Escrever

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Os teus beijos
sabem a poesia:
adoro escrever
os teus beijos
na minha boca.

Amar é escrever
poemas invisíveis
na pele de alguém.

Vontades




Nunca fui boa em verbalizar tudo o que penso.
As vezes até escrever, por vezes penso a frente do que falo e escrevo.
Mas, já sei que isso não me faz incapaz, nem anormal. Apenas não sou a todos igual.
Me pego com dúvidas: entre elas está o que é abrir mão das minhas vontades?
Ouvir: - você não consegue ir contra suas vontades?
Você só faz o que têm vontade?
Você faz o que quer?
Então, paro de fazer o que tenho vontade, e aí quem fica?
Faço o que é preciso, isso te basta?
Eu consigo ir contra o que tenho vontade, mas é o que realmente faz a essência de ser eu?
Eu fazia o que tive vontade, até aqui, por van imaginação.
Imaginei ser leve, achei que conseguiria ser feliz, e fazer... feliz por ser levemente autêntica.
Mas tenho que fazer o que incomoda menos aos próximos a mim, mesmo que isso significa abrir mão de mim mesma.
Só é lamentável que eu acabe passando isso para quem não quero. Quero passar a imagem de quem luta para ser feliz. E aqui deixo meu pedido de PERDÃO.

Escrever é uma benção.

​O SILÊNCIO QUE ACENA 🌬️✨
(sempre quando olho para o céu)

​Mãe...
Queria escrever algo, mas acordei com o pensamento solto e disperso de mim. Quando sinto esse silêncio fugidio, não consigo escrever nada, fico oca por dentro e bate um vazio.
​É sempre assim. Em especial neste dia que, lá do céu, acenas para mim... 🕊️🤍

​ Lu Lena / 2026

Gosto de escrever no quase. Provoco com palavras que vestem e desvestem ao mesmo tempo. Escrevo sobre um toque, um olhar, e aí mora a graça. Os comentários são maravilhosos, porque revelam o que a imaginação do outro fez com o que eu plantei. Sim, sou um provocador. Admiro a essência da natureza da mulher: o jeito, o gesto, o mistério que não se explica, só se sente. E disso eu não abro mão.

“Você pode escrever bem, acima da média, usando apenas a sua mente, sem buscar recursos tecnológicos. Estude e leia muitos livros, sobretudo os clássicos da sua língua. Depois de 40 anos de exercícios — como eu fiz —, quem sabe assim você se convença de que é um escritor. Além de tudo isso, escreva 40 livros, como modo de treinar o que estudou, exercitar o aprendido e corrigir o próprio caminho.”

Falar todo mundo fala. Escrever para atravessar séculos? Só um escritor faz. É o talento mais raro e mais grandioso que existe: transformar pensamento em eternidade. Enquanto outros são esquecidos em 2 gerações, o escritor vira arquivo, vira referência, vira imortal.✒️⁠

Escrever é traduzir o sentimento
Pensar é dar sentido às palavras.
Sinto, logo existo.

— Gosto de escrever sobre simbologia. Isto não é apenas o meu trabalho... é a minha vida.

Escrever é a forma mais silenciosa de permanecer vivo através das gerações.

A vida é poesia…
às vezes em versos,
às vezes em prosa.


O importante não é escrever perfeito,
é ter coragem de continuar escrevendo
um pouco a cada dia.


Viva sem medo do ponto final.

Estranha a sensação de que, quanto mais eu escrevo, mais quero escrever.

Talvez eu sofra de escrita compulsiva.

Obrigado, meu amor, por ter me motivado, mesmo que sem querer, a escrever tantos poemas. Sou totalmente grato por me permitir ser a pessoa que sou hoje.

Somos frases incompletas
do livro que traçamos com letras livres do que decidirmos
escrever nossa história!

Se é para parar de escrever? Talvez um dia, mas enquanto houver uma certa magia em mim eu nunca pararei. E só para lembrar sábias palavras de uma grande escritora, a J.K Rowling: Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia.

Quando se tenta escrever algo para soar inteligente, mas não há tal genialidade na mensagem, sua linha de raciocínio perde valor.


— inflação básica

Escrever para a posteridade é como lançar uma garrafa ao mar do tempo, com a certeza de que ela chegará à praia de quem mais precisa dela.

"Só não serei lido se não escrever."


(Osman Matos, séc. XXI)

"O escritor que acredita saber tudo já parou de escrever, ainda que continue publicando."


(Osman Matos, séc. XXI)