Escrever uma carta a uma Criança
Ano novo
O ano ainda é uma criança
que não sabe o que fazer.
Faz dos sonhos brinquedos
tentado para si os esconder.
É uma criança zombando
para ver quem tem poder.
Faz gracinhas com o tempo
tentando se promover.
Pega o passado pela mão
mostrando-lhe o presente
Dia e noite é o seu pão
E o futuro?
Diz ele:
Deixa com a gente!
30/12/13
Lagrimas
Lagrimas de alegria
Ao amanhecer a cada dia
No sincero sorriso de uma criança
O florescer de uma nova vida
Lagrimas de sofrimento
Na dor de uma partida
Ao vê nas ruas com as mãos estendidas
Um irmão implorando por comida
Tanta injustiça
Lagrimas de Felicidades
De boas notícias
De vitorias e conquistas
Lagrimas de tristeza
Por tanta ambição
Quanta violência
Uma guerra sem razão
Fabiana Cruz poetisa Salvador-BA.
Na solidão da vida
PARTE I:
Ele à conheceu ainda criança, quando moravam em um orfanato. Tinham exatamente 7 anos. Quando ela chegou, todas as garotas do orfanato à rejeitaram, pois os garotos por ela se apaixonaram. Ela era uma menina linda. Tinha os olhos azuis como o céu. Os cabelos cacheados da cor do mel. Era tão linda e tão sozinha quando chegou. E ele a ficava observando, e por ela acabou se apaixonando. Ele se sentiu atraído por ela, mas não só pela sua beleza, mas pelo seu jeito de ser e por ter se identificado com ela. Pois quando ele chegou ao orfanato, também foi mal recebido pelos garotos, e também pelas garotas. Elas o chamavam de feio, e os garotos não quiseram se enturmar. Então quando ela chegou, seu mundo mudou.
Um dia ele viu ela subir uma colina que ficava dentro dos arredores do orfanato. Esperou alguns instantes e seguiu-a. No cume da colina havia uma enorme árvore com um balanço. Ele viu ela se balançando sozinha. Quando ela o viu, levou um susto. Então perguntou:
- Está me seguindo?
- Não. Quer dizer... eu queria falar com você.
- Pois fale.
- Queria saber se quer ser minha amiga.
- Por que está me perguntando isso?
- Porque você parece legal.
Ela sorriu, ele também. Então ele foi empurrá-la no balanço, e então passaram ali a tarde toda, revisando.
Então um dia ela foi adotada por uma família de magnatas. E ele ficou só novamente.
Até hoje ele se lembra do dia em que ela foi embora. Ele lembra de ter visto ela acenar para ele com lágrimas nos olhos. Ele fazia o mesmo. E depois se lembrou da promessa que ela fez: "Um dia nós iremos nos encontrar novamente. Mas nesse dia eu nunca mais irei abandona-lo."
Quando eu era criança, sonhava em ser tantas coisas!
Não me preocupava como eu iria alcançar, apenas sonhava!
Mas o tempo passa e tudo muda. Assim também mudou o meu jeito de olhar para o futuro.
Está tão distante, tão longe, tão difícil!
Não, impossível não, porque sei que o impossível não existe pra quem tem fé!
Mas entre tantas escolhas à se fazer, e se também pudesse voltar.. queria voltar a ser criança!
FILHO ADOTIVO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
A poesia me adotou desde criança.
E como filho
na rebeldia ou comportadamente
descrevo.
Todo meu apego
nas palavras que me amamentam dia a dia.
E repousam no berço de papel os versos da poesia.
Onde engatinho até aprender caminhar.
Transfigurando no tempo a face até ficar senil.
Fiel acompanho os pais adotivos,
até a inercia das mãos, fim.
E que se eternizem os poemas vindos de mim.
Os girassóis...
Hoje,
como um peregrino,
percorro as planícies
onde corria quando criança.
Naquela época, acreditava
que podia libertar minha alma
para levar meu corpo
mais rapidamente,
até o outro lado dos campos,
cobertos de girassóis.
Naquelas flores amarelas,
eu via uma imensidão de sóis
sobre uma terra
que parecia não ter fim.
Costumava pedir ao céu,
em uma quase oração
para que eu nunca
esquecesse daquele lugar.
O tempo foi passando
e hoje, repito um mantra.
"Nasci em meio à natureza
e nela,
me integro de corpo e alma".
by/erotildes vittoria
Hoje acordei com saudades
Do tempo que era criança
Veio-me à lembrança
As brincadeiras saudáveis
Que hoje, já não se vê
Apostávamos em corridas
Contávamos histórias.....
Agarra ...agarra...esconde, esconde
Cabra cega, no recreio da escola,
A brincadeira de roda, saltar à corda..
Que saudades....saudade.!
Saudades da Minha Infância Querida...
Eu fui criança e não tive Iphone, Wii, Play3, iPad, DSI, Xbox.
Eu brincava de esconde-esconde, verdade ou consequência, pega-pega, só ia para casa quando escurecia.
Minha mãe não me ligava no celular, só gritava: PRA DENTRO!
Vivia ralado .
Brincava com amigos, descalço, na areia, no barro e não usava sabonete antibacteriano.
Na escola me apelidavam de tudo e eu apelidava também, e ninguém sofria de "bullying"
Que infância boa!
Já tomei água de mangueira e sobrevivi...
Saudade disso tudo!
EU TIVE INFÂNCIA
Corre & Pula
Criança feliz
Grita & Canta
Criança sapeca
Dança & Balança
Criança feliz
Sorria e chore
Dê gargalhadas até soluçar
Brinque criança
Cultiva a inocência
De enxergar beleza no mundo
Cultive o sorriso
Aquele que surge na queda do amigo
Bumbum no chão
Joelho ralado
Mais uma brincadeira
E no fim do dia aquele abraço
Do pai e da mãe
Que confortam e renovam
A energia da criança
Que vai conquistar o mundo
Ai, Lua!
Queria te falar que tinha medo de ti
Quando criança, eu corri assustado e com medo da tua imponência
Você estáva lá, brilhante e soberanamente cheia
Eu, pequeno ainda, não sabia de nada
Corri apressado e vc me seguia
Eu cresci
E agora, imagina, me apaixonei por ti
Esse teu jeito
Essas.tuas fases
Momentos mais timida
E em outros inspira os amantes
Os amores
Sabe, eu olho para ti e quero outro corpo
Outra boca, outro prazer
Tua grandeza me incendeia e me enlouquece
E eu procuro outro ser pra me.aquecer
Ai, Lua!
Não faz isso comigo não!
Quando eu era bem jovem, criança mesmo, aprendi a andar de bicicleta no coroadinho, onde morei por um tempo.
Não costumo lembrar de muita coisa, mas lembro que andar de bicicleta me fazia muito bem. Eu esquecia as coisas tristes da minha infância, as ausências, a confusão emocional que havia sobre o tema *Família*. Advinhem o que aconteceu um tempo depois? Eu me acidentei.
Na casa da minha vó, no São Cristóvão, um lugar incrível para uma criança, lugar que nos rodeava de natureza e diversão. Caí alguns metros a baixo e bati a cabeça sobre uma bananeira macia.
O motivo da queda?
Eu havia ganhado uma bicicleta que era enorme pra mim. Me desequilibrei em um precipício de tabatinga e caí.
Eu fiquei traumatizada e advinhem?
Deixei de andar de bicicleta, já tentei várias vezes reaprender a andar e nunca consegui.
É estranho e um pouco irônico…vindo de uma pessoa que sabia fazer manobras tipo bike Cross.
Mas eu já decidi que vou perder o medo (que as vezes parece bobo) e o nervoso que sinto quando tento usar uma bicicleta.
Conto isso para que algumas pessoas entendam que eu ando ocupada demais tentando me reinventar. Que esse exemplo é simplório, que eu estou tentando me reconstruir de quedas como essa, só que maiores. Que possuem motivos que de acordo com a história pessoas não querem saber. Então eu peço que se você não pode me entender ou me estimular, não seja um precipício na minha vida.
Tem pessoas que escolhem as coisas ruins.
Tem pessoas que desde que se entendem por gente são ruins.
Mas será que elas não estão tentando melhorar?
Eu espero que sim.
Todo mundo tem seus precipícios, mas não precisamos ser mais um para ninguém e isso sim é uma escolha. 🌻
quando você é criança
e sonha em um dia ser diferente.
de repente, com o passar dos tempos
descobre que pessoas gostam de ti, justamente pela sua diferença.
embora se pergunte se a sua normalidade anteceda a este querer,
sabes bem que no fundo,
as inquietudes das quais surgiram a necessidade em ser assim,
já era o que te tornava isto.
Era uma noite linda
Eu vi saturno e seus anéis
Vi Marte, vi Mercúrio
Uma vez quando criança
Me explicaram sobre constelações
La me mostraram Órion.
Mas tem uma estrela especial.
Essa estrela não tem comparação
Pela manhã eu a vejo nascer
Durante o dia fico olhando para ela
Ao se despedir da um espetáculo
Incansável de ver sua beleza
Todos os dias
Eternamente será bela
Ao amanhecer e ao entardecer
Os dias não irão tirar sua beleza
Em todo lugar o seu brilho há de me cativar
Esse sol que brilha leve no inverno
Quente no verão
Aquece e alegra
Dores das Primaveras.
Quando criança, há risos.
De doer a barriga, pois há tanta alegria inocente.
Ao crescer, há gargalhadas vazias.
Piadas hilariantes que os armagurados se agarram.
Se agarram tentando ser crianças novamente.
Pois dói.
Não a barriga.
E não de alegria.
Com certeza não mais inocente.
De doer a cabeça, pois há preocupações.
De doer os olhos, pois há lágrimas.
De doer o coração, pois já está cansado de ser magoado, ser quebrado,
ser entregue e devolvido.
Os risos eram dados com prazer
e ouvidos com deleite.
As gargalhadas são dadas com desespero
e ouvidas com terror.
Dói não ser criança.
Quero rir de novo.
Zohra
Pobre menina Palestina
Nascida em extrema pobreza
Ainda criança foste vendida
Para servir a realeza
Na sua inocência de menina
Avistou dois pássaros presos
Sentiu vontade de vê-los voar
Deixá-los a liberdade encontrar
Para seus ninhos voltar
Um sonho dela mesma
Que nunca poderia realizar
Mas para sua surpresa
A violência humana
Com a morte a castigou
Prefiro achar, que a paz encontrou
Que com os pássaros voou
Eu olho pra natureza e vejo Deus.
Eu olho pra uma criança, vejo Deus.
Em atos genuinamente bons, o vejo.
Eu vejo Deus na justiça de quem busca a paz, o amor.
Eu vejo Deus na vida de quem é humano com as pessoas e por ser humano erra, mas procura rever seu eu.
Eu sinto Deus na natureza, no som dos passaros, no barulho da chuva.
Eu não vejo Deus em discursos vazios, em palavras sem atitudes coerentes com elas.
Eu vejo Deus em quem deixa ele entrar e todo dia ser transformado um pouquinho mais por ELE.
Somos obras em constante manutenção pelo nosso criador.
E você? Onde vê Deus?
Mundo cor-de-rosa
Pudera eu voltar a ser criança!
No reino da fantasia
tudo é mistério e beleza!
Na imensidão do mundo
Passeio no meu jardim
colho flores e sonhos.
Visto-me de primavera!
Perco-me na floresta encantada
ouço os passos das árvores
que estendem os seus braços
em forma de abraços.
Pudera eu viveria num mundo cor de rosa!
Onde não há maldade nem desenganos
onde o sempre é para sempre.
Num mundo mágico assim!
Alimentemos a criança que vive em nós. Pois é esta criança que nos faz ser melhores, nos lembrando de vivermos na pureza, na alegria, na simplicidade e ver com o olhar do coração.
Aquele que consegue ver e viver como uma criança na sua essência, vive feliz. Pois mesmo nos momentos difíceis, acredita no milagre da vida e das coisas. Acredita que o bem sempre vence o mal. Acredita que tudo é possível. Acredita que apesar dos pesares, no final, tudo vai dar certo.
Feliz dia das crianças á todas as crianças de 0 a 100 anos!
Soneto da criança
Pula, pula num pé só
Gira, ri fazendo careta
Solta pipa sem fazer nó
Noutra é só cambalhota!
Criançada de barulho
Brinca de todo o jeito!
Trás o mundo no peito
Apronta no piscar de olho,
O mundo quer na mão!
Criança pode fazer tudo
Enquanto for por ilusão!
Porque depois crescido
Não pode fazer mais não!
A não ser aí, seu feito mudo!
Criança
Queria eu ser assim
Como dantes éramos,
Estarmos perto da inocência
Absolvidos pelo amor...
Porque deixar de ser criança
Onde sonhar é tão real?
Pudesse eu, como eu quero,
Eu voltaria novamente
Nesse tempo de criança
Onde os olhares se revelam,
Eu me veria em nosso mundo
Bem juntinho a minha bela
Se transformando em donzela...
Mas por que tem que ser assim?
Nossos sonhos lá pequenos
Muitas vezes crescem tanto
Que não cabem em nosso mundo,
Só agiganta o coração...
Agora ela é uma dama
Mui mais bela que outrora
Longe do mundo grande que sonhei.
Por que deixar de ser criança
Pra não estar ao lado dela?
Edney Valentim Araújo
1994...
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