Era
E você vai fazer sua postagem falando de saudades e de como eu era especial. Postagem para os outros lerem porque eu não o poderei.
Eu pensava que difícil era desistir daquilo que se mas ama. E não deixa de ser, mas há algo ainda mais difícil: "Ver a pessoa que amamos a amar outra pessoa"
Tinha tanto medo de errar
Optei por deixar Deus escolher por mim
Ele sabia o que era melhor
Então decidi esperar...
Cansei de esperar
Resolvi por mim mesmo buscar
Sendo que, eu não sabia o que era
Nem onde eu queria chegar
Me encontrei perdida nas minhas escolhas
E só Jesus para me resgatar
E antes de ser, já era.. Já foi.. já viveu ... no meu eu, no meu ser, no meu coração, no meu olhar ... na minha imaginação..
Eu já te conhecia de algum lugar..
Talvez daqui mesmo.. ou sei lá de outras vidas talvez...
Mas certeza eu tenho de uma coisa.. tu já eras familiar pra mim... eu já te amava, tu já eras minha..
Ele me perguntou qual era minha fruta preferida!
Eu_ limão!
Ele_ limão é uma fruta exótica até, é raro encontrar pessoas que a apreciem
Então expliquei o pq ...
Eu sei disso! Mas é porque ela tem um significado para mim... " a vida nem sempre vai ser doce como você quer, às vezes ela vai ser azeda. Mas vai cair bem como um suco em um dia exausto de calor,
e apesar dela ser exótica e diferente ela combate toxinas do nosso corpo, assim como a tristeza".
Acordei e era chuva lá fora. Admirável, pragmática, tranquila e inspiradora. Ela é especial e não resumo isso apenas a sua beleza. A chuva é um exemplo bem sutil de como algo simples pode ter grandeza. Ela é um aglomerado de gotas e isso nos faz perceber como pequenas coisas juntas podem mudar tudo. Uma dessas gotas sozinha não faria nada e talvez nem seria notada, ironicamente assim também somos nós quando aceitamos migalhas. Por vezes, o medo ou o comodismo nos faz aceitar frações das pessoas ou até mesmo um copo vazio simplesmente porque nos apegamos ao que já foi vivido. Há também quem não busque outras fontes porque não quer ser o primeiro a partir ou não consegue explicar que o sentimento já não faz mais sentido. Se você vive, aceita e foca só nas gotas jamais dançará na chuva. Até quando sentirá sede nos desertos que já passou se no mundo há tantos oceanos perdidos? Talvez você até já tenha encontrado um. Sei que passou tempo demais contentando-se com pouco, passou tanto tempo com sede que ver abundância assusta, mas esqueça esse temor, chegou a hora de se molhar por inteiro. Mergulhe!
Amanheceu, olhei para o relógio e já era hora de levantar. O céu azul lá fora, mas por dentro o dia estava nublado. Uma saudade doída. Hoje, vinte e oito de julho, seria aniversário do papai, que voou nessa pandemia. Respirei fundo e segui para o trabalho. Ao chegar, organizo as coisas, finjo está tudo bem, seguro firme as lágrimas. De repente, entra na sala Dona “Carolina de Jesus”, meu primeiro atendimento. Ela senta, e com um olhar sereno começa a contar um pouco da sua história. Em junho, sua residência foi incendiada, perdeu tudo. O esposo sofreu queimadura de último grau, faleceu dois dias depois. Todos os seus documentos foram queimados, o seguro-desemprego que estava para receber na boca do caixa, foi adiado até resolver as pendências. Os móveis viraram cinzas, não sobrou nada. Sem dinheiro e trabalho, a família está sobrevivendo através de doação. O filho mais velho encontra-se em privação de liberdade. “Carolina de Jesus”, até tenta assim como eu segurar as lágrimas, mas não consegue, e chora, chora, chora. Embora as nossas histórias sejam diferentes, as nossas dores e tristezas são tão parecidas. Nós, mulheres negras, carregamos o mundo nas costas, e muitas vezes, o choro não nos é permitido. Historicamente somos ditas como fortes e guerreiras. As que suportam tudo. Hoje, Carolina de Jesus veio me lembrar que ser forte todo dia é desumano demais. Principalmente nessa pandemia, com esse desgoverno da morte, com esse Brasil com tanta dor, luto, injustiça e fome. Ainda bem, Carolina de Jesus, que nós temos nós. Seguimos, às vezes longe, mas sempre juntas. Obrigada por me fazer reconhecer a minha humanidade, fragilidade. Obrigada, muito obrigada.
Se há o bem, creio tê -lo visto
Era a imagem em um sonho distante
Desfocada, para não ser totalmente compreensível
Abraçava-me , afagava-me com seus bólidos
Envolvidos na tessitura
Era o bem
Querendo ser alguém
Indo para um lugar sem fim
Viajando em alta velocidade
Se afastando de mim
Quando todo o cansaço arrumou as malas e foi embora, eu vi, naquela hora, que não era o fim que eu queria.
Senti que o peso da vida já não me atormentava mais, baixei a cabeça em reverência aos passos vividos e descansei.
Nildinha Freitas
No século XXI, era do exibicionismo: o símbolo do sucesso é a imagem digital, mesmo que seja manipulada,
o importante é parecer que é real.
Ela sorria e eu sabia que ela era só minha, como se tivéssemos um segredo.
Eu era só uma muro,
Uma barreira,
uma parede qualquer.
Você chegou fazendo arte
Me bagunçou, me enfeitou e em seguida fez de tudo pra me demolir.
Espero que você não tenha caído
Na sua própria cilada, pensando que me derrubou desta vez.
Cada umas das vezes que você tentou me destruir eu me revesti de silêncio, minha armadura mais poderosa...
Dentro dela eu curei minhas feridas, esperei cicatrizar. Foram muitas as vezes que você me fez passar por esse processo e, sem dúvidas isso só me deixou mais forte.
O fato de eu estar aqui me refazendo, reescrevendo os fatos, só significa que eu venci.
Porque o verdadeiro amor não morre. Ele se reinventa, sem mentiras, sem covardia, sem medo de ser o que é.
- Eu sou!
Recado para o tempo
Era uma vez uma bela menina, que andava pelas campinas cantando hinos de amor. O tempo parava ao seu lado só para lhe admirar, bailando junto com ela deixava o vento passar.
Mas um dia a menina sentiu um aperto no coração, descobriu outros horizontes e partiu feito um tufão, deixando paralisado o tempo, mergulhado na escuridão.
Quando o tempo não passa, a mesmice mancha tudo, escurece o mundo. Não mais desabrocha a flor, não brilham os raios do sol, não cai o orvalho na planta, não existem beijos de amor.
Olhando lá do céu a intensa tristeza do tempo, a menina se comoveu, pintou um céu de estrelas, desenhou um belo arco-íris e lhe mandou um recado:
Querido tempo, não chore e nem ache que estou longe, feche os olhos, voe alto. Sinta a minha presença, cada vez que a chuva cair sobre a terra ressecada, em cada cantiga sentida durante a madrugada, em cada cheiro de café, coado pela estrada.
Em cada pedaço de pão saindo do forno quentinho, em cada beijo das borboletas sobre as flores do caminho, em cada lugar qualquer, estarei sempre contigo.
Ouça com atenção, o cantar dos passarinhos, pois lhe enviarei mensagens e beijinhos de carinho.
Não falamos nada, mas conversamos bastante com os olhos, sorriso e o coração, não era algo para a voz ou a escrita, por isso não falei nem escrevi VIVI
Quando você não consegue se encontrar, quando as respostas são vazias, tudo aquilo que queria era ouvir estou aqui agarra se em mim
Um amor
Perguntaram-me o que era o amor:
falei ser uma incandescência, eu automaticamente
era acidentado pela aquela ardência.
Você sentirá o seu peito entrando em completa combustão!
Não o bastante; sorrisinhos bobos, e; olhares correspondentes se encontrando; é uma pura emoção!
Cada momento perdido com a pessoa é como se fosse uma eternidade.
Cada momento vivido com a pessoa, me fazia sentir em outra realidade!
O amor pode ser tudo?
Pode ser fogo.
Pode ser louco, e às vezes pessoas;
agirem compulsivamente.
Pode ser a base do ódio.
O amor pode ser uma cura.
E às vezes ele pode ser precipitado ou até mesmo irresponsavelmente.
O amor e só uma palavra.
Sim, é só uma palavra.
Se tudo der certo ou errado, a culpa não e dele, e sim das pessoas quepropagam ele.
Mas, se o amor for vivido; ele pode ser magico.
Respondi essa pergunta com tanta certeza, que ao seguir meu caminho de volta para casa, eu ria incontrolavelmente.
Como eu poderia me expressar assim, sem nunca ter amado de verdade.
No Jogo Perde ou Ganha
No meu tempo de criança
Jogo era pouco conhecido
Ainda tenho na lembrança.
Não existia nem racha
Às vezes jogo de peteca
Era difícil bola à época
De couro ou de borracha
Peteca um jogo brasileiro
Tradição de nosso índio
De aquecer o corpo no terceiro.
Peteca vem da língua tupi
Feita de pena para arremeçar
Pela força da mão espalmar
Esporte do índio guarani.
Às vezes é satisfação ou briga
Jogo de azar, perda de dinheiro
Sempre é ruína e entriga.
Mas, chega como clarão do sol
A criação que veio lá da Europa
Que hoje, todo mundo topa
Chamado jogo de futebol.
Foi um paulista de sorte
Chamado Charles Miller
Trouxe da Inglaterra o esporte
Que aqui se tornou popular
Também algum material
De regra hoje mundial
Para no Brasil se jogar.
O brasileiro abraçou
A prática de jogar bola
Antes de Clubes já começou.
Em 1895, primeira partida
Charles Miller disse eu escalo
Das empresas de São Paulo
O grupo da competição exigida.
Tornou-se o futebol um sonho azul
Nasce o Sport Club Rio Grande
Primeira célula - Rio Grande do Sul
Em São Paulo a Ponte Preta
Terceiro depois do Rio Grandense
Foi no Rio de Janeiro o Fluminense
Daí o futebol no Brasil e no planeta
Charles Miller era paulista
Chamado "pai do futebol brasileiro"
A sua época, um esporte elitista
Mas, elevado processo de organização
De maneira técnica natural
Chegou a competição internacional
Da relevância e admirável aceitação
O povo brasileiro é merecedor
O Brasil é o País do futebol!
De cinco Copas mundiais vencedor
Agora com trinta e duas seleções
Enfrenta mais uma luta
De uma serrada disputa
Para mais o prêmio nestas competições.
Nossa Seleção daqui a pouco vai jogar
Rogo aos mistérios da Santa fé
Para Seleção Brasileira ganhar
Tem um time de grandes jogadores
Todos muito bem treinados
Pelos brasileiros admirados
Como equipe de vencedores
