Estamos Felizes
Entre momentos de felicidade e ódio estamos unidos é a pura sensação de existir enquanto os momentos passam pela nossa vida, isso é algo surreal e ao mesmo tempo subliminar, é a elegância transformada em trevas e tudo se resume em nossas existência. As vezes o clima é de paz mais nossa mente está uma guerra e passamos por uma batalha interior muito grande mais estamos com consciência de tudo isso que passa pela nossa mente insana.
Distância nada mais é do que uma palavra de 8 letras,
Estamos perto de Deus, mas não conseguimos vê-lo,
Sentimos Deus, mas não podemos toca-lo,
Vivemos o propósito de Deus independente de tudo.
Assim é no relacionamento.
Essa distância não é nada se há sentimentos,
Não significa nada quando há comprometimento,
Não importa de nada quando há um propósito.
"Minha avó sempre me dizia: 'Meu filho, ter razão não quer dizer que estamos certos.' Ao refletir sobre essas palavras, percebo que muitas vezes passamos a vida defendendo nossas convicções com tanta força, acreditando que estamos no caminho certo, que esquecemos que a verdade não é algo fixo, mas fluido. Ter razão é confortável, nos dá um senso de controle, mas isso não significa que temos todas as respostas. Às vezes, é preciso coragem para abrir o coração e a mente, para entender que o que vemos como 'certo' pode ser apenas uma parte da história. Ao longo da vida, aprendi que o verdadeiro crescimento vem quando paramos de tentar ter sempre razão e começamos a ouvir de verdade. Não se trata de vencer discussões, mas de construir pontes, de aprender com o outro. Isso, para mim, é a verdadeira sabedoria. Porque, no fundo, não é sobre estar certo, mas sobre ser capaz de aprender, mudar e evoluir. Yan Alves Tosta."
O dinheiro é energia, e quando falamos palavras positivas sobre ele, estamos abrindo espaço para mais abundância em nossas vidas. Da mesma forma que doar transforma o mundo ao nosso redor, pensar e falar com gratidão sobre o dinheiro também atrai prosperidade.
Todos nós estamos caminhando para dar certo 2
Tempos de uma nova história:
Como explicar algumas coisas que nos acontecem na vida?
Como saber que o que estamos vivendo te leva a um caminho que pelo olhar das pessoas seria de abandono a Deus ou distanciamento a ele....
A vida e os acontecimentos vai caminhando para lugares que vc não imagina que andaria....
Caminhos que não quer dizer que é de aprovação ou desaprovação por Deus, mas sim caminhos onde os questionamentos vêm sobre os pensamentos de uma pessoa que conhece a palavra de Deus.
Como Apóstolo Paulo diz na carta aos Romanos cap 7 versículos do 18 ao 21
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.
Muita das vezes sabemos o que é pra fazer, mas não fazemos.....
Nesta caminhada se olharmos para outras coisas onde o foco não seja Jesus... Podemos sair digamos do trilho ou daquilo que Deus deseja para nós ou quem sabe ele esteja me ensinando (nos ensinando) algo que lá na frente entenderemos com mais clareza....pode ser que sim... mas pode ser que não....
Nesta complexidade uma coisa eu tenho certeza temos que buscar a direção em oração....
Dura coisa que nesta caminhada aqueles tempos de oração que tínhamos, aqueles tempos de intimidade se vc deixar.... ele vai diminuindo até chegar ao ponto que vc não ora, não busca e vai ficando normal....
Como um atleta que vai na academia fortalece os músculos, vai ficando bem fisicamente, ele está sempre lá, a disposição vaibvindo cada vez mais e mais.
Agora se deixar de ir uma semana, vai diminuindo, diminuindo até que para, daí vem as consequências começa a ficar flacido, talvez sobrepeso, talvez sem disposição etc.
Nossos músculos espirituais também são assim te falo por experiência própria e recomeçar é muito mais difícil que começar.
Então me indago com outra pergunta:
Como recomeçar?
Ouvi um Pastor que tenho muito apreço por ele..... que disse de uma maneira muito simples pra mim.
COMEÇA DE NOVO.....
Filipenses 1:6
Tendo por certo que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus.
Começar a caminhar para dar certo, é voltar sem olhar para trás, esquecer aquilo que não serve, que não edifica, e olhar para o Alvo que é Cristo.
Filipenses 3:12
Não que já a tenha alcançado ou que seja perfeito, mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui alcançado por Cristo Jesus. 13 Irmãos, não julgo que o tenha alcançado. Mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que estão diante de mim, 14 prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Prossiga para o alvo, levanta, ajoelha, grita, pule, faça alguma coisa, mas mova-se.
Que no caminho... no caminho.... o Jordão vai se abrir pra você, e uma nova história estará sendo escrita, na sua vida.
O chamado deJosuéfoi confirmado quando Deus separou as águas do Rio Jordão e permitiu que eles o cruzassem até a terra prometida. (Josué Cap 3)
Estamos unidos não apenas como vizinhos, mas por um dever partilhado. Manter a vela da civilização acesa enquanto o resto do mundo foi lançado nas trevas.
Meros mortais!
Somos meros mortais nesse mundão de meu Deus, e estamos aqui de momentos, alguns alegres, outros tristes, e outros nem tanto.
Pois depois que eu fechar os olhos, de nada adiantará você na alça do caixão.
Pedi perdão, pois não irei escutar as suas palavras, e, o seu pedido de perdão, e com isso eu poder te perdoar.
Não adiantará você chorar, pois não irei enxergar as suas lágrimas, bem como poder enxugar-las.
Não adiantará falar que me ama, pois não irei escutar, bem como eu retribuir tão tal gesto de amor.
Então vos digo, me peça perdão hoje, e eu irei te perdoar, me ame hoje, e será amada, pois se deixar para o amanhã poderá ser tarde demais.
Pois o ontem foi passado, mas lembrado, o hoje é uma dádiva de Deus por isso chamamos presente, o amanhã se chama futuro e com isso uma incógnita, pois nunca saberemos do dia do amanhã, pois o amanhã a Deus dará.
Então pega essa visão para a sua vida.
Fiquem com Deus e tenha sempre muito amor, fé e gratidão dentro dos corações.
Fábio Solla.
Na ciência, tudo pode mudar. Ainda estamos pouco evoluídos cientificamente para poder entender Deus.
Nas teias do destino, unidos estamos,
Sempre que quiser ir às estrelas, minha mão encontrarás.
Ah, se a aurora me brindasse com teu "bom dia" radiante,
Em cada amanhecer, um paraíso palpável e vibrante.
O mundo se colore em preto e branco, sob teu olhar,
Pois em teu amor, até a ausência é um lugar de estar.
E a vida, com seu humor sutil e singular,
É uma sinfonia onde juntos vamos dançar.
Então, em cada estrela, em cada rima,
Encontraremos o amor que nos anima.
Para sempre, lado a lado, nosso destino traçar,
Na jornada em que juntos, o infinito desvendar.
"Apenas porque nós não estamos juntos agora, não significa que não haja chance de estarmos juntos amanhã ou em seis meses, um ano talvez."
Quando o caminho que estamos percorrendo já não leva aonde precisamos chegar, voltar atrás não é perda de tempo, é ganho.
O mundo anda tão cheio de tristeza que quando encontramos a felicidade achamos que estamos sonhando e que assim como nos sonhos ela vai se disspir no ar com um simples piscar de olhos.
A sensação de quando estamos feliz e insana, me pego observando cada detalhe ao meu redor, como as folhas das arvores se movimentam, como a brisa gelada toca minha pele, em como só percebemos os detalhes quando estamos calmos, a maioria de nós fica muito tempo sem perceber que e feliz.
Meu coração parece um ímã gigante. Tudo relacionado a você gruda no meu coração. Estamos magnetizados.
CONSTATAÇÃO LEGITIMADA E SEM PREPOTÊNCIA: estamos envelhecendo, o que fazer?!
Que bom saber que já não somos o jovem impetuoso de ontem, com impensadas ações, aceitando irreflexivamente os fluxos de convites, despertados aos olhos e intuídos aos ouvidos, num plantão diário.
Agora, podemos interromper temporariamente a corrida desenfreada, para melhor contemplar o meio ambiente, com sua fauna e flora exuberantes, ricas de coisas simples, que não dávamos tanta relevância, mas, no mourejar de uma melhor idade, cientificamos que, nesta natureza, tudo se interage e se completa, a todo momento, em prol do equilíbrio.
Olhamos com mais vagar e curiosidade para o céu, estrelas e luar, com a mesma leveza, inocência, dos gestos de uma criança maravilhada com suas descobertas. Permanecemos estáticos, deslumbrados, com a sincronia perfeita entre dias e noites e o casto streap tease das estações em suas alternâncias.
Permeando um olhar introspectivo, atestamos que os ímpetos estão sendo superados e a gestão do corpo concita articulações físicas e alimentação singular regada ao sabor da infância ou da casa materna.
Na hodierna sociedade de consumo, nos conscientizamos felizes, que nem tanto marketing intenso e crédito facilitado, recheados de cores e luzes neon, têm convencido para o consumo desnecessário de produtos, que talvez nunca iremos conhecer seus recursos ou utilizá-los.
Aliás, quando olhamos para trás, em busca de referenciais, ou para evitar equívocos, defrontamos também com o tempo perdido, entre práticas e ações, e hoje ao detectarmos os arroubos da juventude, nas mesmas inquietações e frivolidades, internalizamos essas circunstâncias, para nos penitenciarmos pelos equívocos do ontem.
É assim, nesta simbiose inexorável humana, onde a criança vai exaurindo-se entre os dedos e o idoso usurpando o seu lugar. O espelho, a cada manhã, estampa impiedosamente o grisalho, as rugas e a tez cansada.
Neste âmbito introspectivo entre o ontem e o hoje, a virilidade infante e a hipossuficiência idosa, obtém-se a ciência de evitar equívocos na busca incessante da evolução, de forma autônoma, martirizando-se no descompasso entre equívocos e acertos. Com erros, também se aprende, mas pode-se encurtar a distância para o aprendizado, através de direcionamentos abalizados por pessoas consolidadas na marcha, investidas de valores éticos, morais e de bons costumes.
Chega-se à reflexão, que o comportamento de se postar autodidata, no afã de soluções, sob a égide de aprendizados próprios, deixa para o espólio existencial prejuízos incontáveis. Exsurge necessário valorar o legado moral de conhecimentos e aprendizados das gerações anteriores. Neste panora-ma, aliás, afigura-se essencial refletir sobre a caminhada, analisando avan-ços, retrocessos, enfim, o que precisa ser corrigido, se ainda for possível.
O divã cotidiano auxilia na desvinculação de tantas culpas pessoais, consequenciais da refrega diária. Com isso, aprende-se, também, a perdoar aos outros, naquilo que for possível e necessário, mas principalmente, perdoar a si mesmo. Assimila-se, pois, num limiar de pôr de sol, que o ser humano não é máquina pronta e perfeita. Ele, antes, se afigura tal qual engrenagem imperfeita em fase de aprimoramento.
Enfim, que o mundo e as pessoas, que nos são caras, nos perdoem, se possível for, por algumas constatações, que exsurgem legitimadas, e que nos encorajam, embora sob um viés afirmativo, mas sobretudo distanciadas de um matiz prepotente, para formular alguns questionamentos.
O que fazer, se não temos a mesma disposição para estar e conviver em determinados lugares? Para ouvir barulhos sonoros, disfarçados de canções? Para interagir com assuntos, sem nenhum proveito, fundamento, ou apenas de cunho pejorativo?
O que fazer, em relação às críticas de que possamos estar tomados de depressão, estresse, ante o distanciamento, fuga, se aquelas não mais nos afligem, uma vez que a consciência exalta que apenas nos tornamos mais exigentes, quanto às nossas escolhas, filiando-se àquilo que estamos investidos em nível de tendências, inclinações, gostares, enfim, ambientes e lugares?
O que fazer, sem sermos deselegantes, se não temos o dever, seja por meio de exigência legal, ou por opção, para darmos explicações, respostas às coisas, questionamentos, que verificamos que não possuem qualquer pertinência ou relevância?
O que fazer, mesmo sem sermos omissos ou indiferentes, se hoje temos mais coragem para ofertar o silêncio, antes de articular acaloradas discussões?
O que fazer, se após uma jornada exaustiva de trabalho, quisermos permanecer, momentaneamente distanciados, ou apenas ladeados pela família, ouvindo temas domésticos, saboreando alimentos triviais, e ouvindo canções saudosas?
O que fazer, se quisermos zelar do jardim, das plantas, conversar com elas. Nos surpreender falando sozinhos, em nossas caminhadas, ou de outro lado, fazendo uma prece ou uma oração de agradecimento, ou em prol de um parente, familiar ou pessoa conhecida?
O que fazer, se postarmos indiferentes às críticas veladas, fofocas, competições por lugares, imagens, preferências, quando já sedimentamos o nosso próprio habitat, e procuramos apenas administrá-lo, com dignidade, segurança e conforto?
Sabemos que ainda há um hiato temporal que nos separa da autonomia total para as nossas ações, gestos e palavras. Outrossim, constatamos que a roupa da maturidade vai se tornando o valoroso uniforme para o agasalho corporal. Reflitamos, pois, que essa vestimenta, talvez, seja o paletó e a gravata mais elegantes e confortáveis que tenhamos feito uso até os dias contemporâneos.
