Escrevo e parece que não Leio
PENSO, LOGO ESCREVO
A filosofia de grandes pensadores,
Transmutou-se em livros de cores e
sabores.
Não sou René Descartes iluminista,
Nem místico como os grandes
alquimistas,
Mas já escrevi em prosa e verso
toda uma vida,
Da CAMINHADA a PENSADORES
APOCALÍPTICOS ativistas.
Enquanto a natureza permitir,
Minha caneta artesanal vai
imprimir,
O que eu sou por inteiro,
Integralmente no solo brasileiro.
Julgamentos caem como chuvas do
céu,
Superá-los é meu precioso troféu.
Nos dias de prantos e dores
imensuráveis,
De revolta e frustrações miseráveis,
Quantos te estendem a mão?
Quantos te empurram pro abismo da
solidão?
Você estará sozinho quando mais
precisar de alguém,
Nos momentos de felicidade vai
haver mais de cem,
A vida é desafio que nem nas
paraolímpiadas,
Cada obstáculo é uma lição da vida.
Alberto Ativista, escritor e poeta.
brasilporoutrosolhos.blogspot.com
Eu escrevo pra desancorar emoções. Escrevo pra tentar controlar o caos daqui de dentro, pra peneirar um porto nessa tempestade. Escrevo pra suicidar no vento o peso das palavras. Escrevo para me libertar. Escrevo pra transpassar fronteiras, pra alcançar certos ouvidos, e me perder no meio daquela barba. Ahhhh minha excitação por barbas! Já se sabe quem provocou. Eu escrevo aqui porque a poesia tatuou em mim o gosto pela vida, pois essas palavras são quociente das minhas experiências. Talvez eu escreva para máquinas e robôs. Ninguém lê mesmo. A vida acontece no virtual dos corações frios e se desmancha no grito de horror proclamado na esquina dos contos, (a)casos, (des)encontros. Escrevo para sentir a mim mesma e não sentir a maldade alheia que permeia, que espreita. Escrevo porque se eu gritasse ecoaria apenas aos mudos. Neste mundo de poucas cartas e muitas selfies todo diálogo é de surdos. Eu escrevo porque escrevo, não há explicação.
Ando desacreditada de tudo, menos nas coisas que escrevo. Os papeis ultimamente viraram algo idolatrado para mim.
Registros de experiências
Não escrevo unicamente pra mim.
Escrevo para você que lamenta, e busca ser consolado.
Pra você que abomina as injustiças, e busca revoluções.
Pra você que interroga tudo, e busca respostas.
Pra você que ama, e busca ser amado.
Pra você que não entende, e busca compreensão.
Enfim, escrevo pra muitos.
Porém, há poucos que percebam,
Que não escrevo sobre tudo,
Somente o que já entendi.
E que não escrevo sobre a felicidade,
Porque ainda não a conheci.
Quanto mais triste mais escrevo e é na pausa para o café que encontro-me com a alegria para saborear mais um naco daquela baguete.
Porque escrevo?
Porque procuro alinhar palavras que traduzem meu pensamento e este num texto? Porque publico esses textos e o que espero com isso?
Assentimento? Concordância? Solidariedade? Simpatia? Reconhecimento? De quem? Para que?
Não há novidades nas minhas palavras. Tudo o que tinha que ser dito, escrito e lido já foi.
Escrevo o que todo mundo já sabe e no máximo talvez se pergunte:- Porque eu nunca pensei isso dessa maneira?
Escrevo porque gosto, sem nenhuma preocupação em ser original.
Afinal, quem é original? As palavras são sempre as mesmas, apenas são dispostas de maneira diferente.
Não há, aprendizado para escrever, existe a observação do que acontece com a gente e perto da gente e vontade de deixar um testemunho do que se viu e viveu.
- TRANSMITIR-
Já tem um bom tempo que não escrevo um bom poema.
São tantos focos que desfoco
(Meus pensamentos são muito confusos)
Só que
es-crer-ver
Pra mim sempre foi uma paixão.
Não quero que isso mude se um dia resolverem pagar pelos meus versos.
Que por sua vez se tornarão mais incertos.
(Confusos)
Não sei o que quero transmitir.
Porém existe em mim a
necessidade de transmitir,
Por isso continuo transmitindo.
Só não posso transmitir qualquer merda.
(Merda)
AMO LER-TE
Quero ler-te como tu me lês
Nestas páginas que escrevo
Deleita-me no teu belo corpo
Leio-te nos sonhos que tens
Leio-te no caminho que faço em ti
Leio-te nos teus vazios segredos
Leio-te nas tuas profundas dores
Leio-te nas tuas lágrimas contidas
Leio-te na desilusão do teu coração
Leio-te nas asas do meu corpo em ti
Leio-te sedento de paixão por mim
Como gosto de ler-te, como tu me lês
Ler-te é amar-te mais, mais sem fim.
Carrego letras
escrevo, descrevo...
músicas guardo na alma
lembranças,
do que ficou, do que não sai.
Vive em mim:
tardes manias
de você, de querer.
Tá tatuado, colado
no peito tatuei sonhos
desejos
guardei saudades,
momentos de nós.
Desculpe
Me perdoem por favor.
Pela insistência em expor.
O que escrevo com amor.
O que mais cabe ao escritor senão escrever?
E o que resta ao leitor além de ler?
Rir ou chorar.
Apreciar ou desgostar. Criticar.
Se emocionar.
Conhecer.
Saborear.
Me perdoem.
Mas Minh ‘alma implora se expressar.
Através de minhas calejadas mãos.
E de realização irá exaltar.
Caso consiga, o coração de um único leitor, desabrochar.
Priscilla de Carvalho 11/03/2016
Escrevo fragmentado,
Sem cronologia...
Escrevo quando a vontade me visita
Quando as idéias, os sentimentos, desejos transbordam!
Escrever alivia
A escrita é o punho e o pulso do meu espírito
Minha pauta são as emoções...
O cotidiano que me abala...que me embala...
Minhas reservas secretas
Meus pensamentos soletram cada emoção sentida até a exaustão
Meus escritos dão vida à poesia que habita no pulsar da minha existência!
Palavras...
Reflexos do meu EU
Sussurros d'alma
Complexos, intensos, secretos
Eternizados em folhas brancas
Cada linha que escrevo há muito da minha alma escondida
Segredos inconfessáveis que abrigo em poesias
Sonhos desfeitos que foram só meus
Cada linha que escrevo revela tudo de mim
Um passeio pelo meu coração
Alegrias vividas e reunidas como tesouros
Cada linha que escrevo é uma maneira de abrigar a mim mesma
Um jeitinho que encontrei para afagar minha dor
Para enriquecer meus dias com suavidade
Colorir com luzes de amor
Me encher de paz
VARANDO A MADRUGADA
Ai que dilema
O sono some
A cama esquenta
Escrevo poema?
Lá vem fome
Idéia opulenta
Conto carneirinho
Ou como um docinho?
mel - ((*_*))
Tudo que escrevo são puras verdades,
o nosso povo esta a ser roubado,
isto é mais que realidades,
eu sou soldado e digo que esta é merda culpa do estado.
Nao escrevo por simples prazer
Nem por exorção de conhecimentos ou escesso de informação
Talves por expressao de sentimentos que minha mao vai as desenvolvendos em letras que nem eu os conheço
Nao escrevo por vontade nem por gosto
Talves por vicio incontrolavel por mim ou por uma doença desconhecida pela ciencia...
Escrevo sobre os relacionamentos que tenho, os que não tenho, os que quero ter, os que não são meus, os que nunca aconteceram. Escrevo.
" E quando escrevo meus pensamentos muitos acham que estou apaixonado, mas apenas tiro um esboço que meu coração está há refletir, porém é nada mais que um desabafo de um coração em letras.."
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