Coleção pessoal de Gilguete
Nós estamos constantemente a errar com as pessoas porque nos esquecemos de que, antes de conhecermos alguém e passarmos a fazer parte do seu círculo, essa pessoa já existia, mesmo sem sequer saber da nossa existência.
Ainda assim, por vezes, comportamo-nos como se o mundo das pessoas à nossa volta só fizesse sentido porque fazemos parte dele. Quando, na verdade, antes de nós chegarmos, já existia um mundo na vida dessas pessoas. Já existiam outras pessoas, já havia sorrisos, sonhos, planos grandiosos, momentos de felicidade e histórias que não conhecemos.
A verdade é que não somos tudo aquilo que imaginamos ser na vida das pessoas. Por isso, precisamos de ter mais empatia, mais amor e mais compreensão. Precisamos de aprender a ceder, a reconhecer os nossos erros e a dar o braço a torcer quando necessário.
Porque, com ou sem a nossa presença, a vida continua. O mundo não para por ninguém, e as pessoas, por mais que sintam a nossa falta, acabam por encontrar formas de seguir em frente.
Há muito mais pessoas no mundo do que conseguimos imaginar. Há pessoas incríveis, capazes de nos surpreender, de nos acolher e de nos oferecer aquilo que, por vezes, julgávamos impossível encontrar noutra pessoa.
Por isso, não te comportes como se fosses insubstituível na vida de alguém, nem trates como garantida a presença de quem te ama. Aprende a valorizar, a compreender e a cuidar das pessoas enquanto elas caminham ao teu lado.
Sê, para as pessoas à tua volta, aquilo que gostarias que elas fossem para ti. Porque, no final, não se trata de ser indispensável na vida de alguém, mas de fazer a diferença enquanto fazemos parte dela.
Uns não evoluíram e culparam o meio em que vivem. Culparam as pessoas com quem andam e aquelas com quem um dia caminharam.
Outros não evoluíram e culparam os próprios familiares, esquecendo-se de que nem sempre podemos escolher de onde viemos, mas podemos decidir para onde queremos ir.
Uns perderam-se pelo caminho e culparam a falta de oportunidades, como se o amanhã não fosse também construído pelas decisões de hoje.
Outros caíram e culparam a ausência dos «nãos» que nunca tiveram coragem de dizer, habituados a dizer «sim» até mesmo àquilo que os destruía.
Uns ficaram perdidos no tempo, culpando as distrações que, outrora, eram o auge dos seus prazeres e a fonte da sua felicidade.
Há ainda aqueles que continuam à procura de si mesmos, enquanto vivem uma vida repleta de milagres que não conseguem reconhecer.
E existem outros que permanecem de braços cruzados, confiantes nas oportunidades que o amanhã poderá oferecer, esquecendo-se de que o futuro não se constrói apenas com esperança, mas também com atitude, coragem e acção.
SERMOS NÓS MESMOS: O MAIOR DESAFIO DA NOSSA GERAÇÃO
Sermos nós mesmos, todos os santos dias, em todos os momentos e em todos os lugares, é uma das escolhas mais difíceis que fazemos ao longo da nossa curta existência.
E, nos últimos tempos, essa escolha tem-se tornado cada vez mais difícil.
Vivemos numa sociedade inundada de sonhos vendidos em palestras, workshops, rodas de amigos e redes sociais. Somos constantemente expostos a padrões de sucesso, estilos de vida e expectativas que, muitas vezes, nos fazem questionar quem somos e o valor daquilo que temos.
A pressão social aumenta, e a pressão que exercemos sobre nós mesmos torna-se ainda mais intensa. Começamos a comparar os nossos bastidores com o palco dos outros, a desvalorizar o nosso percurso e a acreditar que precisamos de ser alguém diferente para merecer reconhecimento.
É nesse cenário que muitos perdem a coragem de serem verdadeiros consigo mesmos.
Ser autêntico não significa recusar a mudança, mas evoluir sem perder a própria essência. Significa reconhecer as nossas limitações, trabalhar nas nossas fraquezas e procurar ser melhores a cada dia, sem transformar a vida numa competição constante com os outros.
Porque o verdadeiro desafio não é sermos melhores do que alguém, mas sermos melhores do que fomos ontem, sem deixar de reconhecer quem somos hoje.
No fim, entre os sonhos que nos vendem e as expectativas que nos impõem, talvez a maior vitória seja esta: ter a coragem de sermos nós mesmos, enquanto trabalhamos, com humildade e determinação, para nos tornarmos a nossa melhor versão.
Não é falta de carácter, nem desinteresse, muito menos mesquinhez. É a vida adulta.
Na vida adulta, as relações já não nascem da mesma forma que na nossa fase embrionária. Na infância e adolescência, tornamo-nos amigos sem termos nada para oferecer além da nossa presença. Criávamos laços para viver aventuras, partilhar sonhos e crescer juntos. Nessa fase, nem o ter nem o ser eram condições para uma amizade; bastava existirmos.
Na vida adulta, a realidade muda. As pessoas aproximam-se, muitas vezes, porque existe algo que as une: o mesmo ambiente, a mesma profissão, os mesmos objetivos ou algum valor que um pode acrescentar ao outro. Não significa que as amizades adultas sejam falsas, mas, na maioria das vezes, antes da amizade existe um ponto de encontro, uma utilidade, uma afinidade ou uma oportunidade de convivência. É dessa convivência que, por vezes, nasce uma verdadeira amizade.
Por isso, é tão importante preservar as amizades da nossa fase embrionária. São essas pessoas que nos escolheram quando não havia títulos, dinheiro, estatuto ou reconhecimento. Escolheram-nos antes das luzes, antes dos holofotes, antes dos fatos elegantes e dos privilégios. Permaneceram porque encontraram valor em quem somos, e não naquilo que possuímos.
Essas amizades são um lembrete de que existem pessoas capazes de amar a nossa essência, mesmo quando a vida não sorri, quando os planos falham e quando nada parece dar certo. São raras e, por isso, merecem ser cuidadas como um dos maiores patrimónios da vida.
— Gilguete
Somos a versão que quase ninguém vê.
Somos o que dizemos sobre os outros quando eles não estão por perto para ouvir. Somos o resultado das batalhas que travamos em silêncio, dentro de nós mesmos.
Somos, muitas vezes, aquilo que criticamos nos outros, mas praticamos às escondidas. Somos um pouco do que as pessoas enxergam em nós, mas também muito do que escondemos do mundo.
Somos os desejos que guardamos por medo de sermos julgados, os sonhos que não confessamos, os gostos que preferimos manter em segredo.
Somos a forma como enfrentamos os nossos próprios conflitos e, ao mesmo tempo, a maneira como julgamos os conflitos alheios.
No fim, somos um conjunto de luzes e sombras, de verdades e contradições. Conhecer quem realmente somos exige coragem, porque a nossa essência nem sempre está naquilo que mostramos, mas principalmente naquilo que fazemos quando ninguém está olhando.
Não destruam a capacidade das crianças de sonhar. Não desestruturem, em suas mentes, os princípios que orientam a formação da família e dos relacionamentos. Não lhes apresentem como modelo a prostituição, a embriaguez, a violência doméstica, a busca desenfreada por bens materiais ou concepções de sexualidade que contrariem os valores morais e religiosos que suas famílias desejam transmitir. Não lhes vendam uma existência distante de Deus e dos princípios espirituais que dão sentido à vida.
As crianças necessitam de referências que fortaleçam o caráter, a responsabilidade, o respeito, o amor e a esperança. A qualidade moral e humana de uma sociedade depende da formação que oferece às suas futuras gerações.
"Embora o mundo acredite que somos tudo o que pensamos, eu acredito que somos tudo aquilo que fazemos; são as nossas práticas que nos caracterizam, e não os nossos pensamentos."
Há muitas pessoas que nada sabem; contudo, o maior problema não reside na ignorância em si, mas na atitude de fingir saber. Ao assumir tal postura, acabam por fechar a porta à oportunidade de aprender, pois quem acredita já possuir o conhecimento dificilmente se dispõe a buscá-lo.
Assim, a verdadeira limitação não está no não saber, mas na recusa silenciosa de reconhecer a própria ignorância e transformar essa consciência no primeiro passo para o aprendizado.
+1 Dia 🩵🦋
Mais um dia de céu azul para ser livre
Há dias em que o mundo pesa…
em que os pensamentos parecem mais altos do que a própria voz,
e o silêncio diz mais do que mil palavras.
Mas cada amanhecer traz uma oportunidade invisível:
mais um dia para recomeçar.
Mais um dia para corrigir o que ontem não foi perfeito,
mais um dia para aprender com as quedas,
mais um dia para ser luz num mundo que muitas vezes prefere a escuridão.
Quem olha para cima não é porque fugiu da realidade,
é porque decidiu não ficar preso ao chão das limitações.
Às vezes tudo o que precisamos
não é de uma vida nova…
mas apenas de mais um dia para sermos quem realmente somos.
Porque quando o coração escolhe continuar,
até uma simples borboleta lembra-nos
que a transformação é possível.
E você começa à aprender que é mais útil ter a boca fechada e a mente barulhenta do que o inverso, assim estarás apto para saber lidar com terceiros.
Voltei a ser cutucado, por não falar sobre o comportamento errado das pessoas quando as mesmas e eu sentimos que erraram comigo. Sim eu sei que as pessoas não são perfeitas, e eu aceito isso nelas! Mas...
Eu me conheço muito bem, é melhor que eu seja o culpado, só não dê motivos para que eu tenha razão.
Quem cresceu em turbulências, valoriza a paz! para que os que derivarão de si crescem em um ambiente de paz! treinam as suas emoções até que o bom senso case com a sua personalidade e tenham a paz como expoente máximo, porque esses sabem que a falta de paz em seu ninho causa distúrbios emocionas.
Encontrar um alma quebrada e fazê-la feliz novamente é um direito teu como ser humano. Como depois ela irá te tratar após a recuperação, não cabe a ti! por isso que não é motivo para não motivar outras almas.
Você já deve saber, que escrever essas coisas bonitas para agradar outrem não faz da sua conduta um mar onde as pessoas querem entrar, onde piratas querem explorar, onde o reflexo do sol tem aquele brilho impressionante como o eclipse lunar! Porque fora dos versos conhecemos as nossas travessuras, conhecemos as nossas condutas, conhecemos o pau torto que não faz esforço algum para que tome um rumo louvável, não importa o quão bonitas sejam as palavras, quando quem as profere carece de um boa conduta, tira o brilho que existe sobre elas.
Aí tu negas um monte de mão, para o que semeaste! No momento da colheita tudo o que semeaste não cresceu, produção estragada, mais um 5 que voltou a ser 0, mais um nó que se fez no coração, e o tempo não para de correr, mais uma preocupação que afectou um ser!! Mas com tudo ainda há tempo de dizer (Eu preciso da ajuda que me foi ofertada, não peguei antes porque estava com uma jogada que apostei tudo) Bom, isso é nível de pessoas sábias. E os que não são? (Morrem de vergonha, fingem sempre ter um segundo plano, fazem uns tantos nada acreditando ir para frente, têm sempre algo para afixarem os seus fracassos).
Erramos porque somos humanos! e é nosso dever apreender com eles, porque eles sempre irão aparecer em nossas vidas. Mas temos a capacidade de prevê-los antes que os mesmos surgem e temos a oportunidade de apreender com eles mesmo não acontecendo connosco.
Se tiveres dúvida sobre alguém, dê tempo a está pessoa, suma da vista desta pessoa por uns dias e daí terá a resposta. As pessoas têm o costume de não correr por aquilo que não querem.
