Escrevo e parece que não Leio
Escrevo pensando em ti
Sabe-se que das belezas mais visíveis e admiráveis, em você, estão àquelas, expressadas através do sorriso e confirmadas pela intensidade do olhar.
Faze-se em mim, múltiplas razões, para admirar a intensidade de sua plenitude, a interação natural da vida ao abraça-la-ti e exclamar a vida, quão única é a sua perfeição.
Tu és Vanessa a intensidade da razão, a tradução perfeita do universo, doutrinada em beleza, paz e leveza.
Das palavras que escrevo, tiro menos de um milésimo do que realmente quero dizer. Algo prende a essência do lamentar, não posso tirar nada frutífero do que escondo. Talvez seja esse o verdadeiro e complexo eu, que vive sorrindo e escondendo tudo, para não machucar ninguém. Cada linha que transborda no papel representa apenas a ponta de um iceberg emocional, há tanto temor de ferir quem lê que as verdades mais profundas ficam guardadas num cofre trancado pela própria insegurança. Reconhecer essa lacuna entre o que sinto e o que mostro é o primeiro passo para, talvez um dia, soltar as amarras que me impedem de expor meu eu por inteiro.
Eu escrevo para apagar da memória o que os olhos viram, esquecer o que os ouvidos ouviram, e me lembrar do que não deve ser esquecido.
Eu escrevo coisas que entendo e que não entendo, não por querer entendê-las, mas, simplesmente, por escrever…
Eu escrevo sobre papéis amassados, rasurados, estampados, lisos, rasgados, inteiros, infantilizados, envelhecidos, perdidos, vazios, em branco...
Eu escrevo sobre histórias invertidas, marginalizadas, desnudas, alheias, próprias, divididas, secretas, perigosas, ingênuas...
Eu escrevo sobre as delícias da vida, do ser humano, do amor, da amizade, da felicidade, da solidariedade, da saudade, do perdão, do recomeço...
Eu escrevo sobre a dor, o ultraje, a desigualdade, a mágoa...
Eu escrevo sobre o que pode nos tornar a dor, o ultraje, a desigualdade, a mágoa...
Eu escrevo de forma veloz, porque minhas palavras não esperam o virar da página...
Eu escrevo livre...
No papel cabe o universo, os sentimentos, minhas impressões de mundo, ainda que transitórias...
Eu escrevo livre...
A verdade estampada, camuflada, a mentira romanceada, impudica....
Eu escrevo livre...
Eu não escrevo para que me entendam, eu escrevo, despretensiosamente, por escrever....
Eu escrevo livre...
Quando escrevo sobre você eu saio do lugar no qual me coloquei, mas principalmente te tiro do lugar no qual te permiti ficar na minha vida. E eu sempre preferi lugares vazios aos indevidamente ocupados, até porque os primeiros podem ser realmente preenchidos.
"Penso, porisso escrevo. Vai que um dia corro na caixinha dos meus manuscritos e utilizo pra meditar. Ou quem sabe, melhor. Fazer você mesmo meditar comigo"
—By Coelhinha
Escrevo. Ponto.
Porque necessito.
Porque sou esquisito.
Porque sou à toa!
Ou será por ser ateu, eu?
Escrevo...
Apenas por necessidade.
Sim, um pouco por vaidade.
Ah, escrevo. Ponto. E conto.
As letras misturam-se em minha mente demente.
Escrevo para organizá-las em pensamentos inteligíveis.
Ao expeli-las, as letras, desenlouqueço. Um pouco menos, ao menos.
Escrevo... É o que mal sei fazer. E que mal pode-me fazer?
Escrevo. Vírgula, acento e ponto. Pronto.
Eu escrevo como me agrada; não há escritor mais livre neste país. Não tenho compromissos senão comigo mesmo: nem com modas, nem com escolas, nem com circunstâncias, nem com academias, nem com editores, nada. Tenho um único compromisso: com o povo.
Nota: Entrevista publicada na revista Manchete, em 14 de junho de 1969.
...MaisSó escrevo aquilo que nasce e cresce dentro de mim.
Nota: Entrevista publicada na revista Manchete, em 14 de junho de 1969.
...MaisEscrevo sobre o que sinto, escrevo
sobre o que vivo.
Não peço entendimento, este é um
dom esquecido pelos ignorantes que
somos nós.
Escrevo a tristeza
Escrevo o sentimento
Escrevo o cansaço
Escrevo o embaraço.
Me rendo ao enorme mundo em que
vivo.
Sou pequena, sou ninguém.
Resta-me lagrimas que não valem a
pena
Não vale a pena ver esta cena.
Meu crescimento vem de dentro, ja
cresci faz tempo. e não digo que
entendo tudo.
O ser humano não precisa de
compreensão
Precisa ser o que é
Precisa se adaptar ao caos
Para ser o que é.
Escrevo versos
feito quem acende uma lanterna
em meio a escuridão imensa
É uma lanterna antiga
que brilha na noite escura
Ascendo versos
Luzes
Risco Fósforos
O que seja!
Canto para iluminar
a minha vida
E acabo
Iluminando outros corações
Eu vim cantar no barro
Doar ao mundo o meu óleo!
Escrevo versos
feito quem carrega
no peito vendavais/
Tempestades-viventes!
E na alma o Paraíso
que nunca perdi...
Nunca deixei perder!
Jamais me perdi de mim...
Amo a minha meta
De ser poeta!
Acendendo outros corações
apagados na escuridão
desta noite grande que é a vida!
Sigo feliz...
Caminho a cantar!
Escrevo versos
como quem acende faróis à beira mar!
Em meio a escuridão imensa
Desta vida!
É uma lanterna antiga
que brilha, brilha...
Brilha em mim!
Eu escrevo com a intenção de alegrar um coração sem esperança de alterar nada de seu estado normal.
No fundo estou á desabrochar os sentimentos sólidos que ainda resta com infinidades que se faz sentido.
O orgulho se faz em desvantagem ao ser um erro grave para um coração sedento de paixão.
O tempo faz perder muito tempo, pois o destino não é querer o destino muda de direção com a força do amor.
Eu escrevo uma verdade em versos que altere um destino desacreditado por falta de esperança.
E por falta de esperança o amor não desabrocha para transborda em um coração que se faz carente.
Quero convencer-me de que vale cada sentimento depositado em um relacionamento justo e correto.
Dignidade se faz puro entrelaçado com a fidelidade e desperta o amor verdadeiro.
Eu não escrevo para um retorno de sentimentos, pois eu me faço o verso que lhe encanta e que se entrelaça em seu coração.
Faço-me as palavras que provocam os desejos ocultos, porem não deixo de ser o que sou.
Atraio sua atenção e teus olhos brilham para me admirar com imensidão e forte intensidade.
O cerimonial das palavras mostra-te infinidade no amor e de braços abertos lhe espera para um caminho feliz.
Acho que o perfeito não participa da conversa nem dos sentimentos;
Escrevo poemas com erros de português exagerados, me procuro, mas não sei onde me encontrar;
Sei que não há como apagar os erros do passado, mas quero-lhe compensar por tanto que eu deixei de fazer;
Te erguer ou exaltar toda a sua dignidade e celebrar todo amor que nasce entre nós;
A guerra foi declarada e o duelo fora aceito, pois no amor é viver ou morrer;
Eu sou assim escrevo sentimentos criado pelo meu coração que desata minhas tristezas;
Meus poemas são o que me mantém vivo com pensamentos que redil o meu lado fraco que me arrasta para minha solidão;
O meu silêncio é sincero, mas minha alegria é inventada e o que importa minha historia que tanto terminou virarei lenda;
Mesmo sem tiver eu consigo amar incondicionalmente escrevo por sim dizer quando convém te exaltar;
Invento momentos delicados me fazendo impudente a teu entender e pronto para lhe amar;
Quero viver minha vida em paz com a única maneira, te amando com um dialeto diferente;
E hoje em dia vivemos um filme real que desloca nossos corações;
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