Escrever uma carta a uma Criança

Cerca de 5912 carta Escrever uma a uma Criança

Hoje, mais um dia que me ponho a escrever, mais um dia sem você e mais uma certeza de que não vai mais acontecer.
Difícil me desvencilhar da saudade mas estou optando por esquecer, fingir que nada aconteceu pois perante a intensidade dos momentos chega a doer a maneira que nos perdemos.
Trocamos olhares de "amor", um carinho sem pudor e? Simplesmente viramos a página, perdemos o capítulo, deixamos de escrever a história e no final somos meros espectadores, desconhecedores, perdedores.
Chega a frustrar, mas chega de indagar, busquei todas as respostas, obtive incertezas e hoje me falta coragem de te deixar ir, e assim como o destino nos aproximou a " " nos distanciou.
Deixo em aberto o motivo afinal que diferença faz? Afinal não fomos capaz e em rumos diferentes novamente estaremos em busca da paz.

Inserida por JulianaMM

Havia prometido à mim mesmo,não mais escrever pra ti.Não sou um sujeito possesso,porém;não posso omitir.Após este lindo vestido,perdoa-me,não resistir,se tu fosses minha!haha!!!só pra mim iria vestir...
Nas curvas deste lindo corpo,na malícia deste olhar,expor estas lindas pernas?ah!não queria falar.oh linda criatura,glamourosa escultura,mão direita à altura,solta este vestido branco senão irei à loucura. Ô mulher!doce mulher,pele suave,lábios cristalino,olhar felino e sedutor,pétala que sabe encantar,verdadeiro símbolo do amor à mais bela arte de amar.

Inserida por FranciscoReis

Nota:
Eu queria te escrever um poema com a ponta da pena de um pássaro. Eu queria que a lua fosse da cor dos teus olhos. Queria que as flores exalassem teu perfume, e que todo espelho refletisse teu rosto. Minha rua deveria ter o teu nome. Os jornais deveriam noticiar o teu sumiço. Queria poder ouvir teus risos de longe, e que teu choro fugisse da minha presença. Eu só queria que a saudade não soubesse fazer sala, mas, esta noite, ela preencheu a casa inteira.

Inserida por natanirisorim

Qual a forma certa de amar?
Há dias, com uma folha em branco a frente dos olhos, tento escrever a respeito dessa grande indagação.
Vivemos em dias de extremos. De banalizações ao infindável mundo de conceitos recém criados. São dias que não são pra qualquer um.
E há quem se encaixe em dizer que após dois dias num aplicativo de paquera qualquer, que já é amor o que nutre no peito por seu alvo. Nem a alface cresce em dois dias. E de alface eu entendo.
E há quem brigue como uma guerra de foice quero amor é um deslumbre. Com os poetas da antiga terra parisiense…
Há quem diga que amar é sofrer. Delegacias trazem números e mais números e, cálculos e mais cálculos são feitos diariamente a esse respeito.
Afinal, o que é amar?
Talvez pro filho que não vê o pai nem saindo de casa e nem voltando pra casa, qualquer conversa sobre dinheiro e pão na mesa, se torna bem estúpida.
Mas talvez a visão muda para o pai que acorda as 5 da manhã e todos os dias só consegue ver o filho dormindo. Que precisa pegar três conduções cheias de outros pais e mães que também estão fazendo o que podem para não deixar o pão na mesa faltar.
Afinal, o que é amar?
Para a amiga adolescente, amar é passar todo o tempo junta da outra amiga adolescente e não se opor a absolutamente nada do que é feito.
“Se você contar pros meus pais que eu bebi, você não é minha amiga! Você me ama? Então não conte”.
Ou amar é justamente ter esse tipo de conversa:
“Tia, a beatriz tem bebido demais e eu não sei mais o que fazer com ela. Eu a amo. Preciso da sua ajuda.”
Amar pra alguns é ir pra cama na segunda feira e na terça feira e na quarta feira e na quinta feira e na sexta feira e no sábado e no domingo.
Para outros, a companhia de ter mãos com dedos levemente trançados enquanto se lê um bom livro.
Lulu Santos já deve ter pensado nisso, mas preferiu musicar e simplificar tudo isso em uma única frase: Consideramos justa toda a forma de amor...
Eu tenho um problema com coisas simplificadas então quero relatar aqui a minha forma de amor.
Vi um casal na rua que me inspirou a escrever sobre isso.
Era um casal de idosos. Ele beirava uns 89 anos e ela não me parecia ter menos que isso.
Os dois estavam atravessando uma rua movimentada da minha nova cidade.
Ele cuidadosamente a ajudava a atravessar a rua. A segurou pelo braço e assim que prestei atenção nela, vi que o tempo havia trazido uma longa curva sobre os ombros. A corcunda do tempo...
Ele com os olhos amarelados pelas possíveis cataratas, se fazia atento a tudo a respeito dela. E então para minha surpresa, assim que ela pisou na calçada, ela se virou totalmente pra ele, para ajudá-lo a subir também...
Eu diminuí minha marcha para que a minha pressa não me impedisse o deleite de ser agraciada pela expressão mais clara pra mim sobre o tema amor.
Amar é suportar e tolerar.
Paulo, um dos apóstolos de Cristo também me entenderia quando inspiradíssimo, escreveu no livro de Primeiro Coríntios, versículo 13 sobre o amor.
Como pode? Uma mãe tolerar a dor de sair tão cedo de casa, do gueto, para lavar roupas para uma madame rica do outro lado da cidade?
Como pode? Uma irmã mais velha, se tornar mãe, pai e suportar o esquecimento de ser filha, porque há muitos pequenos para cuidar enquanto essa dona mãe esfrega, passa, lava...
Como pode? Um filho se esforçar entre becos e drogados, entre tiros e culpados, para se formar em medicina pensando que assim, poderá assistir melhor sua comunidade carente.
Um filho da pátria vivendo honestamente entre tantas propostas. Afinal, o que quer deixar de legado para os seus?
Amar vai além do romance. Amar é racional.
Amar é se querer o bem. É pensar no outro, como gostaria que pensasse a seu respeito.
Num mundo de espertos, ser amor é meio fora de contexto.
Mas é a única força que pra mim deveria mover o mundo.
Ao menos, o mundo de alguém verdadeiramente.

Inserida por kellifreitas

DESABAFO;
Hoje me sinto no direito de escrever o que meu coração sente.
Faz tempo que lagrimas não surgem do meu rosto.
Faz tempo que renunciei o dom de escrever para quem eu nunca conheci.
Chamavam-me de POETA.
E minha poesia corria por corações que tal poesia pertencia.
O sol, a lua, as estrelas, o vento, musica e palavras que surgiam com minhas lagrimas e sorrisos misturadas com essa mania doida de ser e continuar a sendo feliz.
Solidão me aquecia e me prevenia que eu não deveria amar.
Minha alma desejando momentos inesquecíveis.
E por muito tempo eu freqüentei camas frias e deixei meu calor.
Por muito tempo conversei com olhares distantes e tristes e deixei meu sorriso.
Eu de um jeito louco eu era solidão rodeado de muitas que apenas desejam minha doce poesia.
Num dia qualquer de uma noite inesquecível eu encontrei uma bela que me fez acreditar que tudo o que eu escrevia simplesmente pertencia a ela.
Rendi-me.
Entreguei-me.
Poesia se fez presente em carne e osso em minha vida.
Foi então que eu chorei.
Chorei, por que o sol, a lua, as estrelas, o vento, musica e palavras que surgiam com minhas lagrimas e sorrisos misturadas com essa mania doida de ser e continuar a sendo feliz foram substituídos pelo adeus de uma mentira.
Caído ao chão, sem poesia eu chorei um choro que ainda machuca meu coração.
No chão sem desejos eu senti uma bela chuva caindo sobre mim, me desejando vida.
Ajoelhei-me e deixei a bela chuva me trazer vida com a esperança de que dali eu me levantasse em paz em busca do que eu era.
Mas a chuva não parou.
Aproveitou-se que eu me encontrava no chão e se tornou uma tempestade me afogando e trazendo momentos que desejava esquecer.
Aprisionado pela chuva num vale de lama e entulhos sem esperança eu fiquei.
Mas para quem um dia permitiu-se ser um POETA tal grilhão não foi o bastante.
Levanto-me.
Vou sorrir.
Quero uma musica.
Quero e posso escrever sobre felicidade.
Quero e posso escrever sobre o amor.
Se um dia minha poesia chegar a seu coração, não se confunda e se possível não me aprisione, pois um poeta escreve o que deve ser escrito.
Mas cá entre-nos o poeta só consegue amar a sua própria poesia.
E a poesia de um poeta vive bem lá longe num lugar chamado vida e por mais longe que pareça, um poeta sempre chega ao seu destino contemplando o que existe de belo em seu caminho......


.....
....
Peregrino TADEU.

Inserida por lutadeus

Vivamos o milagre da vida!
podemos escrever nossa história
e viver cada momento.
Durante nossa existência
Fazemos nossas escolhas
e podemos decidir o que seremos.
Então que vivamos !
Vivenciando o Amor e a Alegria!
Não sabemos quanto tempo
a chama, do milagre de nossa vida,
permanecerá acesa.
Então, que saibamos aproveitar
e desfrutar de toda a beleza desse mundo,
vivendo intensamente cada segundo.

Inserida por IrmaJardim

Não posso descansar sem escrever;
sem reviver o passado ilustre
e criar o futuro prometido,
mesmo sendo tido como algo severamente proibido, reservo a mim, a vontade de cantar, o poder de opinar e talvez até mesmo de a encantar,
Sua forma etérea transforma-se em pura vontade férrea,
criando em sua mente a principal bactéria, que faz todos diante dela, pensar,
criar,
exterminar.

Inserida por PabloFub

FELICIDADE DE ESCREVER

Sempre que escrevo
É a vida que tento embelezar
Na clareza do dia
Com o coração a palpitar
Já me decidi
Na condição de mulher
Tendo a luz a florescer
Na certeza do amanhecer

Sempre que escrevo
É a solução que tento resolver
Acreditando na força do mundo a se mover
Na palma da mão a sorte
Em rumo ao Norte
Na imaginação de ser

Sempre que escrevo
Tento ocupar o tempo
Tentando algo esclarecer
E no final poder dizer
Sou poeta

Inserida por ValeriaPintofrases

"ANALISE"

O poeta não sente dor mas finge que sente
Ao escrever rouba a dor e o amor que não sente
Não analise o que escrevo, por favor
Escrevo, simplesmente por escrever, este prazer de escrever
Um prazer tão elevado, não para editar ou para o exibir
Apenas só pelo simples prazer de escrever
Afinal escrever um poema é gerar um filho parido com amor e dor.
Escrever pelo prazer da escrita, o poeta não sente dor
Mas finge que sente ao escrever a dor e o amor que não sente.!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"TALVEZ, TALVEZ"

Talvez deixe de escrever
Afinal a minha escrita é uma bosta
Poemas tantas vezes feitos de defeitos comuns
Desencontrados, desconexos
Fortaleza solitária, hábito de peito aflito
Pensamentos saudosos
Tempestades de granizo consentidas
Que tristes os gemidos penetrantes
Entranhas frias repartidas
Claros desenganos, certezas de extrema tristeza
Sofreu bravas aventuras
Mágoas minhas, olhos meus, entre os espinhos
Passos dados nas duras serras
Donde habita a maior fraqueza
Alma minha, corpo teu
Esperança esquecida, escritos tão meus!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Da planície das coisas por escrever...

Da planície das coisas por escrever nasceu um lírio
sem trono
sem tecto
sem espelhado afeto.
Nasceu parido do ventre dos lamentos e gemidos,
dos ruídos derrotados e vencidos das cigarras.
Nasceu cuspido na cara desmaiada das palavras
cruas. Maltratadas.

Da serra elevada aqui ao lado
rebolam-se nervos cardados de memórias
num rosto moreno, a navegar-se em moradas de charcos.
Barcos áureos sem rumo, sem velas, velejam-se
ao som da voz cantada.
Da voz que, cansada de si, pranta,
em longínqua estrada.

Perco-me entre o plano e o composto.
Rebusco a chama distante do teu corpo,
a lava adormecida na noite do enigma.

Busco um momento
na seiva cálida do teu gosto
na saliva lenta da renuncia a escorrer-se aberta
na esteira pálida da palavra.
Num adeus distante de gestos gastos e repetidos,
no tédio déspota dos sentidos.

Na planície acerada dos trigais,
não te encontro nem sequer me encontro mais.

Mergulho no charco pardacento, o verbo,
a palavra, o sentimento.
Na boca bafiosa sinto gelo, moribunda rosa.
No estômago o soco, o invólucro transparente do nada.
Sopra da serra um mundo agreste,
que me veste do fim e me despe do começo de mim.

Da planície das coisas por escrever,
das coisas por viver, nasceu um lírio nado-morto
a pontear de roxo um espaço devoluto de oco.

Ao longe, na boca do mar, nasce agora o Sol-posto.

Inserida por katiacristinaamaro

Eu Sei O Que Eu Quero por Saik

O que que eu posso escrever? Não sei nem o que estou pensado
Como eu posso transformar isso em poesia?
Eu perdi o trampo. um possível amor,o entusiasmo que eu estava cultivando
Como sempre tudo acabou de um jeito que eu não queria

Eu como sempre estrago tudo, e continuo perdido sem ter pra onde ir
Devia é passar a ser mudo, quem sabe assim teria mais motivos pra sorrir
Já não aguento mais esse peso que é ser eu, como se isso fosse difícil...
Está tudo bem e normal, mas eu, me sinto à beira de um precipício...

Já não sei mais o que eu sinto, já não sei mais o que eu quero
Com minha erva e meu vinho tinto, dias melhores é o que eu espero
Queria não querer nada, mas nem isso que eu queria, eu quero
Mas pra hoje o que resta é um caos de sensações,
Pensamentos em conflitos com antigas emoções
Por que eu quase te adoro, quase te venero

Inserida por RagfSaik

SONHO DESFEITO

Às vezes não sei o que escrever
Mas, pouco a pouco, no meio do silêncio
Ou do imenso barulho cá de casa as palavras saem.
Começo por escrever que muitas vezes....
Não adianta correr atrás de um sonho
Quando há aberrações que acabam com os nossos sonhos
Seja o que for que a vida tenha reservado para mim
Vou continuar o meu caminho e a sonhar sempre
Mesmo quando as aberrações se cruzam connosco
Sem dinheiro não se faz nada infelizmente
Onde tudo se compra, tudo se paga
A vontade não passa
E a ansiedade que nos consome vai mais calma
Evaporada paciência
Traz ausência de uma estratégia forte
De uma intolerante resistência, em momentos de magia
Pensamento forte de sonhos escritos em palavras
Nunca... nunca deixe o seu sonho morrer
Mesmo que não tenha dinheiro para o concretizar
Sonhar é viver, viver é simplesmente sonhar!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

SONETO AO POETA


Escrever?!... É ainda uma aventura desnecessária
que eu poderia substituir por qualquer outra mortalha.
Rabiscar palavras fingidas, que nada significam em
sua abrangência interpretada ao entendimento de ninguém.

Qual a razão deste culto clichê? O porquê da adorável função
dos sentidos impostos em entrelinhas que palpitam no coração?...
E quanto à transmissão da mensagem duramente planejada
e a necessidade de versificar estas palavras calejadas?...

Mas que é do suor escorrido que se desenham as belas letras,
as palavras – incógnitas desvendáveis –, e o sabor é diário;
o cotidiano que é indispensável ao bom gosto dos literários.

Pois as palavras não morrem, nem viram veredas.
Revivem-se a cada página virada, a cada minuto perdido;
escrever é dom da alma – que faz sorrir ao aflito.

Inserida por RenanPF

Poderia escrever um livro narrando os bons momentos que juntos passamo.
Você apareceu em minha vida e tomou conta dela e a transformou em alegria.
Virei novamente um menino,pulei e sorrimos muito juntos.
fiz dos meus momentos os teus, onde me entreguei de corpo e alma.
meus sonhos mais felizes viraram realidade.
hoje estás longe e só me resta a saudade.
Posso não mais te amar,
porém em meu coração
você jamais sairá.

Inserida por Altairtico

As vezes temos a chance de escrever as melhores histórias de amor, e nem sempre percebemos que por coisas bobas perdemos nossas histórias... E você segura com toda sua força essa história, mas em vão você assiste esse amor acabando como um por-de-sol. O que fazer quando você tem um desamor? Se as lembranças do passado eram boas e teu sentimento continua? Mas se o presente não é mais como no passado,o que sobra para amar? Se a conclusão for desistir desse amor, terás encontrado um desamor... E tudo que fizeres para esquecer e apagar será em vão, pois o amor sempre estará presente. Por isso para evitar um desamor cuibe bem do seu amor. Porque na vida tudo passa! Histórias de amor começam e terminam todos os dias... Milhares de corações se perdem e desaparecem, tornam-se apenas estrelas no céu.
Então, cuide do seu amor pq nem sempre temos uma segunda chance de fazer o certo.

Inserida por CamiiRodrigues

As letras da máquina de escrever escrevem por mim. Nesse momento sou um tolo, pensando como será tudo depois de tudo.
Talvez eu seja reconhecido por meus textos, me farão melhor do que eu realmente era. Talvez me olhem com pena por ter sido tão solitário. Do menino que escrevia pela primeira vez em um jornal, com 18 anos. Talvez lembrem do menino que fumava. Do menino que bebia. As feições tristes serão os marcos. Os raros sorrisos também. Talvez eu tenha sido tão pouco, que ninguém se lembrará. Talvez lembrarei de tão pouco antes de ir. Talvez do bêbado, mais uma vez. Lembrarão que nunca recusei uma cerveja. Recusei tantos sorrisos... Meus pulmões doem. Minha respiração não é mais tão fácil.
Hoje recordo que tive um pai. Ele fez um trato com sua esposa. Quem morresse primeiro, seria enterrado com uma caixa de fósforos no bolso. Ele fumou, bebeu, deixou saudade nos que o amavam... Senhor, como eu o amava...
A vida me mostrou tanto sobre a morte, que o romantismo se encontra numa caixa de fósforos. Realmente posso ser reconhecido por muitas pessoas. Mas se eu for amado por uma, viverei eternamente.

Inserida por kevinmartins6

Rasgo as cartas que eu, sonhei em escrever
Por castigo ou capricho já vivo tão só
Fecho os olhos, o mundo não quero ver
Tudo tão confuso, o laço virou nó

A lembrança me faz te querer
Bar, bebidas, cartas e dominó
Essa é a minha vida sem você
O castelo que construímos virou pó

Nós temos tudo a vê
Juntos, somos um só
Mas você não consegue ver
Como casal, somos melhor

O mundo é tão cinza sem você
As nuvens encobrem o sol
O cinza do asfalto é o contraste, contraste
Dessa solidão debaixo do lençol

Me ame só mais uma vez
Tira-me essa agonia
Encare comigo essa lucidez
E traga de volta a alegria

Digo-lhe, meu amor, outra vez
Por castigo ou capricho já vivo tão só
Tira-me essa insensatez
Dê me a mão, venha comigo, juntos somos melhor.

Inserida por brunoleitao

O que proucuras aqui?
essa noite não gastei mais folhas de papéis, está noite resolvi escrever sobre min, sobre como sou tão mais feliz sem você aqui, você quê me perturba tanto, com sua voz doce no telefone, seu olhar excitante, seu toque carinhoso, tudo isso não me faz falta, na verdade passei a odiar as noites de sábado, e quando me lembro de você começo a escrever, palavras e palavras, que resultar em outra poesia feita para você, graças a Deu! Hoje é sexta, estou a escrever aqui, sobre min enquanto sábado não vem.

Inserida por Endriakeury

Sem promessas

Não te prometo uma poesia
Por não poder te "escrever"
Com a mesma intensidade
Desse olhar tão expressivo

Não te prometo uma poesia
Por não ser capaz
De fazê-la tão bela
Quanto a tua beleza

Não te prometo uma poesia
Por não ser poeta
Que te tem como musa
Mas se encanta quando surges

Não te prometo uma poesia
Por só saber (um pouco) rabiscar
Quando deparo com a beleza
Estampada em teu olhar

Não te prometo mais nada
Além deste rabisco
Que se não é obra prima
Está enxertado do meu mais profundo...carinho

(Nane-09/12/2014)

Inserida por Nanevs