo irao tornar-los reais...
Quisera eu ter as respostas para todas as minhas perguntas. Gostaria de poder controlar essa curiosidade que só lembra o quando a vida parou, ou eu parei? Já nem sei mais.
Quisera ser tao imediato o surgimento do amor, do ser amado... Uma vez encontrado, nem sempre de pronto, ajeitado. Torna-se a espera necessária a tal ato -(re)encontro. Ponteiros da vida giram rapido ao (dis)sabor do relógio do tempo; impontual o amor.
“Ela estava finalmente amando, e não, isso não era algo à se comemorar. Quisera ela nesse momento nunca ter conhecido o amor. Estava amando e isso doía. Sim, amando, porém por que tinha de ser um amor tão infeliz e desiludido?”
Quem dera eu poder escrever e colocar pra fora tudo que se encontra preso aqui dentro. Quisera eu poder escrever e materializar o que tanto desejo.
Quisera eu que os meus anseios não morressem na esperança
Que meu coração não guardasse tanta lembrança
Ser o primeiro e único a te fazer feliz,
realizando os seus sonhos da maneira que sempre quis
Quisera eu ao seu lado para sempre estar
para as alegrias da vida contigo compartilhar
Servir-te na cama quando acordar
E para sempre contigo viver o amar
"" Não vou deixar o tempo passar e ir me marcando como quiser,a ele só o direito de chegar e ir me tornando melhor.""
ventos que sopram a ilusão e magia de uma noite serena em solidão, quisera eu ser poesia e ser a nostalgia pra invadir seu coração.
Algo de mim
Quisera eu...
Ser mar, ser jardim, mundo afora ou em mim.
Tenho em mim tão pouco.
Se parto, em vão; se fico, a sós.
Quisera eu...
Ser assim, ao menos em mim:
mar... jardim...
Pois se fico, em vão; se parto, a sós.
Morna tristeza
Quisera eu livrar-me da morna tristeza, que chamejasse, pouca ou alguma verdade.
Há fogo, contudo, aceso na chama do desapontamento, assim, como carne e sangue.
Poema do amor impossível
Quisera fosses sonho, pra sonhar-te
Literalmente doce, devorar-te
Se fosses um poema, declamar-te
Talvez fosses problema, resolver-te
Quisera fosses morte, pra morrer-te
Se feita pro consumo, consumir-te
E se eu te visse triste, divertir-te
Mas eu existo apenas pra querer-te
Quisera fosses fumo, incinerar-te
E se você sumisse, procurar-te
Quem sabe então; eu nunca te encontrasse
E Deus me desse a sorte de esquecer-te
Quisera eu
Por um único momento
Poder acalmar essas feras
Que vão se infiltrando
Em movimentos muito lentos
E se apossam
dos meus pensamentos
Me calam a boca
Enquanto me falam
Poucas coisas
Que muito se multiplicam
Quisera eu
Que tudo fosse como antes
E eu pudesse corrigir
Em frente ao espelho
Meus olhares suplicantes
Que nada modificam
Quisera
Poder explicar
Que está chegando
Eu posso até respirar
Pois eu sinto no ar
O limiar de algo
Que não sei traduzir
E nada mais será
Do mesmo jeito que era antes
Quem dera, Meu Deus
Que todos os teus pensamentos
Fossem meus
E eu pudesse te mostrar
O reluzir do meu sorriso
Que se apaga
E se torna uma coisa vaga
diante
do teu olhar
indeciso.
Quisera viver minha vida
Amando muito e ardentemente
Quisera viver os meus dias
Vivendo de te amar somente
Eu queria te dizer que o meu amor
É amor tão grande
Que até pode haver no Mundo
Outro coração que ame
mas tão grande amor não sente
Amor exuberante
Diante de você
Meus olhos ficam simplesmente exultantes
Amor que te alcança aonde estiver
Portanto, nunca hei de estar distante
As palavras que escrevo
E as flores que te dei
Não podem expressar
A maneira que te vejo
Mas querem te pedir que me veja
Sob o prisma da mesma lente
E que sinta no meu peito
Este coração pulsante
Que se cala diante de ti
Feliz
Vivendo de te amar somente
A realeza, Mãe.
Quisera eu ser tão perfeito filho a ponto de não possuir falhas,
Enfrentar o tempo e te fazer sorrir a todo o momento
Conseguir seguir sempre seu exemplo.
Entender o porquê se importa tanto com o que possa acontecer.
Queria ter o poder dos anjos e te proteger,
Retribuir um pouco do que me ensinou a ser.
Se fosse possível em uma poesia te decifrar
então palavras me mostrariam a dádiva que tem de amar...
Amor que não se cansa, que acompanha, que deseja o bem,
Dedica a vida para os seus filhos irem além, amor sem fim,
Trouxe-me a vida e daria a vida por mim.
E por tudo que me ensinou, me ensinou a sorrir.
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