Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Como se resume a sua vida?
O quanto você é capaz de amar alguém? O que é felicidade para você? O que você acha que é a felicidade? Como você espera que seja a vida de alguém que te ama, sem você? Como você espera viver sem alguém que tanto te amou? Viver a vida não significa sentir tudo que há de belo, maravilhoso e importante nela. Todos vivem, mas são poucos os que podem sentí-la de verdade. A vida não seria tão bela se houvesse mais de uma. Dê o melhor de si, viva cada segundo com um belo sorriso no rosto, com brilho nos olhos, com sinceridade, respeito e amor por todas as coisas que estão à sua volta, retribua cada gesto de carinho e aprenda a não odiar ninguém. Não viva loucamente, viva intensamente.
A vida é como um fino fio, tão frágil que pode se romper a qualquer momento. Portanto, aproveite sua vida para ajudar as pessoas ao invés de tentar prejudicá-las.
A ANGÚSTIA DO VAZIO
E como o homem é pequeno
Estuda quatro matérias
E é o dono do mundo
Forma o seu próprio conceito
Desdenha do semelhante
Escarnece do Divino
Mas demonstra a pequenez
No medo do fim do mundo
Se o mais sábio dos homens
Não disse quando era o fim...
Os pequeninos descansam
E os ‘grandes’ se alvoroçam
Na busca do que não tem
P’ra dourar o intelecto
Quando nada é mais como antes, foram nossas expectativas e nossa ingratidão com quem julgamos perfeito
Se a matemática é uma ciencia exata,
tentemos fazer com que o amor
tambem o seja, sabendo como vive-lo...
E nem vamos falar de outra coisa, pois
matemática é o terror do Enem, vestibular, etc...
UM POEMA DE AMOR MATEMÁTICO
Marcial Salaverry
Sem querer falar em gramática,
chego assim com a matemática...
Quando não se consegue a soma total
do amor, podemos conseguir ao menos
uma fração, desde que não seja ordinária...
Se não puder ter a unidade,
fico com uma fração
de seu coração...
Um décimo, talvez para iniciar...
Para melhor amar,
uma adição de nossos carinhos...
Para que ninguém lhe subtraia de mim...
Poderemos multiplicar nossos beijos,
com uma divisão de nosso tempo...
Vamos esse angulo analisar?
Será um bom sistema,
e tenho um bom teorema
para resolver nosso problema...
Não quero que você seja
a paralela que nunca se encontra,
mas caminhando paralelamente,
de mãos dadas, simplesmente...
Sempre nos amando,
iremos nossa familia multiplicando,
formando um triangulo familiar,
e depois um retangulo...
Se desejarmos, será um poliedro...
Tudo bem calculado,
como queriamos demonstrar...
Assim será nosso amar...
Tudo bem provado,
para ser o amor aprovado...
Seu corpo claro como o céu na lua cheia
É senhor dos meus desejos e delírios mais sinceros, embora secretos.
Seu toque quente queima minha pele e marca minha carne como brasa.
As sardas em seus ombros, em contraste com sua pele, são belas como perseidas numa noite de agosto...
E eu me contentaria em contar cada uma delas, apenas para estar ao seu lado.
Quando toco a sua mão sinto como se o fogo me queimasse, mas quando sinto os seus lábios percebo que o MAR me invade!!!
Como um feixe de luz estes olhos teus me vem iluminar, uma voz suave como melodia que o exaltado se toma por aquietar, sorriso que me toma a admirar, e estes lábios que levam a delirar.
– Estamos dentro do Baú, Aninha. Como os Jovens de A Caverna do Dragão ao ingressar na Caixa de Zandora. Camila caminha conosco, de mãos dadas. Mas do lado de fora. Em pensamento. O Aqui e o Agora, Aninha, é absolutamente relativo. E O Silêncio-Que-Vem-Mais é a construção das paredes internas do Baú. Uma Viagem no Tempo sem tempo para perder. Vem, Aninha, vamos embora. Que esperar não é saber. Quem sabe sabe agora -- não espera para ver.
– Wellington! Wellington! É deveras um local estranhíssimo esse Baú. Teu amigo Didi deve estar doido para encontrá-lo e compreender o que esses vinte e seis anos ocultaram no Plano das Ideias. Foram expectativas sem fim.
– As quais compartilho até hoje, Aninha. Vem.
A vida de uma pessoa é descrita pelos outros como um fardo social, no entanto onde está conciliação de que sua própria vida é objeto usado no sistema capitalismo.
O que houve com ele depois… como e por que… Nem consigo começar a entender. Parei de tentar achar um sentido há muito tempo. Mas o que sei é que, uma vez ao ano, consigo ver meu amigo.
A palavra que desentranhei do vento entranhou-se em mim como chuva no arvoredo, irrigando folhas, ramos, e fios de cabelo de raízes.
Às vezes, nossa fome de Deus é tão grande, como a daqueles 5 mil homens, e as circunstâncias da vida só nos oferecem cinco pães e dois peixinhos. Mas lembremos que Jesus sacia essa fome e faz multiplicar, além de nos fazer colher a 30, 60 e a 100 por um!
Saciemos Nele!
