Escrever
O dia mais difícil de escrever aqui com certeza foi hoje... No meu coração ficou um vazio inexplicável e como dói viu toda essa distância. Saudades de você amiga
"A liberdade começa quando reconhecemos que somos capazes de escrever um novo capítulo da nossa própria história."
— Rayssa Rodrigues
"A maturidade começa quando deixamos de escrever para os nossos inimigos e passamos a escrever para a nossa consciência."
(Jasc)
"Recomeçar não é apagar o passado, é escrever o presente com a sabedoria de quem já sobreviveu a tempestades. Minha história não termina no tombo, ela ganha força no levantar."
Lúcia reflexões &Vida
RECOMEÇO
Eu cansei de escrever poemas e rimas falando de dor, de sofrimento e de tudo aquilo que me machuca, que fere.
Eu cansei, eu cansei, eu cansei de falar daquilo que dói.
Fui aprendendo que é preciso escrever e falar sobre a alegria da vida, sobre o silêncio que habita a minha casa neste momento e que também habita a minha mente, e sobre a possibilidade de pensar em tudo e, ao mesmo tempo, em nada.
Eu cansei de escrever sobre o que ficou para trás, para trás na minha estrada.
É melhor olhar o horizonte, escrever sobre o dia e sobre a hora exata que está em minhas mãos. Olhar para a frente, sabe? E dizer que eu nasci para falar das coisas que fazem vibrar de alegria o coração e das coisas que me fazem ser quem sou: poeta.
Nildinha Freitas
Tentei fazer muitas coisas,
mas descobri que escrever
e falar de amor,
da outro sentido na minha vida...
As horas adormeciam em lírios de névoa dourada adornando o destino a escrever cartas de fogo nos mapas da imensidão. A saudade florescia em minha poltrona inerte a apertar o coração leve e pesado, em cada lado do aorta. O crepúsculo sempre presente lia lentamente o sangue púrpura do dia. O inverno esculpia catedrais de gelo no âmago do silêncio. E a eternidade me olhava atônita como quem desconhece e caminhava descalça pelos salões do infinito. E eu pensava que somos mortais, enfim. O oceano desconhecido escondia relâmpagos azuis sobre o manto das marés. E eu pisava a areia com força, vontade de permanecer. A noite espalhava estrelas pelas ruas dos cidadãos e seus pensamementos navegavam por arquipélagos de lembrança. Mas eu estava séria, compenetrada e em nada pensava, apenas via as nuvens coloridas no céu, que eram pungentes. O tempo possuía a voz antiga das bibliotecas desertas e eu lia apenas as imagens, cansada que estava das retinas. A chuva desenhava partículas líquidas no telhados das casas. E a chuva era aprazível e contava muitas histórias de um tempo remoto. A solidão acendia velas negras nos corredores da alma, mas o espírito altivo já atravessou o medo e vive sereno as vozes da sala. As nuvens transportavam caravanas de sonhos adormecidos. Eu me sentia completa e nada me faltava, talvez você, mas me conformava silente que o mundo é vasto e um sentimento é muito pouco quando o céu revolto se acalma e a neblina cobre o horizonte de orquídeas e no peito a açucena dorme profundamente na calma do meu olhar. O passado repousava em céus de bem esquecer. A esperança cantava na madrugada escura e o universo derramava pérolas luminosas na flor da noite.
Minha ideia de escritor é alguém que escreve. Que se senta a uma máquina de escrever e derrama palavras. Isso parece ser a essência. Não ensinar aos outros como fazer isso, não participar de seminários, não ler para a multidão faminta.
Escrever é apenas o resultado do que nos tornamos a cada dia ao longo dos anos. É uma bela de uma digital do eu, e é isso. E tudo que foi escrito no passado não é nada; o que é… é só a próxima linha.
Eu vou escrever até meu último maldito fôlego, não importa se vão achar bom ou não.
Escrever me salvou do hospício, do assassinato e do suicídio.
Talvez em tais palavras Não seja possível saber,mas a ordem gramatical impede o poeta de escrever como se sente,mesmo que tente jamais será como em seu cérebro adolescente,que na juventude conheceu o amor e em seus versos busca saborear a memória que um dia o completou,sim todo poeta já se apaixonou,mas nem todos redijiram o seu amor,o mundo está cheio desses poetas,que sem palavras expressam o seu amor,me pergunte a utilidade do amor que eu lhe respondo que nunca amou.
As vezes surge uma imensa vontade de escrever e não parar mais. Tirar todos pensamentos, falar sobre magoas, ideias, escrever um romance, ou apenas só escrever oque vem a cabeça. E depois? tudo some, vai embora. A mente reseta, apaga tudo, nada para escrever.
Acontece tanta coisa na vida da gente que não e possível processar tudo de uma vez; tem horas que nem sei oque tenho, só sinto.
Tem vezes, com muita frequência, não sei oque fazer. Gostaria de ter todas respostas. Ou alguém que me aconselhe e diga que ta tudo bem.
No momento eu crio minhas utopias; e não tenho intenção nenhuma de acabar com elas. É com elas que sonho, viajo, me motivo, enfim... Elas são responsáveis por me dar esperança e fuga. eu fujo para realidades que eu mesma construí e la sou feliz.
Eu não sei escrever poemas, sei escrever sentimentos,
Vontades não ditas, pensamentos reprimidos,
Desejos escondidos sob uma camada grossa de medo.
Medo das pessoas, medo dos julgamentos, apenas medo.
Poderia dizer que andei por mares e viajei por céus.
Mas não fiz isso, essa é minha verdade nua e crua,
Estou numa sala, em um pequeno apartamento
Escrevendo enquanto minha xicara de café esfria
Escrevendo o quanto eu sinto,
e não consigo falar.
"A morte pode encerrar uma existência e o esquecimento pode encerrar um legado. Escrever é a forma mais humana de adiar o esquecimento."
Dizem que um beijo vale mais que mil palavras...
Então vem cá, deixa eu escrever um livro inteiro no seu corpo.
Vou traçar cada linha com a boca,
devagar,
sem pressa,
fazendo você sentir cada capítulo
na pele.
E quando chegar na última página,
vou reler tudo de novo...
bem devagar.
by: ian vioto querubim
Filosofia
Escrever é entrar para história, independentemente da dimensão e proporção. É copular-se de corpo, alma, espírito e mente. É feito plantar uma árvore, nunca se sabe quem no futuro irá desfrutar do mais simplório usufruto derivado dessa árvore. A magnífica, refrescante e colossal sombra.
02005
Minha amada Carla
Fiquei um tempo sem escrever, mas as nossas histórias continuam transbordando em meu peito e estou voltando agora, pois tenho muita coisa nova para contar. Quero registrar nossa ida mágica a Paquetá, começando por aquele momento na, Praça XV. Você sabe como adoramos aquela feira de antiguidades, ver você pechinchar e escolher aqueles anéis de prata foi um daqueles pequenos detalhes que tornam você a minha protagonista dos sonhos.
Ainda sinto o gosto do acarajé que experimentei pela primeira vez ao seu lado, corremos para a barca com a marmita na mão para não perder a viagem, e o sabor daquela descoberta, misturado à paisagem maravilhosa, foi simplesmente delicioso. Assim que descemos da barca, nossa aventura começou, e claro que não poderia me esquecer, com nossos tênis novos. Caminhamos por ruínas e bosques, nos sentindo em um mundo particular onde o tempo parecia não existir.
Fizemos amizade com os miquinhos que chegaram tão perto que pudemos alimentá-los com biscoitinhos. Andamos tanto que, ao final, você me confessou que nunca tinha andado tanto em toda a sua vida. Cada passo, porém, valeu a pena, pois ao seu lado sinto que estou começando a minha vida agora e que juntos somos invencíveis. Quero que essa lembrança, seja um capítulo essencial do nosso livro de memórias.
DeBrunoParaCarla
