Escrever uma carta a uma Criança
“ você tem a escolha de cada dia escrever a sua história , não se deixe levar por palavras negativas de pessoas que não acredita no seu potencial. Pedras nos caminho são apenas para nós desmotivar. Você tem a escolha de construir um castelo ou desanimar diante dos obstáculos que a vida coloca na sua vida.”
Pensei em escrever sobre o amor, mas precisei abrir algumas aspas em certas frases, pois aos finais de todas as frases sobre ele parece sempre iguais.E sobre aos meus rascunhos infelizmente sempre tive que adicioná-las ao final de cada texto e frases em que eu me referia a você, terminava “em eu a amo” pensei que seria a abreviação perfeita para demonstrar o'que sinto mas você também precisa saber que sempre que falo sobre esse tal amor na maioria das vezes foi você, não apenas uma emoção de sentimento, que com passar do tempo esfria.
Pensei hoje nos meus três filhos e me deu vontade de escrever um livro sobre eles. Chorei ao lembrar desse meu desejo, os três filhos. Esses que nunca tive, esses que meu marido nunca quis me dar. Com exceção de um que já se foi. E dos dois que não nasceram. Pelo menos não nasceram de mim. Isso doeu porque hoje eu os teria comigo e a falta do André não seria tão difícil. sinto saudade dos meus três filhos.
O meu ódio é a minha principal fonte de inspiração, escrever é uma maneira civilizada que encontrei para "dar o troco"; é meio que um jeito de ir me refazendo, de ir juntando os "caquinhos" e continuar seguindo em frente; sem fingir que eu não importasse ou que não me lembrasse.
Escrever não é fácil porque escrever é a arte de transformar sentimentos em palavras, de transmitir para uma folha de papel o que estamos vivendo e sentindo. Da mesma forma também não é fácil compreender o que o outro escreveu, não é fácil sentir com o coração o que os olhos lêem. Então chego a conclusão que tanto o escritor como o leitor devem ter almas sensíveis, um para transmitir e o outro para sentir.
Escrever é um tratamento! Trata medos de dizer em voz alta um desabafo, trata angústias de não ser compreendido, trata insônias improdutivas, trata o coração tímido que se declara em poemas, trata o pai que quer aconselhar sem espaço para falar, trata a mãe que quer elogiar ou o filho que quer agradecer, trata os amigos que não sabem falar com a mesma delicadeza que conseguem escrever, trata almas e corações que na "ausência" da voz se apaixonam por lápis, caneta, papel ou teclado....trata o silêncio que queima e os gritos que ninguém ouve..escrever trata de gente que quer ser ouvida sem ter falado, porque não tinha voz, porque não tinha espaço e não tinha coragem...escrever é entrar pelas janelas da alma e sair pelas portas do coração...é soltar os anjos, os demônios e os egos, é libertar memórias e aprisionar esperanças...quem escreve trata de si, e sem querer se torna também tratamento para quem lê...O tratamento eficaz pode ser escrito e até rasgado, apagado ou amassado. Os escritos que tratam por vezes não são lidos por terceiros, mas são remédio único para quem os escreve..
Vou escrever um conto; ando sem inspiração, mas tenho o mar e todos os seus mistérios; toda essa coisa grandiosa e o que inventam; as sereias, os tesouros, as ilhas misteriosas, os mundos perdidos... Vou escrever um conto... eu invento um amor; uma grande paixão... algo digno de Shakespeare; alguém que renunciou a não sei o que e se entregou de corpo e alma e me espera não sei onde... vou falar desse amor, olharemos o arco-íris e a neblina primaveril acinzentando a lagoa e o corcovado. toda a melancolia dos anos dourados que repousa no passado, mas nos incomoda como uma farpa entre a unha e a carne. Vou escrever um conto... eu invento um álien meio ianque, meio soteropolitano, dançando despido na calçada de Copacabana; lembrando o hit do Caetano, ''sem lenço sem documento"; dançando um axé, um xaxado, um samba-rock... qualquer coisa entre a preguiça baiana e a esquisitice americana. Vou escrever um conto sobre amores inesquecíveis, paixões impossíveis; gente que se jogou da ponte, se revolve nas águas e seus espíritos perambulam nas praias em noites de lua cheia... quem pode entender o amor? Vou escrever um conto sobre o que não conto pra ninguém, esse pavor, esse momento delicado, que expande o pânico com o terror de chacinas e ameaça eminente que nos torna refém de milícias e nos tortura com funk de apologia à droga, à prostituição e à violência. Toda essa violência propriamente dita e a violência estarrecedora da corrupção que nos venda à qualquer possibilidade de uma luz no fim desse túnel.
Hoje me disseram que escrever para crianças deve ser coisa simples. As pessoas consideram a literatura adulta mais elaborada, mas se enganam ao pensar que escrever para crianças é mais fácil do que escrever para adultos. É claro que existem diferenças, mas é igualmente difícil, se desejamos fazer literatura de qualidade. Fica a dica.
Você já deve saber, que escrever essas coisas bonitas para agradar outrem não faz da sua conduta um mar onde as pessoas querem entrar, onde piratas querem explorar, onde o reflexo do sol tem aquele brilho impressionante como o eclipse lunar! Porque fora dos versos conhecemos as nossas travessuras, conhecemos as nossas condutas, conhecemos o pau torto que não faz esforço algum para que tome um rumo louvável, não importa o quão bonitas sejam as palavras, quando quem as profere carece de um boa conduta, tira o brilho que existe sobre elas.
Educar-se não é apenas aprender a ler e escrever: é aprender a questionar, a enxergar além das aparências, a desconstruir as verdades convenientes. O conhecimento não apenas liberta, ele impede que sejamos manipulados por aqueles que preferem a ignorância como ferramenta de controle. Uma mente educada nunca será cativa.
Eu resolvi te escrever a última carta para te dizer que ainda te amo mas sou obrigado a te esquecer só não me culpe foi você que pediu pra te esquecer juras de amor ouvi você falar estava cego de amor por você que aquelas palavras eram da boca pra fora já eu como um tolo cego louco de amor por você hoje sei que entreguei o meu amor verdadeiro a você
“"Como um doente terminal desmemoriado, todo ser humano deve escrever um livro de memória, para relembrar quem somos, pois o mundo que nos cerca nos impõe outra realidade, com estupidez brutal, a de que só valemos os tostões furados que carregarmos nos bolsos... viva a liberdade e a anarquia poética, estamos no topo da república de Platão."
Bem diz: - "Escreva tudo que lê, e leia tudo que escrever". Assim há de ser, pois ler é conhecimento, e escrever é exercício do pensamento. Aquele que não pensa é um tolo, aquele que nada absorve, nada aprenderá. Veja diante os olhos, a vida é o grande aprendizado e não verá jamais mestre melhor!
Eu quero escrever, gosto de escrever mas neste momento não consigo, as palavras parecem não se encaixar, na cabeça nenhum assunto que eu possa imaginar, acho que é o sono perdido, algumas noites em claro provocam isso, o meu cerebro está distante, parece que ele não quer fazer parte de mim, não entendo ainda como estou escrevendo isto...As vezes acho que estou ficou louco.
Hoje palavras veio em minha mente, e resolvi escrever, uma forma de me acalmar, sei lá, apenas sei que hoje eu refleti sobre minha vida ao longo desse ano, a pessoa que me tornei, a personalidade forte que eu criei, refleti sobre o que eu era a um ano atrás e o que sou hoje, pareço ser mais homem, com pouca idade tive grandes responsabilidades, aprendi com você Pai, que um homem tem que ter fé, amor, generosidade com o próximo para ser um homem completo, que um homem não está no tamanho e sim na qualidade, aprendi que pouco com DEUS é muito! Que não adianta um homem ter tudo, se ele não tem amor, fé. Aprendi a ser sincero, aprendi que nenhum presente é melhor que sua presença, e que não tem nada mais prazeroso que arrancar um sorriso seu! As vezes falta um ''EU TE AMO'', mais prometo que irei falar! É pai quantas vezes se preocupou comigo? quantas vezes não acordou de madrugada pra fazer minha marmita, é pai, hoje tenho consciência e posso dizer aprendi a ser homem com você! Eu te amo.
Escrever, escrever e escrever, sem nada pra fazer em uma folha de papel vou escrevendo sem pensamentos, sem rumo, perdido não sei onde estou nem pra aonde estou indo, aliás que horas são agora? Dia calmo, um sol lá fora céu limpo, ar fresco, e pensamentos fogem, voam como nuvens, até agora não sei o que estou escrevendo, e o tempo vai, as palavras vão saindo, sem sentindo, mas estão! Escrever, escrever e escrever...
A liberdade poética me autoriza a escrever sobre qualquer assunto, seja algo sério, bacana ou esdrúxulo, fatos engraçados, bobagens e metáforas... Mas se você quiser escrever sobre política, um conselho: "se for algo ridículo, a ponto de perder a sua credibilidade intelectual, mostrando a todos a sua incapacidade de entendimento, por favor, não escreva."
Eu tenho um estilo literário bem peculiar, gosto de escrever verdades, mas o meu texto tem que rimar, faz parte da minha essência, é algo que não abro mão, também faço críticas, mas de forma leve, sem indiretas que ofendem este ou aquele cidadão... Todo escritor possui um estilo próprio, faz parte de seu aprendizado, às vezes ele se inspira em um outro mais famoso, mas nunca copia a sua ideia, pois sabe que é errado... Cada um de nós escreve de uma forma, tentando passar algum recado, o meu contém rimas aleatórias, faz parte do meu estilo literário.
Nem escrever só coisas doces, também nem escrever só coisas cruéis. Nem muito bom, nem muito ruim, nem santo, nem anjo, nem campeão, nem perdedor. Há dias que tudo é maravilhoso, há dias que tudo é horrível, não sou nem tão alegre, nem tão triste, também não sou muito de puxar saco, gosto mais de ser espontâneo. Não gosto de escrever coisas mornas, nem coisas óbvias, nem pra agradar, nem pra entristecer, prefiro escrever como sinto, escrever é como ser pego por uma inesperada emoção súbita de inspiração, tanto pela realidade ou pela imaginação. Sai ou não sai, incontrolável como os trovões do céu, imprevisíveis como os terremotos da terra. Emoções são repentinas, pulsantes e intensas. Escrever é repentino, pulsante e intenso.
Sorria como palhaço, brinque como uma criança, chore, beije, morra de amor como uma mulher apaixonada, sonhe, grite como uma louca mas acima de tudo viva. E veja que o fim nem sempre é o final, as vezes o final pode ser o começo de uma nova chegada. Sabemos que vivemos em um mundo em que o passado nem sempre passa, onde o presente nem sempre é agora e o futuro nem sempre chegará..
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