Escrever

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Amar não é apenas sentir, ou falar palavras bonitas, ou escrever uma poesia, mas amar é não omitir, é não ser indiferente no coração à dor alheia, amar é doar recursos, é comprar é agir, é fazer, é sacrificar, é ter iniciativa para resolver os problemas e se envolver em favor dos necessitados. Amar verdadeiramente com compaixão, assim como nós amou e nós ensinou o senhor JESUS CRISTO.

Plantar uma árvore é um ato de fé no futuro; escrever um verso é um ato de imortalidade no presente.

Hoje eu apenas escrevo
Sonho
E vivo
Mesmo sem escrever
Sem sonhar
E sem viver.

Ela transpira o amor♡!

Escrever notas sobre ela não é tão difícil assim, pois nela residem sentimentos tão puros que seria uma raridade encontrar por aí...

Ah! Se o universo pudesse conspirar a favor dela, transbordaria todo esse amor guardado nela.
Ela se dedica ao outro como se o valor do outro excedesse os rubis... Ah, valiosa mulher!
Transpira "O Amor" e exala o perfume dele, ainda que seja esmagada como uma flor...
Não se poupou nem mesmo na dor, imagina quando recebeu amor!
Quem a conheceu acredita que tudo o que sente é sincero e tem vida, pois ela sorri mesmo com tantas feridas que o tempo deixou.
Ela é menina.
Moça.
Mulher.
É princesa, é fada e sabe exatamente o que quer.
Ela é intensa, não consegue viver em superfícies, pois, por transpirar, se proíbe de não transbordar. Somente se for raso o outro que aparecer, ela ainda tenta, mas sabe que vai sofrer. E, por vezes, desiste, mas nunca irão a esquecer.

Escrever é esvaziar o peito encharcando o papel com os sentimentos mais profundo da alma.
A poesia torna -se um berço para os corações cansados.


PauloRockCesar

Eu acredito que escrever é muito mais que um desabafo, não é nada mais que a alma se expressando. Expressando tudo aquilo que não falamos por medo de julgamento ou simplesmente por não saber se posicionar corretamente, e isso acaba saindo como uma reflexão em uma folha de papel.

Eu preciso escrever um poema


​Eu preciso de um poema.
Eu preciso escrever um poema de versos brancos,
que não se preocupe com rimas.
Eu preciso escrever um poema
que fale de amor sem dizer “eu te amo”.
Eu preciso de um poema.
Eu preciso escrever um poema
que não tenha travas,
que não tenha nada que me feche os olhos.
Eu preciso escrever um poema
que faça com que você enxergue
e que eu também possa enxergar.
E que eu possa ver o amor
nas coisas simples e banais do dia a dia.
Eu preciso escrever um poema
que não rime com nada,
só com alegria.
​— Nildinha Freitas

O Peso do Silêncio

Amo escrever.
Escrevo conforme a minha alegria ou a minha dor, e quanto mais vozes eu ouço, mais forte eu fico.

E não me subestime. Tema o meu silêncio, pois é nesse momento que estratégias e planejamentos estão sendo traçados — para abraçar ou ignorar, refletir ou questionar.

Eu sou o meu time.
Eu sou a minha prioridade.

Sim, não são apenas histórias.
Se temes, não me teste, pois a verdade mascarada que te envolveu agora recorre a mim — e eu nem mesmo a planejei.
Porque, no silêncio, até as verdades aprendem a falar.

Eu acho que gosto de escrever, porque não será possível, apenas eu enxergar, o quanto a ideia de um deus benevolente, é perigosa em um mundo visivelmente injusto.

Para ficar rico não é preciso saber ler e escrever ou mesmo ser doutor!

⁠Gosto de escrever os poemas
que vem de minha inspiração
não aprecio escrever sobre temas
cujos versos não vem do coração

Escrever é um alívio
Semelhante tocar violão
A gente expõe o interior
Em forma transparente de melodia

Não sou apaixonado por escrever, mas é a maneira que encontrei de dizer certas coisas.

Escrever, para mim, é uma função profundamente pessoal, secreta mesmo, e quando o produto é liberado ele separa-se de mim e não tenho mais sensação de que é meu. É como uma mulher tentando recordar como é o parto. Ela não consegue.

"Poder escrever seu nome é pouco; ter seu nome no Livro da Vida é Riqueza Trilionária."

"Seja o autor da sua própria história, para que ninguém precise escrever o roteiro por você."

Meados de abril e deu vontade de escrever. Bateu na telha declarar... e registrar: que sim, estou diferente. Diferente de tudo que já fui e diferente do que vou ser daqui a pouco: o mundo tem me feito renovar todas as costuras, peles e posturas. Mudando com cada nascer do sol, com cada palavra trocada, com cada reflexão dada (pulsada, sentida). Me surpreendo - me humanizo - endureço - e amoleço a cada dia seguido (num ritmo exatamente assim: frenético). Vou me permitindo e moldando meus vazios com preenchimentos diversos.
Tenho pensado menos nos passados. Tenho quisto viver menos de futuro. Tenho respirado mais meu presente. Tenho arriscado mais. Pensado mais. Pesado menos. Tenho menos quando deveria ter mais. Tenho sido mais quando deveria estar sendo menos. Mais ou menos... Tenho tido bons resultados. Tenho sentido(s). Tenho ouvido(s). Tenho aprendido. Fazendo um levantamento por hora: e nossa! Tenho tido.
E este texto já está ficando por deveras poético.
-
Estou vivendo um daqueles momentos que nos vemos felizes com o ritmo que as coisas tem evoluído - me sentindo assustada com alguns direcionamentos - mas que em sua grande totalidade, o crescimento e experiências pagam qualquer investimento (e tempo dedicados). Na vida sempre temos e vivemos grandes e menores momentos, alguns memoráveis, outros descontentes, outros lamentáveis, outros dignos de serem multiplicados e vividos intensamente. E eu acredito que é por aí que a graça e a leveza continuam acesas: é com o que verdadeiramente fica e com o que podemos passar para frente que vamos aprendendo a ser gente. É com cada pedaço/ e verso/ e passo que vamos construindo - semeando - colhendo (e fazendo tantos novos laços). Estamos ligados: eu, você e todos os que eu e você escolhemos.

ALMA QUE ESCREVE

Ser como eu...
precisar da emoção
para escrever ou o texto
sai estéril e vazio.

Se jogar nas palavras,
como se precisasse de ar.

Sentir e deixar...
a dor te atravessar.

O conhecimento das letras
usados apenas pela necessidade
de esboçar sua emoção,
sentimentos, intensidade e dor.
Tons de desespero
descritos em frases.

Todos somos solitários,
só não percebemos o quanto
isto nos afeta
e transformam loucos
em poetas.

Andréa

Nudez
Escrever deixa-me
Sem máscaras
Sem retoques
Os mantos caem
A vulnerabilidade aflora
sem pudor
A poesia me desnuda

⁠O ato de escrever deixa-me vulnerável. Sou invadida pela sensação de que a inteireza se partiu em pedaços, onde partes de quem sou se tornam visíveis. Cada poesia, crônica, conto e prosa poética que escrevo, sangro no papel e pedaços de mim se espalham por aí, ganham vida própria e multiplicam minha existência no mundo.