Eu Desejei mais do que Voce
Tudo o que eu pensei foi: mais amor, por favor. Eu sentia uma espécie de revolta interna ao ouvir opiniões homofóbicas, amargas e cruéis sobre o mundo. Opiniões de mentes fechadas e ultrapassadas. Por que o amor e a felicidade não poderiam prevalecer sobre tudo? O que importava se havia casais de homens e mulheres se beijando em praças e avenidas? O que havia de errado se era amor?
Foi tentando definir aquela moça que acabei me definindo.
Cheguei à conclusão que depois dela, eu jamais voltaria a ser o mesmo.
Que existe dentro de mim, depois dela, vários sentimentos, alegrias, surpresas e mistérios.
Coisas que têm o nome dela, por exemplo, textos, artigos, também tem me definido.
Tudo dela tem um amontoado de palavras bonitas, e todas elas, com seu sentido mais puro.
Tenho me encontrado nos textos que ela insiste em dedicar a mim.
Tem aquele sorriso que insiste em existir só por me ver. E falando em sorriso, ele sim, é digno de existir e de me fazer querer todo dia levantar pra poder ir rumo à felicidade.
Eu percebi que sou mais... Bem mais dela do que pra mim.
Me tornei mais amor, mais carinho, mais atenção, mais cuidado.
Percebi que sou mais a gente, quando descubro quem sou eu.
"Ela tocando guitarra, e eu tocando bateria, ela jogando vídeo game,e eu jogando com a vida, e ela pensando em se matar, e eu pensando na vida"
Mais um dia.
I
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.
Acordado mas não desperto, posso ter de imediato qualquer pensamento, a vaga lembrança de um sonho, de um pesadelo ou vislumbre os poucos afazeres que me aguardam.
II
Quatro ou cinco passos, até porta do banheiro, acendo a luz, escovo os dentes, lavo rosto e penteio o cabelo, nem sempre nessa ordem, mas parece que tudo está em ordem.
Até agora uns poucos sons, nenhuma palavra, só minha imagem refletida no espelho, retrato da obra destrutiva do tempo.
Tempo que às vezes é pouco, outras suficiente, que na maioria das vezes sobra.
Há certa solidão nesses movimentos quase automáticos.
III
Não uso meias, o calçado é um prático Croc. Encaixo os pés sem auxílio das mãos e nem preciso olhar.
Calça jeans, de barra cortada com o estilete, sem acabamento. Qualquer camisa polo, pego sempre a de cima, são todas idênticas, de cores neutras e sóbrias.
Não sinto nenhuma necessidade de variar o traje nem o trajeto, será mais um dia igual aos outros e isso não requer nenhuma postura diferente.
IV
Abdiquei do café da manhã com os amigos, prática de mais de quinze anos. Os assuntos interessantes se esgotaram e deram lugar a discursos de mesmices disparatadas e fofocas de homens, absurdo inaceitável na minha idade.
Antes só, comigo mesmo do que rodeado de Wikipédias ambulantes.
Ainda vou lá de vez em quando conferir e constatar.
V
Não compro mais jornais nem revistas. As notícias saltam aos meus olhos a cada clique no Google e no Facebook, com o aval das agências de notícias, umas mais, outras menos, mas todas superficiais, vendidas e parciais.
Tudo junto e misturado como é atual, moderno e perigosamente fácil.
VI
Do café da manhã até o almoço são uns tantos minutos de umas poucas horas.
Ao entrar no mesmo restaurante vejo os mesmos funcionários, alguns clientes de sempre e o almoço de R$44,90 o quilo pula no meu prato.
Uma rodela de tomate, uma de pepino, uma colher de ervilhas, outra de grão-de-bico ou feijão-branco, mais uma de milho.
Não pode faltar uma pequena porção de beterraba com cebola crua, três ou quatro vagens e um ramo de brócolis.
Sinto falta do rabanete, da erva doce e do salsão, nunca presentes.
Quando tem berinjela temperada faço uma troca. Nesse dia como até pão.
A proteína animal se resume no menor pedaço de peito de frango assado ou de uma pequena posta de pescada branca à milanesa.
São trezentos e cinquenta gramas, fora o azeite à vontade que só coloco depois de pesar. Poucas vezes erro na mão mas nunca passei dos quatrocentas e cinquenta gramas.
Tem gente que coloca sal, pimenta e outros molhos, eu não, eles não me fazem nenhuma falta, então para que colocar?
Ás quartas e sábados tem uma espécie de feijoada estilizada. Num desses dias mudo o cardápio e ela é a única opção.
VII
Sempre durmo de quinze a trinta minutos depois do almoço. Posso ter herdado o costume dos antepassados portugueses ou espanhóis e essa é única herança que eu queria. Dos portugueses não invejo a inteligência nem dos espanhóis a teimosia. Se tivéssemos sido colonizados pelos ingleses ou alemães tudo aqui seria muito diferente.
VIII
Fotografar pode ser um trabalho, um prazer ou ambas as coisas. Para mim uma alquimia para transformar luz, sombra e cores em belas imagens, que vão durar bem mais do que as próprias lembranças. Minha tarde é de luz, sombra, cores e garotas de biquíni. Nada mal.
IX
De uns tempos para cá o que era um lanche da tarde deu lugar a experiências culinárias da Amanda.
Sem grandes pretensões ela inventa, esquenta, mistura e dá sabor especial a qualquer coisa.
É o amor.
Um simples misto quente se transforma num croque monsieur e qualquer massa num penne à italiana ou um lombo assado com molho madeira ou de mostarda, num quitute de dar inveja a qualquer chefe francês.
X
À noite, ninguém está livre de contrair doenças, defeitos ou vícios e eu mantenho tudo ao alcance dos dez dedos, quando martelo o teclado, num amontoado de palavras, para mim cheio de significados, para a maioria sem nenhum.
Posso estar na cama às dezoito horas ou às vinte e três. Acordo de três em três horas e serão sucessivas dormidas e passadas no computador até acordar novamente para mais um dia.
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.
Terra
(F.Franklin)
Eu sou alma literal da TERRA.
Símbolo sagrado da transformação.
Terra que em minha infância
Fez parte de todo meu chão.
Que nunca me fez esquecer que nessa vida, não vale qualquer coisa para "sobreviver".
A Terra que um dia grudou em meus pés
Me mostrou a beleza da mudança de quem acredita.
De quem tem fé!
E nessa insanidade humana...
A Terra ensina que de poeira a lama
Posso ser ambas, em uma só.
Basta não me esquecer que em essência; não sou mais do que mero pó.
Em cada beijo eu via
Em cada beijo eu pensava
Em cada a ver eu via
Em cada palavra eu sentia
Sentia um beijo que jamais dava pra falar
Como o beijo da lua e o sol
Não pode mais se encontrar
Mais sempre se ven com aquele olhar que podem se amar
É, eu tenho a mente inquieta e o coração faminto. Tenho sede de viver, sede de sonhar, sede de amar.Eu quero. Quero mais cor, mais brilho, mais intensidade. Quero mais insanidade, mais aventura, menos preocupação e um pouco de irresponsabilidade. Quero menos palavras e mais ações
O que eu serei quando eu não for mais? Contudo, quando eu não for mais, tentarei ser o que sempre fui.
Só não posso ser mais fria, porque se eu for acabo que matando todos que tentam se aproximar de mim e eu acabo que me matando em meio tantos homicídio causados pelo a frieza do meu coração.
Eu falo de mais e demonstro de menos.
Só quero te lembrar que é muito fácil controlar o que a gente fala, mas é muito difícil controlar o que a gente demonstra.
Bem mais do que uma simples namorada - Alan Maiccon
Eu te amo assim sem vírgula sem espaço e nem ponto final
Você a mais linda das flores do meu jardim e levanta o meu astral
Sempre ti falei que sem você não sou ninguém
Simplesmente para para pensar
E vê que o namoro já passou bem mais
Eu quero ser feliz só com você e se você quiser o mesmo
Ficaremos até o fim
Você que sempre ficou ao meu lado
Sem pedir nada em troca
Hoje ti devolvo na mesma moeda
Por que é assim que o amor quando é igual o nosso tem que ser
Eu só quero ti fazer bem
Ti levar além
Bem mais do que minha simples namorada
Quero ser teu bem mais
Quero ser teu bem mais
Deixa eu ti cuidar
Ti dar carinho Beijos e amassos
Na hora de fazer amor
Vou ser seu bem mais
Vai sentir o meu desejo de ti querer bem mais que uma simples namorada
Quem sou eu?
Sou mais nordestino nessa megalópole, em busca dos seus sonhos. Sou igual a qualquer um, que nunca desiste dos seus objetivos.
Sou pernambucano, nascido na zona rural de uma cidade pacata com cerca de 25 mil habitantes, hoje moro em São Paulo, num lugar que aprendi a gostar, de culturas e costumes diferentes, que me acolheu muito bem. Aqui foi onde dei início aos meus objetivos. Primeiro emprego, minha primeira compra, um celular que para muitos hoje é sem valor algum, mas para mim um valor sem comparação, pois aquilo veio do meu próprio trabalho, do meu suor.
Mas me faltava realizar algo que tinha desde quando conclui o ensino médio, que era de cursar ensino superior. Após entrar em outra empresa esse sonho tornou se real, lá pude ingressar na faculdade, no curso de administração de empresas, que conclui no ano de 2016, sigo sempre em busca dos meus sonhos, curso inglês e acredito que só com os estudos podemos evoluir, por isso que digo que não sou diferente, com defeitos e qualidades.
A frase que me acompanha nessa trajetória é de que não vi para este estado de São Paulo para ser mais um, e sim ser mais um vencedor, sego realizando meus e objetivos, que cada vez cresce, persistir sempre.
Ontem eu passei a noite acordada. De novo. Foi a oitava só este mês e ainda estamos no dia treze. Hoje eu to quebrada. Ontem eu te vi postar duas fotos na balada, numa delas você tava cercado de meninas que eu nem conheço. Elas não eram suas amigas, eu sei disso. Uma delas te segurava com certa intimidade, não adianta dizer que não porque eu também já te segurei daquele jeito. Hoje você me enviou uma mensagem, "oi tudo bem? to com saudade, quando a gente vai se ver?". E eu chorei porque a minha única vontade era de te pedir pra vir aqui agora e esquecer que no último ano nós já terminamos e voltamos uma centena de vezes.
Ontem eu quis morrer e nem é exagero, você sabe que eu não sou de aumentar nada do que eu sinto. Hoje eu sobrevivi. Levantei, passei o café, assisti um novo episódio da nossa série favorita e me perguntei porque sou sempre eu que passo as madrugadas em claro vendo você se divertir. Ontem eu acompanhei os seus snaps, você tava tão bêbado e cantava as nossas músicas pra outras garotas e aquilo corroeu todos os meus órgãos até afetar a minha respiração. Hoje cê quis falar de amor, não entendeu porquê eu tava tão seca e disse que eu não tenho o direito de te cobrar de nada, que nós não estamos namorando e eu fico patética quando me comporto assim. E eu chorei mais um pouco porque no fundo você tem razão. Você é solteiro e eu patética.
Ontem eu lembrei das promessas que você me fazia no começo e de como eu acreditava que a gente era pra sempre. Hoje eu não consegui enxergar verdade nas nossas fotos. Meus olhos brilhavam em todas elas, mas os seus... Os seus eram opacos, foscos, ocos. Tava tão na cara, como é que eu nunca me dei conta? Ontem eu desejei estar em outro lugar com outra pessoa, quis não ter me apaixonado por você e não sentir o meu coração se contorcer da forma como se contorcia enquanto você dançava agarradinho com uma menina que cê não deve nem saber o nome. Hoje tudo em mim doía. A cabeça, a alma, o corpo. Ontem eu te escrevi um texto gigante, mas apaguei porque nem todas as palavras do mundo seriam capazes de expressar o que eu sentia. Hoje você desligou o telefone na minha cara porque não dá pra conversar com gente louca.
Ontem eu tentei entender o que é que cê tem de tão especial pra me fazer passar por cima de tudo e ignorar o meu próprio orgulho. Hoje eu percebi que não é nada. Você não tem nada de especial. Nunca teve. É só mais um desses caras comuns que acha que o mundo gira em torno do próprio umbigo. E o meu girava mesmo. Girou por um bom tempo. Acordei e dormi pensando em você por mais dias do que eu poderia contar. Acabei me tornando uma menina insegura, capaz de aceitar qualquer migalha pra não correr o risco de ficar sem nada. Ontem eu refleti sobre quanto tempo eu ainda vou ter que te esperar se dar conta de que sou eu. Hoje eu percebi que não tenho mais tempo pra te esperar.
Ontem eu desmoronei por sua causa e nem foi a primeira vez que eu fiquei assim. Ontem eu desmoronei e hoje você veio cheio de desculpas prometendo que ia me ajudar a reconstruir os meus pedaços. Ontem eu me dei conta de que tava sozinha. Não que eu já não soubesse disso antes. Eu sabia. Mas ontem eu não consegui me enganar, não consegui me convencer de que era só uma fase e logo tudo voltaria ao normal. Nós nunca estivemos normais. Hoje eu dormi a tarde inteira, acordei com o celular lotado de chamadas perdidas e mensagens em todos os lugares possíveis. Ontem sangrou cada poro meu. Hoje você confessou que "eu exagerei, não devia ter te tratado assim, desculpa". Eu te desculpo, mas não te aceito de volta. Ontem eu percebi que você não cabe mais no meu hoje.
Essas frases difíceis
eu não entendo nada.
Esses complementos, adjuntos e predicativos estranhos
me deixam com uma enxaqueca danada.
Português, por que você tem que ser tão complexo?
Minha vida estaria tão mais fácil sem você,
que ao invés de me ajudar na escola com sucesso,
está me ajudando ao adjetivo inverso.
Não sei em que momento eu me perdi
Mas quando caiu a ficha
Me encontrei desnorteado
E sem saber onde ir
Eu tenho que me achar
Mas não sei por onde começar
Não sei como procurar
Não sei quanto tempo vou durar
Noites em claro me confundem
Me deixam sonolento e calado
Dias longos de mais
Noites frias de mais
Sei que não sou o único
E fingir que estou bem é mais fácil
Fingir que tudo vai bem é o que todos fazem
Então sigo com os meus problemas e você com os seus
A verdade é que ela causou uma intervenção tão forte no meu olhar que nunca mais eu pude ver as coisas como eram antes.
Eu não simplesmente não consigo aceitar o conceito de "as coisas são assim ué, fazer oq?".
O que tem que ser certo, é certo e ponto final.
Se pensar dessa forma for um sonho, por favor não me acorde nunca mais.
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