Estamos Felizes
Deus diz: 'Irei adiante de ti e serei a sua retaguarda'. Quando estamos indo, Ele está adiante; quando estamos voltando, Ele vem adiante, e continua sendo a nossa retaguarda.
É importante o processo de transformação quando ainda estamos no casulo. É dolorido, mas necessário passarmos por todas as etapas do amadurecimento. A metamorfose de uma borboleta é imprescindível para que ela esteja apta a voar.
Nós indígenas Pataxó Hãhãhãe estamos surpresos e indignados com o assassinato do nosso parente Terena Oziel, durante os excessos da ação policial repressiva que visou mais uma vez intimidar nossas comunidades e fazer prevalecer os interesses dos latifundiários invasores de nossas terras. Não podemos ser passivos, nem muito menos coniventes, com a conjuntura atual de tentativa de destituição de nossos direitos que foram assegurados constitucionalmente em 1988. Quantos anos de luta e de exploração, extorsão, expropriação e assassinatos nossos povos originários já sofrem. É inadmissível que após 500 anos de colonização, continuemos sendo tratados como meros empecilhos aos interesses de grupos políticos e econômicos de povos que invadiram nossas terras.
Cada vez mais, estamos nos adaptando às demandas das entidades consumistas e, como resultado, perdendo nossa própria identidade.
Estamos em uma era de rápida evolução tecnológica, velocidade, excesso de informações, comportamentos narcisistas e desregulamentação.
Tudo é e fica mais fácil, quando sabemos o como e porque estamos fazendo e vivendo.
Mas outras pessoas preferem complicar isso nas vidas de TODOS, até de quem não tem nada a ver com as burrices e idiotices alheias.
Tudo é e fica mais fácil, quando sabemos o propósito verdadeiro como e porque estamos fazendo para estar vivos e vivendo de verdade e não em mentiras e falsidades.
É um fato bem conhecido que sempre reconhecemos nossa pátria no momento em que estamos prestes a perdê-la.
Estamos num ecossistema. Existe uma cadeia alimentar, querendo ou não. E odeio dizer isso, mas estamos na base.
Estamos falando de amor, a mais forte de todas as emoções humanas. A emoção que une todas as outras, dor, medo, tristeza, alegria em uma só.
Os imortais
Aqui estamos
Talvez não notem
ou não saibam,
mas nossos corpos são todos imortais
Não nessa forma,
nem nessa composição
mas como frutos de estrelas
Somos crias de poeira cósmica
pois a matéria não se destroi ou é criada
Mas transformada
Nós fomos, somos, seremos
O universo
E ele será nós
Somos imortalizados pela matéria
Não do jeito que estamos agora,
mas por cada átomo do nosso corpo
Nossos corpos irão mudar
de densidade
de forma
de aparência
Mas cada átomo será eterno
Fazendo nós todos imortais
Estamos nos tornando cada vez mais burros, não por acharmos que um robô pode fazer mais por nós do que espera nosso alcance, simplifica muita coisa, mas por estarmos construindo com recursos que podem acabar, um vício no mundo, insanável pela extinção do mundo natural. Não pela ação, mas pela reação.
Hoje acordei e, por um instante, me peguei pensando: "Já estamos quase em 2025, e, de algum jeito, ainda estou aqui." Engraçado, não? Essa frase, apesar do risadas que pode arrancar, carrega um peso de reflexão. Eu poderia ter me matado em qualquer momento. Não havia ninguém para me impedir. E, mesmo assim, sigo respirando, carregando esse fardo de uma vida que, para ser honesto, parece fracassada. Uma existência que, ao invés de trazer crescimento, só amplifica a dor. Uma vida onde o único consolo que resta é a observação amarga de uma humanidade perdida, que insiste em errar.
A raça humana… ah, quão tragicamente previsível ela é. Feita para falhar, repetidamente, em cada tentativa de acertar. Um ciclo sem fim de erros, como se cada passo adiante viesse sempre com dois para trás. Somos uma coleção de pecados ambulantes, uma massa de erros ambulantes, sempre em busca de redenção, mas incapazes de alcançá-la. É curioso como, mesmo sabendo da nossa própria miséria, continuamos a nos arrastar por essa existência medíocre, tentando, falhando, repetindo. Uma espécie programada para errar.
Estamos matando a nossa felicidade, a cada dia que escolhemos viver por uma mentira. Até quando vamos fingir que a busca por status e aprovação é mais importante do que a nossa própria paz. Todos os dias no submetemos a uma corrida insana para provar algo para os outros como se o valor da nossa existência estivesse atrelado ao que aparentamos ser más a verdade é dura estamos trocando nossos sonhos, nossa essência e o que realmente nos faz felizes por uma " IMAGEM VAZIA DE SUCESSO".
No presente a gente sente.
Já estamos conseguindo provar que sabemos contar até dez, isso é muito bom de antemão, mas sabemos que esse momento, como qualquer momento que exista, não pode durar muito tempo. Se for para barrar a entrada de uma nova era do gelo, mas a natureza não pode sofrer tanto, ela é tão importante que sua convivência nessa dimensão se faz por inúmeros detalhes necessários. Simplesmente por aumentarem nossos sentidos... Nosso sentido máximo é a fé, qual será a o tamanho da fé da natureza senão muito maior em vastidão, simplesmente por não haver culpa. A era digital acaba, e com paus e pedras na mão não poderemos contar até dez, só conseguiremos construir pequenas balsas e pequenas âncoras para andar por cidade litorâneas alagadas.
Quando optamos por passar nosso tempo com pessoas que não nos valorizam, estamos, na verdade, desperdiçando o que há de mais precioso em nossas vidas. O tempo é um recurso que, uma vez perdido, não pode ser recuperado. Cada momento que deixamos de lado em prol de relações superficiais é uma oportunidade perdida de crescimento, aprendizado e conexão genuína com quem realmente merece.
Nós Cristãos, estamos mudando até a Oração que Jesus nos ensinou, trocando o "V" de Vosso Reino, Vossa Vontade. Pelo "N" do nosso reino mundano e da nossa vontade material, numa apostasia sem precedentes.
Manuscrito de Mateus 6: 9-13
