Escrever

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"A esperança renasce quando descobrimos que Deus nunca parou de escrever a nossa história. Apenas ainda não havíamos chegado ao capítulo seguinte."
— Fabinho Martins

Meu filho! Escrever difícil não é ser inteligente, é só uma maneira de parecer um intelectual sabichão.


Dona Quininha Morais
⁠

Sou do tempo em que a caneta servia para escrever, não para fazer abdominais.


Benê Morais⁠

No dia em que eu escrever algo que nunca foi lido e que ensine alguma coisa a alguém, aí sim vou me considerar um escritor. Escrever o repetido, aquilo que todo mundo já sabe, é extremamente fácil.


Benê Morais
⁠

Escrever sem ser lido é como pregar no deserto.


Benê Morais
⁠

Todos os dias me questiono pelo que escrevo ou deixo de escrever, pois sei que não sou dono da verdade.


Benê Morais
⁠

Escrever é para muitos um privilégio, mas ter o dom da escrita consegue ser perturbador porque você só sabe se expressar verdadeiramente através das palavras e elas não são infinitas e nem possuem todos os significados, então como explicar como me sinto? Se não acho palavras que podem mostrar esse sentimento?
Me sinto inerte e em movimento, uma antítese de palavras
Sou tudo e nada no mesmo espaço-tempo
Posso fazer o que quero e moro dentro de um casulo
Sinto muito e pouco
Gosto e não quero
O que diabos eu sou?

Eu não quero sintaxe nem análise morfológica; gosto de escrever solto, a granel.


Benê Morais
⁠

Toda criança gosta de dançar, cantar, rabiscar...
Aprende escrever, ler e contar...
A dança, tem ritmo, som e expressão!
As outras artes ajudam
a criatividade,
disciplina
e atenção⁠.

Escrever dói. Escrever com sentimento dói mais ainda. Escrever por cima das nossas feridas sangra às vezes, mas, além de libertar, anuncia aos outros a sua visão, a sua dor e, por vezes, aquilo que parecia ser apenas um pedido de socorro torna-se uma ponte para quem, em silêncio, também carrega as suas cicatrizes.

⁠A gente até tenta escrever a própria história.
Mas, a Dona Vida nos obriga a apagar o escrito da gente.
E seguir o script que ela escreveu...

E quando a vida
decide escrever beleza,
Ela escolheu teu jeito,
Teu passo, teu olhar.
Por isso , antes de qualquer verso meu, já existia você -
O poema que o mundo
Sonhou primeiro.

⁠Se escrever na areia o que ninguém previu
Dois corações perdidos que o mar uniu

" Voçê foi poesia antes mesmo que eu soubesse escrever sobre voçê"





Aycha.....s2

⁠Segunda-feira: uma nova semana para corrigir ou escrever novas histórias, dependendo da necessidade de qualquer um, o importante é dar o primeiro play sem passar rápido demais onde se deveria pausar e analisar as próprias ações. Bom dia com fé, café ☕🫖 e oração! 🛐

O professor ensina.
O padeiro faz pão.
A função do escritor é escrever, nem tudo é fato, a maioria das vezes é apenas inspiração.
Ficção, história, conto, no meu caso sou apaixonada por crônicas filosóficas, qualquer semelhança com a realidade é mera, coincidência 😉

⁠Segunda-feira: uma nova semana para corrigir ou escrever novas histórias,
Um mês começando. Um ano quase acabando, Um coração cheio de planos.
Bem-vindo Dezembro!!!


Que seja abençoado ❣️

O excesso dos meus versos




✎𓂃
Prenda-me por escrever em excesso!
Se renegas o que faço e me negas o que te peço
Prenda-me!
Me dê uma lupa 🔎, um caderno e um lápis.
Não preciso de mais nada para o que faço
Prenda-me na solidão do prefácio




Me dê um canto qualquer e continuo inspirada
Prenda-me por escrever em excesso.
E mesmo assim terminarei os meus versos
Prenda-me.
Mas liberta-me das suas ciladas.ᝰ.ᐟ๋࣭ ⭑

Quando o Coração Aprende a Escrever

Escrevemos porque, às vezes, o coração já não consegue guardar tudo aquilo que sentimos. Escrevemos e entregamos ao papel nossas imaginações, nossos sonhos, nossas lembranças e até aqueles sentimentos que nunca tivemos coragem de dizer em voz alta. Transformamos tudo em palavras, e as palavras, silenciosamente, começam a contar aquilo que durante tanto tempo viveu escondido dentro de nós. Talvez esta seja uma das obras mais bonitas que podemos criar: olhar para um pedaço de papel e descobrir que ali existe um pouco da nossa própria vida. Uma folha que antes estava vazia passa a carregar amores, saudades, encontros, despedidas, desejos e sonhos. E aquilo que estava preso dentro do peito ganha liberdade. Há algo profundamente romântico nisso. Quando escrevemos sobre o que sentimos, não estamos simplesmente contando uma história. Estamos permitindo que um instante sobreviva ao tempo. Um beijo que terminou continua existindo nas palavras. Um abraço que ficou no passado pode novamente aquecer o coração. Um olhar que durou apenas alguns segundos pode permanecer por anos entre duas linhas. E até uma saudade, quando escrita, encontra uma maneira delicada de continuar amando. Talvez por isso eu goste tanto de reencontrar meus sentimentos no papel. É como encontrar uma parte de mim que pensei ter ficado para trás. Leio aquilo que escrevi e, de repente, escuto novamente minha própria voz, reconheço minhas emoções e percebo que tudo aquilo que um dia esteve dentro do meu peito continua vivo. Algumas palavras me fazem sorrir. Outras me levam de volta a lugares onde somente a memória consegue chegar. E existem aquelas que fazem os olhos demorarem um pouco mais sobre a página, porque sabemos que não estamos apenas lendo: estamos sentindo outra vez. Mas existe algo ainda mais bonito. Quando aquilo que nasceu dentro de nós consegue tocar outra pessoa, nossos sentimentos deixam de pertencer somente à nossa história. Alguém lê nossas palavras e encontra nelas uma lembrança sua, um amor seu, uma saudade sua. É nesse momento que descobrimos que os sentimentos humanos, apesar de tão particulares, possuem caminhos secretos que ligam um coração ao outro. Talvez escrever seja exatamente isso: retirar delicadamente do peito aquilo que não queremos perder e confiar ao papel a missão de guardá-lo. Porque a memória pode esquecer detalhes, o tempo pode mudar paisagens e a vida pode nos levar para muito longe, mas aquilo que foi escrito permanece esperando por nós. E quando voltamos para lê-lo, encontramos novamente quem fomos, quem amamos, aquilo que sonhamos e tudo o que tivemos coragem de sentir. Então compreendo que nunca escrevemos apenas com as mãos. Escrevemos com aquilo que vivemos. Escrevemos com nossas lágrimas, nossos sorrisos, nossas ausências, nossos encontros e nossos amores. A caneta apenas acompanha. Quem realmente escreve é o coração. E talvez seja essa a maior beleza de transformar sentimentos em palavras: um dia, depois que o momento tiver passado, podemos abrir uma página e descobrir que aquilo que estava dentro do nosso peito ainda respira. Ainda emociona. Ainda encontra outros corações. Ainda está vivo.

“Confissão da Alma”

Escrever é dialogar comigo,
conceder audiência ao murmúrio
que ecoa nas câmaras recônditas do ser.
Cada palavra grafada
confissão sussurrada,
revelação que atravessa camadas,
alcança os estratos onde habitam
as verdades não ditas.
No ato de escrever,
liturgia de cura se instaura,
ritual de reconciliação
com os fantasmas do pretérito.
A caneta, bisturi delicado,
incide sobre feridas antigas,
liberta o tempo aprisionado nas cicatrizes,
permite que respire, que se dissipe.
O papel acolhe
o que a memória guardou em silêncio,
oferece refúgio às dores
que se recusaram a ser esquecidas.
Neste exercício de transcrição da alma,
o autoconhecimento se revela.
As palavras não apenas descrevem
elas nos descobrem.
Cada frase tecida,
espelho límpido
onde nos contemplamos
sem máscaras, sem subterfúgios.
Na escrita somos
o confidente e o confessor,
aquele que escuta
e aquele que é escutado,
simbiose que dissolve
a solidão essencial do existir.
O que jaz nos recantos invisíveis
emerge através da tinta,
ganha substância,
torna-se tangível.
E assim, no papel,
nos encontramos mais inteiros,
mais verdadeiros,
mais profundamente compreendidos
por nós mesmos.
A escrita é mais que expressão
é revelação,
é epifania,
é o encontro primordial
com aquele que sempre fomos,
mas que só agora,
através das palavras,
podemos verdadeiramente reconhecer.