Era

Cerca de 25000 frases e pensamentos: Era

Tinha aqueles olhos castanhos claros, cabelos levemente dourados, era pequena e se vestia de um modo mais alternativo, gostava de preto e ouvia músicas de rock, possuía seu próprio estilo e era tímida, com as bochechas levemente coradas, deixava que seus olhos expressassem as mais belas palavras...

Inserida por gunbpr09

Conforme a gente vira adolescente a gente acha ridículo ser criança," ai meu Deus como eu era retardado" "como essas crianças são chatas" "como elas podem ser assim".E também queremos crescer e "amadurecer " o mais rápido possível ''aiii, como eu queria ter 18tãããããoo, pra sai dessa casa e ter minha vida longe dessas pessoas". Isso é normal todos passam por isso(pode fica tranquilo não é só você não tá?!)
Mas será que a adolescência é tão ruim assim como falam? ''aiii, minha vida é um inferno" "aiii, eu quero morrer" "aiii que raivaaaaaa".
Será que quando você tiver 30, 40, 50, 60...anos você terá as mesmas oportunidades que tem agora? ein, serááá´?
Vale a pena pensar não é mesmo?!

Inserida por eutalitap

Percebi, imediatamente,
que não era o mesmo
o idioma que falava nosso interior...
Inocentemente acreditei
que entre nós bastasse
a "língua Universal do Amor.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Meu pai nasceu nessa casinha da pintura. Ela era exatamente igual esta retratada aí. Esse quadro foi pintado antes da casa virar ruínas e sempre que o olho, navego a um passado que me trás recordações quase vivas em minhas memórias.
Casa de tijolos de barro, piso de terra batida quase cinza, janelas e portas de madeira rústica entalhadas pelo formão e pelo machado, tranquilamente trancadas por tramelas. As madeiras do telhado eram feitas artesanalmente de majestosos troncos de árvores nativas da região e nas suas telhas de barro ainda podia se ver os rastros das mãos habilidosas de quem às fez.
Era linda. Arrumadinha. Fresquinha e cheirosa. Cheirava a rosas durante o dia e o perfume de jasmim invadia os cômodos à noite, com a sutileza que beirava a perfeição. Escondidos sobre a beleza da simplicidade os móveis pesados e robustos, arranjados com matéria prima que trazia mais vida ao lugar. As camas bem simples forradas com esteiras de talinhos dourados e pesados colchões de algodão cru, recheados ricamente com capim seco. Jarrinhos de flores, o pote, a moringa com água, o candeeiro com sua mancha de fumaça preta na parede e as imagens de Santos e Santas, faziam a decoração típica do interior da Bahia.
Nas recordações que meus sentidos me trazem, consigo sentir o cheirinho de café moendo, da panela de ferro cozinhando feijão catador, da lenha do fogão a lenha queimando, até o estalinhos eu consigo escutar. Ficava ali encostadinho observando aquelas cores vivas que o fogo improvisava, a dança louca das labaredas e imaginando que a fumaça que saia bailava ao comando de minhas pequenas mãos.
A visão pelas janelas me parecia quadros. As plantas, as árvores maiores, a vegetação nativa, tudo era encantador. O abacateiro grande e frondoso na lateral fazia sombra para o engenho de cana e o forno de farinha. Abacate, rapadura e farinha é a combinação perfeita. O pé de cereja com suas texturas, cheiros e cores era algo que se sobressaia no quintal, perto do rego de água, fazia sombra para as galinhas e aninhava passarinhos de todas as espécies que procuravam por seus deliciosos frutos. Eu era um desses passarinhos, com a habilidade de criança magricela escalava o mais alto que podia e ficava ali, vendo o tempo passar e comendo cerejas. A cerca que rodeava a casa era também por onde passavam várias pessoas a caminho de outros lugares e um cumprimento alegre era praxe. Toda criança que passava gritava um “Bença!” e ganhava um “Deus te abençoe” de cortesia e de coração.
Os sons ao redor da casa compuseram as melodias mais harmoniosas que já escutei. O radinho de pilha ligado em alguma estação, os pássaros livres e cantadores, as aves no quintal piando descompassadamente pra lá e pra cá, o barulhinho bom do rego de água que cortava fora a fora a linha do quintal, os berros do gado e dos bezerros, o relinchar dos cavalos acordando, os latidos dos cachorros mateiros, faziam daquilo tudo uma composição ímpar, transformavam a algazarra matinal em música pra mim.
Mas havia ainda o maestro. Calmo, porém opulente. Forte, todavia tranquilo. Imortal. O Arrojado! Aquele rio de águas doces, límpidas e frescas, era o que permitia se viver ali e o seu ronco, meio canto, meio barulho era ouvido de longe, de qualquer lugar. O arrojado como o próprio nome diz era destemido, cortava as terras desde o Gerais e levava vida a tudo e a todos. Era ele quem mandava.
Banhar nas águas daquele rio era um capítulo a parte, era a aventura maior de todas e ir além de onde se conseguia colocar o pé no chão, me exigia uma coragem sem tamanho. Com os pés flutuando meu coração ia à boca, de medo e de respeito pelo rio. “Rio não tem cabelo menino”, eu escutava dos mais velhos a advertência e assim procurava sempre respeitá-lo como se respeita um Mestre.
Várias lendas e histórias eram contadas a respeito das águas do Arrojado. Algumas pra rir, outras pra meter medo. Quem nunca ouviu falar do Nêgo D’àgua? Aquela criatura imaginária, folclórica e bagunceira deixava minha imaginação fértil. Sempre fui doido para vê-lo, ainda não tive a sorte.
A noite, sentado nas cadeiras no quintal da casa, podíamos ver o maior espetáculo do mundo: O céu!!! Que lua imponente e gigante, dava pra ver a luta de São Jorge com o Dragão todas as noites. Quantas estrelas vinham exibir seu suntuoso brilho. O céu era magnífico e eu ficava por horas, paralisado, olhando pra cima, desenhando coisas, ligando pontos, viajando pelo espaço daquela imensidão de pontinhos de diamantes. Somente os vagalumes, aquelas estrelinhas que voam perto de nós, quebrava o hipnotismo. As candeias disputavam a atenção com sua pequena chama laranjada e seu cheiro gostoso de querosene queimando. A luz mesmo estava era dentro daquelas pessoas: Luz Divina, era a luz de Deus que nos protegia, iluminava e acalentava a noite de sono.
Naquela casinha onde meu pai nasceu, passei bons momentos de minha vida, talvez por conta da dureza da vida e do aprendizado recebido, forjei um pouco do meu caráter, aliás, forjamos, pois somos uma família unida e numerosa e todos que beberam da água do Arrojado se tornaram homens e mulheres virtuosos e agradecidos por ter naquelas casinhas simples da região, um berço de sabedoria, humildade, simplicidade e amor pela vida.
A memória dentro de nós é um tesouro que estará sempre conosco, não pode ser roubado, não deve ser vendido e jamais deve ser esquecido.
À casinha e tudo que ela representa, meu muito obrigado!
Aos bichos e a natureza que vi e me viram crescer, muito obrigado!
Ao Arrojado, meu rio, meu muito obrigado!
Aos meus avós, pais, tios, primos e irmãos, muito obrigado mesmo, família é tudo!
Obrigado Deus, serei eternamente agradecido por viver isso tudo!

Inserida por CleonioDourado

Era uma noite como todas as outras, até que em seu coração, um desejo de falar com Deus o levou a orar, e em suas orações percebeu e sentiu a presença do Pai. E o que era um anoitecer qualquer, se tornou um momento de fé e paz, que abrandou seu coração das dores e ansiedades e o fez adormecer com a certeza de que o amanhã será abençoado e vitorioso. Deus te espera, faça de alguns minutos de sua noite o momento mais especial do dia: Converse com Deus, Ele quer te ouvir, Ele quer te ver, Ele quer te amar!

Inserida por CleonioDourado

É cara um mês amanhã, ou melhor faria um mês amanhã... Tá né nem sei se era verdade pra prevenir melhor manter a distância...Vai doer más vai passar, eu acho... E como sempre o meu braço vai sofrer as consequências mais...ele já está acostumado. E de anjo você virou, um anjo que só m faz mal.

Inserida por Eduardaduarte

Meu choro era um couro de sentimentos, te pedindo para ficar, e você não conseguiu ler meu olhar.

Inserida por BrioneCapri

ANDORINHA

A Andorinha esquece o dia
Vai cansada de voar
Porque o sonho que perdia
Era ir além do mar.

Tanta vida por viver
Tanta rota por passar
E o que irá acontecer
Já não pensa em voar.

Nessa hora em que sofria
Pelo Céu silêncio e água
A Andorinha esquece o dia
Nos beirais da minha mágoa.

Ai que triste, amargurada
Já não voa, pobrezinha
Negra como a madrugada
Voa, voa Andorinha.

Inserida por Eliot

VAGA INQUIETAÇÃO

A noite era o silêncio dos teus passos
Tu não vinhas e era já de madrugada
A inquietude era o silêncio sem abraços
E afinal à minha porta não há nada.

Era o sonho de sonhar e de querer ver-te
Esperança vaga numa vaga inquietação
Quanto dói ao lembrar e ao saber-te
Lá longe tão distante em solidão.

És mais frio que a frieza que há na rua
Sou mais triste que a tristeza que me dás
Teu olhar vem do silêncio que há na Lua
Ou talvez da solidão que o vento traz.

Não encontro outro caminho além de ti
Não me sinto no calor dos teus abraços
Adeus que já não te quero como quis
Quando a noite era o silêncio dos teus passos.

Inserida por Eliot

...Parei-me diante do mar;

Já era noite, admirei as ondas,
também as estrelas e a lua,
saboreie uma brisa mansa e serena.

Ainda me faltava algo:
... - Você !!!

Jmal

Inserida por Jmaljamal

Nunca dei importância
Ao que as pessoas diziam de mim ...
... Se não, não era eu!

Inserida por Eliot

A razão da tristeza
É não ter razão
Porque se tivesse razão
Não era tristeza ...

Inserida por Eliot

Ela gostava de um cara , não era eu, e eu fazia questão de me lembrar disso todas as noites antes de dormir, e lembrando se lamentava aos prantos .
Ela gostava de um cara, o que me abismava é que ela sofria por um cara enquanto eu estava aqui torcendo por uma chance pra mostrar o quanto poderia a fazer feliz.
Repito , ela gostava de um cara, que não a valorizava, não foi capaz de dar uma rosa a quem a vida só deu espinhos , que não sabia a discrepância entre amar e consentir.
Eu a vi em prantos, pois é , ela gostava de um cara, eu , mesmo assim quis dar motivos pra ela acreditar em algum sentimento que não seja o desgosto, e pela primeira vez ela sorriu pra mim , um sorriso acanhado meio de lado eu confesso , mas pela primeira vez foi pra mim.
Ela estava magoada , simplesmente por ela gostar de um cara que a fez pensar que todos os outros seriam iguais , ela aprendeu a receber o amor que estava disposta a oferecer.
Eu vi ela sentada ainda meia cabisbaixa , ainda por gostar de um cara, eu a ofereci uma flor , arrancada ali mesmo na praça, um hibisco confesso, mas se a flor não tinha valor de mercado , aquele segundo sorriso que eu acabava de receber transbordava muito, desta vez mais aberto e com uma expressão menos triste do que a última vez.
Eu a chamei pra sair, e simplesmente por ela gostar de um cara ela relutou , mas eu insisti em que ela pelo menos deixasse eu mostrar meus "dotes culinários" ao seu paladar, ela aceitou, e mesmo comendo uma omelete que foi o que sobrou quando mostrei ser um desastre na cozinha , ela me sorriu de novo , e como quem queria acalento , dormiu em meus braços.
O tempo passou , ela já não mais sofria pelo antigo falso amor, já me trazia mais sorrisos do que nos primórdios de nossa convivência, já estava deslumbrante novamente como a mulher que amei desde o primeiro ela descrito no texto, desde a ponta dupla do cabelo até naquela unha encravada do pé que ela odiava deixar as minhas vistas.
Repito novamente , ela gostava de um cara , hoje, esse cara sou eu!

Inserida por RenatoMoraes

Com o tempo a gente vai se acostumando e tudo vai mudando, o que era plano vira engano e o que parecia ser engano vira plano, as vezes o vento vem levando tudo, ou limpando tudo como queira entender, o difícil é que se quando perceber tudo o que há de dizer é Adeus...

Inserida por ThagnerRamos

Era um amor quase platônico.
O amor entre a Agulha e a Pele.
Havia um esforço mútuo para que elas não se vissem.
Mas esse encontro era inevitável.
Ao se encostarem, a magia, ou feitiço, se realizava.
Vagavam pelo corpo, noite adentro, perdidos em seus anseios, em suas alucinações.
Mas, mais forte que esse amor, era a dor que ele trazia.
Então, num rompante, elas se separavam e juravam nunca mais se encostar.
O único descrente nessa promessa era o Corpo, condenado a presenciar calado o encontro desses eternos amantes.

Inserida por daniellapinfildi

Uma sombra na estrada,
Quando no transporte do seu gado,
Era sempre ponto de parada,
Para os peões baterem seus papos.

Enquanto se descansava,
Encostado no barranco,
Tranquilamente a boiada,
Pastava no verde campo.

Após seu tempo descansado,
Refrescado do sol escaldante,
O peão ajunta o gado,
Ao doce som do berrante.

Entre laços, peias e corridas,
Nessa lida e profissão,
Assim é que leva a vida,
O boiadeiro, com Deus, no sertão.

Com chuvas ou beijando a poeira,
Matando a sede no cantil,
Nas estradas de terras ou pantaneiras,
És tu peão boiadeiro, orgulho do meu Brasil.

Inserida por marsouza42

Ainda estamos vivendo na era de se apaixonar pelos que falam bonito, odiar os que falam a verdade e esquecer dos fatos.

Inserida por cassiomurilo

"Estava tão longe que eu não podia enxergar,estava tão perto e eu não podia tocá-la, era um lance distante, meio que irracional,mesmo a desconhecendo, sou apaixonado por essa linda menina surreal".

Inserida por HallysonMiranda

Inquietei-me quando descobri que era paixão, aquele leve e intenso pulsar do coração logo frutificou e não entendi que já era amor...

Inserida por Jacinthosantos

QUANDO EU percebi que NÃO me encaixava nos padrões de normalidade deste MUNDO,
compreendi que era justamente,
para ajudar a criar um novo MUNDO
que EU estava aqui.

Inserida por marcusdeminco