Escrevo e parece que não Leio
Eu escrevo com a intenção de alegrar um coração sem esperança de alterar nada de seu estado normal.
No fundo estou á desabrochar os sentimentos sólidos que ainda resta com infinidades que se faz sentido.
O orgulho se faz em desvantagem ao ser um erro grave para um coração sedento de paixão.
O tempo faz perder muito tempo, pois o destino não é querer o destino muda de direção com a força do amor.
Eu escrevo uma verdade em versos que altere um destino desacreditado por falta de esperança.
E por falta de esperança o amor não desabrocha para transborda em um coração que se faz carente.
Quero convencer-me de que vale cada sentimento depositado em um relacionamento justo e correto.
Dignidade se faz puro entrelaçado com a fidelidade e desperta o amor verdadeiro.
Eu não escrevo para um retorno de sentimentos, pois eu me faço o verso que lhe encanta e que se entrelaça em seu coração.
Faço-me as palavras que provocam os desejos ocultos, porem não deixo de ser o que sou.
Atraio sua atenção e teus olhos brilham para me admirar com imensidão e forte intensidade.
O cerimonial das palavras mostra-te infinidade no amor e de braços abertos lhe espera para um caminho feliz.
Acho que o perfeito não participa da conversa nem dos sentimentos;
Escrevo poemas com erros de português exagerados, me procuro, mas não sei onde me encontrar;
Sei que não há como apagar os erros do passado, mas quero-lhe compensar por tanto que eu deixei de fazer;
Te erguer ou exaltar toda a sua dignidade e celebrar todo amor que nasce entre nós;
A guerra foi declarada e o duelo fora aceito, pois no amor é viver ou morrer;
Eu sou assim escrevo sentimentos criado pelo meu coração que desata minhas tristezas;
Meus poemas são o que me mantém vivo com pensamentos que redil o meu lado fraco que me arrasta para minha solidão;
O meu silêncio é sincero, mas minha alegria é inventada e o que importa minha historia que tanto terminou virarei lenda;
Mesmo sem tiver eu consigo amar incondicionalmente escrevo por sim dizer quando convém te exaltar;
Invento momentos delicados me fazendo impudente a teu entender e pronto para lhe amar;
Quero viver minha vida em paz com a única maneira, te amando com um dialeto diferente;
E hoje em dia vivemos um filme real que desloca nossos corações;
Falo com o meu silêncio ou do que de fato eu escrevo para entender o que nunca fora dito, entrelinhas sucederam-se o amor perdido;
Mas honestamente nem me sinto procedente do que realmente crio, sou flor, sou espinho, tempestade incendeia a força da perfeição;
Sou força, sou fraqueza, sem asas, mas com muletas distintas pelo o que não há, sou guerra e sou paz para nunca mais voltar;
Acalento os seus dias e lamentos para desfazer os anseios que te guardam em qual quer lugar;
Nunca fui poeta e nem muito menos quis ser, mas escrevo para recitar entrelinhas de um dia poder amar você;
Escrevo em papel marche que tanto te amo, sei que está virando clichê palavras de amor, mas faço por querer amar você;
Escrevo o amor dos outros, mas ainda não aprendi a amar...
Cresci e ainda sou criança, levando a vida a me inspirar e versar;
Eu sou poeta e busco me respeitar...
Quando escrevo algo intenso não sou vulgar
Mas sim artista da sensualidade para
Completar a mente e o coração
Como um instrumento
Lúcido e criativo;
Penso no que escrevo para contemplar-te, pois cortejar-te-ei com exatidão
Para que possa me guardar no coração e é lá que nascem sentimentos
De perfeição nas quais iluminam todo um caminho;
Não é por que eu escrevo! Que me acham sábio, mas sim pelo caráter que a sabedoria certifica e me atualiza;
Eu não escrevo o erro ortográfico com o medo de um romantismo frustrado
Mas erradamente, escrevo no acalento de um coração despedaçado
Buscando acertar as experiências sem me senti magoado;
Sei bem... Não sou importante e o que escrevo
É inspiração, sendo que a inspiração
Nada mais é o que os outros escrevem;
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